60º aniversário do massacre de Batepá enaltece liberdade incontestável em STP

O Presidente da República Manuel Pinto da Costa, destacou o facto de São Tomé e Príncipe ser um país livre, onde todos podem dizer o que quer, sem necessidade de ter-se que exilar no Estrangeiro, para fazer política. O Primeiro Ministro Gabriel Costa, reforçou os valores da liberdade que existem no país e disse NÃO ao terrorismo político.

Nas celebrações do 60º aniversário do massacre de 1953, que teve a vila de Batepá como epicentro, o Primeiro Ministro Gabriel Costa, realçou a necessidade de dar felicidade ao povo, que ficou livre depois de muito sofrimento. « Acho que a melhor forma de honrarmos aqueles que deram a vida pela liberdade é fazermos com que o nosso povo seja feliz. Mas isso só se faz num ambiente de maior cordialidade entre os são-tomenses e não se faz com terrorismo político», afirmou o Chefe do Governo.

Não ao terrorismo político, não as ideias recalcadas. «Não se faz com ideais recalcadas como São Tomé Príncipe fosse um país onde não houvesse liberdade. Toda gente sabe e bem que  está a se construir em São Tomé e Príncipe, um país para todos. E todas as forças políticas, podem exprimir livremente sem serem incomodadas», acrescentou.

Por sua vez na praia de Fernão Dias onde decorre o acto central do dia do massacre de 1953, o Presidente da República Manuel Pinto da Costa, recordou o passado quando por falta de liberdade, por causa da opressão colonial, os nacionalistas tinham que deixar o país para se reunirem no estrangeiro com os outros colegas, para debaterem as questões nacionais.

Gabão, era um dos países vizinhos onde os nacionalistas se reuniam para debater a política nacional, longe da opressão colonial portuguesa. «Eu lembro-me que até 1974 os dirigentes do então partido único, quando quisessem se reunir, pelo facto de muitos desses dirigentes terem estado fora, sem possibilidades de entrar no país, então os que estavam dentro eram obrigados a sair para fora, para permitir o encontro com os elementos do partido. Agora não precisamos disso. Somos um país livre, em que todos têm a oportunidade de dizer o que quer, quando quer, sempre que essas ideias possam dar uma contribuição para o desenvolvimento do país», recordou o Chefe de Estado para depois alertar que «agir de outra forma pode transmitir a ideia de que em São Tomé e Príncipe não há liberdade. Há sim senhor», frisou Pinto da Costa.

Segundo o Presidente da República foi graças ao sacrifício dos são-tomenses em 1953 que o país conquistou a sua liberdade. Um país livre e um povo também livre.  «Permitiu ao povo são-tomense e a cada um de nós exprimir livremente as suas opiniões, organizar-se de forma livre segundo as ideologias dos seus partidos, onde cada são-tomense tem a possibilidade de exprimir as suas convicções sem ter a necessidade de sair daqui», sublinhou.

O Chefe de Estado, prometeu tudo fazer para que todos os são-tomenses, «na liberdade possam dar a sua contribuição para o desenvolvimento do país».

Abel Veiga

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    poder do pensamento positivo Responder

    Muito bom o discurso do Presidente da Republica, acerca do dia 3 de Fevereiro, e da liberdade que beneficiamos no País para falar, andar,e deambular por tudo quanto é sitio, a qualquer hora, sem medos e fobias, podendo por conseguinte expressar o que nos vai na alma sem receios das nossas sombras. O Povo Santomense é por isso Livre e está de parabéns.

    Por outro lado também é verdade que a LIBERDADE só existe num estado de Direito quando os Tribunais não estão partidarizados.
    Quando esse direito só existe para uns e não para todos, a força do Direito definha. É o caso do nosso País ??? Se a resposta for positiva, estamos a caminhar bem, caso contrario temos que repensar a nossa Justiça para ficarmos todos a rir…

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    zeme Almeida Responder

    Nao acredito neste momento,de S.Tome e Principe,ser um PAIS livre,onde todos podem dizer o que quizer sem necessidades de ter-se que exilar no estrangeiro para fazer politica!Tambem nao acredito de valor de liberdade que existem no PAIS e tambemde nao haver terrorismo politico?Falar de boca pra fora nao custa materializa-la enquanto estivermos no poder é que é dificil.Alguns tem utilizado estee spaco de comentarios, falando coisas incriveis, dizendo para perseguir alguns membros do governo anterior e acham isto normal?Ja la vao anos que nao se ouve falar de interrogacoes e vigias as pessoas,como estou vendo agora?Nao sou politico e nem preciso ser,porque nao quero ser enxuvalhado e perseguido?Nao é preciso fazer desenhos, as movimentacoes estao claras meus caros compatriotas.Quem avisa amigo é.Alguns falam e esquecem-se depois de estarem fora da tribuna.Nao me sinto estar mais num PAIS onde ainda existe ameacas aos outros,quando estamos no poder?Por favor Tela-Non publique o meu comentario,porque nao frisei o nome de ninguem e que cada um tem o dever de tirar as suas duvidas.Viva a liberdade expressao e que cada possa contribuir de uma forma ou de outra para tirarmos este PAIS no fosso que se encontra.

