Sociedade

Energias renováveis são uma das apostas para o combate a pobreza na ilha do Príncipe

Não só na ilha do Príncipe mas também noutras regiões reconhecidas como sendo mais pobres do país, nomeadamente o distrito de Caué ao sul de São Tomé e Lembá ao norte. Garantia do Primeiro-ministro após reunião com o novo governo regional do Príncipe.

O Presidente do Governo Regional José Cassandra, disse que o projecto de produção de energia renováveis tem solução para os próximos tempos, e o Primeiro-ministro confirmou «Já temos um financiador que acredita que devemos apostar nas energias renováveis, e vamos ainda no princípio do ano começar a implementar o projecto de iluminação pública solar e para as residências», assegurou Patrice Trovoada.

Segundo o Chefe do Governo o recurso a energias renováveis para levar desenvolvimento as comunidades mais pobres, não se resume a região autónoma do Príncipe «Vamos sobretudo atacar as zonas de maior pobreza que são Lembá, Caué e a ilha do Príncipe», referiu o Primeiro-ministro.

Note-se que a maior parte das populações do interior do país, não têm acesso a energia eléctrica e consequentemente ao progresso.

Abel Veiga 

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    12 comentários

12 comentários

  1. Manuel Jorge

    1 de Setembro de 2010 as 10:25

    Finalmente temos um primeiro ministro em STP, um primeiro ministro Revolucionário, com braços fortes e sem medo. Oxala siga assim e cumpra as suas promessas, senão serei o primeiro em criticar-te.
    Um abraço REVOLUCIONÁRIO.
    “É PATRIA OU MUERTE” VENCEREMOS

  2. Mané Petema

    1 de Setembro de 2010 as 10:42

    Já não é sem tempo. Enquanto despistamos daquilo que a natureza nos deu de mãos beijadas, o SOL esquenta, Esquenta sem parar.
    Energia Solar não tem tempo Ruim, menos prejuízo, pois apenas manutenção lhe garantirá progresso eterno. Investimento sem Prejuízo ao longo prazo.

  3. António Martins Gomes

    1 de Setembro de 2010 as 11:13

    Dizem os especialistas que a fonte de energia é renovável quando não é possível estabelecer um fim temporal para a sua utilização. É o caso do calor emitido pelo sol, da existência do vento, das marés ou dos cursos de água. As energias renováveis são virtualmente inesgotáveis, mas limitadas em termos da quantidade de energia que é possível extrair em cada momento.
    As principais vantagens resultantes da sua utilização consistem no facto de não serem poluentes e poderem ser exploradas localmente. A utilização da maior parte das energias renováveis não conduz à emissão de gases com efeito de estufa. A única excepção é a biomassa, uma vez que há queima de resíduos orgânicos, para obter energia, o que origina dióxido de enxofre e óxidos de azoto.
    A exploração local das energias renováveis contribui para reduzir a necessidade de importação de energia, ou seja, atenua a dependência energética relativamente aos países produtores de petróleo e gás natural.
    As fontes de energia renováveis ainda são pouco utilizadas devido aos custos de instalação, à inexistência de tecnologias e redes de distribuição experimentadas e, em geral, ao desconhecimento e falta de sensibilização para o assunto por parte dos consumidores.
    O homem teve a necessidade de encontrar energias alternativas a aquelas que são esgotáveis para suprimir as suas necessidades e eliminar os problemas ambientais. Das alternativas possíveis são a Energia Eólica, energia Solar, energia Geotérmica, energia das marés, energia Hidrológica e a energia da Biomassa.
    As fontes de energia estão ligadas ao tipo de economia: quanto mais industrializada ela for, maior será o uso de energia.
    Ao ritmo que cresce o consumo dos combustíveis fósseis, e tendo em conta que se prevê um aumento ainda maior a curto/médio prazo, colocam-se dois importantes problemas: questões de ordem ambiental e o facto dos recursos energéticos fósseis serem finitos, ou seja, esgotáveis. As fontes de energia renováveis surgem como uma alternativa ou complemento às convencionais. Num país como São Tomé e Príncipe, que não dispõe (ainda!) de recursos energéticos fósseis e face aos constrangimentos referenciados, a implementação das fontes de energia renováveis deverá ser um dos objectivos primordiais da política energética nacional ?

