Departamento da Polícia angolana de combate ao crime organizado integra missão de peritos em São Tomé

A missão de peritos do Ministério do Interior de Angola, que está a visitar São Tomé, já se inteirou da situação da cadeia central e do funcionamento da PIC. Chefe do departamento da polícia angolana encarregue do combate ao crime organizado integra a missão.

Cipriano Delgado, chefe do departamento de cooperação do Ministério do Interior de Angola, enalteceu a importância do trabalho técnico que a missão está a desenvolver em São Tomé e Príncipe, que vai permitir ao Governo de Angola, agir de forma segura em termos de ajudas ou parcerias que poderá estbelecer com o executivo de Gabriel Costa, para favorecer a reforma do sector da Justiça.

A delegação de peritos angolanos, que visitou o único estabelecimento prisional de São Tomé, deu conta do avançado estado de degradação da cadeia central, que está superlotada. O Estado são-tomense tem um vasto terreno na roça São José, antiga dependência de Monte Café, para construção de um novo estabelecimento prisional. Mas falta dinheiro.

Questionado pelo Téla Nón, sobre a possibilidade de Angola participar no processo de construção da nova penitenciária, Cipriano Delgado, disse que tudo está em aberto. O trabalho dos peritos no terreno, vai dar pistas ao Ministério do Interior de Angola.

Segundo Cipriano Delgado, só o facto do ministro do interior de Angola, Agnelo Veiga Tavares, ter despachado a missão de peritos, para avaliar a situação no terreno, e fazer o respectivo levantamento das necessidades, é prova contundente de que Angola está determinada em cooperar com São Tomé e Príncipe, nos respectivos domínios, a nível nacional estão sob a tutela do Ministério da Justiça. «Estamos a analisar em que medida podemos ajudar na tarefa de melhorar a tarefa prisional. A PIC também tem alguns problemas e vamos estender as mãos a São Tomé, para ver em que medida podemos ajudar», pontuou o Chefe da Delegação Angolana.

A Polícia de Investigação Criminal, PIC, foi outro alvo da visita de trabalho da missão técnica angolana que na quarta – feira visitou também o terreno de São José, onde deverá ser construído o novo estabelecimento prisional. «Estão a analisar connosco os vários desafios que temos no que concerne polícia de investigação criminal e reinserção social. Isto como forma de encontrarmos a melhor forma de resolver tais desafios», declarou a ministra da Justiça Edite Ten Jua.

Abel Veiga

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    pitbul Responder

    Mais cadeia, quando precisamos de mais um liceu e de uma universidade!!! isto é tipico de ditadura, financiar o sistema reprecivo no lugar de sistema educativo

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      lupuye Responder

      Achas mesmo que nao precisamos de reforcar o sistema repressivo? Desde pequenas coisas como gente fazendo necessidades nas ruas, na ex-praia PM, etc, gente deitando lixo na rua, mandando palavroes, etc. E que sao essas pequenas coisas que quando nao reprimidas dao aso as coisas maiores como o roubo, a indisciplina, a falta de respeito pela coisa publica…
      Nao quero com isso dizer que nao precisemos de uma educacao mais efetiva, de mais e melhores instituicoes educativas, mais e melhores professores, mas a maneira como as coisas estao, sem repressao nao chegamos la. Ha males que tem que ser cortados pela raiz. O povo agora, desculpa dizer isso, esta muito malcriado. Basta ver a conduta das pessoas que andam nas nossas ruas.

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        pitbul Responder

        ja viste algum licenciado, ou mestre mesmo doutorado fazer chichi na rua? é educando que teremos melhores santomenses! Maioria dos detidos reicidem apos cumprirem a pena, prova que a repressao nao funciona! pra reprimir deveriamos começar a atribuir imunidade aos deputados simplesmente pelos factos inerentes das suas funçoes, tudo que é penal ou civil que nao tenha ligaçao directa ao exercicio do poder deveria ser reprimido antes de construir novas cadeias

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    Joao Vicente Responder

    Sr. pitbul;
    Em que planeta o senhor esta? Com a onda de crimes k esta a aumentar em STP, ha necessidade de muitas cadeias, sim. Universidades tambem fazem falta mas neste momento o pais ate ja tem doutores demais para o tipo de economia k tem. Sejamos serios. Ha muita bandidagem e crimes organizados em Sao Tome. Cadeia sim. Deixa de demagocia! E nao se esquecam de preparar celas tambem para os politicos e gentes finas.

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    Eu também sou filho da terra Responder

    A cadeia central ficaria a trasbordar se políticos e gentes finas fossem lá parar.

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    pagaguno Responder

    Precisamos fazer trabalho de casa, não são os Angolanos k vêm identificar os nossos problemas. Isto já devia estar feito. Parece k não sabemos o k queremos. VERGONHA.

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    tela mu Responder

    Minha gente um país não desenvolve se a justiça não funciona muitos crimes para uma ilha tão pequena para existir mais universidade temos que ter segurança para que podam acudir a ela tanto de dia como anoite ; com tantos bandidos que em s.tomé agora se prenderem onde é que vão por ? Prende e solta porque não ha espaço na cadeia isso é bom?

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    Verónica Responder

    Que ironia? Sr. Pitbul.
    É mesmo PITBUL.Vamos ser sérios e não demagogos.
    O Sr. já viu o nr. de delinquentes que estão aí na rua?
    Deve-se construir cadeia sim, colocar lá gente séria e que trabalha. O Afonso é um exemplo. Colocar já Sociólogos, dar-lhes formação, colocar lá gente para reeducar os presos para que, quando saírem de lá, serem outras pessoas.
    Assim é que é

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    Preto Responder

    Tudo isto por causa de umas “migalhas” de Angola. Todos sabemos que Angola está entre os 10 paises mais corruptos do mundo. Nesta materia STP nao ganha nada, só piora!

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    trindadense Responder

    cadeia sim mas os políticos também deve la entra..

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    Blaga-Pena Responder

    Aliás, esse processo deve primeiro começar lá em cima, justamente no patamar dos politicos.

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    joão pedro Responder

    O objectivo do Sistema prisional não é REPRIMIR,mas sim reeducar,reabilitar,censurar e reinserir.Não é juridicamente correcto dizer SISTEMA REPRESSIVO,nem no ponto de vista do eufemismo.

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