Governo decide transformar Rádio Nacional e a TVS em empresa pública

A congregação dos dois órgãos de comunicação social do Estado numa única empresa de comunicação social visa segundo, Olinto Daio, Ministro da Educação e da Comunicação, dar autonomia administrativa e financeira, e responder as exigências do público que reclama por mais e melhor qualidade no conteúdo informativo e formativo dos dois órgãos de comunicação social.

A TVS nasceu na década de 80 do século XX e sempre foi um departamento do Gabinete do Primeiro Ministro. A Rádio Nacional tem 42 anos e também sempre funcionou como departamento do gabinete do Governo. «O nosso público tem vindo a reclamar pela qualidade das nossas estações, requerendo assim conteúdos nacionais, conteúdos que exprimam a identidade cultural são-tomense e mais conteúdos, informação e entretenimento para a população», afirmou o Ministro Olinto Daio.

A empresa Rádio e Televisão de São Tomé e Príncipe, terá autonomia administrativa e financeira. Olinto Daio explicou que a futura empresa Rádio e Televisão de São Tomé e Príncipe, «terá também suas receitas próprias provenientes da prestação de serviços e da cobrança das taxas audiovisuais».

A empresa terá um director geral, que será nomeado com base na tramitação em vigor de nomeações nas empresas públicas. «O Director Geral não tem que ser necessariamente um jornalista, pode ser um gestor. A sua nomeação deverá seguir os trâmites próprios das empresas públicas nacionais», concluiu.

Está aberta a fase de transição da Rádio e Televisão são-tomenses para empresa pública, segundo o ministro da comunicação, na base de uma gestão rigorosa dos recursos humanos e financeiros.

Abel Veiga

Notícias relacionadas

  1. img
    fala verdade Responder

    Até quem fim uma ideia nobre deste governo porque o que esta a faltar neste país é uma politica de gestão publica administrativa, financeira e de recurso humanos neste país porque onde que já se viu um diretor da radio ou tv pode fazer sozinho ele mesmo diretor administrativo, financeiro e de RH, ele pode é administrar sim mas não tudo, o que falta é ter uma área financeiro e seu elenco, ter uma área de RH e seu elenco e uma área administrativa e seu elenco de modo que possam fazer uma boa analise de avaliação de desempenho e melhor controlo mas com homens especializado na área de modo que cada um conheça a sua responsabilidade e fazer funcionar a radio e tvs e fazer que as informações chegam de uma forma credível a população porque chega de jornalistas a controlar o dinheiro publico em vez de ir ao terreno a busca de informações só passam vida a discutir que um ganhou mais que outro nas publicidades e mais coisa adversas que não nos leva ao lado nenhum. Só assim podemos crescer economicamente e intelectualmente e deixar de corrupção é de mais pá.

  2. img
    Original Responder

    Rádio Nacional e TVS já são empresas de ADI.Em nada vai mudar a filosofia de funcionamento.

  3. img
    Tela Responder

    É uma empresa falida ao nascer. Não há como está empresa dar passos com este governo do ADI.

  4. img
    Dubai Responder

    Cobranças de taxas audiovisuais que brincadeira é essa? Temos uma tv e uma radio que sao uma vergonha publica, não existe profissionalismo nas redes de comunicação publicas de sao tome e agora temos que pagar taxa!!! Isto é uma miseria. Agora seremos obrigados a pagar para ver um Gabones e a sua cupula viajando…

  5. img
    Porteiro do ceu Responder

    Acho que com a criacao dessa empresa publica de radio e televisao Patrice Trovoada e ADI tem uma oportunidade de credibilizar a imprensa santomense indo buscar as competencias do jornalismo santomense qie ele votou ao abandono como silverio amorim, jose boucas, sao lima, adelino lucas, juvenal rodrigues, manuel dende e mais outros. Desde que adi assumiu poder que ja nao se faz radio nem televisao em stp. O discredito do patrice e do adi quer no plano interno como externo foi porque ele falhou na sua politica para comunicacao social regeitando competencias e apostando nos piores profissionais que ja e existiram nesse sector. Nomes como tamara aguas, nelsom qualquer coisa da tvs, bracanan da radio, joao ramos, albertino fernandes, anita da radio foram os piores profissionais de sempre e justamente eles foram apostas do pt. Claro que ele nao poderia nesse sector ter resultados positivos o que levou o pais a baixar no ranking da qualidade e liberdade de impreensa no plano internacional.

  6. img
    Homem Grande Responder

    Meus caros, isso é mais uma palha-assada.
    Eu já ouvia isso curiosamente desde do ano 1999, os sucessivos governos que foram passando, tbém falaram no assunto a medida que foram passando, Rádio e Televisão é Cozinha e Dispensa de todo governo que assume o poder em S.Tomé e Príncipe… Porque toda a propaganda simplesmente é cozinhada e passada por essas duas fontes de comunicação.
    Talvez agora que já se serviram, queiram fazer essa mudança para que o Próximo governo que assumir as funções não faça o mesmo.
    Acabem sim é com a censura em relação as matérias que real mente constituem notícia.

    Jornalista é obrigado fazer cobertura de inauguração de Chafarizes, fazendo uma redação (Texto) enaltecendo a boa acção do Governo e vem o Presidente da República a falar da posição de S. Tomé no Ranking da Liberdade da Imprensa.
    Muita Brincadeira!

  7. img
    FODEBUDU Responder

    Feita por PT estamos desgraçados mais….vai piorar a liberdade de imprensa, porque essa concentração só tem importância num governo que respeita as regras da democracia. Agora esse tipo!?

  8. img
    Bartolomeu Diaz Responder

    Isto nao vai dar em nada. Estudos anteriores ja demonstraram isso. Pattice mais uma vez rsta a dar o tiro nos pes. Ele e sru ADI deveriam pedir colaboracao e experiencia de quem ja dirigiu a comunicacao social antes de mais esta asneira. Infalizmente patrice continua muito mal assessorado nesta area. Agora sim os jornalustas e tecnucos da imorensa estao feitos ao bife. Siu wuadto das financas e sei o que isto vai significar. Que Deus tenha pena de voces.

  9. img
    Ralph Responder

    Faz sentido ter uma trasmissora pública e faz sentido combinar todas as modalidades de transmitir numa única empresa pública que é propriedade do governo mas gerida a uma distância do próprio governo. Isto faria com que a empresa tenha a capacidade de programar conteúdo que satisfaça os requerimentos do público mas que seja livre de interferência do governo. Ter uma transmissora pública é essencial porque garante que conteúdo de importância nacional esteja emitido mesmo quando tal conteúdo não seja de valor lucrativo a uma transmissora comercial. Desempenham um papel national muito importante em todos os países.

Deixe um comentario

*