PR ausente por alegadamente ter sido ignorado pelo Governo

3 de Fevereiro, é a mais importante data histórica da República Democrática de São Tomé e Príncipe, a par de 12 de Julho. Segundo a história, o massacre perpetrado pelo regime colonial contra os nativos são-tomenses a 3 de Fevereiro de 1953, foi determinante para o início da luta política que gerou a independência nacional a 12 de julho de 1975.

Pela primeira vez depois da independência nacional, o Presidente da República, não marcou presença no acto central de comemoração do dia dos heróis nacionais também chamado de dia dos mártires da liberdade.

O Primeiro-ministro também não esteve presente porque se ausentou do país rumo a uma cimeira em França.

Mas, a ausência do Chefe de Estado, na celebração do dia histórico, desta vez na porta do Museu Nacional, conforme decidiu o Governo, gerou vários questionamentos por arte da opinião pública.

Na busca de explicações para o facto inédito na história do país, o Téla Nón, apurou que o Presidente da República Manuel Pinto da Costa terá sido simplesmente ignorado pelo Governo na preparação e organização da celebração do 62º aniversário do massacre de 1953.

museuNão só o Chefe de Estado, mas também as leis da República terão sido ignoradas pelo executivo. Isto de acordo ao decreto número 65/2013 que define a “Estrutura Organizativa para a Celebração das Comemorações e Realização de Grandes Eventos”. Alei promulgada pelo Presidente da República no dia 22 de Maio de 2013, e publicada em Diário da República número 163, em Dezembro de 2013, não foi tomada em consideração pelo Governo, apurou o Téla Nón.

Dentre vários objectivos a lei em vigor, visa promover a celebração condigna dos dias feriados e das datas marcantes de importância e significado de alcance nacional, e assim como aprofundar e divulgar o conhecimento da história e cultura nacionais.

A lei deixa claro que o programa de cada evento é aprovado, por resolução do Conselho de Ministros, pelo menos 45 dias antes da sua realização. A lei em causa criou também uma comissão de honra, que é presidida pelo Presidente da República, e integram a mesma, o Presidente da Assembleia Nacional, o Primeiro-ministro, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, o Presidente do Governo da Região Autónoma do Príncipe, um representante da Associação Nacional das Autarquias Locais e um representante da sociedade civil.

Segundo apurou o Téla Nón, só por volta das 13 horas do dia 2 de Fevereiro, o Ministro da Educação Olinto Daio, foi ao Palácio do Povo, informar ao Presidente da República sobre a agenda do Governo para o dia 3 de Fevereiro, nomeadamente a transferência do acto central do seu local original, para as portas de entrada do museu nacional.

Certo é que Pinto da Costa, que alegadamente não foi tido nem achado na organização das celebrações do dia de grande relevância nacional, situação que contraria a lei, acabou por não ir depositar flores na porta de entrada do museu nacional, como saudação honrosa aos são-tomenses que tombaram em Mé-zochi e na Praia de Fernão Dias.

Abel Veiga

O leitor tem acesso ao conteúdo da lei que define a “Estrutura Organizativa para Celebração das Comemorações e Realização de Grandes Eventos “ : 

 

Decreto n.º 65/2013

Estrutura Organizativa para a Celebração das Comemorações e Realização de Grandes Eventos

Considerando a ausência de uma estrutura permanente encarregue de promover, preparar e realizar os grandes eventos de carácter nacional;

Considerando a necessidade de se criar uma estrutura responsável pela organização de grandes eventos, com a participação e o envolvimento de todos os órgãos da soberania;

Tornando-se necessário definir a referida estrutura, cuja missão consiste na preparação, organização, realização e coordenação de grandes eventos;

Assim:No uso das faculdades conferidas pela alínea c) do artigo 111.º da Constituição da República, o Governo decreta o seguinte:

Artigo 1.º

Objeto

O presente diploma cria a estrutura organizativa para a Celebração das Comemorações e Realização dos Grandes Eventos, adiante designadas “Grandes Eventos”, e estabelece o respetivo regime de funcionamento.

Artigo 2.º

Âmbito

Os Grandes Eventos têm amplitude, importância e significado de carácter nacional, devendo incentivar a realização de iniciativas envolvendo os órgãos de soberania, os órgãos do governo regional, as autarquias locais e as instituições da sociedade civil.

