Sociedade

Caso São Lima não sai da actualidade

Quando o Téla Nón denunciou o afastamento do Jornalista Oscar Medeiros da TVS, ainda neste ano, antes das eleições legislativas, não foi manipulado por ninguém para fazê-lo. Também agora no caso São Lima, cuja a história é parecida, o jornal não podia tratar do assunto sob o impulso da manipulação. São sim, ameaças graves a liberdade de imprensa e ao jornalista que devem ser denunciadas. É neste espírito que o jornal digital vai continuar a acompanhar o caso São Lima. A liberdade de imprensa defendida por muitos arautos em São Tomé e Príncipe, até Agosto de 2010, não conheceu nenhuma evolução positiva depois de 1 de Agosto. É por coerência consigo próprio, que o Téla Nón vai continuar a contar histórias que brigam com a liberdade de expressão, como o fez antes de Agosto último. Os sinais actuais são preocupantes. Para além do caso São Lima, têm acontecido casos que ameçam a liberdade de imprensa e do jornalista. Tentações perigosas de controlo total dos órgãos de comunicação social, estatais, privados e internacionais, são evidentes. Casos que paulatinamente serão detalhados aqui no Téla Nón.

Para assinar o abaixo assinado a favor da continuidade do programa de São Lima, o Em Directo, use este endereço : www.abaixoassinado.org

    31 comentários

31 comentários

  1. E.Santos

    14 de Dezembro de 2010 as 10:18

    Neste caso temos de assinar o abaixo assinado a favor do antigo programa do José Bouças Também. Onde é que podemos fazer isso?

    Haja imparcialidade porque a São Deus Lima não á mais do que nenhum outro Jornalista São-tomense.

    E o Tela Non ainda se diz imparcial.

    Demonstrem-no.

    • Mimi

      14 de Dezembro de 2010 as 12:12

      A verdade e que o Boucas limitou-se a nao fazer barulho a volta das injusticas…

    • jaka doxi

      14 de Dezembro de 2010 as 20:31

      Credo!….
      Ainda estão a falar deste assunto?
      Com tanta coisa mais importante para falar no país a luta do cão e do osso ainda continua?
      Sinceramente!!!!!!!.

  2. Jose Alberto

    14 de Dezembro de 2010 as 10:39

    Caro Abel

    Depois do pouco que ja veio ao publico, sinceramente que nao acredito que ainda continues na onda da manipulacao e a defender cegamente a Sao.

    Nao acreditas que ela tera forcado demasiadamente a corda? Olha, tenha cautela que ela sabe defender-se muito bem!

    Aconselho-te prodencia na forma como tens olhado para esta questao. Cuidado que nao sei se ela seria capaz de te defender e lutar cegamente por ti como o tens feito por ela.

    Cuidado que no meio de toda esta historia ainda podes sair prejudicado, situacao que seria de mau grado porque mereces todo o nosso carinho.

    Mantenha transparencia e isencao na abordagem dos assuntos que os leitores irao valorizar ainda mais o teu jornal.

    • Batepá

      14 de Dezembro de 2010 as 12:56

      Plenamente de acordo.

      Espero impacientemente que a verdade sobre essa questão venha ao de cima.

    • Tentando a ler

      14 de Dezembro de 2010 as 13:35

      Ate parece que ha uma cartilha de ameaca aos jornalistas: prega-lhe um susto e depois diz que lhe quer bem, hahaha,

    • Arlindo Borja

      14 de Dezembro de 2010 as 15:19

      Estou de acordo, Abel, deves manter fora disso. Quero saber a verdade, vejo que estás a defender a SÃO cegamente, cuidado!!!!!!!!! Será que ela também não tem culpa nisso tudo??????? Analisa e vê a questão, acho que o governo tem toda a razão em suspender a entrevista que ela iria realizar com o Sr. Carlos Veiga… a nossa televisão estatal não é para fazer campanha eleitoral e por cima não tendo ninguém do PAICV para defender..CUIDADO AMIGO, ISSO NÃO TEM NADA A VER COM O JORNALISMO OU LIBERDADE DE IMPRESSA, é questão de bom censo jornalístico e de ética……

    • Preocupado

      15 de Dezembro de 2010 as 10:40

      Isto é uma ameaça velada ao Abel Veiga.

