Juiz do Tribunal de Lembá reage ao comunicado da Administração da Cervejeira Rosema

Publicado em 26 Fev 2010
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augerio.jpgNuma mensagem enviada ao correio do Téla Nón, o juiz Augério Amado Vaz que está ausente do país, diz que a Administradora da Rosema, Dulce Xavier, teceu comentários maliciosos no comunicado publicado pelo Téla Nón. Augério Amado Vaz, aproveitou para acusar Dulce Xavier de ter recebido 300 mil euros da Rosema para comprar cevada e não o fez até o momento.

O Juiz do Tribunal de Lembá, defende-se das acusações que são feitas contra si, no comunicado da Administração da Cervejeira Rosema, e ataca Dulce Xavier. «A Senhora Dulce Xavier recebera uma transferência autorizada por mim, enquanto Presidente do Tribunal de Lemba, numa Empresa que tem sede em Lisboa, Canjua,no valor de 300 000,00 ( trezentos mil Euros) para compra de cevada para a cervejeira Rosema, no decurso da intervenção do Tribunal de Lembá e que até a presente data não honrou os seus compromissos com o fornecimento e nem tão pouco devolveu a quantia em dívida e o respectivo processo corre os seus trâmites no referido Tribunal», refere Augério Amado Vaz.

Porque o comunicado faz referência a dois recursos interpostos, um no Supremo Tribunal de Justiça de São Tomé e Príncipe e outro no Supremo Tribunal de Justiça de Angola, e que o Tribunal de Lembá terá ignorado, avançando para a venda da cervejeira, o juiz discorda. «Que eu saiba, nenhuma decisão tomada pelo Tribunal Regional de Lembá relativamente a este processo sofreu algum recurso, pelo que as mesmas transitaram em Juízo», concluiu Augério Amado Vaz.

Abel Veiga