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    zeme Almeida Responder

    Viva a liberdade de expressao e que cada um possa contribuir, de uma forma ou de outra para tirarmos este PAIS do fosso que se encontra.

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    malebobo Responder

    haver vamos,

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    E. Santos Responder

    Hhehehe, estão com medo da interpretação que a comunidade internacional vai dar ao facto de o ADI ter-se deslocado ao Gabão para sei lá o quê. hehehehe.
    Há liberdade em São tomé? Há democracia num país em que o povo elege e os políticos deselegem? Há liberdade num país em que as figuras principais são todas “Pinto” e “Costa”.
    Nem os nossos irmão angolanos que tanto se critica fazem uma coisa dessas. Não foram aprender com o MPLA? Então aprendam isso também.
    Agora vamos ter de suportar só a família Pinto ou Costa ter acesso as coisas neste país? Como antigamente? Depois falam de recalcamento.
    Não, sr. PM, por muito que vocês queiram tranparecer outra coisa, o que estão a fazer está bem a vista dos São-tomenses. E ninguém quer isso de volta, não tenham dúvida. Não se convence pessoas letradas com discurso, mas sim com acções. E as vossas acções estão bem claras para quem tem 2 dedos de testa.
    ADI teve de ir para o Gabão porque ao que se diz no ssururu da praça, estão todos sob escuta telefónica, estão a ser seguidos e monitorados. A contra-informação foi posta novamente em acção. Isso é liberdade?
    Os são-tomenses podem ser distraídos, mas a comunidade internacional está atenta e está a acompanhar a situação no país.

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    inteligencia Responder

    Recorde-se que já começa a existir restrição de liberdade, principalmente liberdade de expressão. Ideias contrárias ao poder não tem lugar em STP, partido de oposição é altamente censurado na emissão de qualquer ideia contrária aos órgãos de soberanias.
    Não podemos falar de liberdade quando é interditado ao maior partido do país (ADI) usar orgãos de imprensa Nacional e público para passar as suas ideias e opiniões.
    Não podemos falar de liberdade, quando os altos dirigentes deste país está violam constantemente a lei. Quando os dirigentes do país fazem com pais do querem atropelando constantemente lei. (por exemplo. Criação do Governo de iniciativa Presidencial, sobrando pelo MLSTP. Reunião da Plenária com 20 dos 55 deputados, etc.)A lista é longa.
    Na Democracia todos devem saber principalmente os dirigentes, que o poder pertence ao povo. Sendo assim, o povo é soberano.
    Em STP há muita desenformarão. Os dirigentes diz e desdiz.

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    John Smith Responder

    HIPÓCRITAS, dizem uma coisa e fazem outra.

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    Argenezio Antonio Vaz Responder

    Pois é, liberdade, so para alguns, os outros que cuidem. Que liberdade é essa meus senhores, quando os politicos chegaram tão baixo. Uns até pedem para que não se venha investir no Pais. Tens que ser da familia tal e do partido tal para teres um emprego ou outra coisa. Que liberdade é essa quando, se valoriza os criminosos, os incompetentes. Em STP vale mais ser adrabão, caloteiro para seres alguem, basta seres do pardido no poder. Tenham vergonha. Os martires do 3 de Fevereiro irão fazer justiça, quando os politicos deitam e fazem-se com os seus esforços. Morreram para que hoje os politicos disfrutarem do Pais o seu quintal. Queiram ou não, mas as almas desses nossos dignos que faleceram, farão justiça.

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    malebobo Responder

    concordo com o comentário do sr.Zeme Almeida, o tempo encaregue de dizer tudo com essa conversa de fazer boi domir

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    rapaz de riboque Responder

    homenageam também o ZÈ MULATO( ZÈ BRIGADA) porque ele também foi o cancro

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    HLN Responder

    Livres e democráticos, todos gostaríamos ou seja somos, no papel na acção a muito ainda que se diga.
    A minha desilusão começou com a nomeação da Procuradora geral da república.mas enfim vamos engolir o sapo, como diz o John Smith são mesmo Hipócritas, Aldrabões, Sinicos, até certo ponto maus com o seu povo.

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    Mario da Costa Responder

    Ainda estamos muito longe de ser um pais Livre e Democratico. Temos Muito Compadrio. Mistura-se amizade , Familia e competencia.
    Não temos Boa Educação, Não temos Alimentos de Qualidade, não temos saude.
    Estamos a falar de que liberdade?
    Convenhamos!!
    Estamos no Pro tempo de INIMIGO MANSO; INIMIGO DO POVO; ETC; ETC.

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    Roça Nova Moca Responder

    FIlho de forro, filho de gabão e angolar continuam na mesma, vive na Sanzala a mistura com cão, porco, vinho de palma nos jovens, gravidez na adolescencia, roubo, acidente de motos e muita ganza de noite.fumo.

