Príncipe lança campanha de limpeza para eliminar o paludismo

A campanha “limpar o Príncipe em prol da eliminação do paludismo”, que começou este fim-de-semana na ilha do Príncipe, pôs a nu as imundícies que contornam o bloco de apartamentos construído na cidade de Santo António.

Latas, garrafas, vazias, fezes, trapos velhos, fazem a longa lista de imundícies que fazia o convívio dos moradores do bloco de apartamentos. Um bairro considerado de elite tendo em conta o nível social dos moradores do prédio.

Blocos de apartamentos transformado numa lixeira, e que por si só justifica a campanha de limpeza promovida pelo governo regional do Príncipe para eliminar o paludismo na ilha. A doença em causa está controlada no Príncipe. Há cerca de 3 anos que não se regista um único caso de paludismo na região autónoma. Mas com tanta sujidade no quintal do bloco de apartamentos, tudo pode acontecer.

Um atentado a saúde publica, que põe em causa a qualidade de vida de 24 famílias que habitam o bloco de apartamentos.

A lixeira que estava encoberta por capim veio à tona quando um grupo de funcionários público incluindo os próprios moradores procedia a limpeza no local, no quadro da “Campanha limpar o Príncipe em prol da eliminação do paludismo” organizada pelo governo regional.

Construído com o apoio da China Taiwan o bloco de apartamento foi inaugurado a pouco menos de 7 anos e nele vivem destacados dirigentes da função pública inclusive dois membros do governo regional. Para quem circula na zona torna-se insuportável o cheiro a podre que paira no ar.

Face a triste realidade algumas vozes reclamam a situação, como é caso de Paula Almeida moradora que disse a nossa reportagem que “Existem pessoas aqui no prédio que comem, bebem, e jogam as garrafas e resto de comida para trás da casa sem menor respeito pelos outros”.

Ainda de acordo com essa inquilina ” A situação arrasta-se a largos anos e ninguém toma medida para com os infractores. Como se não bastasse, há dias noutro prédio abriu-se um grande buraco no chão. Desabafou.

Abordado pelo Tela Non, Tiago Rosamonte Secretário Regional para Infra-Estrutura cessante, admitiu haver erros de construção, mas considera de inqualificável a sujeira no bloco de apartamento designado Santo António II. “O imóvel tem alguns erros de construção, mas os moradores são culpados pela porcaria que lá esta”. Afirmou.

A menos de vinte metros da sujeira está o jardim de infância S. António II o que pode constituir um perigo para as crianças pelo cheiro nauseabundo que produz.

Por vergonha do mal que os próprios forjaram, os moradores do prédio de catana em punho insultaram e escorraçaram a equipa da televisão que se deslocou ao local, com intuito de não se denunciar tamanha falta de pudor.

Teobaldo Cabral – Cidade de Santo António do Príncipe.

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    Taa-Sossegado Responder

    Falta de vergonha!
    Deviam é ser postos fora de la todos esses porcos.

    Quando o cavalo sobe para Chalé é o que dá!

    Tenha vergonha!

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    hugo lima Responder

    Que vergonha.
    Essas 24 famílias deviam ser expulsas, não foram educadas para viverem no apartamento.
    Deviam ser submetidas a multas no atentado a saúde publica.
    Ou Talvez querem que o Cassandra vá ai fazer limpeza.
    Falta de imaginação:
    Criem uma comissão. cada um contribui com um valaor minimo mensal e contratam pessoal para fazer limpeza pelo menos duas vezes em cada mês se for o caso.
    Onde andam os cachotes de lixo?
    Os restos dos alimentos não pode ser atirados pela janelas. Protegem no saco plástico e deposita-os nos cachotes.
    Essas figuras públicas não sabem disso? Esses órgãos do governo?
    Não passam de um bando de parasitas….

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      Democratico 1 Responder

      Tu tens razão Hugo Lima…
      Para reforçar é que naquele mesmo quadrado moram figuras do governo….
      Bando de porcos…

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    Polvo Paul Responder

    Director do Gabinete do Presidente regional, também vive nessa imundice.

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      mino ié Responder

      Pois não é só Chinho mariano, Mendonçinha,,,Carlos gomes vivia la helito,Dr.felícia afinal é uma corja de porcos que andam por lá e na rua da de muita gente, deveriam ser todos recrutados à possilga de bwê-bwê…que pouca vergonha….

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    Democratico 1 Responder

    Filhos da mãe, que falta de vergonha…

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    FC Responder

    Mentalidade, meus caros… pobre mentalidade.
    O que acho engraçado é estas pessoas postas num ambiente estrangeiro, cumprem as regras deste ambiente.
    Aqui em STP, o governo é que leva com as culpas.

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    Pedro Moura Responder

    Já vivi neste bairro e conheço bem o que por lá se passava.
    Mas eram responsáveis do Governo e do sector da saúde que tinham tais atitudes inqualificáveis. Havia esgotos de águas domesticas que eram lançadas na rua. Pedi ao responsável do Governo da área das infraestruturas que fosse lá. Foi…mas …nada. Havia amigos a não confrontar.
    Não é a má construção a culpada, mas o pouco civismo e a falta de princípios.

    Um admirador do Príncipe
    Pedro Moura

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      Osama bin Laden Responder

      O Manuel Valentim Trovoada também vive lá, e é director do Gabinete do Presidente Regional, não sabia que ele era tão porco.

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        Falaverdade Responder

        Para quem não o conhece, chama-se manuel valentim, vulgo Chinho Mariano, porco e arrogante da primeira categoria…nariz empinado
        fui

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    Zebideu Responder

    Pura mentalidade … viver nos prédios exige uma certa cultura.
    E o mais engraçado de tudo isto, é ter membros do governo mergulhado nesta sardinhada….Porcos.

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    Daniel Responder

    COSTUMA-SE A DIZER QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO, QUEM VÊ RUA NÃO VÊ DENTRO…CERTO? SE O PÁTIO DO PRÉDIO ESTA ASSIM , COMO ESTARA DENTRO DA CASA? COM CERTEZA TODO INUTILIZADO…TIRANDO ALMAS QUE NÃO MERECEM….POUCA VERGONHA,, ÁGUA É O QUE NÃO FALTA NO PRÍNCIPE…..

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    António Veiga Costa Responder

    PARABÉNS, Theobaldo Cabral e Abel Veiga.

    Esse é um dos grandes papéis da imprensa -denunciar situações desse tipo – cobrar resultados, desempenhando papel de relevância nas questões sociais.

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