“São Tomé e Príncipe tem um destino diferente” defendeu Rafael Branco

Publicado em 18 Jun 2009
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Palavras do chefe do governo santomense na conferencia que antecedeu o arranque do segundo ciclo de formação sobre gestão e liderança.Anteconselho-ministro.jpgs da primeira sessão de trabalho que decorre no hotel pestana, foi realizado no Instituto Superior Politécnico uma conferencia sobre o tema ” Performance e criação de valor: os desafios do controlo no séc. XXI”.

«Valor é a capacidade de geração de utilidade; performance é a capacidade de desempenho estratégico das organizações no sentido de criação da utilidade. Vou tentar  durante estes dias transmitir aos participantes os sete desafios que  na minha opinião caracterizam o processo de transplantação da problemática do controlo do sector da administração privado para a administração publica» Sublinhou Paulo Pardal, Professor da universidade católica portuguesa.

A realização desta conferencia foi uma forma encontrada pela comissão organizadora para dar a conhecer a um público mais vasto algumas noções daquilo que vai ser abordado durante o seminário. Este ciclo de seminários visa de algum modo contribuir para o reforço de qualificações nas matérias de gestão e liderança de quadros superiores da administração pública e não só do país.

O chefe do executivo santomense no uso da palavra  sublinhou que todas as oportunidades que se tem na vida para aprender não deve ser desperdiçada.» eu acho que muitas vezes falta-nos humildade suficiente para reconhecer que precisamos sempre de aprender mais e que nós  sabemos muito pouco. E sem essa consciência é muito difícil termos disponibilidade para querer aprender mais»  Rafael  branco deixou bem claro também que o destino do país poderá ser mudado.»é minha convicção que São Tomé e Príncipe tem um destino diferente e esse destino diferente passa pela transformação do nosso país numa plataforma  de prestação de serviços, passa pelo desenvolvimento de um turismo sustentado e passa por todo um conjunto de projecto para ligar São Tomé e Príncipe  ao mundo. Se nós formos  capazes de conceber e implementar esta visão, vamos fazê-lo numa posição de vantagem, de outra maneira, estaremos condenados a ser receptores daquilo que os outros pretendem fazer do nosso país.» realçou o primeiro ministro.

Recorde-se que este é o segundo ciclo de seminários que vem sendo organizado desde Maio último pelo governo com o apoio do PNUD.Durante três dias ou seja até a próxima sexta-feira, alguns quadros da administração pública e privada do arquipélago santomense participam numa sessão de formação sobre gestão e liderança. O terceiro e último ciclo será no próximo mês de Julho.

Ectylsa Bastos