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Presidente da República destaca José Aragão como referência cultural de primeira grandeza

Numa mensagem de condolências por causa da morte de José Aragão, o Presidente da República Manuel Pinto da Costa, diz que foi com profunda Mágoa e consternação, que tomou conhecimento que José da Vera Cruz Aragão, «já não se encontra entre nós».

Na mensagem o Presidente da República, destaca que « a República Democrática de São Tomé e Príncipe e o seu povo perderam uma referência cultural de primeira grandeza».

O Chefe de Estado são-tomense, recorda que José Aragão, «agigantou-se entre uma geração de músicos nacionalistas que na década de 60 do século XX, assumiu e realizou com empenho e dedicação, a missão de modernizar a música são-tomense, partindo de uma posição aberta a influências exteriores, sobretudo do continente africano, sem perder de vista a originalidade e as especificidades da música – são-tomense».

Diz ainda a mensagem do Presidente da República, que os temas interpretados por José Aragão, por sinal membro fundador do conjunto “Os Untues” «são hoje clássicos do cancioneiro nacional».

“Ola Bandela Subli” hino – canção «associa-o indelevelmente ao nosso nascimento como Estado e como Povo Soberano», sublinha o Chefe de Estado na mensagem.

Pinto da Costa acrescenta que « por tudo isso e pela sua rectidão cívica e patriótica, José Aragão permanecerá na nossa memória colectiva como filho querido da Pátria e da nação são-tomense».

Em seu nome pessoal e no do povo de São Tomé e Príncipe, o Presidente da República apresenta a família enlutada as mais profundas condolências, « na convicção de que as suas canções perpetuarão o seu legado para as gerações presentes e futuras», conclui o Chefe de Estado.

Abel Veiga

    2 comentários

2 comentários

  1. Gigi

    9 de Fevereiro de 2015 as 12:27

    E foi um nome de primeira grandeza.
    Descansa em paz, amigo.

  2. Faxiko

    9 de Fevereiro de 2015 as 19:39

    O Presidente da República exprimiu-se sobre a morte de um dos maiores nomes da música são-tomense. O Ministério da Cultura exprimiu-se através do director da Cultura. O que se passa com o ministro Olinto Daio, um homem de cultura e da cultura? Foi o fiasco do museu e agora o seu silêncio…

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