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Militares formados para apoiar a paz e combater catástrofes naturais

 

32 oficiais e sargentos das forças armadas, estão preparados para intervir em missões de apoio a paz, de interesse público e humanitário tanto a nível da CPLP, como no contexto da sub – região da África Central. Garantia do Ministro da Defesa Carlos Stock, no encerramento esta manhã da formação ministrada por oficiais do exército português.

No quadro da cooperação técnico militar entre STP e Portugal oficiais da escola das armas de Portugal, orientaram a formação que muniu os militares são-tomenses de técnicas que lhes permitem intervir em qualquer cenário de conflito ou de catástrofe natural.

Chefe de Estado MaiorO Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, o brigadeiro Horácio Sousa(na foto), realçou a competência adquirida pelos oficiais e sargentos, para garantir a segurança e a preservação das praias e florestas do país.

O Governo considera que conflitos armados diversos estão mesmo a porta do país. Carlos Stock Ministro da Defesa e do Mar, deu o exemplo do grupo terrorista Boko Haram que actua no vizinho Nigéria.

Segundo o Ministro, São Tomé e Príncipe, tem que se preparar para uma eventual intervenção no cenário de conflito sub-regional ou no âmbito da CPLP. «Afirmo que sim. E é por isso que temos que preparar os nossos homens para este efeito. Inclusive os nossos militares já vêm participando nos exercícios na sub-região como Obangaime, o felino a nível da CPLP. Também já tivemos a oportunidade de participar numa calamidade natural no Congo, com uma equipa de enfermagem do exército», assegurou o ministro.

O Coronel Helder Coelho, chefe da equipa de instrutores da escola de armas do exército português localizado em Mafra, garantiu que a formação ministrada aos militares são-tomenses, permite que os mesmos, tomem parte nas missões de apoio a paz, seja no quadro da CPLP, ou sob a orientação das organizações internacionais.

A cooperação técnico militar com Portugal, vai proporcionar mais acções de formação no próximo ano, no quadro do acordo firmado entre os dois países.

O encerramento do curso aconteceu na sala de reuniões do Quartel General. A embaixadora de Portugal, Paula Silva e altos oficiais militares dos dois países marcaram presença na cerimónia.

Forças armadas são-tomenses preparadas para apoio a paz, mas também para garantir a preservação do ambiente.

Abel Veiga

    1 comentário

1 comentário

  1. ANCA

    31 de Outubro de 2015 as 8:44

    Muito bem

    Deveras fundamental a capacitação militar no contexto de intervenção, em cenário de paz, tanto interno como regional e mundial.

    No quadro interno a Preservação do ambiental, Engenharia Militar Ambiental, Integração Territorial Homogénea, a questão de Defesa Territorial/Populacional, da Segurança Marítima e Territorial, combate ao Trafico e Consumo de estupefacientes, Trafico de pessoas, questão da segurança no controlo das informação e tecnologias etc,etc,..

    Requer preparação Formação/Qualificação, Deontologia Militar, Investimento nas Forças de Segurança, nas instituições da Justiça, na garantia preservação de deveres e direitos.

    Se queres ver o País Bem

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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