Política

Destroyer “HMS Portland” ancorado ao largo de São Tomé para formar guarda costeira

Soldados e sargentos da guarda costeira, estão a ser formados em matéria de segurança marítima a bordo do navio de guerra do Reino Unido da Grã-Bretanha. No quadro da visita da marinha britânica ao país, a “Chatham House” organizou uma conferência sobre a segurança marítima no golfo da guiné.

Militares e peritos dos países do Golfo da Guiné, estão reunidos em São Tomé para debater a segurança marítima no golfo da guiné, e o apoio internacional e capacidade regional. A organização Chatham House, considera que a pirataria cresce vertiginosamente no Golfo da Guiné, estando a superar a situação no oceano índico, mais concretamente no corno de África.

Oficiais da marinha e da guarda costeira dos países do Golfo da Guiné, nomeadamente o Gabão, fizeram o diagnóstico da situação de pirataria marítima na região.

Tudo acontece, numa altura em que pela primeira vez, a marina de guerra da Grã-Bretanha destacou um Destroyer, para as águas territoriais são-tomenses, no sentido de lançar a cooperação militar entre os dois países.

O navio equipado com vários sistemas de mísseis, está a ser palco de formação para soldados e sargentos da guarda costeira são-tomense. O Reino Unido da Grã-Bretanha quer ajudar São Tomé e Príncipe a reforçar as suas capacidades em matéria de segurança marítima.

A comandante do navio, indicou a pirataria marítima, com destaque para o combate a pesca ilegal como alvo preferencial da cooperação com a guarda costeira são-tomense. «Vamos trabalhar na área da segurança marítima. Estamos aqui para ajudar São Tomé e Príncipe a proteger-se da pesca ilegal que é um problema que afeta este país», afirmou a Comandante West.

Os ministros da defesa e dos negócios estrangeiros e comunidades, visitaram o navio na quarta – feira, e na sexta-feira foi a vez do primeiro-ministro Gabriel Costa. «Assistimos a um aumento vertiginoso de piratas que operam no golfo da guiné muito mais que na Somália. Há uma grande actividade ilícita de comércio de petróleo ilegal», declarou o chefe do Governo são-tomense.

Para além da formação, a marinha de guerra do reino unido, poderá contribuir no apetrechamento da guarda costeira são-tomense. O Primeiro-ministro disse que tudo está em aberto. «Temos propostas de protocolos a semelhança daquilo que a marinha britânica faz com Cabo Verde», frisou.

Desde Setembro do ano passado, que o governo britânico decidiu lançar a cooperação com São Tomé e Príncipe no domínio da segurança marítima. Enviados de Londres, reuniram-se com o governo são-tomense em Setembro de 2013, para falar pela primeira vez, sobre a segurança marítima.

Abel Veiga

    16 comentários

16 comentários

  1. Falar Verdade

    21 de Março de 2014 as 9:08

    É de louvar esta iniciativa da parte do Governo, muito embora carecemos de múltiplas iniciativas de quem do direito para modernizar o nosso país rumo ao desenvolvimento.

  2. Lede di alami

    21 de Março de 2014 as 11:55

    VCS, ainda vao se arrepender, o ocidente e uma desgraca, nunca pensei que os politicos santomense fossem tao estupido assim, nem tentam seguer estudar historia do mundo pra depois agir, que pena.

  3. Felisberto Bandeira

    21 de Março de 2014 as 12:09

    Tudo que e pelo bem e sempre bem vindo temos que agradecer a Deus e ao governo Britânico pela ajuda .

    • Fabio Soares

      21 de Março de 2014 as 14:33

      Estou de acordo so que completo dizendo ‘MANTENDO OS OLHOS BEM ABERTO’

  4. Eterno Madiba

    21 de Março de 2014 as 14:28

    Perca de tempo. Os nossos só querem dinheiro para comer.

  5. luisó

    21 de Março de 2014 as 14:29

    Já vi este filme várias vezes, fica muito bonito na tv e para a imagem dos governantes mas depois de espremido nem sumo sai.
    O que é importante é patrulhar as águas com meios navais e assim assegurar o controlo das vias de comunicação e fiscalizar quem anda nessas águas para que STP não seja espoliado das suas riquezas marítimas.
    Isto de andar a tirar aulas de socorrismo e de combate corpo a corpo nos convés dos navios não é nada.
    Tenho dito.

    • Toni

      24 de Março de 2014 as 20:38

      De facto já alguém imaginou quantos navios fábrica de pesca que andam nas águas de STP e não pagam nada pelas capturas, alguns capturam num arrasto o equivalente á pesca artesanal num ano além de rebentarem com os fundos. Caríssimos eles andam aí e sabem que ninguém os vigia nem controla. Vamos mas é ter radares a funcionar e lanchas rápidas de intercepção isto é ter uma marinha que vigie a nossa costa e as nossas águas. Se calhar para alguns não interessa…..

