Sociedade

Grupo Pestana reage aos artigos sobre o caso “Terreno Vila Maria”

Na nota de esclarecimento enviada ao Téla Nón, a administração da Afrotours, SA – Grupo Pestana, diz que as notícias reveladas sobre a polémica do terreno onde foi construído o condomínio Vila Maria, contem imprecisões e algumas afirmações de carácter difamatório.

Ponto a ponto, a administração do Grupo Pestana em São Tomé fez o esclarecimento no seu ponto de vista das notícias veiculadas pelo Téla Nón.

No primeiro ponto a administração encabeçada por Pedro Martins, diz que «a empresa de direito são-tomense de que o Grupo Pestana é accionista maioritário, adquiriu oportunamente o terreno onde construiu, mais tarde, parte do condomínio Vila Maria».

A nota reforça que antes de realizar este investimento, o Grupo Pestana, assegurou-se que São Tomé e Príncipe, é um estado de direito, respeitador da propriedade privada, que se encontra própria e correctamente registada nos seus organismos competentes.

O Grupo Privado, diz que pauta a sua actividade pelo cumprimento da lei, «pelo que antes de proceder à compra do referido terreno, obteve junto dos organismos responsáveis pelos registos de propriedade dos imóveis, que sobre eles impendem, as certidões necessárias à confirmação de que tais terrenos eram pertença do seu proprietário à altura da venda e se encontravam livre de quaisquer ónus», adianta a nota de esclarecimento.

A Administração do Grupo Pestana, acrescenta que como manda a lei, a escritura de compra e venda foi realizada em notário oficial, que no cumprimento das suas funções, «se assegurou da legalidade da operação, nomeadamente o facto de o bem transaccionado estar devidamente registado em nome do vendedor», precisa a nota.

O Grupo Pestana diz também que não é se quer parte do processo judicial, noticiado pelo Téla Nón.  Por isso, esclarece que «não teria assim de negociar nada com ninguém, sobre uma parte do terreno que comprou legitimamente, cumprindo todos os procedimentos legais nesta matéria».

A nota desmente por outro lado a hipótese de que as 35 moradias do condomínio se encontram vendidas, e sublinha que a notícia do Téla Nón não está correcta em relação a este ponto.

A Administração do Grupo Pestana em São Tomé, fecha a nota de esclarecimento com um remate no mínimo ameaçador. «Reservamo-nos o direito de procedimento judicial contra terceiros, empresa ou individual, por difamação e prejuízos causados por falsas notícias sempre que consideremos existir razão para tal».

Abel Veiga

    21 comentários

21 comentários

  1. P.F.

    3 de Novembro de 2010 as 18:20

    O que é que se nos oferece dizer a pessoa que vendeu o terreno,neste caso o cidadão, Fradique de Menezes? O povo precisa saber toda a verdade,pelo menos desta vez!A justiça divina vai sem dúvidas vencer e a pessoa lesada o cidadão, António Santos saíra batendo palmas como justo vencedor.

    Cordealmente a bem da justiça e da nação.

  2. caboverdiano

    3 de Novembro de 2010 as 20:34

    pedem contas a quem vendeu e os politicos entao como vaqi o negocio do antigo club naval com o angolano

  3. DÁ e DÓI

    3 de Novembro de 2010 as 22:00

    Com o abuso de poder, faz-se tudo nesta terra. Sabiam muito bem que este terreno tinha dono. Fizeram de capricho e agora não querem pagar ao dono a indemização.
    Quem pode pode, um dia deus fará justiça nesta terra, já que ninguem o faça.
    Bem haja….

  4. Antoninho

    4 de Novembro de 2010 as 10:40

    Acho que se deve pedir contas ao Fradique de Menezes e nao ao Grupo Pestana.
    Este senhor esta a aproveitar o facto de ser PR e usurpar terrenos em tudo quanto e canto de STP. Usurpou na Favorita, em Madalena, na Praia das Conchas, em Porto Alegre, etc. Esta a fazer exactamente como fizeram os colonizadores na epoca. Era so tomar e esta tomando.

    • Mabutú

      22 de Agosto de 2011 as 12:05

      exactamente. kem tem já n tem pk quem n tinha passou a usurpar de quem tem.

  5. FÉLÁ PINTÓN

    4 de Novembro de 2010 as 14:58

    os terrenos de Vila Maria, S. Gabriel pertencem ao famoso JULIÃO. Por isso é que o TONY da fábrica de blocos está rico, fartou-se de vender terrenos do JULIÃO.

  6. caboverdiano

    5 de Novembro de 2010 as 8:38

    sao todos ladroes nessa terra possa nem os santos escapam a vigarice

    • Polvo Paul

      5 de Novembro de 2010 as 13:52

      Epa, você está tornar muito atrevido, vai fumar kankam em Cabo verde. Deixa-nos resolver os nossos problemas, pateta.

    • El Chicarito

      6 de Novembro de 2010 as 1:38

      Oh ignorante, o quê que ganhas em escrever estas asneiras? Dedica-te mais à pesca!

  7. Lódóma

    5 de Novembro de 2010 as 11:05

    Se a justiça vier mesmo a tona veremos que o próprio grupo pestana é um dos usurpadores, por ser poderoso economicamente minaram os funcionários e assim falsificaram tudo e mais alguma coisa, agora se a justiça vier a tona com o poder de Deus Pai e S. Tomé Poderoso irão saber tudo mas tudo e dai saberemos quem tem razão! Se será os usurpadores ou o legitimo dono, os mesmos grupos pestana que tomaram o ilhéu das Rolas juntamente com esse PR corrupto e expulsaram os residentes, fiquem sabendo que se homem não fizer justiça o (HOMEM MAIS PODEROSO FARÁ) mais tarde ou cedo feita é que será feita os usurpadores conhecerão caminho de casa, S. Tomé é para os São-Tomense.
    Povo São-Tomense não da trégua aos usurpadores.
    Viva S. Tomé.

