Japão oferta mais arroz

É uma dádiva tradicional do reino nipónico a São Tomé e Príncipe. O Ministro da Cooperação Internacional Américo Ramos, recebeu do representante da embaixada do Japão 3334 toneladas de arroz em ajuda alimentar para o povo de São Tomé e Príncipe. Arroz que segundo o acordo deve ser vendido a preço acessível para a população, e o resultado da venda aplicado na realização de projectos sociais e económicos. No ano 2005 o governo japonês decidiu cortar o fornecimento da ajuda alimentar, por causa do desvio do arroz e do dinheiro resultante da venda por actores político-dirigentes são-tomenses. A ajuda alimentar foi retomada em 2006.

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    suave Responder

    qrroz esse, que vao vender a preco exorbitante ou vender aos empresários, que depois darao o preco que lhes der vontade, pra depois ser comercializado e vendido a populacao. alguem espera algo diferente disso que acabei de mencionar?

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      Cidadão Alegre Responder

      E depois roubam a verba da venda de arroz e foge para Portugal, esse arroz vai ser uma grande fezada das boquitas dos politicos de STP, agora que toda madame vai passar ferias em Portugal em hotel de luxo com tudo pago.
      Povo vai continuar a morrer de fome.
      Japão devia pára de arroz a STP, porque o mesmo não serve ao povo, mais sim a interesses politicos de partidos que esteje no poder, serve de saco azul para financiar banho no periodo eleitoral.
      Viva a corrupção!!!!!

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    Hugo Lima Responder

    Boa noticia, espero que sirva mesmo a nossa população que tanto presisa a um valor razoavel.

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    Ze Maria Responder

    Isso não é oferta para o povo carente, mas sim a um pequeno grupinho de individuos influentes do país.

    O governo deveria doar esse arroz aos mais pobres e não vendê-lo como fizeram os vários governos sem ter dado um destino cognoscível ao dinheiro da venda.

    Patrice,
    Doe o arroz a tanta gente sem um pão pra comer neste natal.

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    Voz do Povo (Num Estado democratico, a voz do Povo eh a vontade e palavra de Deus) Responder

    Mais arroz mais dependencia. Queremos tecnologia. Esse arroz eh em troca de alvara para k os barcos japoneses possam pescar no nosso mar territorial a preco de tuta e meia enquanto k no Japao, peixe eh um produto carissimo e eles la consomem muito peixe. Eh bom essa troca mas a partir de momento k isso ajuda a nossa economia. Desse jeito nao nos ajuda nada, mas sim um grupinho de SACO AZUL do Caso GGA, STP Trading, as Maria, etc. Nos ensine a produzir arroz. Que traguem vossas tecnologia. Nos ofereca tecnologia + arroz.

    Fuiiiiiiiiiiiii

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    Moreno Responder

    Ha um dito popular que e – ha sempre um chinelo roto para um pe descalco- e o que se passa connosco.a ver vamos como se fara a comercializacao deste arroz.

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    RECORD Responder

    Soube q o resultado da venda (in)justa desse arroz ofertado deve constituir um fundo de contrapartida, destinado ao apoio ao sector social. Porém, somos confrontados com uso indevido desse fundo em benefício de um sistema instalado no país há tempos. A população paga caro pelo arroz que lhe foi ofertado pelo governo nipónico, na espetativa de contribuir tb desta forma para o benefício comum, mx o tal fundo só serve para projectos de uma dúzia de políticos. Fica assim provado que esse modelo ñ se adapta a nossa realidade, aliás só penalisa cada vez mais as nossas populações… Ora, não seria melhor que a população beneficiasse directamente desse apoio, comprando esse arroz ao preço de 5 a 10 mil dobras por kg? Suponho que todos seriam beneficiados e ñ apenas essa elite de oportunistas.

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    BLAGA PENA Responder

    Espero que nao seja um saldo da quadra festija para os tubarroes do país, fazerem-se as suas vidas
    ja nao estou aqui
    fui

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      BLAGA PENA Responder

      correcçao – quadra festiva

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    CT Responder

    É com imensa alegria e tristeza a mistura k recebo esta notícia.
    A ajuda do governo nipónico é gratificante.O k de certeza não será gratificante é a forma como será gerida esse apoio. TDS sabemos como essas coisas são depois assaltadas pelos “senhores de colarinho”. Triste né…..mas essa é a realidade. volto já!

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    El comandante en jefe Responder

    OUTRA MACA MAIS.=>GGA-II

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    lino Responder

    MAS QUE FEZADA MEU DEUS!!! gRANDE DÁDIVA SIM …MAS PARA REFORÇAR OSBOLSOS DESSES CAMBADAS.
    VAI SERVIR PARA GRANDES ESQUEMAS E O POVO A VER O NAVIO PASSAR….
    FOI SEMPRE ASSIM….E TENHO DÚVIDAS QUE VENHA A SER DIFERENTE..

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      XYZ Responder

      A ideia e muito boa. No entanto nao fique surpreso se aparecer um “muata” com atestado de miseria a pedir tambem o tal arroz.

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    lino Responder

    POIS É!..BOA OPORTUNIDADE TEM O NOSSO AMIGO PATRICE TROVOADA DE PROVAR QUE TEM BOM CORAÇÃO.
    …..DISTRIBUIR ESSE ARROZ AOS MAIS NECESSITADOS.
    E VEM MESMO A CALHAR PORQUE VEM AI A ÉPOCA FESTIVA.
    VAMOS VER.