  6. luisó

    21 de Março de 2014 as 14:32

    Caro Abel:
    os homens e mulheres da guarda costeira não são soldados, ou são militares da guarda costeira ou marinheiros,no caso das praças.

  7. Longa vida

    21 de Março de 2014 as 22:16

    Longa Vida Reino Unido, agora a Europa reconhecendo São Tomé e Príncipe, boa cooperação ao nível marítimo, STP precisa proteger a costa marítima.

  8. mosssad

    22 de Março de 2014 as 8:51

    O Governo Ingles nunca da um passo nem outro atras, como poucos no pais devem saber que esses sao uns dos maiores corruptos do mundo, onde passam e para os seus interesses pessoais e nao para o povo santomense. O que quero dizer e que com o problema politico entre Uniao Europeia e a Russia, o governo Ingles anda a procura de outras formas de suportar a sua demanda de Energia, tendo em conta que a Russia depois das sancoes impostas, vao aumentar o preco do Combustivel, sendo assim sao tome e outros paises irao fornecer ao governo Ingles o mesmo.

    para um pais onde o governo tira mais do que metado de 1.40 libras que os motoristas pagam para o petrol, eles tem que aproximar sao tome onde os politicos miseraveis vao aceitar as migalhas dos Ingleses.

    • Zeca

      22 de Março de 2014 as 14:34

      Só falas agineiras. Coitado, vives atrás do mundo completamente desactualizado de informações sobre STP. MOSSAD vem fazer férias no país.

    • Pléto Lúlúlú

      22 de Março de 2014 as 15:05

      Cito o sr. mossad diz….”sendo assim sao tome e outros paises irao fornecer ao governo Ingles o mesmo” ???? Se a Inglaterra estivesse à espera do petróleo de S. Tomé, estava bem lixada…. o País paralisava completamente.. Até agora o petróleo só ‘iluminou e encheu’, alguns bolsos de alguns Políticos Santomenses. Infelizmente e até agora, para o bom Povo de S.Tomé, não houve benefícios…..Tente escrever um pouco melhor … há acentos, vírgulas, letras maiúsculas….volte à Escola Primária s.f.f ….

  9. JOAO ALMEIDA

    22 de Março de 2014 as 10:50

    Senhor Mosssad.
    Com todo o respeito. Escreva coisas com nexo. Algo q faça sentido. O senhor nao sabe o q diz.

  10. iaga

    24 de Março de 2014 as 9:47

    É verdade,contrariamente aos outros concordo com o sr. mossad,é necessário ter conhecimento dos conceitos de Estado Nação e a estratégia, para entendermos o mundo. Coisa que os políticos recusam a prender.efetivamente todas as ajudas há sempre algum interesse por detrás. infelizmente, os nossos políticos não enxergam isso, cegos de miséria e despidos de qualquer interesse patriótico, dão ou vendem tudo a ´tuta e meia` Já é altura de tirar exemplos de tantas cooperações que este pais já conheceu, mas sem sucessos. ou digamos sucesso entre aspas, …. Temos que conhecer a nossa casa, a partir dai definir as nossa potencialidades, vulnerabilidades e possíveis ameaças. e neste âmbito tentar buscar da cooperação mecanismos para fazer face as nossas vulnerabilidades. Na nossa ilha é ao contrario, aguardamos que os vizinhos nos digam onde está o mal, e soluções para os mesmos. a ganância tirou-lhes a inteligência. Onde estão os nossos chamados doutores, engenheiros e licenciados, será que venderam os seus canudos nas universidades, e passaram a cooperar com as ideologias fascistas. não duvido nada, se hoje já se organizam atividades dos bolsistas por países, de formação, escuso -me a pensar na administração futura desde país.

  11. Pléto Lúlúlú

    24 de Março de 2014 as 19:07

    Sr. iaga ….Passo a citar:— “Já é altura de tirar exemplos de tantas cooperações que este pais já conheceu, mas sem sucessos. ou digamos sucesso entre aspas,” …. E eu pergunto …. E a culpa de tanto insucesso é de quem ??? Será de ‘TODOS’ os Países que cooperaram, ccoperam e ‘ajudam’ S. Tomé ?? Ou será dos (des)Governos de S. Tomé, que ao longo de 38 anos de Independência, não souberam aproveitar esta Cooperação, em benefício do seu País e do seu Povo ???

  12. arelitex

    24 de Março de 2014 as 21:01

    eu só posso chamar a isto uma brincadeira .a nossa guerra é outra que nâo têm nada a ver com navios nem com militares .preocupem-se no desenvolvimento do nosso país .isso é que merece a vossa atenção . esse assunto têm a ver com as grandes potências ,nâo connosco .

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