Destaques

PR renova apelo a unidade e ao entendimento para desencravar o país

Por ocasião do dia internacional dos trabalhadores celebrado na última sexta – feira, o Presidente da República Manuel Pinto da Costa, desejou força e determinação a todos os trabalhadores são-tomenses. O Chefe de Estado disse que acredita no futuro do país, mas apenas se os são-tomenses se unirem e removerem os conflitos crónicos que dividem o país e a sociedade.

Pinto da Costa considera ser o Trabalhador Número 1 do país. Regressou na tarde de sexta – feira a São Tomé após 2 dias de trabalho na ilha do Príncipe. Recordou os tempos passados em que o dia dos trabalhadores era comemorado com grande demonstração da força produtiva nacional. «Os tempos mudaram a moda é diferente, mas quero desejar aos trabalhadores de São Tomé e Príncipe, muita força de vontade, muita determinação», declarou o Presidente da República.

No entanto realçou que só força e vontade não são suficientes. O país tem que remover males que o enferma. «Sem o entendimento, sem a unidade entre as diversas forças políticas e não políticas da sociedade são-tomense, tudo o que desejarmos fazer não passará de ilusões. Sem a unidade e o entendimento, sem um espaço de diálogo para nós nos entendermos, vai ser muito difícil fazer com que STP saia dessa situação que não é boa para ninguém», desabafou Pinto da Costa.

O Presidente da República decidiu detalhar alguns aspectos da situação reinante que não é boa para ninguém. «Uma situação em que ao invés de andarmos para frente, ficamos rondando a volta com as mesmas questões…, lutas entre grupos, lutas entre pessoas, falta de respeito e de consideração, assim não vamos a lado nenhum», pontuou.

Mesmo assim o Chefe de Estado, manifesta-se optimista, ainda mais enquanto trabalhador número 1 do país. «Eu como trabalhador número 1 continuo com a mesma entrega, o mesmo engajamento porque acredito que São Tomé e Príncipe, vai ser melhor», concluiu.

Unidade e entendimento são soluções segundo o Chefe de Estado, para São Tomé e Príncipe, e os seus trabalhadores colherem frutos do progresso.

Abel Veiga

 

    22 comentários

22 comentários

  1. Manuel Penhor

    3 de Maio de 2015 as 15:35

    Esta uniao e entendimento sera possivel,quando aqueles grupinhos abandonarao a marcha em que seguem na direccao da linha do poder.
    E assim povinho vai aguardando para ser chamado apenas para votarem nas eleicoes do poder.
    E o pais sempre na rectaguarda.

    • ATENTO

      5 de Maio de 2015 as 10:25

      Sua excelência sr.Presidente.
      Depois de ler partes da sua intervenção, efetivamente a raiva e o desespero invadiu este meu velho corpo, cansado e muito mal tratado pelas vicissitudes da vida.
      Por favor excelência, considerar-se o trabalhador nº1 de STP é demais!!!!!
      Todos os que lutam no dia a dia para terem alguma dignidade diária, sentem-se ultrajados pela sua auto proclamada categorização de trabalhador nº1 de STP.
      Saiba excelência que trabalhador nº1 de STP é toda ou toda aquela ou aquele que se levanta de manhã a pensar em como irá alimentar os filhos, e que se embrenha no mato procurando o que dar de comer aos mesmos.
      Trabalhador nº1 é toda aquela ou aquele médico/enfermeiro/auxiliar que luta de noite e de dia para manter alguma qualidade nos serviços médicos prestados pelo hospital e centros de saúde.
      Trabalhador nº1 são todos os que sendo proprietários de algum comercio ou industria, lutam para que não lhes falte o dinheiro ao fim do mês, para pagar os salários aos seus trabalhadores.
      Trabalhadores nº1 são todos os que recolhem o lixo que produzimos diariamente a fim da manter alguma sanidade publica.
      Trabalhadores nº1 são todos os nossos estudantes que procuram elevar efectivamente o seu nível de conhecimentos em favor de STP.
      Auto intitular-se Vossa Excelência como trabalhador nº1 de STP, só lhe fica mal, para além de dar mais um tiro nos pés.
      Caso Vossa Excelência efetivamente seja um trabalhador, permita-me que lhe diga, que STP com esses tipos de trabalhadores como V.Exa., nunca irá longe, bem como nunca sairá da cauda dos países mais pobres do mundo.
      Se porém vossa Excelência considera que a atribuição da categoria de trabalhador, somente pode ser a quem tenha em quantidade suficiente de oportunismo, manha, esperteza, astúcia, arteirice e viveza, então acredito sinceramente que V.Exa., é o trabalhador nº1 de STP.
      Contudo toda a população de STP ( empresários, médicos, enfermeiros, estudantes, engenheiros, funcionários públicos, rurais, bombeiros, polícias, escritores, poetas, músicos, informáticos, bancários, etc.etc.) não lhe reconhecem a auto proclamação de trabalhador nº1, porquanto a miséria que se vive em STP tem o seu dedo e um dia tem que assumir as suas responsabilidades na destruição de STP.

