Extracto do Acordo STP – China de 2013

O Téla Nón disponibiliza ao público, o teor do documento que reaproximou São Tomé e Príncipe e a China no ano 2013. O original do documento foi mostrado aos jornalistas pelo Primeiro Ministro Patrice Trovoada após o rompimento das relações diplomáticas com Taiwan.

Veja - teor-do-acordo

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    DeYoung, Robert Responder

    novidade gent, ficamos assim soooo. um jornal que era muito respeitado com carisma hoje esta assim. quer ser bom jornalista nao mete na politica quer ser bom politico deixa jornalista fazer o seu trabalho.
    sem magua

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    Ver para crer Responder

    Nao devemos falar sem pensar. O senhor Fradique fez muitas coisas. Algumas. Coisas import antes foram feitas no seu mandato: liceu da TRindade,edificio de Ccado,CEntral de santo amaro, central de boboforo, aumentou o donativo de taywan para 15 milhoes de dolares, construin muitas Casas sociais , deu prato quente – Leite as criancas nas escolas, ABriu o pais em termos diplomaticos, por exemplo estreitou as realacoes com a GUine EQuatorial, LIbia, EStados UNidos etc. TInha muitos projectos que foram impedidos plea OPosicao.

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    Carlos Amado Responder

    Caro Abel Veigas/Telanon

    Onde meteram o cabecario do documento? Já que tornarão o documento público porque esconder partes desse? Porque tem medo de publicar o cabecario do documento ?

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    Madiba Responder

    Meus senhores!
    Porquê isto tudo? Para o benefício de quem? Ao serviço de quem? Quem ganha com tudo isto?
    Ao invés disto porquê que não fazem uma coisa simples. Revejam o que a Guiné Bissau conseguiu com a China Popular em relação aquilo que ficou acordado? Acham que a China Popular é mesmo o salvador da nossa pátria? O nosso problema de sempre. Somos diminutos demais. Descendemos de escravos. E temos dificuldades em reconhecer isto.

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    almeida Responder

    Este documento nao estando assinado nao tem qualquer credibilidade

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    santola Responder

    Não sei em que medida a apresentação deste comunicado, ainda por cima, sem identificação nem assinatura das partes envolventes faz sentido. primeiro porque é de conhecimento de todos que minimamente acompanham os acontecimentos de STP, de que em 2013 houve um acordo que originou a criação de representação de ligação entre STP e China. Até mesmo pelo alarme feito por senhor Patrice Trovoada com receio de ser outro político mentor da restabelecimento de relação de STP com a China e subtrair o montante que só o senhor e o seu pai Miguel Trovoada estão habituados a encaixar.
    Apesar de iniciativa ser um indício para o reatar de relação, o processo não teve evolução. Talvez porque tivessem ponderado, e estrategicamente acharam que o contexto de STP adaptava-se mais a relação com Taiwam, penso.
    agora, independentemente da decisão do senhor Patrice Trovoada, o que o povo espera é o Dubai prometido. Não é a pobreza crescente que o país enfrenta com a falta de luz, água, um hospital sem um mínimo de condições para atender o mais simples problema de saúde, imundices por toda a cidade. o povo quer também órgãos de comunicação livre para informá-lo com verdade. não apenas para apresentar os seus discursos propagandísticos,falsos e cansativos a falar do desenvolvimento do país somente mesmo nas suas mensagens. Pois, não é reflectido na realidade.

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