Gabriel Costa não tem informação oficial da Nigéria sobre vida ou morte da Autoridade Conjunta

O Primeiro-ministro, diz que se a Nigéria colocar sobre a mesa a questão de rescisão do acordo que criou a Autoridade Conjunta, São Tomé e Príncipe está pronto a discutir o assunto.

Numa curta reacção a notícia veiculada pelo Téla Nón, com base num artigo de um jornal da Nigéria, que dá conta do desagrado das autoridades políticas nigerianas em relação ao funcionamento da Autoridade Conjunta, o Primeiro-ministro Gabriel Costa, disse que não tem informação oficial sobre o assunto. «Mas de qualquer forma há um acordo que vincula os dois Estados e há formas de revisão do próprio acordo. Estou convencido que se esse problema se puser teremos oportunidade de discutir com as autoridades nigerianas o que for necessário sobre o acordo», declarou Gabriel Costa.

Segundo a imprensa nigeriana, na semana passada em declarações a uma comissão parlamentar, o ministro do Estado e das Relações Exteriores, considerou de frustrante o processo de exploração conjunta de petróleo na fronteira marítima entre São Tomé e Príncipe e a Nigéria. O Ministro Mohammed Nuruddeen destacou também o facto de há 5 anos o seu país estar a suportar sozinho os custos de funcionamento da autoridade conjunta, tendo mesmo questionado sobre a continuidade do referido órgão que gere os recursos petrolíferos e não petrolíferos na fronteira marítima comum.

A própria comissão parlamentar, também considerou que a Nigéria não ode continuar a financiar uma instituição que não dá qualquer lucro para o seu tesouro.

Consequência da publicação da notícia, a Direcção do Téla Nón foi contactada por um dos directores da Autoridade Conjunta a partir de Abuja-Nigéria, que prometeu reagir através de um comunicado, para esclarecer a situação. Coisa que ainda não aconteceu.

Abel Veiga

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    Saudoso Francisca Responder

    Gostaria de saber o que STP ganhou com a autoridade conjunta Nigéria/S.Tomé desde a sua criação até então? Durante esses 5 anos onde estão os resultados deste acordo? Muitos se enriqueceram durante este period.

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    Vedé Responder

    Isto de matar o tratado não é tão fácil, pois sabemos o nível de responsabilidade, que este tratado tem, inclusivamente com o conhecimento das Nações Unidas. Mas falando verdade, o Gabriel Costa já não sabe de mais nada, porque neste governo ele é uma peça morta! Já expirou o tempo deste governo que nasceu torto e torto está a morrer!

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    manuel soares Responder

    Sr primeiro ministro Dr Gabriel Costa, antes de mais nada que esclareça ao povo tudo quanto se movimentou em matéria de verba, dinheiro desde 2001 até 2014(hoje) para se saber o que se gastou, o que entrou no país e qual é a nossa dívida com a Nigéria. Por outro lado, deve-se falar e explicar destes estudos de viabilidade económica e financeira destes blocos e demistificar este fenómeno para se saber o que contar e acabar com as falsas esperanças.

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    arelitex Responder

    senhor primeiro ministro Gabriel Costa .seja razoável e venha-se embora ,porque já nâo há mais assunto nenhum para discutir . imagine por exemplo que eu ia para sua casa comer e beber de borla e ainda lhe pedia dinheiro para as minhas borgas .qual era o pensamento e a atitude que iria ter comigo . era de certeza em me por na rua o mais depressa possível . é a mesma atitude que a nígéria quer ter , por STP na rua porque só lhe dá prejuízo .

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    Dini Responder

    Gabika, como é possivel, tu um ilustre jurista, nao exijas tais documentos que te dêem acêsso às informaçoes sobre o assunto em questao, que é de uma importância capital, para os direitos saotomenses! Compreendo, que seja muito dificil de REMEDIAR todos os ÊRROS cometidos pelo precedente gatuno ,na pessoa do P.T. e dos seus capangas….mas và, força, Gabika. NÔ PINTCHA!!!

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