    • Quidide

      5 de Maio de 2015 as 16:22

      Por isso temos que nos unir para travar essa luta gananciosa desse grupinho meu primo Penhor.

  2. Quidide

    3 de Maio de 2015 as 16:22

    Realmente é necessário muita determinação para para superar essa “crise.” Assim como o Sr.PR eu espero que STP ultrapasse esse imbróglio em que se encontra e prospere.

  3. Lede di alami

    3 de Maio de 2015 as 16:40

    Concordo, STP ainda vai chorar os tempos em que existia, UNIDADE, DISCIPLINA E TRABALHO, nunca e tarde vamos unir

  4. Ospibinho

    3 de Maio de 2015 as 19:00

    Soh agora deste conta que um recente muito proximo o Sr presidente encravou o Pais. Como nao deu certo porque desta vez o povo estava atento agora vem disfarcando pedindo que juntemos a forca para um futuro melhor.
    Infelizmente votamos em si Sr presidente.

  5. raposo

    3 de Maio de 2015 as 19:51

    Agora, percebo porque terra esta Como esta! Trabalhador numero 1 nunca trabalhou, os resto2,3,4,…so ficam no leve leve.

  6. António Silva

    3 de Maio de 2015 as 20:04

    Não gostaria de ser pessimista, mas sou realista.Dificilmente este país irá desencravar! Com tanta inveja, corrupção, deshonestidade, egocentrismo, desmandos, disparates, etc, não me parece fácil erradicar estes males. Espero estar enganado.

  7. Maria silva

    3 de Maio de 2015 as 20:47

    Pois é sua EXELENCIA, em vez de pararmos e unirmos numa e unica direçao “desenvolvimento ” em vez disso estamos a lutar uns com os outros, num individualismo , malambarismo, hipocresia ( alguns ate venderam alma ao diabo a preço de banana )que chega a envergonhar qualquer Santomense de bom senso!
    Sùmú ê lívlà anca ni boca di cassô ê!!!