Artigo 3.°

Objetivos gerais

Os Grandes Eventos devem prosseguir os seguintes objetivos gerais:

a)          Promover a celebração condigna dos dias feriados e das datas marcantes de importância e significado de alcance nacional;

b)          Evocar os acontecimentos históricos e honrar a memória daqueles que se entregaram à causa da liberdade e independência nacional e deram o seu contributo em defesa dos interesses do povo de S. Tomé e Príncipe;

c)          Promover a reflexão coletiva sobre a identidade nacional, os valores da liberdade e independência nacional e o desenvolvimento e o futuro das instituições políticas;

d)          Aprofundar e divulgar o conhecimento da história e da cultura nacionais;

e)          Dinamizar iniciativas culturais diversificadas capazes de mobilizar a participação alargada da sociedade santomense, especialmente junto das gerações mais jovens e das comunidades santomenses no exterior.

Artigo 4.°

Calendário dos Grandes Eventos

O calendário dos Grandes Eventos é estabelecido, mediante proposta da Comissão Nacional de Eventos, no quadro da preparação e aprovação anual do Orçamento Geral do Estado.

Artigo 5.°

Programa dos Grandes Eventos 

1. O Programa de cada Evento é aprovado, por resolução do Conselho de Ministros, pelo menos 45 dias antes da sua realização.

2. O Programa de cada Evento deve incluir, designadamente:

a)       A realização de cerimónias oficiais;

b)    A edição e divulgação de textos histórico-científicos e promoção de colóquios e conferências sobre o evento, com o envolvimento das instituições académicas e da comunicação social;

c)     A organização de exposições, concertos e representações artísticas e a edição de documentários, de imagens e de filmes;

d)    A emissão de selos, medalhas e moedas alusivos ao evento;

e)     A realização de intervenções marcantes no espaço público, de carácter urbanístico, cultural e artístico;

f)     A execução de atividades que visem a aproximação da sociedade civil às instituições políticas do País;

g)     A realização de iniciativas festivas de carácter popular.

3. O Programa das atividades deve ter uma forte presença nos órgãos de comunicação social, bem como privilegiar a realização de iniciativas que envolvam a participação das instituições do sistema educativo.

5.A existência de um programa oficial não prejudica o estímulo e apoio a outras iniciativas promovidas por entidades públicas ou privadas.

Artigo 6.°

Duração

A duração de cada Evento deve constar no respetivo programa.

Artigo 7.°

Organização

1. Integram a estrutura organizativa dos Grandes Eventos os seguintes órgãos:

a)       A Comissão de Honra;

b)       A Comissão Nacional de Celebração das Comemorações e Realização dos Grandes Eventos;

c)       Subcomissão Técnica, Científica e Cultural.

2. Poderão ainda ser criadas Subcomissões para o prosseguimento de fins específicos no âmbito da missão da Comissão Nacional de Celebração das Comemorações e Realização dos Grandes Eventos.

Artigo 8.°

Comissão de Honra

A Comissão de Honra, que assume o alto patrocínio das atividades, é presidida pelo Presidente da República e integra, ainda, as seguintes entidades:

a)       O Presidente da Assembleia Nacional;

b)       O Primeiro-Ministro

c)       O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça;

d)       O Presidente do Governo da Região Autónoma do Príncipe;

f)        Um Representante da Associação Nacional das Autarquias Locais;

g)       Um Representante da Sociedade Civil Organizada

Artigo 9.°

Comissão Nacional de Eventos

1. A Comissão Nacional de Celebração das Comemorações e Realização dos Grandes Eventos, abreviadamente designada Comissão Nacional de Eventos, tem por missão conceber, preparar, organizar, realizar e coordenar as iniciativas e atividades relativas aos grandes eventos nacionais de carácter regular.

 2. A Comissão Nacional de Eventos poderá também organizar atividades de carácter extraordinário, por recomendação da Comissão de Honra, por sugestão da Subcomissão Técnica, Científica e Cultural apoiada pelo Governo ou por razões de compromissos assumidos pelo Governo no quadro das relações exteriores.

