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Fiasco: Ministério Público e várias polícias procuraram arroz num armazém de cacau

Por volta das 14 horas e 30 minutos desta quinta – feira, agentes do Ministério Público, acompanhados por  Polícias de Investigação Criminal,  Polícias de Ordem Pública e pela Polícia Económica invadiram o espaço onde funciona os armazéns da Cooperativa de Exportação do Cacau Biológico (CECAB), na Roça Monte Forte no norte de São Tomé.  Relatou para o Téla Nón uma testemunha no local.

A testemunha que não quis se identificar, fez saber que após, controlarem o espaço, a comitiva judicial acompanhada por forças de segurança armados até os dentes, exigiu ao guarda do armazém da cooperativa de exportação do cacau biológico que abrisse as portas, para irem tirar 1000 toneladas de arroz que alegadamente estavam escondidos dentro do armazém.

O guarda cedeu as chaves e os operacionais da justiça, escoltados pelas diversas polícias, entraram pelo armazém dentro em busca das 1000 toneladas de arroz.

Mas, bateram com a cara na parede, ou melhor, bateram com a cara em centenas de sacos de cacau, que a CECAB, já preparou para exportar para trazer divisas ao país, e rendimento para mais de 2000 famílias de agricultores são-tomenses.

Pois segundo a testemunha, os armazéns da cooperativa de exportação do cacau biológico, nunca lidaram com o arroz que passou a ser o centro das atenções no país e produto de primeira linha, na actualidade política são-tomense.

Os agricultores membros da cooperativa de exportação do cacau biológico, produto que tem dado fama e credibilidade ao nome de São Tomé e Príncipe nas principais praças internacionais, manifestam-se chocados com a operação surpresa do Ministério Público e das várias polícias que redundou num fiasco.

Nenhum membro da direcção da cooperativa foi contactado, informado ou notificado, sobre a operação de busca e apreensão das 1000 toneladas de arroz num armazém que sempre guardou apenas cacau produzido pelos membros da cooperativa.

Contactado pelo Téla Nón, uma fonte do Ministério Público, disse que diligências estavam em curso, para descobrir o paradeiro das 1000 toneladas de arroz, mas que não podia garantir se a instituição já tinha operado em Monte Forte nesta quinta – feira.

Abel Veiga

    24 comentários

24 comentários

  1. luisó

    8 de Janeiro de 2015 as 21:54

    Tanto policia e poder de choque para este fiasco?
    Farto-me de rir perante tanta ignorância de “investigação”.

  2. H. Borges

    8 de Janeiro de 2015 as 22:43

    Que curiosa forma de relatar uma noticia deste género. É a primeira vez que vejo e leio um “jornal”, zombar de uma acção investigava oficial, como que se de um criminoso trata-se. De que lado afinal está este “jornal”. Que descaramento e falta de “lata”. O meu desejo é que a policia continue a investigar seja lá onde for. Desde já sugiro que também investiguem este “jornal”, pois perante está noticia o seu autor comporta-se como suspeito ou, no mínimo, como um cúmplice. “Je suis H. Borges”, ainda que me tentem calar ou censurar, os meus pensamentos jamais o farão…

    • senhor fulano

      9 de Janeiro de 2015 as 19:56

      Achas que o jornal também guarda o arroz? Pois acho que deverias antes de tudo pensar depois falar.
      Se o arroz desapareceu cabe as autoridades saber o seu paradeiro e procurar averiguar os fatos, mas confundir saco de cacau com saco de arroz de fato é lamentável.
      Sustentar um governo com o arroz é ainda mais lamentável, ora se o Japão assiste essa sena o que irá pensar de São Tomé e Príncipe.

  3. Maria de Fatima Santos

    9 de Janeiro de 2015 as 7:57

    Estao à procura do arroz? Força!

  4. RL

    9 de Janeiro de 2015 as 8:15

    Mas será que é mesmo “1000 toneladas”?
    Com a chegada dos agentes no armazém, o arroz transformou em cacau seco. “É pra saber”.

  5. Me Bega

    9 de Janeiro de 2015 as 8:47

    Acho que o Jornal Telanon está a baixar do nível. Como é que um jornalista vem me considerar uma investigação do Ministério Público de feasco! São vários factos que o Ministério Público vem assinstindo de forma impavida e serena. E todos nós saimos a rua criticando a Justiça que está péssima. E temos que resgatar a nossa confiança e devolver a nossa credibilidade a comunidade internacional. Aconselho o Sr. Jornalista a trocar de carteira assumir o papel de advogado de defesa.

    • senhor fulano

      9 de Janeiro de 2015 as 20:00

      Para começar se não fosse o jornal Téla Nóm nem terias onde opinar, mas pronto o pais é Republica democrática, enfim jornalista tem a sua lignuagem, cabe os leitores entenderem.
      Mas dai falando serio confundir saco de cacau com saco de arroz se não é feiasco então qual nome podemos chamar a isso.

  6. Helio Sousa

    9 de Janeiro de 2015 as 9:29

    Jornalismo bárbaro. Deviam ter vergonha. Se há uma suspeita claro que ‘e necessário investigarem. Tristeza

  7. Que tal?

    9 de Janeiro de 2015 as 10:38

    Que tal exigir boa comtabilidade dos das lojas e controlar atraves das vendas facturadas e dos stockes? Sera que funciona? Com essas atuacoes dos policias e MP parece que o pais nao tem control e uma autentica bandalha de qum governa. Se comecarmos a passer boas imagens e ideias o povo ha de corresponder paulatinamente. Forca autoridades. Obrigado pelos vossos esforcos.

