Direcção de Regulação e Controlo das Actividades Económicas está a investigar cervejeira Rosema

Por causa das denúncias feitas por um deputado, segundo as quais o estado actual da cerveja rosema representa ameaça a saúde Pública, a Direcção de Regulação e Controlo das Actividades Económicas, decidiu avançar para o terreno no sentido de conhecer a verdade dos factos, disse ao Téla Nón a direcção da Polícia Económica.

Segundo o Director nos trabalhos de inspecção realizados nas instalações da fábrica na cidade de Neves, foram recolhidas amostras dos ingredientes utilizados na produção de cerveja. Tais ingredientes vão ser enviados para análises aprofundados em Portugal. «Como temos boas relações com a ASAE de Portugal, decidimos recolher e enviar tais amostras para serem estudados em laboratórios competentes», explicou o sub intendente Samuel António, director da Polícia Económica são-tomense.

Segundo Samuel António a Direcção de Regulação e Controlo das Actividades Económicas, recolheu também algumas garrafas de cerveja no mercado para efeitos de exames em Portugal. O objectivo principal desta operação e esclarecer a qualidade da cerveja rosema.

Note-se que o deputado Pires Neto, denunciou o alegado mau estado da cerveja nacional, tendo apresentado uma garrafa da cerveja Rosema, contento vários detritos incluindo uma barata morta. Em declarações ao Téla Nón a direcção comercial da cervejeira nacional, garantiu que a garrafa exibida pelo deputado foi retirada de circulação desde o ano passado, altura em que a nova administração assumiu os destinos da Rosema.

Abel Veiga

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    Filho de Deus Responder

    YA MÓN ACÁ TXILA NGUÊ GOSTO QUA DÊ.
    PIRES BÔ FÉ BEM….
    BÔ MEÇÊ PLÁ FISSÉ AXÊM SEMPLE VIM PÉMA CA BÊNDÊ NÉ………

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      Eliel T. Responder

      Pires é da conta do estado e ñ da inspecção.

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    moreno Responder

    creio ser insolita esta situacao. entao a fabrica de cerveja nao tem um laboratorio para analises ? nao sabem o que usam no fabrico da cerveja? nao existe um sector quimico na fabrica?gostamos muito de passar por coitaditos.

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      Flavio Moniz Responder

      esse é o povo sao-tomense…

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    sos Responder

    Isto é fantuxada, não acredito isto porque em São Tomé e Príncipe tem muita corrupção.
    mesmos que os funcionário da espencão económica discubrirem algumas anomalias serão cobertado com VALORES MONITÁRIOS.
    Já conhecemos a Actividades Económicas que temos nesta terra. e outras institição como tribunal, EMAE, CST, e outros etc. etc Enfim…

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    gato selvagem Responder

    Isto não vai dar em nada….. fuiiii

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    Mdomingos Responder

    Todos os deputados devem fazer este trabalho, mas de uma forma mais cautelosa, usando uma metodologia muito mais diplomática. Devem ter espírito comum, o que não tem acontecido no nosso parlamento. aproveito ocasião para dizer que gostaria de ver na próxima legislatura deputados honestos competentes, para tal os partidos políticos deverão scanear todos os possíveis candidatos, para não deixar passar aqueles infectados (corrupto e não só). Existe muita gente nova, muitos jovens. Acredito que esses não vão ao parlamento para discutir os antecedentes, a vida privada e …, mas sim, discutir tudo, a volta do desenvolvimento do País(STP).

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    Mingau Responder

    Depende-se de Portugal para isso também!? Em pleno século XXI, nós já deveríamos ter laboratórios próprios para as nossas análises internas em vez de se estar a gastar dinheiro com envio de amostras!
    Enfim… Enfim…!

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      Eliel T. Responder

      Além de ser séc.XXI ,é 2010….|qi decepção

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    Sum glomo Responder

    GOSTARIA NADA MAIS DE FAZER A REFERENCIA DO PORQUE ENVIAR AS AMONSTRA ATE PORTUGAL PARA ANALISIS???????????? COM TANTO ENGENHEIROS QUIMICOS QUE TEMOS CÁ NA NOSSA PRAÇA PORQUE NÃO, CRIAR INTERNAMENTE UM LABORATORIO PARA TRABALHAR EM PARCERIA COM A POLICIA ECONOMICA.

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      Tentado a ler Responder

      Seria um laboratorio a medida de todos outros do pais. Os laboratorios, incluindo os do hospital enviam sempre amostras ao estrangeiro para analises. Portanto se nao faltam reagentes faltam capacidades e recursos. Sera que serviria ter mais um laboratorio a funcionar so de nome a gastar recursos sem ter uma prestacao a altura do nome?

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    "Nós por cá e a nossa Maneira" Responder

    ….pois é….falar é facil…concretizar é que é dificil… num país onde todos mandam e ninguem sabe quem governa, é bonito de se ver na realidade….

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    gilker Nascimento Responder

    Tudo que tem a ver com a saude publica,acho bem averiguar,mas que façam um trabalho com insençao e imparcialidade!Força sao tomé!

