Água Grande tem Centro de Formação Profissional

Entrou em funcionamento em São Tomé e Príncipe, o centro de formação profissional de Água Grande. A escola é fruto da parceria entre centro de formação de Budo-Budo, e escola profissional de Braga.

O Centro de Formação de Agua Grande abriu as portas, Gestão de Empresas e Serviços Jurídicos são os cursos que estão a ser leccionados. Tomam parte nas formações sessenta alunos sendo trinta em cada curso.

È uma resposta a necessidade do mercado de trabalho e ao crescente numero de estudantes que concluem o decimo primeiro ano e que não têm possibilidades de fazer um curso superior.

Terminei a dois anos sempre procurei sair, mas sempre apanhei indeferido, olha não deixei escapar está oportunidades. Espero que no final de três anos, eu encontre trabalho” disse Advan Carvalho.

Segundo Ekeneyde dos Santos, Presidente da Câmara Distrital de Água Grande garantiu que não vai faltar empregos aos quadros formados no centro de formação de Agua Grande.

“Fizemos uma pesquisa do mercado é concluímos que as duas formações que estão sendo administradas existem carências em diversos sectores. Aliás eles vão ter possibilidades a estagio, já um ponta pé de saída para emprego”.

O centro de formação profissional de Braga um dos principais parceiros da Câmara de Agua Grande na criação da escola doou 15 computadores, mesas e cadeiras e vai também monitorizar as formações a partir de Portugal.

“Os ministério da educação de São Tomé e Príncipe e de Portugal, vão trabalhar no sentido de poderem homologar os diplomas para que eles tenham equivalência da união europeia”. Diz Paulo Sousa, Director do Centro de Formação profissional de Braga

O projecto que começou a ser desenhado no dia 25 de Novembro de 2009, o próximo desafio é a construção do edifício no valor 740 mil euros que irá albergar o centro de formação de Agua Grande, tendo em conta que o centro está numa transitória patronato das irmãs canossianas.

Ramusel Graça

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    CELSIO JUNQUEIRA Responder

    Caros,

    Boa iniciativa, mas não se esqueçam de fazer a ponte entre os formandos e as empresas, é fundamental.

    A formação não é um fim em si, mas um meio.

    Para terminar, pelo menos um “workshop” se não puder ser uma disciplina de “empreendedorismo”/”auto-emprego”. É muito útil.

    Boa Sorte e felicitações

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    OIHOS VIVOS Responder

    Olhos Vivos-31.01.2011-
    Caro Senhor e colega internauta Celso Junqueira.Permita-me que eu Pegue na sua deixa para e reforçar ainda mais a ideia que evoca, quando diz:A formação não é um fim em sí mesmo, estou a sitar.Sublinho e assino em baixo para acrescentar e fazer o seguinte remate:A formação é apenas um ponto de partida e não de chegada e, é acima de tudo um processo contínuo que vai ajudar a fomentar o empreendededorismo social e tecnológico de que tanta falta faz ao País,bem como ao nível da Administração local.Felicitações a todos.
    Com os respeitosos e melhores cumprimentos!Olhos vivos.

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      CELSIO JUNQUEIRA Responder

      Meu Caro,

      Partilho da sua ideia e, fico muito grato por completar o meu raciocinio.

      O Governo e o país em geral se não apostar no “empreendedorismo” dificilmente resolve o problema de desemprego, sobretudo nas camadas jovens.

      E mais, pode ser que com essa aposta conseguirá trazer o muito de auto-emprego que existe na economia informal para a economia formal, com inumeras vantagens para o país e o cofre do Estado.

      Abraço grande,

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    Nosolino Vera cruz Responder

    Senhor, Ramusel Graça, eu creio que houve um lapso da sua parte em relação a escrita do número 60 por extenso. Não se escreve com a letra c, mas sim com a letra s (no início). Portanto, assim que poder corrigia-a. “Tomam parte nas formações sessenta alunos…”.

    Um abraço e bom trabalho.

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      stp Responder

      gostaria saber

      “assim que poder corrigia-a.”

      OU

      “assim que poder Corrige”

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        lisa Responder

        n é nem uma coisa, nem a outra…rsrsrs
        eu sei que n sou escritora do tela non, mas permita me, dize-lo que n entendi mto bem o sentido da meia frase, mas assim mesmo vai a minha tentiva de correcçao: “assim que puder corriga-a”…bem n sou doutora das palavras, mas ai vai uma ajudinha…loool

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          Nosolino Vera cruz Responder

          Obrigado pela correcção.