3. A Comissão Nacional de Eventos tem carácter permanente, salvo orientação contrária do Conselho de Ministros.

Artigo 10.°

Composição e estatuto

1. A Comissão Nacional de Eventos é composta pelos seguintes membros:

a)       Um representante designado pelo Presidente da República;

b)       Um representante designado pela Assembleia Nacional;

c)       O Ministro da Defesa e Ordem Interna;

d)       A Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades;

e)       O Ministro do Plano e Finanças;

f)        O Ministro da Educação, Cultura e Formação;

g)       O Ministro da Juventude e Desporto.

2. Os membros do Conselho Nacional de Eventos, num máximo de sete efetivos, são nomeados por Despacho do Primeiro-Ministro que indica o seu Presidente, bem como o respetivo Porta-voz.

3. Os membros da Comissão Nacional de Eventos exercem as suas funções sob a égide da Comissão de Honra.

4. Os membros da Comissão Nacional de Eventos não auferem qualquer remuneração, tendo direito ao pagamento de senhas de presença e de ajudas de custo e a abono para despesas de transporte, nos termos da lei geral.

5. Os membros da Comissão Nacional de Eventos podem ser exonerados, todos ou em parte, pelo Primeiro-Ministro, ouvida a Comissão de Honra.

6. Por orientação do Primeiro-Ministro, integrarão ainda a Comissão Nacional de Eventos outros membros do Governo, em função do Evento a ser realizado.

Artigo 11.°

Competências 

1. Compete à Comissão Nacional de Eventos:

a)       Elaborar e submeter ao Conselho de Ministros para aprovação o Programa dos Eventos, o qual deve incluir o orçamento e o calendário das iniciativas e dos trabalhos a realizar;

b)       Promover a realização do Programa dos Eventos e zelar pelo rigor da sua execução orçamental;

c)       Garantir a articulação do Programa dos Eventos com as iniciativas promovidas por outras entidades públicas ou privadas, de forma a assegurar a boa prossecução dos objetivos subjacentes aos eventos;

d)       Promover a organização de ações pontuais comemorativas dos momentos históricos relevantes;

e)       Assegurar a divulgação de todas as suas atividades e do Programa dos Eventos através dos meios de Comunicação Social;

f)        Publicitar, no País e no estrangeiro, as atividades do Programa dos Eventos;

g)       Selecionar um logótipo e soluções de comunicação, que garantam elevada notoriedade e identidade visual aos eventos nacionais;

h)       Elaborar e remeter ao Conselho de Ministros um relatório de atividades e contas de cada evento realizado;

i)        Coordenar os trabalhos de apoio previsto no artigo 12.° e assegurar a gestão dos recursos humanos, financeiros, materiais e patrimoniais que lhe estejam afetos;

j)        Praticar os demais atos necessários ao seu bom funcionamento e ao cumprimento da sua missão e objetivos.

2. Sem prejuízo das competências que nele sejam delegadas ou subdelegadas, compete ao presidente da Comissão Nacional de Eventos:

a)       Assegurar a representação externa da Comissão Nacional de Eventos;

b)       Convocar as reuniões da Comissão Nacional de Eventos, presidir aos seus trabalhos e assegurar o cumprimento das suas deliberações;

c)       Proceder à articulação institucional com a Comissão de Honra e com as demais instituições do País no âmbito do cumprimento da sua missão.

d)       Sem prejuízo do disposto na alínea h) do n.º 1 do Artigo 11.º, o Governo pode solicitar à Comissão Nacional de Eventos informação periódica sobre o andamento dos seus trabalhos e a execução orçamental dos recursos afetos à realização do seu Programa.

Artigo 12.°

Apoio da Secretaria-Geral do Governo

1. A Comissão Nacional de Eventos é apoiada pela Secretaria-Geral do Governo no acompanhamento do Programa das Comemorações, designadamente na perspetiva da garantia de realização das diversas iniciativas e atividades promovidas.

2. A Secretaria-Geral do Governo assiste a Comissão Nacional de Eventos no exercício das suas competências, designadamente no que diz respeito à definição do Programa e ao acompanhamento da sua execução.

Artigo 13.°

Subcomissão Técnica, Científica e Cultural

1. No âmbito da Comissão Nacional de Eventos, funciona uma Subcomissão Técnica, Científica e Cultural composta por um representante de cada um dos seus membros, podendo integrar outras personalidades de reconhecido mérito e relevância cívica, nomeados por despacho do seu Presidente.

