Sociedade

Estudantes são-tomenses em Portugal unidos para combater o subaproveitamento de quadros em São Tomé e Príncipe.

Estudantes e quadros são-tomenses radicados em Portugal vão reunir-se numa conferência, na próxima sexta-feira, dia 23 de Abril, com vista a encontrar caminhos para uma política de integração profissional de recém-formados.

 

O evento, subordinado ao tema “Integração de Quadros e Estudantes: Políticas e Perspectivas”, e que terá lugar na Faculdade de Direito de Lisboa, às 15:30, vai juntar analistas, críticos, estudantes e quadros do arquipélago num clima de debate e reflexão sobre perspectivas para um aproveitamento mais racional de quadros nacionais.

 

O considerável número de jovens recém-formados que se encontram desempregados ou que trabalham em áreas diferentes das de formação e a crescente percentagem de quadros que não regressam ao país são algumas das questões que estarão em cima da mesa.  

 

Para a plateia vão falar Liberato Moniz, arquitecto radicado em Lisboa e um dos responsáveis pela implantação da Universidade Lusíada de São Tomé, o político Nuno Silva, Danilo Salvaterra, engenheiro e analista político que vive igualmente em Portugal, e o psicólogo e critico Mário Bandeira.

 

Espera-se que os oradores tracem o mapa das causas que conduzem ao actual baixo aproveitamento de quadros e apontem vias que possam potencializar um maior regresso de estudantes e consequentemente o seu rápido e eficiente enquadramento.

 

A realização da conferência enquadra-se na Semana Africana que, anualmente é organizada pelo Núcleo de Estudantes Africanos da Faculdade de Direito de Lisboa, à propósito de 25 de Maio, dia do continente africano.

 

Ludmilo Tiny

Estudante de Direito

Faculdade de Direito de Lisboa   

 

    

    3 comentários

3 comentários

  1. Helmer Neves

    23 de Maio de 2010 as 18:37

    Muito bom, coisa que deveria ser feita, igualmente, em STP, por aqueles que já sentem as dificuldades na pele!

  2. jos

    9 de Setembro de 2010 as 11:48

    porquê que os filhos de pobre terminam com boa média,e não são beneficiados e quem tem condições acabam com 11.0 são beneficiados no ensino superior.

    • Mé bégua

      28 de Setembro de 2010 as 21:31

      É o poder financeiro amigo!! A terra não é redonda

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