      A liberdade de imprensa e de expressão deve ser defendida por principio, independentemente de haver ou não manipulação e vitimização de um lado ou outro. Ponto final.

      Quando o Abel diz no artigo acima que “Os sinais actuais são preocupantes. Para além do caso São Lima, têm acontecido casos que ameçam a liberdade de imprensa e do jornalista. Tentações perigosas de controlo total dos órgãos de comunicação social, estatais, privados e internacionais, são evidentes. Casos que paulatinamente serão detalhados aqui no Téla Nón.” Isto quer dizer que não se está a falar apenas da São. Que os tentáculos do polvo são bem maiores do que pensamos. Isto é que é perigoso. Isto é que nos deve preocupar. O resto é acessório.

  3. Venâncio

    14 de Dezembro de 2010 as 12:43

    olá turma do contra, por favor chega.
    A turma de conta não faz nem deixa os outros fazerem.

    cumprimentos

  4. zeme almeida

    14 de Dezembro de 2010 as 13:14

    Esta noticia em torna desta jornalista ja arrasta a uma semana?Para mais quanto tempo vamos estar sujeito a isto.Faz-me recordar de um comentario ali passado que diz{parece que a campanha ja comecou}.O jornal tela non esta a fazer um bom tra- balho que adoro.Desta vez esta noticia tem vindo constantimente na vossa manche- te.Eu acho que a Sao sabia que viria acontecer algo com ela?Nao procuremos ten- tar bode espiatorio em torno disto.Viva S.Tome and Principe.

  5. zeme almeida

    14 de Dezembro de 2010 as 13:16

    Quero dizer {em torno}

  6. Gualter Soares

    14 de Dezembro de 2010 as 13:23

    Como santomense, sei que em Sao Tomé e Principe nao há liberdade de expressao e o principio do contraditorio. A grande JORNALISTA SANTOMENSE, continua sendo persegida, pelo que eu saiba, esta é a segunda vez. É muito triste. Que Deus abençoe SAO TOMÉ E PRINCIPE.

  7. Joao Batepa

    14 de Dezembro de 2010 as 13:40

    Alguem que me ponha esta senhora na cozinha!

    • Fernanda Alegre

      14 de Dezembro de 2010 as 14:51

      pois antes de ela ir vai tu primeiro!!!
      mentalidade fraca!!!
      olha!!!

      • Hugo Lima

        14 de Dezembro de 2010 as 15:20

        Não devias nem responder a esses comentários, simplesmente ignora-los.
        João Batepa é a verhonha do homem.

    • pagagunu

      14 de Dezembro de 2010 as 15:30

      O joão Batepa é um dos ” Boys” do Patrice, da proxima denuncio a sua verdadeira identidade.

    • Alberto Nascimento

      15 de Dezembro de 2010 as 10:45

      Estaremos aqui todos conta o Jao Batepa.
      Este homem ‘e um bruto!

  8. Pata cu pogi

    14 de Dezembro de 2010 as 15:07

    Com todo respeito que tenho por Abel e todo elenco do telanom.essa historia de Sào ja ta a passar,os limites pra me vocés do tela nom é que tao por mais lenha na fogueira.Por favor ha coisas mais inportantes no pais.nao podemos sempre ouvir o mesmo lado.fui

  9. Santolas

    14 de Dezembro de 2010 as 16:08

    Sou uma fã do Programa da São de Deus Lima “Em Directo”.

    O programa do José Bouças não tinha sentido ele ainda não é um grande Jornalista

    VIVA SAO DE DEUS LIMA

  10. Franz K

    14 de Dezembro de 2010 as 17:15

    Meus Caros,

    Penso que este assunto se esgotou. Não vale mais a pena continuarmos com isso. Todos erraram e todos ficaram mal na fotografia.

    Este sim parece-me ser um assunto deveras preocupante. E que joga com o nosso futuro do nosso país como soberano e independente, e das gerações vindouras.

