Expectativas e dúvidas em torno da empresa pública de Rádio e Televisão

Os profissionais da comunicação social da Rádio Nacional e da Televisão São-tomense, aguardam com grande expectativa a implementação da decisão do Governo no sentido de congregar os dois órgãos numa empresa pública.

Dúvidas também reinam na cabeça dos profissionais, porque as últimas informações divulgadas pelo Primeiro-ministro, Patrice Trovoada  indicam que a maioria das empresas públicas do país, estão tecnicamente falidas.

Dúvidas justificadas pelos profissionais, com o receio de que a empresa pública de rádio e televisão que pela primeira vez será criada, venha conquistar o ponto atingido pelo país nos últimos 3 anos, ou seja, tecnicamente falido.

Os profissionais da Rádio e da TVS contactados pelo Téla Nón, manifestaram-se preocupados com a sustentabilidade financeira da futura empresa pública.

No entanto, manifestaram esperançados de que a autonomia financeira e administrativa, que a empresa pública de rádio e televisão deverá ter, crie condições, para que conquistem a liberdade no exercício da profissão.

Abel Veiga

 

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    Original Responder

    O que se passa é seguinte:

    1-Esta Empresa é uma faxada porque não tem sustentabilidade para garantir
    salário aos seus profissionais.

    2-O orçamento rectificativo foi aprovado e Governo não tem forma como
    extorquir mais os cidadãos tendo em conta imposto sobre bebidas
    importadas incluído água e outros, não está dando resultado.

    3-O Governo vem anunciar à pressa transformação de Rádio e TV em Empresa
    Como forma recorrer aos bolsos do cidadão para sustentar este serviço
    gerando receitas para tapar furos à nossa custa e pagar-mos para ouvir
    o que não queremos.

    Pergunto:

    Vamos pagar para ver e ouvir estes palermas que mal sabem expressar(porque os melhores foram afastados)?

    Vamos pagar para ouvir entrevistas de 50 minutos de coisas que todo mundo
    sabe?

    Vamos pagar para assistir 2/3 do tempo de telejornal de TVS as propagandas do ADI?

    Resumindo e concluído,vamos garantir o funcionamento destes 2 Órgãos através de nossos impostos para ADI tirar o seu proveito.
    Quem viver verá.

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    Bartolomeu Diaz Responder

    Agora e tempo para se perguntar o que vao fazer com bracanan e com o joao ramos? Sabe.se que eles sao produtos discartaveis da adi, mas o que vao elea fazer da vida depois de serem verdadeiros pau mandados e sem perfil proprio?

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    abgé Responder

    Como Estratégia
    Plano: #A torna-las públicas, dai uns meses não vão ter forma de sustentabilidade.
    Apresentar plano b # PRIVATIZACÃO.
    A energia e água já são caros pelo que é cobrado mais a taxas audiovisuais da RTVS que segundo ao governo é para essas empresas terem a sua autonomia administrativa e financeira.

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    boca pito Responder

    Mais uma vez, este governo está a roubar o povo pequeno claramente, dizendo o contrário, que é defender o povo pequeno e não os grandes. QUE FALSIDADE!
    Esta intenção de criar RTVS, É UMA AUTÊNTICA ROUBALHEIRA AOS BOLSOS DO POVO PEQUENO. Ao pagarmos os impostos áudio-visuais na factura da EMAE, isto não passa de uma obrigação do governo, quando o cidadão não tem como reivindicar dos seus direitos, pelos péssimos serviços que são prestados pela RNSTP e pela TVS, onde grande parte dos jornalistas são medíocres, nem sabem ler bem em Português, quanto mais pronunciarem algumas palavras em Francês ou Inglês. Nem os cidadãos que não gastam o seu tempo a ouvir estas duas estações, serão obrigados a pagar o imposto audio-visual. Se alguém tem uma casa electrificada, mas não vive nela por ter residência no estrangeiro, pagando apenas o contrato mensal com a EMAE, terá que pagar este maldito imposto? É muita pena de este país não ter uma instituição que defenda o interesse do povo pequeno, onde as pessoas teriam por onde recorrer pedindo socorro em casos como estes. Uma RTVS seria uma óptima opção, caso os serviços prestados por essas estações valessem a pena, mas não é o caso.