2. A Subcomissão Técnica, Científica e Cultural é responsável por assegurar os trabalhos técnicos necessários à conceção, planeamento, organização, divulgação, relacionamento com a comunicação social e execução do Programa.

3. A Subcomissão Técnica, Científica e Cultural assiste a Comissão Nacional de Eventos no exercício das suas competências, designadamente no que diz respeito à definição do Programa e ao acompanhamento da sua execução.

4. Aos membros da Subcomissão Técnica, Científica e Cultural serão atribuídos uma retribuição pelo exercício das suas funções, nos moldes a definir pela Comissão Nacional de Eventos através do despacho do seu Presidente, sem prejuízo de, sempre que se deslocarem em serviço, terem direito a ajudas de custo e a abono para despesas de transporte, nos termos da lei geral.

5. Conforme as especificidades dos eventos, a Comissão Nacional de Eventos poderá determinar a criação de Subcomissões ad-hoc, mediante proposta da Subcomissão Técnica, Científica e Cultural.

Artigo 14.º

Regime de funcionamento 

A Comissão Nacional de Eventos, bem como as respetivas Subcomissões funcionam junto do Gabinete do Primeiro-Ministro.

Artigo 15.º

Orçamento

A Comissão Nacional de Eventos dispõe de orçamento próprio, sendo os encargos com o seu funcionamento suportados por conta das dotações a inscrever no orçamento afeto ao Gabinete do Primeiro-Ministro.

Artigo 16.º

Receitas

Constituem receitas da Comissão Nacional de Eventos:

a)       As dotações transferidas do Orçamento do Estado;

b)       As comparticipações e os subsídios concedidos por quaisquer entidades;

c)       Os donativos, em dinheiro ou em espécie, recebidos de pessoas singulares ou coletivas;

d)       O produto de heranças ou legados;

e)       As quantias que resultem da exploração ou da titularidade de direitos de propriedade intelectual;

f)        O produto da venda de publicações e trabalhos editados;

g)       Quaisquer outras receitas que, por lei, contrato ou qualquer outro título, lhe sejam atribuídas.

Artigo 17.º

Despesas

Constituem despesas da Comissão Nacional de Eventos as que resultem de encargos decorrentes da prossecução da missão que lhe está cometida.

Artigo 18.º

Contratação pública

As despesas com empreitadas de obras públicas e com a aquisição de bens e serviços necessários à organização e realização dos eventos ficam dispensadas do cumprimento das formalidades legais, até ao limite de Dbs. 50.000.000,00.

Artigo 19.º

Cooperação

Para a prossecução da sua missão, a Comissão Nacional de Eventos atua em coordenação com os serviços e organismos da Administração Central e tem a colaboração dos serviços e organismos do Governo Regional e das Câmaras Distritais.

Artigo 20.º

Apoio logístico e administrativo

O apoio logístico e administrativo indispensável ao bom funcionamento da Comissão Nacional de Eventos, designadamente em matéria de instalações, comunicações e equipamento informático, é prestado pelo Gabinete do Primeiro-Ministro.

Artigo 21.º

Entrada em vigor

O presente Decreto-Lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

Promulgado no dia 22 de Maio de 2013

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    luisó Responder

    Assim vai o ” País ” de brincadeira.
    Nem nas cerimônias de Estado e mais importantes de STP estes tipos se entendem e geram complementos.
    De costas voltadas desde sempre, não têm um sentido comum, defendem as suas casas e famílias e o resto que se lixe, que o povo vai habituar-se.
    Um por defeito, outro que já está de olho na presidência para daqui a 2 anos, outro ainda que já estão a fazer a cama para ser primeiro ministro pelo menos no Facebook, e tudo vai assim nesta terra abençoada por Deus e estragada por alguns homens e mulheres egoístas, mentirosos e falso nacionalistas que só conhecem uma palavra de português “eu “.
    Mais vale entregar a terra de novo a Deus e começar tudo de novo.