  8. Inadelcio Freitas

    9 de Janeiro de 2015 as 11:15

    Bom, no meu ponto de vista tem que ser assim, uma investigação concluída, seja lá o resultado o importante é a busca.

  9. Fruta Madura

    9 de Janeiro de 2015 as 12:24

    O arroz em São Tomé, é o ouro branco.

  10. Atcétra

    9 de Janeiro de 2015 as 12:57

    palhaçada ,
    Porquê quando Patrice Trovoada recusou ir e não deu confiança a ninguém do Ministério Público,não fizeram estendíamos?

  11. Rodrigo dos Ramos Cardoso Cassandra

    9 de Janeiro de 2015 as 13:21

    Estão a massadar o arroz esta no Príncipe na roça Infante eis dependência de Porto Real, têm que vir buscar cedo para não mudarem de lugar.

  12. paparrazzi

    9 de Janeiro de 2015 as 15:11

    Sinceramente so malaboices.
    O sr H borges nao entende Qual e o papel de imprensa pois nao e o telanon que deu falsas informacoes.E o ministerio publico mais Os policiais e que embarcaram na falsa informacao e fingiram que estao a trabalhar.agora pergunto.para que serve Os servicos de informacao Do estado.o ministerio publico nunca deve seguir bocas.deve averiguar ter certeza e depois agir e nao ir as cegas
    Tenho dito.evita devio de atencao e virar feitico Contra telanon.este decerteza nao sabe onde esta escondido o arroz senao claramente via a publico dizer que esta escondido no armanzem Do sr H borges

  13. Lôço

    9 de Janeiro de 2015 as 15:23

    Arroz está na Praia da conchas.

  14. Teresa

    9 de Janeiro de 2015 as 17:48

    Interessante que estes artigos já não aparecem mais no TelaNon do Facebook. Onde é que está o Bandeira? Já não tem tempo para escrever?

    • Atcetra

      9 de Janeiro de 2015 as 19:58

      BANBEIRA já não tem tempo para fazer panfletos nem artigos no PARVO.
      Agora é ACESSOR de Patrice Trovoada. Túdu módú….
      Vejam ele na fila de frente de orçamento de povo,pequeno e arroz de treze contos.

      • Seabra

        10 de Janeiro de 2015 as 20:48

        O Bandeirolas já não dedica o seu tempinho vago a fazer os seus super medíocres planfetos contra o MLSTP, os dirigentes politicos q ele detesta….Pinto da Costa, Gabriel, Alcino etc.
        Ele é NULO , sem personalidade, engraixador e de má fé. O PARVO nunca foi um site credível, nunca existiu liberdade de expressão neste site porque só publicava o comentário q ia no mesmo sentido q a opinião dele!

  15. pensadorvida

    9 de Janeiro de 2015 as 19:14

    o jornalismo em sao tome precisa de progredir e não regredir e povo de sao tomé este momento independente dos partidos devem cooperar

  16. luisó

    9 de Janeiro de 2015 as 19:42

    É um fiasco e uma grande palhaçada.
    Quando uma policia vai a um local e com certeza com mandados de busca para poder entrar e fazer revista, vai com grandes certezas e informação de que vai encontrar algo. Neste caso encontrou café.
    Das duas uma: ou a investigação não sabe o que faz ou andam a brincar ao “apanha o arroz “.
    Acho muito bem que procurem o arroz e os culpados, mas sejamos competentes e sérios porque para brincadeiras já temos os culpados.

  17. tropa

    10 de Janeiro de 2015 as 10:52

    É de lamentar o que passa em S.Tomé e Príncipe.
    Falta de trabalho, porque não é aceite por causa de 1000 toneladas de Arroz, agentes do Ministério Público, acompanhados por Polícias de Investigação Criminal, Polícias de Ordem Pública e pela Polícia Económicas sinceramentes meus senhores isto é uma brincadeira, para dizer o povo que estão a trabalhar. Um Pís com tantas causos que até a data esperamos por uma resposta: O barco com droga bandeira de stp, assalto a carinho com valores, e mais coisas por esclarecer que ministério Público, Polícias de Investigação arquivo estes processos. O povo não só alimenta de Arroz meus Senhores de poder.

  18. Original

    10 de Janeiro de 2015 as 17:34

    Notícia à última hora,Arroz está no Palácio de Povo vão lá buscar na mão do Pinto.

  19. Mé-Zochi

    12 de Janeiro de 2015 as 11:54

    Tanto pol para nenhum arroz, ahahahahahahaha
    tanto ministério para pouco publico cacacacaca
    tanta vergonha para esta investigação sem precedentes ihihihhi

  20. Blaga-pena

    15 de Fevereiro de 2015 as 18:23

    Esta n passou duma ação mais patética e absurda dos agentes do Ministério Publico para inventar alguma coisa para enganar o povo e disfarçar o buracão deixado pelo arroz q só o ADI sabe q tão mal geriu. Agentes q n padecem da “cegueira mental”, deveriam saber q qquer armazém d stock de produtos biológicos n pode conter nenhum outro produto q n seja aquele q foi sujeito à certificação biológica internacional – esta é informação de base! Saibam q o ADI é o culpado Nº1 d corte de 30% da ajuda japonesa em arroz!

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