    Vejam este link. [http://www.macauhub.com.mo/pt/news.php?ID=10652]

    Governo de São Tomé e Príncipe entregou porto e aeroporto internacional à estatal angolana Sonangol, e me digam vocês que isto não é preocupante.

    Depois da venda da ENCO, vem agora o porto e o aeroporto, tendo já em vista a EMAE. Isto é fruto dos (des) governos do nosso país, incapazes de encontrarem uma saída airosa para o nosso povo.

    No futuro os nossos dirigentes irão ter que prestar contas à Angola. Está em marcha o processo de transformação de STP na 14ª província, meus caros. O que fazer?

  11. ipsis verbis

    14 de Dezembro de 2010 as 17:54

    Assim sim

  12. ipsis verbis

    14 de Dezembro de 2010 as 18:47

    Polémica sem nexo
    Nos últimos dias, a República “virtual” tem dedicado exagerada importancia à um assunto que, nem de longe, tem a dimensão quea alegada vítima pretendeu lhe dar.
    O assunto foi trazido à baila como sendo um caso de liberdade de imprensa, quando no fundo não passa de um mero caso de liberdade contratual.
    Senão vejamos: os factos, efectivamente relevantes são apenas estes: uma “ilustre” jornalista, detentora de um contrato de prestação de serviço público que diz “expressis verbis” que o mesmo não é renovável, foi, alegadamente informada pelo seu superior hierárquico que após o prazo de validade do contrato, não pretendia renovar o vínculo laboral com a mesma.
    A ilustre jornalista acha-se no direito de gritar, aos quatro ventos, que a não continuação do seu vínculo laboral significa atentado a liberdade de imprensa.
    Há de se perguntar, como alguns o fizeram (com indignação a mistura), mas porquê não renovar o vínculo? Em Londres, na BBC, poder-se-ia responder: It’s not your business. Na realidade, não importa o porquê, já que em nome da liberdade contratual, não menos importante do que a liberdade de expressão, “ninguém é obrigado a celebrar contrato com outrem nem a nele permanecer contra a sua vontade”, ainda que para tal tenha que indemnizar. Veja-se, a título de exemplo, a figura jurídica do divórcio, enquanto forma de cessação do contrato de casamento. Quantos divórcios não houve e haverá pelo mundo fora? Alguns com melodrama, outros nem por isso. É tudo uma questão de personalidade; ou de “vícios”, ou “perturbações” de personalidade.
    Para além dos factos acima narrados, todo o resto é mera especulação, excessivamente sobredimensionada, pela própria jornalista e pelos seus amigos, confidencialmente, instados para fazerem barulho sobre o assunto. Como se a República “real” não merecesse um pouco mais de silêncio, como condição, aliás, para se concentrar no que é relevante. E relevante, caros compatriotas, é como atingirmos os objectivos do milénio para o desenvolvimento, como levarmos o pão, a água e a alimentação à boca de inúmeros compatriotas que foram relegados à condição de míseros? Relevante é, como pormos cobro a proliferação de meninos da rua, ao consumo e tráfico de droga, ao crescendo da sida? Relevante é, podermos iluminar a pista do único aeroporto que temos; relevante é, garantirmos à ligação marítima e aérea a custos aceitáveis entre São Tomé e Príncipe; relevante é como acabarmos com o monopólio nas telecomunicações que faz das nossas as mais caras do mundo? Relevante é, como dar formação superior à milhares de jovens erantes? É fazer com que as casas sociais sejam efectivamente para quem precisa; relevante é, como lutarmos contra a degradação do meio ambiente perpetrada pelo abate ilegal de árvores e furto de areia nas praias? E mais, e mais.
    Sem desprimor pelo seu talento de escritora, relevante não é, nem pode ser o caso do pre-aviso do disenteresse em assinar um novo contrato com a “jornalista”. Relevante para os santomenses não é gerir os sindromas pós separação de uns e outros.
    Recorde-se que o programa Grande entrevista do José Bouças e o Perspectivas de Abenildo de Oliveira saíram da grelha de propramação da TVS, sem explicações prévias e sem que tal tivesse dado azo a tanta cena de melodrama. Aqui também, é tudo uma questão de personalidade ou de “vícios”, ou “perturbações” de personalidade.
    Na verdade, dado o fosso em que o nosso país se encontra, não há aqui espaços para o “one man show”, nem tão pouco “one woman show” ou algo que se pareça. Acima de uns e outros, está o país que é de todos nós, e que em abono da verdade está em muito maus lencóis. Precisamos todos, santomenses e os amigos de São Tomé, de remar no mesmo sentido. E quiçá, daqui há alguns anos, quando o país começar a erguer das suas actuais cinzas, os artistas e as artistas, ávidos de protagonismo, poderão dar o seu show, assegurando-se, porém, da grandeza dos seus parceiros de cena. Quem sabe, se evitarem deitar-se com cães para não se levantarem com pulgas, poderão aspirar a serem elegíveis ao prémio nobel da paz, já que ainda não existe o do jornalismo nem o da fofoquice.
    Como dizia o outro, “As polémicas sem nexo, as mais das vezes, têm raiz em questões de sexo”. Daí que, não se deva meter a colher.
    Tenho dito