  8. aapp

    5 de Novembro de 2010 as 11:20

    Pelos vistos o culpado ainda vai ser o cidadão António Santos, que não tinha nada que ser proprietário do terreno.
    Quem vendeu, quem passou os documentos com a indicação da posse dos mesmo por outro titular e quem os adquiriu são todos inocentes que até estão a ser prejudicados pelas noticias. Haja decência e vergonha, não gozem com os pobres que não têm culpa nenhuma de o serem, talvez se tivessem os principios destes intervenientes, muito possivelmente também estariam ricos e assim já lhes seria possivel todo tipo de acções e atitudes.

    • José Rocha

      6 de Novembro de 2010 as 11:41

      Tem razão. O culpado é mesmo o António Santos que não tinha nada que ser dono do terreno. E mal vai a Justiça são-tomense por não o castigar de forma exemplar, da maneira desmotivar outros a virem reclamar do mesmo, isto é, que lhes usurparam os terrenos.

      Mas o pior não é isso: o pior é que o grupo Pestana (que como se sabe não está em São Tomé e Príncipe para ganhar dinheiro mas para fazer um especial favor ao povo do país) se lhe levantam muitos problemas, vai de abalada para outras paragens. Olhem, por exemplo para a zona dos Grandes Lagos, na República Democrática do Congo, Ruanda ou Burundi, que é uma região tranquila e de largo potencial turístico.

  9. Licenciado em Direito

    5 de Novembro de 2010 as 17:13

    lá vao eles ( o grupo pestana) de novo abanar a bunda e fazer chantagem emocional e psicologica ao governo alegando que a sua dignidade se sente ameacada e que teem pensado abandonar o pais, e os ministros todos e sociedade dirigente lhes vao lamber as botas, implorando que fiquem.

    outro filme nao passará, apenas esse que acabo de narrar, pena é que nem a TVS terá cassete suficiente pra eterniza-lo como arquivo noticioso, porque dias depois utilizará a mesma fita pra novas gravacoes….ehehehehehehehehehhe.

    a excassez e miséria estamos condenados os coitados sem poder e pobres em africa.

  10. Artur Vera cruz

    5 de Novembro de 2010 as 18:16

    Pois agora estão a degrinir Vossa imagem, Antes de lá instalarem deviam saber como são as coisas. Associou-se a esses delapidores da coisa pública (povo) Privada do (pobre) e agora quer ter razão.Vão lá para se enriquecer custe o que custar passam por cima de tudo e todos.corropem os funcionários públicos e depois chora. Acha Justiça.
    António não desista nunca.

  11. caboverdiano

    5 de Novembro de 2010 as 18:22

    o senhor polvo paul ainda bém que houve o mundial de futebol para usar este nome sabe que o dito polvo ja morreu possa voces usam umas expressoes mesmo muito baixa que cultura esta aprende a insultar pelo menos ja que nao sabes nada

    • Fruta Fruta

      21 de Novembro de 2010 as 22:12

      Olá Caboverdiano.
      De vez em quando leio o Tela Nom. O Téla Nom parece ser um orgão de opinião e algumas vezes de picardia desnecessária. Mas essa de todos serem uns “ladrões ” foi um exagero ou talvez esteja descon-textualizado.Mas acho pelo facto de estar a comentar tem uma forte ligação a essa Terra que é S. Tomé

  12. roberto

    6 de Novembro de 2010 as 15:24

    Os problemas sao para ser resolvidos e desta maneira nao vamos encontrar uma solucao a solucao sò pode vir do dono, quem vendeu e quen comprò que tambèm è outro culpado quanto a justisa se nao for feita por homen serà feita pou grandioso Deus que se encontra nas alturas do ceu .poden faser tudo que querem mas dez Deus que en verdade nao ficarà pedra sobre pedra neste planeta.que assin seja feita a vontade de Deus.

  13. Miná di Céliví

    6 de Novembro de 2010 as 17:55

    Estes dois,o Pestana e o nosso Sobrancelha(FM), hão de pagar pelos seus actos. Quando o PGR começar a trabalhar ( e deixar de comprar cimento com o Vitara do estado aos fins de semana) as coisas vão melhorar.
    Um bem haja a todos!

  14. Jeka

    8 de Novembro de 2010 as 10:33

    Esta discussão não tem nível nenhum.
    Abel, é caso para pensar, se vale a pena continuar a promover toda essa mediocridade.
    Jeka

  15. maria

    8 de Novembro de 2010 as 12:12

    Neste caso o grupo pestana como o senhor Antonio foram vitimas dos governante( os ladroes)no nosso pais como todos sabem o aparelho da justica em s.tome nao funciona!eu concordo plenamente com o comentario do Antoninho o PR Fradique de Menezes tornou se porpretario de tudo ,todos os trrenos em S.Tome passando por cima do proprio dono.isso k se chama abuso do puder!francamente……..

  16. laura

    22 de Junho de 2014 as 21:05

    eu kero pedir o favor de me arranjarem uma casa barata para ir conheçer esse pais ke deve ser maravilhoso fico ha espera

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