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Tomé Vera Cruz de braços abertos para unir São Tomé e Príncipe

Ex-Primeiro Ministro e Chefe do Governo da coligação MDFM-PCD, vencedora das eleições legislativas do ano 2006, Tomé Vera Cruz apresentou publicamente na terça – feira a sua candidatura ao cargo de Presidente da República.

Dentre várias justificações apresentadas para concorrer as eleições presidenciais de 17 de Julho, destacou a experiência acumulada no exercício de diversas funções do Estado. Experiência, capacidade de gestão de crise e promoção de consensos.

Tomé Vera Cruz engenheiro electrónico de formação, ex-Secretário Geral do partido MDFM, foi primeiro ministro de São Tomé e Príncipe de Abril do ano 2006 à Fevereiro de 2008. Momento marcado por instabilidades políticas e convulsões que conseguiu gerir com frieza, até que o seu Governo foi derrubado após ter colocado o cargo a disposição do então Presidente Fradique de Menezes. Uma decisão tomada logo a seguir a retirada do Orçamento Geral do Estado em fase de discussão na Assembleia Nacional.

Para o substituir o então Chefe de Estado apostou em Patrice Trovoada líder da ADI quarta força política na altura, como Primeiro-ministro.

No jardim do hotel Pestana em São Tomé, onde anunciou a sua decisão de concorrer as eleições presidenciais, Tomé Vera Cruz de 60 anos de idade, descreveu a situação económica e financeira do país, como sendo grave e a conjuntura internacional bastante desfavorável.

O país tem que está unido para enfrentar os desafios, e acredita que a sua experiência na gestão de conflitos internos com vista a promoção de consensos, pode contornar vai ajudar São Tomé e Príncipe a se unir para vencer. «O meu compromisso é com o país, com o povo, com a nação são-tomense. Por isso me candidato como independente, esperando contar com o apoio de cidadãs e cidadãos são-tomenses no país e na diáspora, independentemente da filiação partidária ou da sua cor política», afirmou.

Solicitou o apoio de todos os são-tomenses e das forças políticas. «Espero, pois, contar com o apoio de todos e mesmo daqueles que, sendo militantes de partidos que tenham candidatos, reconheçam em mim capacidade e competência, isto é, o perfil adequado para exercer esta alta e prestigiada função de Presidente de todos os são-tomenses. Espero, também, contar com apoio coletivo de partidos e forças políticas que, não tendo apresentado candidato próprio, comigo se identifiquem e considerem que reúno as condições essenciais e correspondo a um perfil que vai de encontro às suas exigências».

Afirma-se como homem promotor de consensos, e exige mudanças no conteúdo político nacional. «Somos chamados a romper com as clivagens do passado e a trazer novos argumentos para os debates políticos; somos interpelados a inovar na forma com temos vindo a fazer política. Temos que partir da premissa de que, como são-tomenses, todos gostamos do nosso país e queremos o melhor para o nosso povo», acrescentou.

Tomé Vera Cruz, está de braços abertos para o país, e promete ser um Presidente da República respeitador da constituição política e das demais leis da república. «Ao vencer as eleições, posicionar-me-ei como Presidente de todas e de todos os são-tomenses e empenhar-me-ei durante o meu mandato, em promover o diálogo institucional assim como o diálogo no seio da sociedade, procurando exercer uma magistratura de influência que vá de encontro à resolução dos reais problemas das pessoas e comunidades; empenhar-me-ei, de igual forma, no sentido de contribuir para garantir o exercício pleno dos direitos e deveres dos meus concidadãos; manter-me-ei fiel à postura que sempre me caracterizou como um ser dialogante e disponível para promover consensos, pelo que saberei conviver com toda e qualquer força político-partidária sobre a qual recaia a confiança do povo para governar», assegurou.

O leitor deve conhecer mais pormenores sobre o pronunciamento político de Tomé Vera Cruz e o seu curriculum vitaie :

1 –Declaração de Candidatura

2 –CURRICULUM VITAE

Abel Veiga

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    Culpado Responder

    Quem ri no fim ri melhor, não adianta dizer que agora é vez da mulher, ou vez de avé maria e os 40 anos do Pai Nosso já se foi. É bom que hajá mulher na liderança mas se fomos ao Brasil o Dilma Rossef só manteu devido o seu assessor Lula, com o país já estavel. No caso de S.Tomé não pode acontecer porque quem deve mandar é o candidato da Estabilidade e comunhão com Governo. O País está no bom caminho que é avançar. Agora eu me pergunto será que eu tenho contribuido da minha parte para o país avançar??? Resposta: Não porque eu mando agir na justiça e não cumpro. Estou numa escola em que muitos professores são rancorosos, impunidores, bloqueiadores, compradores de miseria, sujadores, defamadores até falso profectas achando que este tipo de politica tras felicidades. Quem não arrepende enquanto há tempo o diabo vai conduzir toda vida. Se o diabo feixa porta Deus abre janela para seus escolhidos. O país é Santo Tomé, é abençoado. A pratica de justiça continua ser hipocresia para muitos. Viva Presidente da Repuplica em 17- 07- 2016.