    • António Veiga Costa

      15 de Dezembro de 2010 as 22:23

      ipsis verbis,

      frequentemente vejo-me grandemente indignado, envergonhado e desanimado ao ler os comentários aqui postados. Um verdadeiro perder-se na falta de ou na informação “mal-informada”, no “disse-que-me-disse”!
      Ler ao seu comentário acima renovou-me as forças e fez-me lembrar de que a “unanimidade é burra”! Existe vida inteligente em São Tomé. Parabéns pelo comentário e continue a dar seu contributo.

  13. Underdôglas

    14 de Dezembro de 2010 as 22:57

    Calma Tela Non! Estamos de acordo que é a liberdade de imprensa que tem de ser defendida e no meu caso foi o que fiz e é o que defendo.

    Mas escrevi também aqui que o jornalista qualquer que seja, nao pode estar acima da liberade de imprensa.
    Também escrevi que a atitude do primeiro ministro tem de ser condenada e que para la da manipulaçao de Sao, esse primeiro ministro cometeu CENSURA e interveio num midia para fazer grelha de programaçao.

    Um primeiro ministro nao é chefe de programas.

    Mas o Tela NON se defende a liberdade de imprensa e a verdade tem também de explicar a parte sombria do caso Sao.

    Neste artigo aqui, por exemplo o Tela Non, nao deu nenhum esclarecimento sobre o apoio que deu a Sao, conhecendo agora os dados que vieram a publico.

    Portanto, se o Tela Non quer ser respeitado tem de ser mais claro. Como as coisas estao contadas, a Sao manipulou sim senhor e se o Tela Non acha que nao foi manipulado, é porque é conivente com a Sao, que partindo dos dados fornecidos nao respeitou a ética e a deontologia, apesar da gabarolice toda do Tela Non sobre os diplomas dessa londrina.

  14. Mario Pinto

    15 de Dezembro de 2010 as 8:04

    A TVS nao pode fazer politica simulada com os boys do PCD Oscar abre olho quanto te afastaram nao houve solidariedade. Deixa patrice trabalhar

  15. fidelito

    15 de Dezembro de 2010 as 9:07

    PORQUÊ QUE A RDP ÁFRICA NÃO PASSOU QUALQUER INFORMAÇÃO RELATIVA A CASO SÃO???

    QUE MISTURA!!!!

    MISTURAR A RDP COM A TVS É FRANCAMENTE MUITO TRISTE!
    TUDO POR OSCAR QUERER SER DIRECTOR DA TVS. O QUE GANHAS COM ISSO ÓSCAR???