  8. ANCA

    4 de Maio de 2015 as 0:01

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tome e Príncipe

  9. Horácio Will

    4 de Maio de 2015 as 11:55

    Boa mensagem Excelentíssimo Senhor Presidente da República.
    Nada mais será necessário dizer aos são-tomenses que a necessidade de união em torno dum projecto comum: a construção do país.
    Desde a primeira classe, ou antes disso consoante os pais que tivéssemos, fomos aprendendo em todos os anos lectivos, na escola primária, que a “UNIÃO FAZ A FORÇA”.
    Da união entre um homem e uma mulher nascem os filhos que são as maiores dádivas de quem os tenha. Dessa união continuada formam-se jovens com maior estabilidade para crescimento de uma boa nação.
    Já se dizia que remando em posições opostas a canoa nunca chegaria um ponto desejado. Cada um com a sua força e a sua sensibilidade nos gestos devia remar no sentido desejado por todos.
    Existe um provérbio que consiste em: “O novo por não saber; o velho por não poder; deitam tudo a perder”.
    O desenvolvimento de qualquer sociedade para a criação de bem-estar na mesma exige união entre velhos e novos, entre homens e mulheres, entre profissionais…
    Porquê que os governantes do nosso país poderão se afigurar como dirigentes de um povo sem darem mostras de entenderem princípios mais elementares da vida em sociedade?
    Outra lição básica e de mesma pertinência que fomos tendo na escola colonial de má memória, outras vezes boa, é “QUEM TUDO QUER TUDO PERDE”. Sim a ganância dos são-tomenses destrói S. Tomé e Príncipe.
    Todavia, podemos aqui concluir que nem sempre dois mais dois seja igual a quatro. Vejamos: Os dirigentes gananciosos do poder ou da realização económica pessoal ou grupal, que atentarem contra a economia do país, poderão não perder tudo. Pelo contrário, poderão fazer grandes acumulações de bens no país e/ou no estrangeiro sem serem responsabilizados. Assim poderemos dizer que os governantes que tudo querem tudo ganham e o povo tudo perde. Poder-se-ia, através da política, inverter o rumo dos factos. Porém, por mais incrível que pareça, a própria política tornou esconderijo de cidadãos comuns.
    Não deixo de ter uma certa curiosidade em relação aos sentimentos da Sua Excelência como trabalhador nº 1. Será de realização ou de frustração?
    “Roma e Pavia não se fizeram num dia”. É facto. Todavia, é crescente o meu desejo de perguntar:
    – Sente-se unificador das diferenças verificadas no país, visando concentração de todos para o bem de todos?
    – Sente-se descansado com os resultados obtidos?
    – Não sente que a liderança apoiada na intolerância contra o mal poderia, por si só, legitimar acções que extrapolariam as limitações que os poderes institucionais levantam a desfavor do bem?

  10. Adilson dos Santos

    4 de Maio de 2015 as 13:15

    O pregiçoso número 1 de todos os tempos.

  11. João Rodrigues Serôdio

    4 de Maio de 2015 as 17:04

    Avante,camarada avante,sou o trabalhador nº1,modestia é coisa que não me falta,por isso me mantenho no poder há mais tempo.Avante ,camarada avante,cada um olha por Si,que Deus olha por Todos.Avante,camarada avante.Triste realidade que este Povo assiste e resiste.

  12. AFRICA

    4 de Maio de 2015 as 23:22

    Até quando???
    Até quando vai durar esta guerra fria entre o PR e o Governo?
    40 Ano = Maturidade
    Temos um presidente sénior, uma oposição com uma experiência política que não se pode ignorar, um governo jovem, pragmático e ousado. Temos a fórmula perfeita para o progresso.
    Entendam-se por favor! O vosso orgulho não interessa ao “povo” pois é o povo que vos fala. Entendam-se!
    Estamos cansados desta guerra fria.
    “A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.”
    Mahatma Gandhi

  13. Quilixe Furtado

    5 de Maio de 2015 as 9:25

    Muito bem senhor Presidente
    Acho bem a promoção da Unidade, Disciplina e Trabalho,
    Veja também, mais velho, se dá uma força la ao seu MLSTP.
    Este País não avançará nunca sem que esta Força Política esteja bem forte e organizada.
    Os ADI são sol de pouca dura, são tiranos, rancorosos, incompetentes e mafiosos. Ainda poderão vender-nos esta Santa Terre.
    Bem Haja

  14. DESCAMIZADO

    5 de Maio de 2015 as 11:09

    DESCAMIZADO

    O apelo a unidade dos Santomenses lançado pelo Presidente da República, no âmbito das comemorações do dia 1 de Maio, é fruto de uma longa experiencia e maturidade política.

    Os tempos mudaram e a moda é diferente, mas os princípios que norteiam a data estão nas mãos dos Sindicatos, cabe a esta organização romper com o medo e o desânimo.

    Nos dias de hoje a defesa comum dos interesses dos trabalhadores passa por diversas formas de organização sindical, representado em categorias profissionais, e classes econômicas, destacando a representação de trabalhadores e das entidades patronais ou empresariais.

    Numa apreciação rápida das atividades do movimento sindical em S. Tomé e Príncipe, verificamos que os representantes dos trabalhadores de uma forma geral afrouxaram, ou foram amordaçados pelas promessas do atual Governo. O silêncio é tão grande e lamentável, que já não se ouve a voz dos representantes da classe de professores, dos trabalhadores do Estado e outros sindicatos.

    O pior são as Centrais Sindicais, que os seus dirigentes devidamente confortados a sombra dos gabinetes aguardam numa enorme fila, um possível lugar no Conselho de Administração.

