Doenças Infecciosas no centro do debate das II Jornadas Médicas luso-são-tomenses

No segundo dia do evento que junta pessoal clínico são-tomense e português, para debate e troca de experiências, sobre as doenças que ameaçam o homem, as patologias de transmissão sexual, assumiram destaque. Francisco Antunes, médico especialista português, deu novidades aos colegas são-tomenses, sobre as novas técnicas ainda em investigação para prevenção da Sida.

Em São Tomé e Príncipe, os dados recolhidos pelo sistema nacional de saúde, indicam que as mulheres são as principais vítimas do vírus da Sida. As mulheres representam mais de metade dos casos registados.

No quadro das II Jornadas Médicas luso-são-tomenses, Francisco Antunes, médico especialista em doenças infecciosas, anunciou que a investigação científica está a testar um novo método preventivo, que pode afastar o perigo que recai sobre as mulheres em termos de contracção do vírus HIV. «As mulheres são muito vulneráveis a transmissão da Sida. Portanto está-se também a investir muito naquilo que pode proteger a mulher, e ela própria controlar essa protecção. São chamados microbicidas vaginais. Está ainda numa fase precoce de investigação, mas em breve as mulheres poderão aplicar na vagina um gel ou um antivírico que permite que o vírus seja eliminado logo a entrada», explicou o especialista português.

No entanto o uso de preservativos continua a ser fundamental, realçou Francisco Antunes.

No conjunto das doenças infecciosas, o pessoal clínico são-tomense e português, manifesta preocupação em relação a resistência que os vírus causadores das infecções começam a oferecer aos medicamentos. «Têm havido alguns problemas relativamente ao tratamento, porque algumas dessas doenças têm revelado resistentes aos antibióticos classicamente utilizados», precisou o especialista Francisco Antunes.

A tuberculose é uma das doenças infecciosas, crescente em São Tomé e Príncipe, e que está na agenda do trabalho de investigação e debate das II jornadas médicas luso-são-tomenses.

Abel Veiga

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    Alberto Nascimento Responder

    Sobre problemas graves ningém comenta.
    os banhistas estao todos na politica.
    é incrivel.

    vÊ la o que acham das microbicidas vaginais? ja leram sobre isso?

    só ficam a espera do ADI, PCD, MLSP e agora também o sindicato.

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    Alberto Nascimento Responder

    Eu não acho que o moderador tem que esta de acordo com o meu comentario para o aceitar.
    Este aparenta ser um jornal aberto e a palavra “banhista” é inocente.

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    JorgeK Responder

    Um tema transversal para a nossa sociedade e ninguém dá importância!
    como disse o senhor nascimento e muito bem, todos estao virados para a politica.

    Temos de ser mais sérios…

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    JorgeK Responder

    Andamos todos a esconder doenças e a infectar inocentes. Homens com mais 3 mulheres e “bocas” e ainda pegam senhoritas no liceu e levam a hoteis.
    Em STP quem pode pode e a sociedade vai vivendo nesse lamaçal.

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    fiáfluta Responder

    Quantos especialistas existem nessa área em S-Tomé(nacionais).Que condições existem para os poucos que existem trabalhar e server o povo. Dou-vos outro exemplo. Quantos quadros médicos temos em organizações internacionais afins indicados pelo nosso governo, Alguns que conheço foram para la parar pelos seus meios e mérito. Perguntem ao ministro da saude se mantem contacto regular com os poucos que andam por lá numa prespectiva de colaboração. Quando se encontrar pelo contrario estranham, épa como que fosta para lá parar. Em seguida solicitam, uma possivél colocação assim que deixarem o cargo.

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    jaka doxi Responder

    Penso que este assunto é da responsabilidade dos nossos governates.
    Durante 35 anos nada fizeram para melhorar o sistema de saúde e hoje vemos o que está a acontecer.
    Nunca estiveram preocupados com a saúde do povo porque quando adoecem fogem do país e fazem o tratamento no estrangeiro.Eles,as suas esposas e filhos e até as suas amantes.
    Na optica dos nossos politiqueiros o povo que se lixe.

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