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    Barão de Água Ize Responder

    Como pode haver liberdade de real expressão politica e de democracia transparente, com a probreza em que vive a esmagadora maioria dos Sãotomenses?
    As consciências dos pobres e desemparados é fácilmente comprada pelos que iniquamente usam o “banho” como arma para ganhar eleições.
    Para quando a criminilização do “banho”?
    Quano falará o Presidente sobre esta prática corruptora das consciências?

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    Beato Salu Responder

    Mais fortes são os puderes de deus

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    Eng Bernardino Monteiro Responder

    o que fizeram com os nativos que sobreviveram ou seja que escaparam do massacre,aqueles que enfrentaram o colonialismo, nada deviam ser a menos condecorado, tive oportunidade de ouvir bem a historia do massacre, e com lagrimas que ficou nas memorias viva liberdade

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    Eng Bernardino Monteiro Responder

    eu sou neto do caboverdiano que foi chicotado e preso e foi obrigado a ficar calado,,,,,,,falaram mi das maravilhas de um pais de areia branca das florestas do clima das abundancia da fartura do trabalho,acetei ser escravizado e fugir da fome de 1947,nao me arrependo de ter vindo encontrei tudo que queria que rica terra que rica gente do sorriso simpatico dos bons custumes e respeito das convivencia, sofri fui chicotado amarado perdi o indice da minha terra poligotei a lingua as cicatrizes foram o premio da vida da juventude, terra longe meu caboverde so voltei no sonho de voltar e de abraçar os queridos que por la ficou, de cada gota de lagrimas derramado de cada grito do tom do sino das presenças dos capacetes brancos do gemer do cavalo livre nunca fui nem serei,,,,,,doi doi doi

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    zeme Almeida Responder

    O senhor primeiro ministro Gabriel Costa,reforcou os valores da liberdade que existem no PAIS e disse nao ao terrorrismo politico.Isto nao estou a ver desde que o senhor assumiu o cargo?Ja houve ameacas a muitos,inclusive alguns membros do anterior governo?Muitos aparecem ca a comentar para seguir as pessoas, insinuando o ministro {Oscarito} para fazer mal as pessoas e voces acham, que este discurso enquandra com o que o primeiro ministro disse no dia 3 de Fevereiro?Pra mim nao!Muitos andam ca a fazer comentarios nao muito dignos,talvez, a desgraca nunca lhes bateu a porta.Se um dia lhes bater a porta,a conversa ira ser outra de certeza.Nao podemos estar a brincar com coisas serias, meus compatriotas, nao poderemos deixar que os politicos dententores do poder nos trate como bolas de pinguipongue?Se na verdade somos um PAIS democratico, teremos que sentir livres sem perseguicoes.Obrigado Jornal Tela-Non por terem criado este espaco de comentarios para que cada possa exprimir os seus sentimentos.Obrigado

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      Que loucura! Responder

      Avalia-se a democracia pelo comentário que qualquer pessoa faça num jornal aberto? Critica-se um estado por um cidadão fazer comentários que não sejam democráticos? Era melhor ter a certeza se essas perseguições estão a ser feitas na verdade. Assim ficaria bem denunciá-las. Senão toda essa boa vontade de comentar pode ser só palha enquanto na realidade há coisas para dizer.

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    Verdade dói Responder

    EU SÓ QUERO SABER ONDE É QUE ESTÁ O PORTO EM ÁGUAS PROFUNDAS? JÁ QUE QUEBRARAM O MEMORIAL PARA O EFEITO? QUÁ DE BÔBÔ SÓ CHEIO DE MODORMIA.

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    Setilio Vaz Responder

    Perguntem ao PT.Porque que ele não se interessa por aquilo que é nosso?
    Ora vejamos: Final da taça de STP ele foi assistir Portugal e Gabão em Libreville, dia 3 de fevereiro recebe os seus ex ministros e deputados em Libreville dando um banha de xixi a todos para serem mais espertos. Ele nunca se interessou por aquilo que é cá porque ele é gente de lá.

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    DKNY Responder

    Os políticos passaram a ser mais gestores de conflitos de interesses do que líderes capazes de oferecer ao povo desígnios nacionais.

    Os melhores não querem sujar a sua reputação e dão lugar aos piores, sem qualquer reputação a defender.

    A falta de qualidade da classe dirigente não é a causa, mas a consequência da fragilidade do Estado. Por isso correm todos para o exterior bater a porta de Luanda/Libreville/Bata…

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    Cassuma-sofredor Responder

    A causa do massacre ñ é nada menos que o 2º mandato do Governador “Carlos de Sousa Gorgulho quando soube e tomou conhecimento que os Santomenses ñ gostaram de trabalhar nas roças por sentirem de homens livres dai comessam chicotadas e borachas e chuvas de lagrimas o cacau e café tem que plantar coisa lagrimada. Logo em cada 3 de fevereiro é feriado nacional porque os Santomenses recordam os corpos que foram torturados até a morte e levando e ensaguentado na praia de Fernão Dias. Não sou históriador mas sim sou santomense logo ñ estou bem perito nesta materia. Obrigado.

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