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            Nosolino Vera cruz

            Sra Lisa, não será corrige-a em vez de corriga-a? Reconheço que errei, espero que faça o mesmo. Agradecer-lhe e deixar-lhe na ignorância, seria má atitude da minha parte. Por isso voltei para lhe dizer que não está totalmente correcta a forma como escreveu. Quero também chamar a sua atenção pela forma como abordou o meu reparo em relação à falha na escrita da notícia. Não disse que o autor da notícia não sabia escrever, mas sim, disse que houve um lapso da parte do mesmo. Se reparou fui muito educado na minha observação, tendo em conta que, errar é humano. Da próxima seja mais moderada.

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          Jucilene Responder

          E citar é com C. :-)
          Mas não há problema, o importante é ser percebido.

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    Salvador da Pátria Responder

    É de louvar à iniciativa do Presidente da Câmara Distrital de Água Grande, e esperemos que a mesma seja extensiva as outras câmaras do país.
    Nenhum país do mundo desenvolve economicamente apenas com Doutores, Engenheiros e Médicos.É imperioso que o nosso país de nome Santo aposte de forma vincada na formação profissional, modo que haja uma verdareira sintomia de accções entre os quadros superiores e os técnicos profissionais, rumo ao desenvolvimento que tanto almejamos.
    A tarefa de concepção(ideia) tradicionalmente é da responsabilidade de quadros superiores e de excecução é da tutela dos quadros médios ou dos técnicos.
    Pelo exposto, todo o nível de formação é importante para qualquer país.Neste termos,sou de opinião que, o Estado São-tomense deverá sobretudo formar os jovens em determindas áreas, mas de acordo com as reais necessidades do país.

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    Zidane Responder

    “Cessenta alunos” engano ou ignorância? Cá por mim escreveria “Sessenta alunos”

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      Zidane Responder

      Ah! Não tinha reparado, alguém já havia feito o mesmo reparo relativamente a palavra “sessenta”.
      Senhor jornalista, por favor, não maltrate o nosso português!

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    Dionísio Soares Responder

    Desculpem a minha modesta contribuição
    Sem querer ofender os autores das três formas apresentadas que me parecem estar erradas:
    1ª “Assim que poder corrigia-a”
    2ª “Assim que poder corrige”
    3ª “Assim que poder corriga-a”
    Sugiro então a seguinte alternativa:
    4ª “Assim que poder corrija-a”

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      JorgeK Responder

      Caro Dionisio,
      Repare na forma que o verbo deve ser colocado, depois vai a gramatica e aprenda a conjugar o verbo.
      o certo é: assim que puder, corrija-a.

      ASSIM SE FALA EM BOM PORTUGUES…

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    no escuro Responder

    tentativa:

    ” assim que puder, corrija-a– ( a palavra).

    “assim que puder corrija-o” —( o erro efectuado ou substantivo mal escrito)

    o verbo corrigir escreve-se com g, mas na sua conjugacao escrevá-se com J.

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    no escuro Responder

    correcao pessoal: …” na sua conjugacao, escreve-se com J.

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    SPC Responder

    Meus parabéns a Camara Distrital de Água Grande e aos formandos pela possibilidade que se lhes abri.
    Gostaria, no entanto, de fazer uma ressalva. Conheço este projecto desde seu inicio. Naquela altura o nosso Presidente de Camara de Água Grande ainda não estava a trabalhar, nem como técnico quanto mais como Presidente na Camara. Acompanhei a noticia pela TVS e confesso que fiquei surpreendido com o facto do nosso Jovem Presidente não ter, em momento algum, citado a contribuição que o seu antecessor na concepção do tal centro.
    Entendo que na politica devemos dar mérito a quem merece e sermos humildes na busca de projecção da nossa imagem.
    Espero que o Jovem presidente tenha estes factos em atenção.
    Um bem haja a todos;
    Viva STP
    Que Deus abençõe a nossa terra.

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      Mimi Responder

      Realmente falta muita humildade aos actuais dirigentes da Camara de Agua Grande. E sabido que os alicerces desta escola e de outros projectos cujos “cortes de fita” sao feitos hoje, vêm da anterior equipa camarária. Pessoalmente acho pouco dignificante nao se dar mérito ao anterior Presidente da camara.

