Ministro da Saúde apela reforço da vigilância para prevenir contra a gripe suína

Publicado em 15 Jun 2009
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Numa conferêministro-saude.jpgncia de Imprensa Arlindo Carvalho(na foto), divulgou o relatório da OMS que da conta que a epidemia da gripe suína se transformou em pandemia. São Tomé e Príncipe ainda está livre desta doença, mas prevenir é melhor que remediar. Por isso o apelo para o reforço da vigilância.

O Governo está preocupado com o anúncio da OMS segundo o qual o nível de alerta em relação a gripe suína passou para o nível 6. «Ou seja o nível máximo. Isto significa que a gripe passou de epidemia para pandemia. Quanto a gravidade dos casos a maior percentagem dos afectados no mundo tem apresentado uma clínica moderada» disse Arlindo Carvalho.

Esta nova face de alerta significa maior responsabilidade e é necessário reforçar mais a vigilância nos aeroportos e portos do país.«A OMS alerta para a necessidade de continuarmos a monitorar a evolução da epidemia  e a gravidade da mesma. Até agora a letalidade anda a volta de0.5%. Ao nível interno a comissão nacional de emergência devera reunir-se e adoptar as medidas previstas», declarou o ministro.

Em casos de gripe com febre superior a 30 graus, o ministério da saúde recomenda a população a recorrer imediatamente aos centros de saúde.

É a primeira pandemia de gripe desde 1968. Os últimos dados da OMS registaram 28.774 casos em 74 países, com 144 mortes, a imensa maioria na América do Norte. A maior preocupação da OMS neste momento saber como o vírus vai se comportar nos países em desenvolvimento e como será a reacção dos governos. Por isso é prudente antecipar os possíveis problemas e se preparar.

Apesar de não ter sido detectado nenhum caso desta gripe no país, Arlindo Carvalho garante que é necessário alerta máximo.«Os santomenses devem ficar despreocupados mas alerta. Neste momento não existe casos detectados em S.T.P. mas que eventualmente alguém tiver sintoma de gripe é bom que recorresse a unidade sanitária mais próxima e também um apelo que deixamos aos viajantes é que ao chegarem eles colaborem com a equipa de saúde que se encontra no aeroporto.», frisou.

 

O país já dispõe de alguns equipamentos, de instrumentos para a colheita e envio de exames para o laboratório regional de referência em Yaounde, capital dos Camarões.

Ectylsa Bastos