Um Desafio Chamado “Cancro”

Publicado em 11 Set 2008
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Atento danilo.jpg as questões da sua terra natal, Danilo Salvaterra, emigrante em Portugal, chama a atenção das autoridades para o aumento de doenças cancerígenas, sobretudo no seio das crianças. O número de casos não para de aumentar com base nos registos de algumas crianças que são evacuadas para tratamento em Portugal.

 

 

Afinal o que se passa em S.Tomé e Príncipe que tem levado ao aumento de casos diagnósticados como cancro ?

Não quero falar de adultos. Falo tão simplesmente de casos de diagnósticos de cancro em crianças santomenses. As que podem claro, têm passado pelo Instituto de Oncologia. A casa ACREDITAR em Lisboa, tem servido de consolo para várias familias. Infelizmente nem todos os casos têm sido bem sucedidos.

Olho o assunto com preocupação porque não há razões aparentes para o aumento de diagnósticos positivos desta enfermedade em S.Tomé e Príncipe, se bem que os costumes têm-se alterados.

Não sei qual tem sido as preocupações e nem se o Estado santomense tem tido em linha de conta a situação. Sou apologista que se faça em S.Tomé e Príncipe um estudo minucioso da incidência da doença, de forma a se encontrar as razões, como ainda acautelar as acções que possam estar a provocar este aumento.

O número das crianças afectadas nos ultimos anos é elevado. Isto é um facto que ninguém pode negar. Deixo o alerta para os entendidos e a quem de direito.

Os radares electrónicos, as antenas várias, os residuos / lixos  de que se fala que são largados nos mares de S.Tomé e Príncipe, e mais coisas não estarão por detrás de tudo isto ?.

Embora tarde, porque muitas crianças já lhe foram diagnósticadas a doença ou simplesmente faleceram ignoradas ou não com a doença, lanço ao poder politico santomense o desafio :

O problema é grave, e pode mesmo comprometer gerações. Mas tem solução. Questionem e procurem soluções, pelo menos como forma de homenagear as crianças já desaparecidas fisicamente vitimas do cancro.

Danilo Salvaterra

Um dia antes do 11 de Setembro de 2008

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PS Não conheço estudos governamentais sobre o assunto em S.Tomé e Príncipe. Caso alguém tenha, ou conheça solicito que me facultem um exemplar.