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Presidente da Guiné-Bissau deve ouvir Declaração do Conselho de Segurança

PARCERIA – Téla Nón / Rádio ONU

 Apelo foi feito pelo Grupo Internacional sobre o país que inclui as Nações Unidas, conhecido com P5; para a equipa decisões do chefe de Estado devem se basear nos pontos da Declaração Presidencial do Conselho de Segurança que pede solução para o impasse político na nação africana de língua portuguesa.

Conselho de Segurança das Nações Unidas. Foto: ONU/Rick Bajornas

Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque.

O grupo internacional sobre a Guiné-Bissau, conhecido como P5, pediu ao presidente José Mário Vaz que tome decisões de acordo com uma declaração presidencial do Conselho de Segurança que ditou o alargamento da presença de forças regionais.

A extensão por três meses do mandato do efetivo da Comunidade Económica da África Ocidental, Cedeao, na Guiné-Bissau também foi recomendada pelo bloco regional e pelo Conselho da Paz e Segurança da União Africana que são integrantes do P5.

Tensões

As Nações Unidas também fazem parte das cinco organizações envolvidas no processo para consolidar a paz na Guiné-Bissau juntamente com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, e a União Europeia.

Na terça-feira, o grupo expressou a sua preocupação “de que a persistência da crise poderia aumentar as tensões políticas”, depois de um encontro com José Mário Vaz.

O P5 apela ao líder guineense “a tomar as medidas adequadas que recoloquem o país no caminho da estabilidade política e institucional, fazendo aplicar os Acordos de Bissau e de Conacri”.

Crise

Em reuniões do grupo, os membros avaliaram a atual situação política no país e exploraram “ações apropriadas para apoiar os esforços de líderes políticos” para implementar os Acordos de Bissau e de Conacri para acabar com a crise política.

O grupo analisou ações da Rede de Facilitação das Mulheres e as suas atividades sobre a “promoção de um verdadeiro diálogo entre os principais atores políticos para resolver a crise”.

A rede foi elogiada pelos esforços que “permitiram manter conversações diretas separadas entre líderes de instituições nacionais, partidos e atores políticos guineenses que ajudaram a avançar o diálogo nacional.

 

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