Missão da UA para observação das eleições já está no terreno

Já está em São Tomé o chefe da Missão de Observação da União Africana para as eleições legislativas, autarquias e regionais, de 12 de Outubro. Fernando de França Van-Dunen, antigo Primeiro-ministro de Angola, é o chefe da missão.

observador UAFrança Van-Dunen, joga em casa porque considera São Tomé e Príncipe, como a sua segunda Pátria Já participou em diversas missões neste arquipélago. Chefia uma missão de observação composta por 24 observadores provenientes de 17 países a saber: Angola, Benim, Burkina Faso, Camarões, Congo, Costa de Marfim, Etiópia, Gabão, Guiné-Bissau, Mali, Mauritânia, Nigéria, Republica Democrática do Congo, Uganda, Seychelles, Togo e Tunísia.

Van Dunen acredita na maturidade dos santomenses e aposta cumprir na intriga a missão que lhe foi confiada. «A avaliação da regularidade e credibilidade das eleições legislativas, autárquicas e regionais de 12 de Outubro de 2014, é o mandado da missão da União Africana que foi estabelecido com base nas disposições pertinentes da Carta Africana da democracia das eleições e da governação que visa melhorar os processos eleitorais em África», informou França Van-Dunen.

Esta manhã a missão da União Africa foi recebida pelo Primeiro-ministro, Gabriel Costa. As duas partes abordaram questões relacionadas com o pleito eleitoral de domingo e sobre a Carta Africana das eleições. Em seguida a Missão foi recebida na sede do MLSTP no alto de Riboque, pelo Presidente do Partido, Jorge Amado.

França Van – Dunen visitou também a Comissão Eleitoral Nacional, onde o Presidente da instituição Victor Correia, apresentou o cronograma das acções já desenvolvidas, com vista a realização das eleições.

Neste sábado a CEN vai se reunir com todos os observadores internacionais no Palácio dos Congressos.

Inter Mamata

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    Zé Boina Responder

    Não percebo, tem observadores da Nigéria e da República Democrática do Congo? Então e a quarentena do Ébola à chegada ao aeroporto?

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    bintoudjalo Responder

    Eis o homem que pode fazer algo de Bom para o país, STP, se ele estiver bem rodeado, com uma boa équipa de homens honestos, inteligentes, capazes(coragem e detetminacao) e ambiciosos no projeto para STP, para q tenha um Bom sistema de saúde, de educação, de emprego …num bom clima de paz, de harmonia e da concórdia nacional, um país sem VENDETTA, sem MAFIA,sem RIVALIDADE mal sã.
    Este homem é : Gabriel Arcanjo Alamao Ferreira da Costa. Espero q os patriotas, façam umai opção justa e boa para investir num STP melhor nas décadas vindouras. Tudo o resto não passa de oportunistas corruptos, que têm birra de ver o Gabriel da Costa na direção do país porque ele é da ilha do Principe. Ele nunca utilisou esta situação, ele nunca se queixou, porque pra ele estas críticas não afectam à boa vontade dele para fazer desenvolver o país…ele vive e morre para à tela nón. Reflitam, porque votar é garantir a mudança dé STP para encontrar uma saída melhor, para o bem dé todos.
    Apraz-me é dé constatar q há a presença dos nossos irmãos africanos (dé vários países)e o representante da UA, como observadores respeitosos para o bom derolar das eleições do dia 12 de outubro, sem intrigas e nem intenção de desordem pública ou violência organizada, como tem feito ADI, P.T., Lévy o ADI insolento, q continuam criando polêmica para haja distúrbios, e alegar depois q partiu e perdeu devido as violências, montadas por ele mesmo e os seus ESCORTAS,. Sacré Patrice Trovoada, un vrai e authentique VOYOU, mentiroso, até dizer BASTA!

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    Lupuye Responder

    As vezes essa gente nao vive nos seus paises de origem. E como o Miguel Trovoada. Ele e santomense mas nao vive no pais e esta na Guine em missao de servico.

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    Eu também sou filho da terra Responder

    Ao longo desses dois anos, o Dr. Gabriel Costa demonstrou ser um Primeiro Ministro verdadeiramente interessado em servir STP e não servir-se de STP. É pena ele estar fora desta corrida eleitoral. Esperemos que os santomenses saibam conscientemente escolher quem verdadeiramnte está interessado em servir STP e não servir-se de STP.

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