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    Assunção Responder

    Menos mal!Se seguirem “as pesadas” da ASAE, boa prática tomará conta das suas actividades. Não queiram herdar o fardo do passado e querer continuar com o género de inspecção que avisa antes da visita e já sabemo o que isto significa. Havendo irregularidades como o noticiado indicia, até pk lia-se k a própria gerência admitia ter havido registo de reclamações, é caso para k se aja em conformidade e k sirva de exemplo, para k de ora avante todos os operadores de géneros alimenticios tenham maior cuidado e que possamos voltar a confiar na nossa cerveja com a qualidade k tinha senão mesmo, melhora-la.

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    Eliel T. Responder

    Boa!
    Porém, o facto de as amostras terem de ser enviadas para Portugal é mais um 10-20=-10 quando era suposto termos um laboratório apetrechado com equipamentos necessários para a revelia da qualidade dos produtos em circulação no nosso mercado. É patente e compreensível a hesitação por parte dos cidadãos no que diz respeito à credibilidade, na competência dos inspectores “comandados” pelo Director da DRCAE e no trabalho a realizar pelos mesmos. Contudo, temos de dar crédito à nova Direcção e apoiar com ideias, porque dada a magnitude da contingência temos presenciado (calinadas inúteis e desagradáveis) de alguns dos nossos cidadãos -quando se trata da competência-, resultantes de especulações e “mal dizer” dos jovens quadros do país, que vem ao caso o a Direcção e a equipa de inspectores da DRCAE.
    Sejamos sensatos, interventivos e merecedores de respeito para que os nossos dirigentes tenham a consciência de fazer as coisas em 20-10=10.
    Eliel T.

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    joferly Responder

    Ainda bem que certas anomalias vêm á tona.
    Uma fábrica com a dimensão da Rosema que serve de base ao fornecimento de um género com tanto consumo no nosso país não passa por um controlo? Quantas cervejas já foram bebidas sem passar por um rigoroso controlo? Alguns surtos de diarreias que muitas vezes não foram identificados o agente causador.O srº director da actividade económica vem dizer que tem boas relaçoes com a ASAE de portugal. Acho bem. Mas como director, que medidas tomou no sentido de haver em S.Tomé e Príncipe um laboratório local no sentido de estudar os produtos comercializados? Ao fazer o seu trabalho, alicerça-se em quê para tomar medidas? Já pensou que a relação estabelecida com a ASAE e o dito laboratório competente, (o que acho bem) alguns dos elementos que o integra possam ser Sãotomenses? Já se esforçou junto aos seus superiores hierárquicos em fazer com que esses supostos Sãotomenses pudessem integrar um hipotético laboratório em S.Tomé e Príncipe? Ainda bem que surgiu a “BARATA”.Não esquecer que atrás da barata vêm mais insectos.

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      Eliel T. Responder

      Muito bem!
      Já procuraste saber há quanto tempo a nova direcção está a trabalhar? Com que meios?
      Se são os mesmos superiores hierárquicos? (os mesmos).. Sabes se a nova direcção pressiona os superiores hierárquicos (que são os mesmos da antiga direcção)? Acompanhas as notícias?…………………………????
      Pois, tens razão… ainda bem que as preferem cerveja rosema ao invés de naftalina.

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        joferly Responder

        Olá Eliel T.
        o meu amigo, provávelmente deve estar cheio da razão. Relativamente a pertinência do tema, e as questões que deixou no ar, tenho a lhe dizer o seguinte:
        -seja a mesma direcção ou outra que a tenha substituído, a preocupação de qualquer uma delas é zelar pela qualidade de um bem que é consumível.
        - trata-se de um problema de saúde pública.
        -por acaso tenho acompanhado as notícias, principalmente aquelas que são lançadas de forma ao “boi dormir”.
        -não me convence com a justificação de que exista a pressão.
        - têm sim que tomar medidas no sentido de garantir a qualidade tanto química como microbiológica desse bem (quase precioso) muito consumido pela população.
        -para concluir neste contexto tanto mal é causado o seu consumo sem a garantia de qualidade, assim como o consumo da naftalina a que se refere.
        -caso o meu amigo seja técnico em serviço nesse serviço, deveria sim pautar pela boa qualidade, conforme é regulado pelas normas internacionais.
        ” Já agora, porque não solicitar aos vossos parceiros (ASAE)quais são as recomendações para a comercialização de qualquer produto consumível”?

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          Eliel T. Responder

          boa!
          stas coberto de razão!!!!

          com bons argumentos e boa educação, ñ esperava. poucos que passam por cá respondem aos comentários sem idiotíces.
          sou apenas um “paparrrazi” da DRCAE e ñ um funcionário da mesma.. vejo uma equipa nova que demonstra mais empenho e dedicação que a anterior (talvez por estar ainda no início). Até mais

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    Abubakar umbelina Responder

    o que eu acho uma boa ideia de para eviar o engrediente do produto para analise.
    so assim poderemos saber qual e o problema,se è o produto ou a fabrica.

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