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    povo pobre cuetadinho Responder

    este governo ñ respeita nen PR , aqueli ditador ñ conhecer democracia, eu nucna confie neste homen . denthe beto

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    Atento Responder

    Minha gente.
    Eu pessoalmente fico feliz por o governo ter ignorado o pinto da costa, bem como, ter alterado o local das comemorações.
    É tempo de mudança.
    Todos queremos a mudança, e assim sendo, nada melhor que um governo que muda.
    Vamos finalmente ter um verdadeiro Governo!!
    Eu com esta atitude do Governo, passei a admirar o Sr.Primeiro Ministro.
    Viva a mudança.
    Tenho dito.

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      Zanupf Responder

      Es donte mano…..

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        Atento Responder

        Meu caro Zanupt.
        Sou do planeta terra e gosto de ter os pés bem assentes nele.
        Não sou lunático nem escrevo pela vontade dos outros, mas pelo que sinto.
        Quer se goste ou não é o que sinto neste momento.
        Talvez os nossos políticos actuais saibam da verdade de como nos governar e encaminhar para um melhor futuro.

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    MÉ SOLO Responder

    Estranhei a ausência do chefe do estado e logo deduzi que algo de errado teria passado já que os chefes de estado ou seus substitutos sempre marcaram presença nesta actividade de grande importância histórica para o país. Ao tomar conhecimento de que o chefe do estado não foi tido nem achado me preocupa já que na cerimónia de empulçamento do 15º governo o primeiro ministro prometeu trabalhar de mão dadas com todos os orgãos de suberania. Me preocupa também pq existe um decreto que define a “Estrutura Organizativa para a Celebração das Comemorações e Realização de Grandes Eventos que não foi tomado em consideração.

    Espero bem que seja apurado as responsabilidades porque não quero acreditar que haja um propósito como se tem falado nas nossas praças. È bom que o governo reveja as suas atitudes para que não comece a haver conflitos entre os orgãos de suberania.
    A maioria absoluta dá poderes para fazer e fazer, dicidir e dicidir mas deve a haver o cumprimento escrupulosos das leis no país de forma a não refir sensibilidades.

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    Manuel Pinto Morais de Sousa Responder

    É demais. Brincadeira tem honra. Estão a desvirtuar a Republica Democrática de S. Tomé e Príncipe. Sabemos que coisas piores estão para vir acontecer em S. Tomé e Príncipe. Os militares têm que estar preparados para assumirem e cumprirem o juramento que fizeram. Não podemos permitir que um estrangeiro(Patrice Trovoada) venha a S. Tomé e Príncipe enganar o Povo com arroz de 13 contos, ganhar as eleições com maioria absoluta e começar a fazer do país sua propriedade privada. Sr. Presidente Pinto da Costa, o Senhor também ganhou as eleições, o Senhor está em funções faça por favor o seu papel e cumpra a constituição e o juramento feito por si no dia 3 de Setembro de 2011.

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      AMOR Responder

      concordo consigo Sr Morais

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    MÉ SOLO Responder

    Caros
    No último paragráfo do meu comentário, corrijo, em vez de refir sensibilidades é ferir sensibilidades

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    Santomense Responder

    Quem ainda não entendeu quais são as reais intenções do Patrice T do seu governo, melhor começar a abrir os olhos. O povo pequeno como ele próprio diz, não é nunca foi prioridade para Patrice T, este homem está com muito odio no coração e quer vingar-se do Presidente da Republica a todo custo, nem que para isso destrua a história do povo santomense. Ao Pinto da Costa peço que não se deixe derrubar, há um proverbio chinês que diz ” POR MAIS QUE O VENTO SOPRE UMA MONTANHA NUNCA SE INCLINA”. Força senhor presidente, mais cedo ou mais tarde o povo acordará deste pesadelo.

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    Bin Laden Responder

    Nos aqui na Região do Príncipe sofremos dos mesmo problema, o Governo regional ignorou simplesmente esta data, algo nunca visto desde que conheci a historia deste país. Mas nem digo, cada povo tem o governo que merece, mas tenho a certeza de que este governo não será para toda eternidade. Tenho dito….

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    Pires Responder

    STP está transformar-se na República das Bananas, sejam todos bem-vindos.