  16. José Alberto Rocha

    15 de Dezembro de 2010 as 12:12

    Amigos/companheiros/camaradas/compatriotas !…

    Quiça por estar já a anos fora de STP e consequêntemente de alguma “mediocridade” que paira em (infelizmente) muitas mentes, gostava de poder perceber onde e quando uma decisão administrativa/laboral, como a que foi tomada por uma entidade legitima, coloca em causa a Liberdade de Expressão e de Imprensa.
    Esses direitos que hoje são constitucionais, não existiam quando a senhora Conceição Deus Lima era fiel porta-estandarte do regime ditaturial que nos governou durante 15 anos. Não tenhamos, por conveniência, a memória curta e não se vitimize quem de facto, não é vitima do que quer que seja.
    Há objectivos obscuros por detrás desta estorieta que já é tempo de se começar a desvendá-los !…
    Numa altura em que no mundo já se desvendam segredos de estado, julgo que seja tempo de se publicarem os arquivos da antiga Direcção Nacional de Segurança e neles descobrirem-se quem eram os “bufos” que no seu quatidiano punham em causa o direito à livre expressão e de informação que deve assistir a qualquer povo.
    Vasculhem e quem sabe, tenham surpresas interessantes !!!…
    Acabem com essa “palhaçada” e se por acaso a jornalista em causa sentir que os seus direitos laborais/contratuais foram violados, recorra aos tribunais pois é lá que em democracia se devem esgrimir argumentos.
    Informem mais e discutam menos coisas futeis !…

  17. Ke kwa

    15 de Dezembro de 2010 as 15:01

    Bom, Veiga compreendo a razao da sua luta que é justa só que pelo tom com que alguns comentários sao feitos nao tarda que te tornes um Julius Assange Santomense e o teu tela tornar-se um Wikitela. Cuidado que te acusem de violar mulheres para te deitar a mao e mandar encerrar este espaço. Já disse várias vezes e torno a dizé-lo a juventude que governa actualmente STP confunde mudanças com revoluçao.

  18. Michelangelo

    15 de Dezembro de 2010 as 17:01

    Fim de um programa……..
    Supostamente muitos hão-de concordar que o programa Em Directo, produzido por São Lima, tem dentre outro o objectivo de habituar a sociedade santomense a um lógica de debates que prima pelo contraditório em torno de sujeitos variados (economia, sociedade civil, política, ambiente etc…). Ora trata-se de uma programa que ínsita tanto os dirigentes como a sociedade civil a conhecer de forma profunda vários aspectos da nosso pais, a ter uma opinião fundada sobre sujeitos variados e a ouvir e respeitar ideias divergentes.
    É do contrário que nasce a mais bela perfeição, já dizia um filósofo. Um debate de contraditórios é enriquecedor porque pode oferecer várias ideias distintas relativamente a um mesmo sujeito. Torna-se necessário manter esse programa, na medida em que ele enriquece os telespectadores de informações pertinentes a todos os níveis e lhes instava por conseguinte a reflectir e a debater sobre essas mesmas informações. E podem apostar que a forma de pensar, discutir um problema recorrendo a vários pontos de vista é crucial para a sua resolução.
    Logo ai vai o meu grito de protesto no que toca a suspensão do programa.

    Relativamente a pessoa de São Lima, é evidente que trata-se de uma excelente profissional. E custa-me acreditar que a TVS abra mão de uma profissional desse nível. Mas se o faz porque razão ? Eu considero muito imaturo e leviano especular sobre as razões que estiveram na base da não renovação do contrato com o São Lima, e acho prudente e pertinente investigar sobre as mesmas antes de se pronunciar.
    Sem apontar dedo a ninguém, porque não estou na altura de o fazer visto que não investiguei o caso, mas li sobre o mesmo, considero que para o esclarecimento desse caso deveria se ter como principal linha de investigação o possível envolvimento do governo nessa decisão. Reza o ditado que não há fumaça sem fogo. Algo motivou essa decisão é claro que a maior lesada (São Lima) deve saber o porquê.

    • Jose Alberto Rocha

      15 de Dezembro de 2010 as 17:53

      Gostei imenso da forma como explanou o seu raciocinio, quer concorde ou nao com ele pois isso nao esta em causa.
      Todavia, gostava de lhe chamar a atencao para um pequeno-grande promenor que pode ser ainda sintomatico do peso, do receio, da precaucao, do medo que paira sobre a mente de muitos concidadaos nossos. Nao percebo o porque de se escudar por detras dum pseudonimo !!!…
      O seu raciocinio denota maturidade, bom-senso e muita ponderacao.
      De a cara (o nome) e ajude a combater a mediocridade que ja e (infelizmente)um dos nossos “cartoes de visita”.
      Abraco

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