    • Franz K

      1 de Setembro de 2010 as 12:00

      Sim e não!

  4. Democratico 1

    1 de Setembro de 2010 as 14:45

    Sr. Presidente do Governo Regional, com todo o respeito, mas o Sr. Tambem precisa ser mais ativo, a politica exige isso do senhor. Chega de leve-leve…

  5. Lima

    1 de Setembro de 2010 as 14:55

    O Sr. primeiro ministro debruça-se porq o povo está contando dias e noites. O Sr. tem 4 anos para demonstrar os primeiros sinais de mudança. Critique sim o q esta mal, mas enquanto não vejo ainda não acredito em mudança. Os seua sinais me transbordaram as lagrimas de alegria e esperança. Chegou e vamos rumo a victória.

  6. sydnei

    2 de Setembro de 2010 as 8:30

    Apos varios anos sem energia no pais …quem sabe é uma nossa forma combater a falta de energia em STP..QUE a ilha de São Tomé poderia ter a mesma iniciativa de apostar na nova energia …assim o pais n gasta tamto dinheiro no combustivel e menos dinheiro a ENCO…QUE POR TODA HORA CHORA a divida de estado por causa de EMAE…..força novo governo

  7. Aleluia

    2 de Setembro de 2010 as 11:35

    Mais uma vez, mesma coisa!
    Vocês acreditam que o PT já teve tempo para negociar algum projecto, com seja quem fosse?
    Claro que isto é algo deixado pelos governos anteriores!!
    Deixemos de nos masturbar, gente! Já chega de euforias histéricas. Vamos agora é ver a implementação disso, porque é isso que interessa.

  8. jaka doxi

    2 de Setembro de 2010 as 16:43

    MEU CARO ALELUIA.
    VOCÊ TEM RAZÃO NO QUE DIZ.
    O TEU ÚNICO PROBLEMA É QUE QUANDO É UM ASSUNTO QUE TOCA NO TEU COVIL DE CORRUPTOS VOCÊ DEFENDE.
    DOU-LHE O EXEMPLO DOS MENINOS QUE FORAM A TAIWAN ESTUDAR E QUE FORAM ENVIADOS PELOS CORRUPTOS DO MLSTP E PCD.
    NESTE CASO VOCÊ FOI O PRIMEIRO A DIZER QUE É O NOVO GOVERNO QUE PREPAROU TUDO QUANDO TODA GENTE SABE QUE É MENTIRA.
    DEVEMOS SER CRITICOS E RESPONSÁVEIS EM TODAS AS SITUAÇÕES. E NÃO QUANDO APENAS NOS BENEFICIA.
    ABRAÇOS

    • STP em Venezuela

      8 de Setembro de 2010 as 21:05

      Tu tens razäo meu caro!
      Os corruptos säo mesmo assim, ñ fazem nem deixam q os outros façam. Quando surge alguém q parece intressado e disposto a mudar o país, la vëm eles inventando coisas apenas para o derrubar.
      Temos que ser revolucionário, diferente desses q säo capitalistas, temos q buscar o bem do colectivo e ñ o bem próprio, para que possamos ver o nosso país a desenvolver!! O Dr. Patrice Trovoada sempre aparentó ser uma pessoa digna da nossa confiança, portanto deixemo-lo por em prática as suas ieias renovadoras!
      Um abraço

  9. Madalena

    2 de Setembro de 2010 as 17:06

    se ficarmos com estas teorias na cabeça, estamos a enganar uns aos outros.
    Ilha do Príncipe, precisa de infraestruturas, informação / Formação, transporte rapido(aereo e maritimo), acessivel, investimento privado estrangeiro. Basta.
    O resto vem depois, a regulação, ficalização, etc, só depois as renovaveis. A população problemas urgentes, não pode ficar preso neste discurso de:
    Sustentavel, renovavel, ambiente luta contra pobreza, etc, uma serie de neologismos, a perder o tempo.

  10. ámí sá mí mé

    2 de Setembro de 2010 as 19:29

    nós sãntomense ficamos conglatulado com essa iniciativa do governo de então …esperamos que essa iniciativa va adiante sei que na primeira tentativa ha de aparecer obstaculo mas acreditamos no sucesso e futuro de STP não te deixa coromper por esses mal feitores que ja levou o nosso stp à lugar que estamos

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