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    paparazzi Responder

    Meus compatriotas
    Lembram se que eu havia alertado do golpe de estado constitucional?ok uns duvidaram entao comecam a ver o filme.sera que na ausencia do 1,ministro o substituto nao conhecia as leis.sabem perfeitamente fizeram consciente para o povo melhor entender a maioria absoluta

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    Eusebio Neto Responder

    DJABU CA LEVA NANCE TUDAXI

    Como alguém já vaticinou na sua opinião sobre a forma como o Brigadeiro Justino foi afastado da chefia das Forcas Armadas Santomenses, o próximo alvo a ser abatido pelos actuais detentores do poder no nosso e o Presidente da Republica. Sejamos honestos e examinemos com calma esta nova situação. Como se explica que um governo encharcado de legalistas, juristas e ate padre pode enveredar por um caminho de governação tao acidentado que anda a apregoar que o seu norte para o pais e a paz, a concórdia e o desenvolvimento? E mais, um governo que não respeita a lei e um fora da lei! A onde vamos chegar com essa guerra fria? Que futuro espera o povo santomense se os titulares dos órgãos de soberania não se respeitam? Como pode um único órgão se apoderar de uma data histórica de um povo, fazendo alterações e programado a s comemorações só com os seus seguidores? Estes sinais são o preludio de que um futuro muito breve e atormentador nos espera.Um alerta deve ser lançado a comunidade santomense em geral aos fóruns e lideres internacionais para a situação santomense porque se esses gladiadores não forem imediatamente chamados a razão e a responsabilidade, mais uma zona de instabilidade politico-militar poderá estar a “construída” em Africa. Exemplos de situações gravíssimas caracterizadas por guerras sangrentas resultantes das disputas entre lideres de órgãos de soberania não faltam neste mundo e no Continente Africano. Em menos de 1 semana o governo santomense não respeita ninguém e tomam decisões a revelia das leis nacionais. A onde vamos chegar com essa guerra? Importa não nos esquecermos que tanto o PR como o ex-Chefe de Estado Maior das Forcas Armadas também tem os seus seguidores assim como os outros lideres também tem os seus. O balanco do choque entre esses blocos poderá ser catastróficos para o povo santomense. DJABU CA LEVA TUDU NGUE CU CA GOLO DEMANDA NI TELA NON!

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    Justino Matos Responder

    É se as eleições legislativas fossem realizadas dentro do prazo estabelecido teria-se evitado certo mal estar. Acredito que os 45 dias de antecedência pra se organizar os eventos estariam bem encaixados dentro daquele prazo. Quem faz o quer leva com o que não quer.

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    João Rosário Responder

    Esta é uma decisão que denota prepotência,menosprezo,divórcio entre as instituições,insensibilidade e sensatez.Não se solidifica a construção da democracia violando grosseiramente e de forma súbita uma comemoração histórica de grande significado para o povo. As forças políticas têm que deixar de exibir forças,mas sim procurar alguma convergência nas tomadas de decisões cruciais na vida da nação.É de causar estranheza e consequentemente repúdio quanto a determinadas decisões passíveis de certos julgamentos.Ao meu ver, algo está mal,a começar pela ausência do presidente da república e do primeiro ministro nas comemorações do 3 de Fevereiro.Antes de se decidir pela alteração do local habitual das comemorações houve uma concertação prévia,uma proposta apresentada ao parlamento para discussão dessa matéria.As maiorias absolutas,por esta e outras razões são questionáveis.É preciso tomar decisões baseada em bom senso e não recorrendo ao autoritarismo,como eu posso e mando e não medir as consequências.Há argumentos que sustentam a realização em aquele local,os do governo e outros bem fundamentados por historiadores ou cidadãos idóneos ligados a cultura que defendem o contrário ,que se devia manter o local anterior.Acrescentava Batepá como outro local a se ter em conta.Das pequenas/grandes decisões,quando precipitadas poderão causar desconforto.A humildade, a prudência,saber ouvir e o saber estar causam a diferença e o resultado se torna favorável . Evita-se assim crispações.De referir que todas as opiniões,desde que não sejam ofensivas ou de incitação a desestabilização é salutar para a democracia.Mas alguns ou muitos se sentem melindrados quando confrontados com pontos de vistas distintos que em determinadas circunstâncias são construtivos.Aqui, a humildade e o respeito pelo outro marca toda a diferença.Com esta referência quero mencionar a atitude do primeiro ministro Patrice Trovoada ao responder ao jornalista sobre o caso do brigadeiro Justino,na sua deslocação a França.Respondendo ao jornalista sobre a exoneração/pedido de exoneração disse a certa altura e bem que interessava eram os factos,cada um devia assumir as suas responsabilidades,a teoria de conspiração tão manifestada não tinha lugar ,segundo o mesmo.Considerou o ato repreensível, condenável e disse que violava os direitos humanos.Em algum momento teve a hombridade de referir a ação do delinquente de alto nível de perigosidade e da criminalidade no país.Citou em determinado momento da entrevista: “… o que poderá ser aproveitamento,não me interessa… cada cidadão é livre de o fazer,não muda nada a nossa posição” O não lhe interessar, denota falta de humildade.É preciso saber aceitar as opiniões dos outros e não as menosprezar.Alguma falta de postura e manifestação clara de arrogância.
    Um sublinhado,esta de direitos humanos que hipocritamente muitos falam,na hora da verdade,a casa cai.
    A declaração universal dos direitos humanos afirma: “Todos seres nascem livres e iguais em dignidade e em direitos,dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”
    O que merece alguém que comete um crime de burla,furto,roubo,latrocínio,sequestro,homicídio qualificado e estrupo ou violação? O que faria se algum ente querido seu fosse sequestrado e seviciado ou até assassinado? Em plena consciência não cabe a ninguém dizer que é humano e quem, pelos seus crimes deixou de o ser e com isso perdeu os seus direitos. Quem pratica um crime deve sofrer consequências pelos seus actos,mas dar-lhes miminhos,fazer-lhes festinhas,hummm!
    Voltando as comemorações é preciso esperar pela boa vontade e se for a vontade do povo em voltar a comemorar o dia 3 de Fevereiro em Fernão Dias e Batepá poderá ser possível quando os decisores políticos souberem auscultar as pulsações e serem mais consensuais.

