Cooperação brasileira prepara futuro para mais de 200 jovens são-tomenses

Publicado em 19 Jun 2009
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Mais de dsacas.jpguzentos jovens são-tomenses, muitos já são chefes de família, estão a apreender novas técnicas de artesanato. Através do uso de produtos nacionais, como casca de árvores e bananeiras, vários objectos de valor estão a ser confeccionados pelos jovens, que apresentaram ao Governo os resultados da primeira fase do projecto. A melhoria do rendimento das famílias está garantida.

Só vendo é que se acredita. Cascas de árvores são-tomenses, produzem tintas frescas para tingir tecidos. O tronco das bananeiras, produz objectos de valor e com qualidade para comercializar no mercado internacional. Outras palhas da flora são-tomense dão forma a sacas e outros utensílios.

Potencialidades antes desconhecidas, que a cooperação brasileira, está a ensinar mais de 200 jovens são-tomenses a explorar. Numa altura em que se projecta o desenvolvimento do turismo, Brasil ajuda o país a promover o seu artesanato e a conquistar os visitantes.

Uma actividade que contribui para aumentar o rendimento das famílias. Com duração de 12 meses o projecto brasileiro, começa bordados.jpg a dar sinais de sucesso nos primeiros 3 meses. O Governo foi visitar os trabalhos e manifesta-se satisfeito. «É por isso que este projecto com a cooperação brasileira é muito importante para nós. Primeiro porque muitos jovens que já saíram da escola, não podem continuar os seus estudos, o que é que fazem? Há aqui uma maneira de ganharem a vossa vida, de tomarem conta da vossa vida, de terem rendimento que vos permita constituir família», declarou o Primeiro Ministro Rafael Branco.

O Chefe do Governo exigiu que os formandos optem sempre pela qualidade. «Que aprendam a fazer com qualidade porque o turista quando vem ele não quer comprar qualquer coisa para enchera na mala ele quer levar uma coisa de qualidade», concluiu.

Produtos que poderão ser comercializados tanto no país como no estrangeiro. Uma prova do êxito da cooperação brasileira em São Tomé e Príncipe, numa altura em que termina a missão do embaixador, Manuel Innocêncio

Abel Veiga