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      XYZ Responder

      A ideia e muito boa. No entanto nao fique surpreso se aparecer um “muata” com atestado de miseria a pedir tambem o tal arroz

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      STP # STP Responder

      Eu não diria dar, até porque se for pra dar, nem todos beneficiarão. O ideal é vender a um preço simbólico, no meu ponto de vista…

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    Matos Responder

    Gostaria de perceber como o governo niponico, sabendo do destino do arroz a stome, teima continuar “ofertando” o dito arroz.Seria mais provetoso ensinar os santomenses a praticar o cultivo de arroz.Seria dificil,pois indipendentemente o clima nao ser favoravel, somos preguicosos, so queremos receber pra depois um grupo de santomenses, que para alem de preguicosos sao ladroes, desviarem o arroz que devia ser de todos.

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      Boquitóo Responder

      Os dirigentes são-tomenses são maus. Negociam miséria para o povo. Hoje em stp a banana está mais caro do que arroz, óleo de palma mais caro de óleo importado, galinha de foro mais caro duque galinhas importadas, etc.. Um produto interno com preço de outro, seis/sete bananas prata por cinco mil dobras, sete ou oito matabalas por quarenta mil dobras. Porquê tudo isso, quando temos terra para trabalhar. Porquê tudo isto quando temos tantos homens e mulheres desempregados. Muito mais de receber esses produtos os governantes tem que ser humildes e pedir aos parceiros de cooperação que nos ensine a pescar e não só dar-nos peixe. Os nossos produtos têm qualidade, visto que têm sabor autêntico, por exemplo, jaca, manga, safú, ananás, abacates, carambola, o izaquente, matabala, banana-maçã e muito outros que sabem bem! Por isso sou de opinião que em primeiro lugar o governo deve, num horizonte temporal de sete anos, dar formação interna, técnico e superior, aos cidadãos no domínio de agricultura e pesca para invertemos o actual estado de coisas. Temos que conhecer as técnicas de produção, transformação…É urgente.

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        Matos Responder

        Caro boquitoo,

        Faco as minhas as tuas palavras, e lamentavel a maneira como disperdicamos o nosso recurso natural e inaceitavel toda esta situacao em que vivemos.
        O governo deve sim apostar na formacao de quadros e na capacitacao tecnologica. Fazer parcerias estrategicas com vista a aumentar o nosso capital humano nao ficar a espera dadivas pra depois ser mal gerido.
        A natureza foi generosa conosco, faltanos aproveitar essa generosidade.

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    Alberto Nascimento Responder

    Este arroz ira render bilhoes de dollares a alguns FDPs.

    Mudanças?

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    N.C Responder

    se mandassem arroz familia,aqui sim o povo encontaria a baixo custo,como sao maus,falsos esses nossos dirigentes

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    lingapô Responder

    Vai haver mais um GGA,se não houver outro critério de venda.espero que este arroz chegue ao povo,a prêço modico.Se não vejamos:Os D&D vão comprar todo o arroz e vão ditar o preço.

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    Madalena Responder

    Já há Pão (japão), por isso nosd enganam com arroz.
    O Japão devia investir na adução de agua para todas as vilas e cidades.
    O sistema de rega(aspersão, gota a gota), construção de grandes reservatorios a montante, com recurso a motabomba, com alimentação a painel solar. Com isso fica dispensado o arroz. Migalias do Governo NIponico.

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    Madalena Responder

    Cultivar o arroz em STP!!
    Com a nossa santa ignorÂncia, a pratica de agricultura do arroz, colide com os nossos saberes populares.
    Ex: Arroz deve ser plantado em solo encharcado, muitas vezes agua chega a joelho e toca no testiculos. Sabem que associamos isto com a imputencia sexual(frialidade, fio glosso, etc), por isso quem vai cultivar arroz??? Apenas senhoras??

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    Eugénio Silva Responder

    Meus caros irmãos!

    No mundo de sempre, ninguém dá nada a ninguém… Desde as sociedades primitivas houve trocas de produtos da colheita agrícola com os manufacturados ou provenientes da pastorícia. “Os deuses vendem quando dão”, palavras do poeta F. Pessoa.
    Concordo com o que disse “Voz do Povo”. Os barcos japoneses certamente pescam nas nossas águas marítimas e por isso pergunto: quanto é que eles pagam por isso??? O arroz não é oferta nenhuma!!! Os japoneses têm de certeza contra-partidas… São-tomenses, “bamo bili wê!!!”

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    Andrade Catanhede Responder

    Há um provérbio popular que diz:
    “Em vez de dar peixe a quem dele precisa, dê-lhe os materiais de pesca e ensine-o a pescar”
    Os Japoneses são inteligentes, e deveriam mudar de estratégia. Sabem o destino do arroz que têm fornecido ao governo São Tomense. Assim sendo, porque razão insiste neste tipo de doação?
    Espero que o actual Governo negocie com os Japoneses outros procedimentos para esta cooperação. Que nos ensine a cultivar o arroz localmente, como os taiwanês têm feito em relação a outras culturas. Assim, criaríamos mais postos de trabalho para os jovens e não só, e a nossa população não teria de esperar pela “benevolência” dos outros.

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    Adriano Málé Bobo Responder

    Se o arroz é ofertado porquê que o estado não pode vender a um preço mais barato e que estão a vender a preço elevado,
    obrigado,
    fui,

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