Marcha pela Vida ainda não conseguiu travar a onda de mortes causadas pelas motorizadas

A Marcha pela Vida, saiu as ruas da cidade de São Tomé, na passada terça – feira para despertar a consciência das autoridades políticas e da sociedade civil, sobre a mortandade que tomou conta das estradas do país, mas ainda não conseguiu travar a velocidade para a morte. As motorizadas táxis, não param de ceifar vidas.

Após a realização da Marcha pela Vida, menos de uma semana, pelo menos 4 pessoas morreram nas estradas do país. Mortes provocadas pela alta velocidade das motos táxis. Num dos casos, um cidadão foi ceifado por uma motorizada que em alta velocidade, teve que ultrapassar pelo lado direito um carro que estava estacionado.

O cidadão que estava parado tranquilamente no passeio perdeu a vida no momento. Enquanto isso, a enfermaria de ortopedia do Hospital Ayres de Menezes está a arrebentar pelas costuras. Fonte hospitalar disse ao Téla Nón que os médicos ortopedistas não têm tido sossego.

Abel Veiga

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    Anastacio Gomes Responder

    Oi, Abel!é triste tudo isso que se lè sobre o Paìs!
    é preciso fazer muitas campanhas e muito mais para que a populaçao tome conciencia.

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    lupuie Responder

    Sao Tome e Principe nao tem que copiar coisas que sao feitas no continente Africano. Este estilo de moto-taxi e africano e e muito perigoso. Infelizmente os nossos dirigentes, muitos dos quais donos das motorizadas nas estradas, fizeram um decalque dessa actividade mas nao tiveram em conta a qualidade das nossas estradas e a qualidade dos nossos motoristas. As autoridades tem que voltar a tomar posse das nossas estradas e ruas e fazer respeitar as leis vigentes no pais. Acho que deveriamos simplesmente acabar com essa pratica que so leva a morte e a deficiencia fisica.

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    Felisberto Trindade Responder

    Mais do que efeito é preciso atacar as causas e as consequências corrosivas desta lei que habilita qualquer um a conduzir…e fazer vítimas.Quando esmola é grande o pobre desconfia,daí que se depreende que a promulgação do texto que autoriza a imprudência deste serviço seja com objectivo apenas eleitoralista.É-me díficil compreender a insensibilidade com que os políticos santomenses assistem a estas perdas de vidas,ignorando o direito a vida e auto-excluindo de reger príncipios e leis para defesa da mesma.E se quem de direito, para a defesa das suas necessidades descarta as suas responsabilidades,não percebo a inércia da polícia que muito provavelmente extrai daqui benefícios elementares que muito dificilmente consegue ao final do mês.Hoje em dia em S.Tomé não se pode sair de casa e prometer que se volta…ou até que não se vá ter uma morte súbita.

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    Miguel Angelo Correia Responder

    Oi, NÃO VALE A PENA CRITICAR OS MOTO-TAXIS, SE NÃO APONTARMOS OS VERDADEIROS CULPADOS POR ESSA DRASTICA SITUAÇÃO EM Q O PAÍS SE ENCONTRA ACTUALMENTE; COMOÇO A PERGUNTAR SE EXISTE POLICIAL DE TRANSITO NAS ESTRADAS DE UMA FORMA COSTANTE NAS ESTRADAS, OS POLICIAS Q TEMOS SÓ SAIEM AS NOITES PARA GANHAR ALGUM DINHEIRO COM OS MOTO-TAXIS, O Q OS LEVAM A AUMENTAR A VELOCIDADE ; JÁ A ALGUNS ANOS ATRAZ , RECRUTOU-SE POLICIAIS PARA FORMAÇÃO NA ÁREA DE TRANSITO, KADEI ESSES POLICIAS, TALVES ELAS DISSERAM Q Ñ EXISTE VERBAS PQ É SEMPRE ISSO Q TEMOS ESTADO A OUVIR DOS NOSSOS GOVERNABTES ; SE O GOV Ñ INVESTE NA POLICIA E EM PARTICULAR, COMO É Q ELES IRÃO RESOLVER OS PROBLEMAS DOS ACIDENTES NAS ESTRADAS?,SE Ñ EXISTEM ESTRADAS PQ Ñ HA VERBAS OU SE EXISTEM VERBAS, E ELAS VÃO PRA BOLSO OU COFRE DOS…, NUNCA ESSE E OUTROS TIPO DE SITUAÇÃÕES RELACIONADOS Ñ VÃO SER RESOLVIDAS . NINGUÉM PENSAM NO POVO DE STP, O Q QUEREM É Q ELES MORAM PRA Q POSSAM TER MENOS PESSOAS A FALAREM .É PRECISO UMA BOA LAVAGEM DE ESPÍRITO PRA Q AS COISAS POSSAM MUDAR NO SEIO DAS NOSSAS POPULAÇÕES.

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    Sabemos sempre o que os outros não sabem Responder

    STP é especial:
    Existe companhis de seguro SAT e NICON.
    O Secretário Geral do MDFM Raul Cravid enquanto Ministro fez uma lei que beneficiava a SAT(seguradora do qual tem ligações) na altura unica no mercado, impondo a obrigatoriedade do seguro automóvel no acto de despacho alfandegario e não de circulação.
    Imaginem transferiram a obrigação da policia para os comerciantes que importam motorizadas.
    1. Pode-se fazer seguro de alguns minutos apenas para o processo aduaniero, sem pensar no verdadeiro objectivo a que se circunscreve um seguro.
    Em qualquer país normal o seguro deve ser efectuado no momento em que o veiculo vai entrar em circulação e no minimo deveria ser obrigatorio e de 12 meses contra terceiros.
    Deste modo o estado pouparia muito com os custos dos acidentes que hoje se registam transferindo-os para as seguradoras.

    2. A policia ao inves de estar a passear apenas nas ruas, deveriam exercer o poder e obrigar o uso do capacete e não limitar a pedir ao motociclista a factura que comprova que ele tenha adquirido o capacete.
    O capacete não é pra ser adquirido mas sim para ser usado.
    Sejamos mais sérios nas decisões.

    Aos motoqueiros, não julguem voces que o facto de não usarem o capacete estarão prejudicando aos policias, mas sim estarão apenas pondo em risco a vossa vida e a dos vossos clientes.

    VAMOS USAR O CAPACETE E SERMOS MAIS PRUDENTES PARA POUPARMOS OS RECURSOS FINANCEIROS DO PAIS QUE JÁ SÃO POUCOS PERMITINDO ASSIM POSSA SOBRAR MAIS DINHEIRO PARA POR AGUA NO HOSPITAL AO INVES DE COMPRARMOS APENAS “GESSO, GESSO, GESSO”.

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      Mingau Responder

      Se a própria polícia não usa capacete!!! Que dirá os moto-taxistas!?

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