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Independência : Inaugurada rede de água que pode abastecer 200 mil pessoas

É o maior sistema de capitação e distribuição de água potável construído no país depois da independência. Financiado por Taiwan na ordem de 6 milhões de dólares, o sistema leva água potável para as populações dos distritos de Mé-Zochi, Água Grande e sobretudo Lobata onde se regista maior escassez de água.

A infraestrutura de enorme valor social, foi inaugurada pelo Primeiro-ministro Patrice Trovoada na companhia do vice-ministro dos negócios estrangeiros de Taiwan, Simon Co, que está no país para tomar parte nas festividades do dia da independência nacional.

Patrice Trovoada considero o momento como sendo de alegria, e resultado de muito trabalho que contou com a contribuição dos parceiros internacionais destacando Taiwan.

A construção do sistema de capitação e distribuição de água potável nos terrenos da roça Queluz, começou no ano 2011. O novo sistema ajuda também a resolver o crónico problema de falta de água potável, nas comunidades piscatórias da Praia Loxinga, Praia Gamboa e Praia Cruz, nos arredores do aeroporto internacional de São Tomé.

Abel Veiga

 

 

 

    8 comentários

8 comentários

  1. Sidney

    12 de Julho de 2015 as 9:26

    Uma excelente notícia

  2. ANCA

    12 de Julho de 2015 as 10:50

    Muito bem

    Esta é uma obra de estrutura fundamental, para as populações destas localidades.

    Mas isto deve ser encarado como capacitação territorial rede de água a montante, um bom investimento, um bom começo…muito bem.

    Pois a jusante e posteriori, há problemas que exigem um plano de acção…

    A conservação, tratamento de água, construção de ramais individuas-casas, benefício-custo, utilizador pagador….facturas,taxas, coimas, multas, cortes de abastecimento, fornecimento de água, contratos de abastecimento de água…

    As Câmaras Distritais destas localidades, devem procurar investimento para o plano de acção que passo a citar;

    Construção de rede de ramais de água, para abastecimento de casas, de maneira a quem beneficie de água em casa, assine o contrato de abastecimento de agua, contribuindo pagando uma taxa sobre a instalação de um contador, pagando a factura do usufruto da agua consumida, para sua manutenção, conservação, tratamento (Estação de Tratamento de Água e Resíduos) expansão das redes de abastecimento de agua noutras localidades para beneficio colectivo futuros, ajudando contribuindo deste modo para a gestão/organização económica e financeira através do Ministério das Finanças, para a EMAE, no sector da Água.

    Desta maneira contribuiremos todos para a manutenção expansão e sustentabilidade futura do sistema de rede de abastecimento de agua…

    Teremos no futuro mas controlo e melhorias, por meio de sistema de monitorização e fiscalização sobre condutas e ramais de água…evitando roubos e desperdícios, pois trata-se de um bem limitado e esgotável que pertence a todos…todos devemos contribuir para a sua conservação manutenção sustentabilidade futura, pagando a sua utilização.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    A água é um

  3. Leunam Arievarat

    12 de Julho de 2015 as 13:34

    Muito bem. Fico muito feliz, pois eu conheço bem a realidade da população de prais: Gambôa, Cruz e Lochinga, com problamas de falta de água. Mais eu espero que o governo encontre alguém ou empresa de manutensão preventiva e correctiva para não deixar danificar o sistema. O objectivo está cumprido, agora temos que mantê-lo. Parabéns…

  4. Alice Rodriguez

    13 de Julho de 2015 as 16:27

    Já é um problema minimizado, mas não é um FAVOR que o governo do patrice fez é um dever de todos governantes criar condições mínimas a essa população sofredora e esta na nossa constituição, nao é só jurar na tomada de posse. Boa gestão

  5. ANCA

    14 de Julho de 2015 as 9:52

    Uma ideia…um exemplo…

    Diz-se quando uma fórmula, uma receita, é bem aplicada, há hipótese de o resultado ser excelente…é como aplicar, uma recita culinária, para fazer um bolo… primeiro os ovos, a farinha, depois o açucar…depois a cereja no topo do bolo já feito.

    Uma observação…uma ideia… um pensamento…um novo modo de ser estar, saber e saber fazer…

    Nalguns Países(Territórios/População), sobretudo os povos Nórdicos, antes de se concretizar uma obra pública ou privada, por exemplo a rede de abastecimento de água que agora inaugurou-se…

    Primeiro de pensa-se investi-se concretiza-se os acessos…os ramais, as ligações as casas, de modo a gerar mais valias, pois todos saem a ganhar…só depois inaugura-se a grande obra a rede de abastecimento de água…minimiza-se assim o roubo, o desperdícios, gera-se receita…

    Perguntem… como?

    Criando primeiro os acessos, as pessoas saem a ganhar beneficiam em sua casa de o bem mais precioso, limitado e esgotável, a EMAE e o País, tinham logo receitas/poupanças, contribuições, para investir noutros acessos ramais e redes de abastecimentos futuros, sem estarmos sempre dependentes de ajuda e investimentos externos, para a concretização, de redes de abastecimento de água, no Território/População….as populações tinham mais noções do bem, valoriza-se mais, tinha-se mais sentido do bem para a comunidade, pois todos tinham acesso, tinham de percorrer poucos ou zero quilómetros para o obter…jamais crianças teriam de cartar bidões de água na cabeça…é tudo uma questão de melhor Gestão/Organização do Território/População.

    Por exemplo… antes de se construir um bairro residencial… primeiro deve-se pensar nos acessos, depois a construção de casas,…

    Acesso – ao fornecimento de água, ao fornecimento de energia elétrica, ao estacionamentos, as estradas com escorrências de aguas, esgotos, saneamento de meio, etc, etc…

    Quem diz, um bairro residencial, de um Hospital, Centro Saúde, de Mercado, Estádio de Futebol, etc, etc…

    Pois o País(Território/População), Administração/Gestão, dispõe de parcos recursos financeiros…

    Realizar estas obras de requalificação e modernização,… mas se podemos realizar estes investimento de uma única vez, co organização dos acessos em primeiro lugar… gerávamos mais valia quantitativa…-Custos benefícios-…bem como mais valia qualitativa, ganhos de eficiência, ganhos na poupanças, ganhos á nível social, cultural, ambiental, desportivos, político, económico e financeiro… em suma desenvolvimento modernização sustentável futura – auto suficiência futura.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  6. Qualquer dia

    14 de Julho de 2015 as 10:10

    Cara leitora Alice Rodrigues, reforço o que disse, é mais do que dever…mas sim uma OBRIGAÇÃO DO ESTADO, garantir condições indispensáveis a vida. Este é um direito constitucional como disse

  7. Trindade

    14 de Julho de 2015 as 15:39

    Veja o sistema a que se refere, porque para nós é SISTEMA DE CAPTAÇAO DE AGUA E NAO CAPITAÇAO!!

  8. SANTANA

    14 de Julho de 2015 as 15:43

    Abastecimento de Agua e Infraestrutura
    Governo de GC, fez muito desembolso nesta matéria, basta ver o seu Relatório. Temos de fazer uma sindicância ao governo cessante.

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