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    Jorge Trabulo Marques Responder

    Sem, com isto, querer envolver-me em polémicas, não quero deixar, porém, de aqui manifestar a estranheza que se apoderava de mim, ao mesmo tempo que se ia aproximando a data da efeméride e, por mais pesquisas que fizesse, na Internet, nos sites noticiosos principais, só encontrava noticias do ano passado – Pena, de facto, que a informação fosse guardada para a última hora. Comecei por me referir às comemorações do 3 de Fevereiro – e aos massacres do Batepá – no meu site, Odisseias nos Mares, no passado dia 30 de Janeiro, iniciando uma série de trabalhos jornalísticos, que ainda não terminei, crente de que, com a aproximação dessa data, fosse antecedida com alguma noticia para eu juntar. Para meu espanto, agora verifico que, tal como em Portugal, o Feriado do 1º de Dezembro, já não é comemorado, qualquer dia, porventura, por este andar, acontecerá o mesmo com o 3º de Fevereiro em S. Tomé. É pena que assim seja.

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    Original Responder

    O objectivo é irritar o homem para apanhar AVC e deixar o caminho
    livre para o dito cujo.Nada é feito por acaso e guerra está instalada.

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    makabalí Responder

    tudo que eu tenho a dizer é que de passado só vive o museu portanto é uma optima ideia transferir o pasado para o museu…agora se convidaram o SR PR com 1 ou 2 dias de atecedencia e ele não apareceu problema dele esses detales não ajudam em nada para o país desenvolver, trabalho ardou é que nós precisamos evitem criar tumulto a volta desses assuntos….

    historia gente enterra no museu

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    João Rosário Responder

    a corrigir: sensatez- falta de sensatez ou insensatez(linha 2)

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    Santomense Responder

    Agora eu me lembro que ministro Olinto Daio nunca apareceu a defender essa ideia de 3 de Fevereiro no Museu. Quem deu sempre a cara foi o jovem da Cultura. Mesmo quem não gosta de Olinto Daio tem de aceitar que é defensor convicto da santomensidade, cultura e valores. Olinto Daio escreveu um livro que mostra as suas raízes santomense. Será que foi OBRIGADO a fazer essa farsa do museu?