    Assim, reforço o apelo de PR, convidando todos (trabalhadores) homens e mulheres, a refletirem sobre o nosso futuro, e o futuro de um movimento sindical mais forte, imbuído no espirito histórico do dia Internacional dos Trabalhadores.

  15. "Nós por cá e a nossa maneira"

    5 de Maio de 2015 as 13:24

    Ultimamente tem-se falado muito em “entendimento/unidade nacional”. Acho que o Governo Japonês deve deixar de nos mandar esse arroz de 13 contos e passar a mandar aquele arroz do antigamente “unidos venceremos”. No tempo do partido único comeu-se muito “unidos venceremos” e o povo era unido, havia entendimento e havia também a unidade nacional,todos lutando em prol do país, tanto mais que em 90 votamos todos para a mudanças do regime. Penso que se deve voltar a importar esse arroz outra vez e esquecer de uma vez por todas o arroz de 13 contos por ser um arroz desunido. O governo de STP deve ter uma conversa seria com o governo Japonês para se alterar o tipo de arroz que nos é fornecido porque com este tipo arroz de 13 contos que não se vê e ouve-se falar esta a causar um grande” falta de entendimento e a desunidade nacional”. Só com ” UNIDOS VENCEREMOS” chegaremos a tão almejada “unidade nacional e entendimento”.

  16. FALAR VERDADE

    5 de Maio de 2015 as 15:11

    Este Senhor enganou-se, se me disser que é o preguiçoso nrº. 1 deste país ainda posso acreditar, agora o trabalhador nrº1, só pode estar a gozar com a nossa cara.

  17. Fernando Castanheira

    6 de Maio de 2015 as 7:37

    obrigado PAI grande. Forca e coragem para vencer.

  18. verdade

    6 de Maio de 2015 as 14:23

    PT ñ gosta disso, só gosta ataque pessoal jogo sujo

  19. DESCAMIZADO

    6 de Maio de 2015 as 16:25

    DESCAMIZADO

    O apelo a unidade dos Santomenses lançado pelo Presidente da República, no âmbito das comemorações do dia 1 de Maio, é fruto de uma longa experiencia e maturidade política.

    Os tempos mudaram e a moda é diferente, mas os princípios que norteiam a data estão nas mãos dos Sindicatos, cabe a esta organização romper com o medo e o desânimo.

    Nos dias de hoje a defesa comum dos interesses dos trabalhadores passa por diversas formas de organização sindical, representado em categorias profissionais, e classes econômicas, destacando a representação de trabalhadores e das entidades patronais ou empresariais.

    Numa apreciação rápida das atividades do movimento sindical em S. Tomé e Príncipe, verificamos que os representantes dos trabalhadores de uma forma geral afrouxaram, ou foram amordaçados pelas promessas do atual Governo. O silêncio é tão grande e lamentável, que já não se ouve a voz dos representantes da classe de professores, dos trabalhadores do Estado e outros sindicatos.

    O pior são as Centrais Sindicais, que os seus dirigentes devidamente confortados a sombra dos gabinetes aguardam numa enorme fila, um possível lugar no Conselho de Administração.

    Assim, reforço o apelo de PR, convidando todos (trabalhadores) homens e mulheres, a refletirem sobre o nosso futuro, e o futuro de um movimento sindical mais forte, imbuído no espirito histórico do dia Internacional dos Trabalhadores.

    © 2015 Microsoft Termos Privacidade e cookies Programadores Português (Portugal)

  20. LÔÇÔ TLÊZÊ CONTO - IRMÃO P.TROVOADA

    12 de Maio de 2015 as 16:30

    Tem absoluta razão o Pinto da Costa no apelo a unidade! Mas como alcançar a tão desejada união, se temos um Primeiro Ministro – Autentico Ditador disfarçado em Democrata q fala tanto da inclusão, qdo elege exclusão, perseguição, nepotismo, promoção da incompetência, como pedra angular da sua linha politica? Como alcançar a união qdo aos santomenses com afinidades politicas distintas de ADI são vedados o direito a opinião e o acesso aos órgãos de comunicação social q no fundo o povo é q custeia. Como alcançar a unidade qdo este governo aumenta os impostos de forma arbitraria e ilegal?

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recentemente

Topo