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    stp in Responder

    Interessante. esse parece ser um boa alternativa.

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    FÉDÉ KÁ DÓXI Responder

    Este,sim. Poderá equilibrar a balança. Vamos aguardar. Demonstrou competência, frieza na solução de crise. Certamente o Fradique diz hoje: Ngá sêbê.

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    rambo Responder

    Ate agora nenhum candidato e credivel, a mioria ja tiveram oportunidade e so fizeram besteiras. Um pais tao pequeno mas com pessoas gananciosas e maldosas. Para piorar essas mesmas pessoas senten-se no direito de governar o pais como sendo um bem adquirido. So podem ser governantes! Cambadas de ladroes, corruptos malvaldos. O meu voto vai ficar no bolso, ao menos nao terei peso de consciencia……

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    Eu também quero me safar como Maria das Neves Responder

    Tal como Maria das Neves, é um outro Canditato que veio para safar. O que afinal ele fez quando era governante? Só safou a sua vida, abriu a bomba de combustível que hoje está a sofrer represálias do dinossauro Patrice Trovoada porque os talões de combustíveis para os veículos de estado que uma boa parte abasteciam na sua Bomba Entre Santos (ex: todos 19 autocarros escolares abastecem na sua bomba, prova de um bom bisness)e agora o dinossauro tirou esse privilégio quase todo este bisness para outra Bomba que fica aí em S.Gabriel, onde os miúdos lavam carros.

    Para não perder todo este bisness, vê esta oportunidade como forma de ganhar alguns cuéles para sustentar alguns dívidas certamente.

    Este candidato é um outro Evaristo Carvalho que foi forçado a candidatar-se. O PCD forçou homenzinho a candidatar-se. Coitadinho!!!

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      explicar sem complicar Responder

      E esta bomba de S.Gabriel pertence ao Idalecio Quaresma da CST, líder da bancada parlamentar de ADI.

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        STPAlerta Responder

        Há muitos negócios que lesam estado nessa bomba a favor do ADI. Dentro de algum tempo saberão. Fui!…

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    Carolina Fernandes Responder
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    vicente Responder

    Obrigado AMIGA Carolina. tive a curiosidade de ir ao sitio e ler o “refrescar a memoria”. infelizmente não estive em STP durante a governação de Tomé. Regressei ao país em 2010. Já desconfiava de que Fradique estava a mando dos Trovoadas, pois não entendia como o Presidente da Republica demite um 1ºMinistro que é secretário geral do seu Partido para oferecer este lugar a Patrice Trovoada que era seu opositor. Afinal Fradique também foi Pau mandado de ADI.
    Avante Tomè. Conquistaste a minha confiança. Até 17 de julho.

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    STPAlerta Responder

    Força Tomé! o povo o Evaristo agradece, vãs salvar Evaristo de vexames que que iria passar com o PT.
    Falando sério, a menina do Parlamento infantil deu uma tarreia ao Presidente da Assembleia na leitura é com esses incompetentes que ADI quero governar STP?

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    STPAlerta Responder

    Ops! uma pergunta, quem foi colega do Polibio Salvaterra na cadeia ainda no tempo colonial?
    Resposta: Evaristo Carvalho, por furto.

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      Original Responder

      Em STP bandidos,ladrões,corruptos,trocatintas,viracasacos, têm mais espaço do que gente séria.Pergunte ao Agapito.

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    Joaquim Silva da CostaTrovoada Responder

    Que haja suficientes candidatos ao mais alto cargo na estrutura hierárquica do País. Também deveria haver um “crivo” para que pudéssemos, nós os eleitores, refletir melhor sobre quem escolher. Por outro lado, fica claro que um código de conduta deveria ser exigido pelas instâncias encarregues por este processo (será o Tribunal de Contas???) que os meios estatais que são assegurados pelo erário público não poderiam ser usados (viaturas, segurança de estado, combustível… Enfim, a afixação dos curricula dos candidatos em lugares públicos e meios a que a opinião pública pudesse opinar sobre os conteúdos dos mesmos…Enfim, entre outras coisas deveria haver mais transparência em tudo isto, já não falando dos debates televisivos.

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