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    Tango Responder

    O Senhor Presidente já foi informado que devia demitir-se caso o Senhor Patrice Trovoada venceria as legislativa. E mais, devia aprender a dançar Tango.
    O tango ja começou se não aprendeu até agora vai ter que demitir-se

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      Salsa Responder

      Sr. Tango não se esqueça que a bola é redonda e o tiro pode sair pela culatra. Para bom entendedor meia palavra basta, fui…

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    governo fantoche Responder

    ja começaram a destrair o povo……o que tem se o Pr não participar numa cerimonia dessa? com tantas coisas para se preocupar, ? partiram o monumento por causa do porto de agua profunda..que ainda se encontra em carteira…..não sei se é carteira de ferro ou de borracha………

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    Manuel Pinto Morais de Sousa Responder

    Senhor Presidente Pinto da Costa tem de aprender a dançar Tango. Não há nada a fazer. O Senhor aprende a dançar tando depois ensina-lhe a dançar Bulaué e socopé que são danças nacionais e tradicionais. O Senhor Presidente Pinto da Costa tem que fazer valer o poder que tem. O Senhor Presidente disse uma vez e bem o povo só manda na urna. O Senhor Presidente tem somente que cumprir a constituição.

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    Blaga-pena Responder

    Se fosse um Psicanalítico, analisaria o estado psíquico do Sr. Atento e dos outros apoiantes desta vergonhosa e condenável atitude do Governo mais EXTREMISTA conhecido em toda a historia da Democracia santomense. Quem ignora a sua historia n pode conhecer o seu passado e terá como consequência um futuro mto incerto. O sr. Patrice Trovoada “LÔÇÔ 13 CONTO”, PRIMEIRO MINISTRO DO POVO Q COME ARROZ COM Arroz, n passa dum dos maiores violadores das Leis da Republica. Voltou a fazer mais uma montagem, desta feita violando as leis a semelhanças das inúmeras atrocidades q vem praticando. STP n merece um um 1º Ministro Extremista. Sr. Presidente da Republica como garante do respeito pelas leis, goza de direito de exigir as responsabilidades. O povo q n brinque com coisas sérias, pois hoje, a violação situa-se a este nível, amanha d certeza há-de sobrar pra o povo.

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      Atento Responder

      Sr. Blaga-pena.
      O que o leva a pensar ser o detentor da razão??.
      Deve ser por ventura mais um do velho regime do pinto da costa a quem tiraram o poder de comer sozinho, e a troco de algumas ideias retrogradas e costumes duvidosos, ia enganando o povo.
      Eu tenho a minha razão e o sr. tem a sua.
      Eu respeito a sua razão embora não a entenda, por isso respeite a minha razão embora lhe custe a engolir a mesma.
      Eu estou com a maioria dos são-tomenses que elegeram este governo, e como tal apoio os mesmos em tudo o que seja mudanças para dignificar São Tomé e as suas gentes.
      Tenho dito.

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        Santola Responder

        Sr Atento, a esta pouca vergonha que o seu governo vem praticando, o senhor chama de “mudanças para dignificar S.Tomé e suas gentes”, em que mundo o senhor vive? Está tão cego assim que não vê um palmo a sua frente? O facto do senhor ser do ADI não quer dizer que tenha que concordar com tudo que os seu Deus Patrice Trovoada faça. O senhor tem que abrir a mente e peerceber quando algo está errado e fazer critica construtiva para se melhorar. GENTE BURRA PÁ.

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    Verdade das vedades Responder

    Pinto da Costa deixou UM RECADO no encontro com diplomatas.
    QUEM TEM OUVIDOS QUE OIÇA.
    Explicou e disse MAIORIA ABSOLUTA,ESTABILIDADE não é apenas aritmética eleitoral..
    EU ENTENDI o que quer dizer.
    Quem não entendeu,não quer entender.

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    Fernando Neves Responder

    É triste ver o nosso país, sublinho, o nosso país, a ter que encarar estas questões de ordem primária. Não restam dúvidas que o nosso PM não irá resolver grandes coisas. De momento, a angariação de apoio a sua imagem, como salvador da Pátria e assim postular-se como próximo candidato à Presidência da República. Acho que chegou a altura de cerrar fileiras à estas ambições escuras. Logo logo aparecerá a justificar o incumprimento das promessas, por isto e por aquilo. E o nosso João Povinho a acreditar… Só o poder interessa ao PT. Que se lixe este povo. Cuidado minha gente, acordemos do sono, senão….!!!
    O Sentinela

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