40 anos da Polícia Nacional celebrados pela primeira vez na Trindade

No dia da celebração do quadragésimo aniversário da sua institucionalização, a Polícia Nacional, depara-se com novos desafios. A sinistralidade rodoviária constitui actualmente uma das primeiras causas de mortalidade em São Tomé e Príncipe.

O Comandante Geral da Polícia Nacional, Samuel António, destacou também o aumento do uso e abuso do álcool e de outras substâncias psicotrópicas, assim como novas práticas de crime. «Um dos nossos maiores desafios é a modernização das forças e serviços de segurança de modo a garantir a manutenção da ordem, da segurança e da autoridade do estado», declarou o comandante geral na tribuna erguida no centro da cidade da Trindade.

geral olíciO Chefe da Polícia Nacional, relacionou a segurança com o desenvolvimento. «A segurança está naturalmente ligada ao desenvolvimento de maneira que nenhuma evolução é possível num contexto de insegurança», pontuou.

O Superintendente Samuel António, defendeu a organização da instituição policial, e a definição de uma estratégia policial que dê resposta a realidade nacional.

O Presidente da República Manuel Pinto da Costa que reside na cidade da Trindade,presidiu o acto central do dia da polícia nacional que contou também com a presença do Ministro do Interior de Angola, Angelo Veiga Tavares.

O Ministro da Administração Interna, Arlindo Ramos, também usou da palavra para garantir o empenho do Governo em dar um novo rumo a polícia. «O governo está determinado em melhorar a organização da polícia nacional, aumentar o seu efectivo, fortalecer os mecanismos de formação e equipa-la com os meios a altura da sua missão», assegurou o ministro.

Segundo o Governo, a polícia precisa de novos suportes legais para ser mais activa. «Impõe-se neste momento que se aprove a lei de segurança interna, bem como se implemente medidas de política criminal visando dar resposta atempada as novas formas de criminalidade», acrescentou Arlindo Ramos.

Com o Primeiro-ministro Patrice Trovoada, presente na tribuna depois de uma ausência no país, de cerca de 22 dias, as forças policiais e de segurança do Estado, marcharam na principal via da cidade da Trindade, num desfile que contou com a participação de grupos culturais do distrito de Mé-Zochi.

Abel Veiga

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    ambrosio lourenco Responder

    Desculpe senhor abel veiga. O presidente pinto da costa nao presidiu o acto. Ele apenas esteve presente como tambem esteve presentevo primeiro ministro. Agora a perginta que se coloca e porque que pinto da costa nao discirsou. Coisa pa fradique!

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    Original Responder

    O que queremos é Polícia e Força Armada fora de Política.

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    luisó Responder

    Esta gente, como se viu na televisão, nem para marchar servem.
    Passo trocado, boinas sem distintivos, barrigudos, camisa fora das calças, etc.
    Assim vai….

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    jusaldo Responder

    Meu caro ambrósio lourenço, o PR não tem que discursar! se o PR Fradique de Menezes fazia porque ele gostava sempre de aparecer, e achar que foi um dos melhores Presidente nesta República muito pelo contrário!

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    tropa Responder

    Na polícia não fáz Educação fisícca?

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