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    Eduardo Responder

    A informação é a arma que libertou nosso povo oprimido na era colonial, sem ela não podiamos ser libertados na era colonial. Portanto essas informações tera que ser ouvido por todos no interior como exterior do pais a realidade de cada cidadão em qualquer lugar onde eles estejam.

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      Ralph Responder

      Precisamente. O senhor já apresentou o argumento perfeito pela operação e financiamento de uma forte e independente emissora pública que disponibiliza informação imparcial e atual a toda a população como um dever público.

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      boca pito Responder

      Sim.
      Mas neste momento, o nível de profissionais destas estações emissoras e o contexto político actual do nosso país, não é realista para que o cidadão pague taxas áudio-visuais. Porque senão vejamos. Numa primeira perspectiva, há que se ter um jornalismo de qualidade e em áreas específicas;noutro âmbito, nenhum jornalista deverá ser manipulado pelos políticos quer eles do partido no poder ou na oposição e por fim deverá haver um provedor da Comunicação social que, defenderá os direitos dos contribuintes desse imposto áudio-visual.

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    explicar sem complicar Responder

    Empresa com estes Cambalacheiros como João Ramos, Marito Rodrigues, Cotrim, Marximino Carlos, Edmundo, Gerson etc donos de saco azul do da TVS, que nem maior parte dinheiro de publicidade entra no cofre de TVS, que recebem contrapartidas pessoais de Publicidades do Supermercado Colombo em mercadorias e objectos? Que usam o contrato de Pestana e STP Airways para negócios escurosme pessoais? EMPRESA Com estes bandidos jamais.
    Por isso todos nós aqui fora sabemos que eles não querem Mateus Ferreira e criam intrigas junto ao governo.
    O melhor é sacar todos estes bandidos depois estruturarem empresa.

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    Ralph Responder

    Uma emissora pública desempenha um papel muito importante em qualquer país democrático. Tal órgão assegura que toda a população se mantenha informada de notícias relevantes, atuais e imparciais (e entretenimento também). E tudo isto gratis, como um serviço público – parte da razão pelo pagamento de impostos. Porém, o canal tem de ser permitido funcionar sem nenhuma interferência política. Parece, a partir de alguns comentários, que em STP isto não acontece, com interferência política mostrada obviamente a um partido em particular. Acho que qualquer governo tem uma obrigação a resistir à tentação de usar uma emissora pública para publicitar anúncios políticos e determinar quais são os programas transmitidos.

    Na Austrália, temos duas emissoras públicas, ambas recebendo todos os seus fundos do governo federal. Ambas as emissoras têm conselhos de administração que são independentes do governo, dando-lhes a capacidade de tomar decisões sobre a programação sem interferência. Há alguns anos também, as funções de rádio e televisão foram combinadas num única órgâo, no caso de ambas as empresas. Um dos canais até especializa-se em emitir programas em línguas além de inglês, permitindo-me ver as notícias televisivas de RTP1 na televisão e ouvir um programa de rádio ao vivo que apresenta as notícias atuais no Português do Brasil. Alguma gente acusa aos canais de estarem inclinados a um lado da política ou outro mas, sinceramente, ambos os canais mantêm um sentido de balanço político e nenhum deles permitem a transmissão de publicidade política. O governo apercebe-se da importância destes canais e assegura todos os anos que há dinheiro suficiente no orçamento do estado para permitir que as emissoras públicas possam funcionar bem. Não tenho toda a certeza, mas acho que a mesma se aplica no Reino Unido com

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