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    ednilson Responder

    Quando o professor sabe menos que o aluno, a coisa complica-se! “Assim que puder, corrija-a”. E não se fala mais nisso! lol

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    Lévé-Léngue Responder

    Ora essa!
    Entrou em evidência uma sessão de alertas aos erros ortográficos e sou chamado apenas para alertar a Sra. “lisa” que “corrija-a” é bem mais correcto do que “corriga-a”.

    Abraços!

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    madalena Responder

    O nivel está baixo. Voces não foram alunos do Eurico Amado, nem da Lassalete de Oliveira.
    Por isso!!
    Podem continuar a escrita.

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    NGOLA Responder

    Para todos os apologistas de iniciativas relacionadas com as prioridades realmente necessátias para o País é de louvar a atitude dos responsáveis empreendedores.
    Mas, (há sempre um mas nestas coisas) em S.Tomé já existiu um Centro de Formação Profissional se é que podemos chamar assim. Não se esqueceram da saudosa Escola Técnica Silva Cunha no Liceu hoje Nacional. Os nossos melhores bancários no Banco Nacional em 1970 a 1975 ou mesmo depois, porque afinal muitos ainda lá trabalham, foram todos os antigos alunos do curso de Contabilidade ministrado pelo Sr. Professor Eurico Graça.
    Os nossos bons electricistas saíram da Escola Técnica Silva Cunha. Como se percebe hoje, era preciso não deixar perder/morrer os bons hábitos.
    Aspecto negativo na informação passa por mais uma vez não aproveitarmos estas opurtunidades de promovermos o que é nosso. Isto a respeito da oferta de computadores por parte do Centro de Formação de Braga é bem vindo porque em S.Tomé ainda não fabricamos computadores. Mas em relação as cadeiras e mesas, porque não relançarmos os nossos artífices (Carpinteiros) que tanta habilidade têm e que muitos apenas dependem destas habilidades para sobreviverem? O País/Governo deve promover pequenos concursos no seio destes artífices, como forma de estimular uma concorrência saudável, ao mesmo tempo que promover organização no grupo destas pessoas que precisam destes incentivos para sobreviverem. Do concurso poderá sair o melhor trabalho que poderá ser aproveitado para mobilar a escola e os outros trabalhos poderão ser utilizados noutros eventos. Eu ainda me lembro como se fosse hoje, das muitas escolas primárias construídas em 1980/1/2 em quase todos os Distritos pelos Jugoslavos se não me engano em que estas escolas não tinham janelas e portas simplesmente porque não fomos inteligentes o suficiente de aproveitar as nossas benditas árvores (amoreira, cidreira que hoje já são escassas) para construírmos janelas e portas daquelas escolas que nos foram oferecidas. Resultado até as cabras e os cães ou outros animais também iam estudar sobretudo depois das aulas e nas férias escolares. As cozinheiras daquelas escolas não tinham um espaço físico para elaborarem os alimentos para os alunos que muitos deles são nossos irmãos, primos e filhos dos nossos vizinhos. Por isso senhores responsáveis por este empreendimento mobilizem S. Tomé e Príncipe no sentido de aproveitar-mos os nossos recursos humanos e materiais para o nosso conforto ou dos nossos vindouros. Reafirmo a Construção de um Centro de Formação no nosso País é uma ideia louvável. Há! não se esqueçam dos nossos licenciados, (lá está, recursos humanos) muitos poderão ter qualificação adequada para lecionarem neste Centro de Formação. Afinal, a bem pouco tempo chegaram ao País 200 e estão desempregados. É assim que se faz um País.

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    Olhos Vivos Responder

    Olhos Vivos- 01.Jan.2011- ideias partilhadas e correspondidas ao ilustre senhor e amigo Celso Junqueira,tornando-o extensivo a todos quantos desejam ver cumprido seu sonho de sentir cada vez mais o País. Por isso, fica aqui expresso os meus votos de mais Sao Tomé e Principe.Só nos resta mover vontades e meios e Deus nos vai ajudar.Porque o mundo mudou. Abraços fraternos deste!Olhos Vivos.

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    Olhos Vivos Responder

    Olhos Vivos – 01.Fev.2011 – Retifico a data e a palavra quanto em vez de quantos, que por lapso escapou-me.

    Um abraço muito grande.

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    Flogá Responder

    Sr. Ednilson

    Tenho de concordar com a sua correcção relativamente a frase “Assim que puder, corrija-a”, no entanto não concordo com a frase final “E não se fala mais nisso” porquanto parece-me mais corecto “E não se fala mais disso”.

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    aliu cande Responder

    quero fazer parte da equipa,
    troca de conhec.

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