Fragata portuguesa Bartolomeu Dias treina guarda costeira são-tomense

A fragata da Marina de Guerra de Portugal, Bartolomeu Dias, está a ser palco de treino e formação de militares da guarda costeira de São Tomé e Príncipe. Patrulhamento e fiscalização da zona económica exclusiva são-tomense é um dos exercícios que envolve militares da guarda costeira a bordo do navio. 

Oficiais da tripulação do navio de guerra Bartolomeu Dias, estão a formar militares da guarda costeira são-tomense. Vários exercícios de combate a pirataria marítima serão realizados nos próximos dias.

O Capitão-de-fragata Idalécio João, que é também comandante da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, precisa que o navio de guerra português, vai permitir aos militares da guarda costeira, agir em caso de alguma infracção por parte de embarcações suspeitas. «Neste trabalho conjunto de patrulhamento e fiscalização, vamos ter militares da Guarda costeira a bordo do navio. A tripulação é portuguesa, e em caso de se encontrar um barco ilegal nas nossas águas terão que ser os nossos militares a actuar, uma vez que o espaço marítimo é nosso», assegurou o comandante da guarda costeira.

A fragata que foi visitada por membros do governo são-tomense, nomeadamente o Ministro da Defesa e Ordem Interna Oscar Sousa e pela Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Natália Umbelina, vai realizar nos próximos dias operações de fiscalização da zona económica exclusiva são-tomense.

Ainda no quadro da parceria entre São Tomé e Príncipe e Portugal, a fragata Bartolomeu Dias, vai transportar cerca de 20 militares da guarda costeira que tomarão parte junto com os colegas portugueses, num exercício naval, que decorrerá no golfo da Guiné, mais concretamente no mar territorial entre os camarões e a Nigéria.

Abel Veiga

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    preto Responder

    ainda a quem fala mal dos portugueses

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      Santomense com orgulho Responder

      Duvidas?, agora vai depender de cada cidadão, mas bem ou mal somos todos irmãos mesmo aqueles que não queiram aceitar, lembramos que estamos no séc. XXI.

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        ferpenapandopo Responder

        Sim porque no seculos, XVI,XVII,XVIII,XIX e XX, S:Tomé e Principe, não eram nossas,mas sim Portuguesas.
        Depois como acharam que eramos capazes de
        nos governarmos sozinhos,ofereceram-nos estas duas perolas,para nos destruirmos em pouco tempo,que tristeza que eu sinto meus irmãos…

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