Temor na Guiné Equatorial: Governo proíbe transmissão da revolução na Tunísia e no Egipto

Num comunicado enviado ao Téla Nón, a organização internacional Repórter Sem Fronteiras, denuncia a ditadura na Guiné Equatorial, e a grave violação da liberdade de imprensa no país vizinho de São Tomé e Príncipe. O Governo de Teodoro Obiang N´Guema Basogo, deu orientações a Televisão e Rádio Estatais para não divulgarem a revolução que está a decorrer na Tunísia e no Egipto.

«Com receio de ver explodir na Guiné Equatorial um movimento de contestação igual ao que tem acontecido no norte de África, o governo decidiu impor um blak-out a nível da imprensa sobre a queda de Zine El Abidine Bem Ali e Hosni Mubarack . O ministro da informação e porta voz do governo Jeronimo Osa Osa, deu orientações claras ao pessoal da Rádio e da Televisão estatais para não dar cobertura aos acontecimentos que estão a ter lugar na Tunísia e no Egpto”, denuncia o comunicado da organização Repórter Sem Fronteiras.

No comunicado, a organização que promove a liberdade de imprensa no mundo, conta a história de Juan Tomás Ávila Laurel. Famoso escritor e jornalista da Guiné Equatorial, que desde 11 de Fevereiro entrou em greve de fome como forma de protesto contra o regime autoritário de Teodoro Obiang N´Guema. Proprietário de um blog e de uma revista cultural e ligterária designada Atanga, Juan Tomás Ávila Laurel, teve que abandonar a Guiné Equatorial três dias depois do início da greve de fome devido a fortes pressões movidas pelo regime.

Actualmente em Espanha, o jornalista e escritor, continua a denunciar o regime de Teodoro Obiang N´Guema. «Há 30 anos que vivemos uma situação terrível, andando em maus caminhos. É tempo de agirmos. Não podemos continuar assim, com esta ditadura. Durante muito tempo pensamos que não é possível derrubar esta ditadura. Agora sabemos que é possível e devemos tentar. Devemos nos inspirar nos ventos da mudança que estão a soprar no Magreb», declarou Juan Tomás Ávila Laurel.

No entanto a organização Repórter Sem Fronteiras, através do seu Secretário-geral Jean-François Julliard, diz que não aconselha aos militantes da liberdade de expressão, a optarem pela greve de fome como forma de protesto. «Pelas características extremas de tal conduta e os riscos para a saúde, Reporter Sem Fronteiras, não é favorável a greve de fome como meio de contestação. No entantanto saudamos a coragem deste militante da liberdade no seu país onde todas as formas de protesto e todos manifestações críticas são reprimidas. Pedimos a todas as autoridades, e sobretudo os parceiros ocidentais da Guiné Equatorial, a darem atenção as reivindicações de Juan Tomás Ávila Laurel, no que concerne a ausência de liberdade de expressão na Guiné Equatorial», afirmou Jean-François Julliard, secretário geral do Reporter Sem Fronteiras.

Numa altura em que o Presidente da Assembleia Espanhola visita a Guiné Equatorial, a testa de uma importante delegação parlamentar, Juan Tomás Ávila Laurel, apelou para que se exerça pressões no sentido de se criar um governo de transição, sem nenhum membro do actual regime.

No seu blog http://www.fronterad.com/?q=blog/18), através das suas obras poéticas e teatrais ou então através das conferências que profere nas universidades estrangeiras o escritor equato-guiniense não pára de criticar o regime do seu país, denuncia a má governação, bem como a complacência da comunidade internacional em relação a ditadura de Teodoro Obiang N´Guema.

Segundo o comunicado do Repórter Sem Fronteiras, numa das publicações da Wikileaks pelo Jornal Espanhol El Pais, é revelado que no ano 2009 o diplomata americano na Guiné Equatorial, Anton K. Smith, qualifica Teodoro Obiang N´Guema de “ Mec Sympa”, que dirige o país de maneira serena. O diplomata americano diz ainda que “tudo vai bem no Koweit Africano”. Um país sem liberdade, no entanto para as empresas americanas é um importante fornecedor de petróleo.

A Guiné Equatorial ocupa o 167 lugar num total de 178 países, na classificação mundial do ano 2010 da liberdade de imprensa publicada pelos Repórteres Sem Fronteiras. O seu Presidente Teodoro Obiang N´Guema figura na lista dos predadores da liberdade de imprensa publicada pela organização . (http://fr.rsf.org/predator-teodoro-obiang-nguema,37182.html).

Culto de personalidade, corrupção, ausência de pluralismo, controlo total da imprensa, o Chefe de Estado dirige o país com mão de ferro desde 1979.

(Para apoiar a causa de Juan Tomás Ávila Laurel) Pour soutenir Juan Tomás Ávila Laurel, rejoignez le groupe sur Facebook (http://www.facebook.com/home.php?sk=group_193089854054295).

Ambroise PIERRE
Bureau Afrique / Africa Desk
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    Celsio Junqueira Responder

    Meus Caros,

    Só nos resta saber a opinião oficial do Governo e das demais Instituições Politicas Santomenses sobre o caracter do regime politico vizinho!

    Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem es!

    A nossa politica perdeu valores e principios, estamos sem alma, e vendidos ao “dinheiro”, seja de quem for.

    Triste a sina, e a sorte de um povo.

    Abraços

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      De Longe Responder

      Caro Celsio Junqueira,
      Um dos países que mais afirma defender a democracia a nível mundial(EUA), teve todos os últimos presidentes ao lado do Obiang e do Mubarak. Na política não saberemos julgar quem seja pelas suas companhias.
      Como venho apreciando muito positivamente os seus comentários, peço-lhe que me ajude a pensar no seguinte:
      -Todos os povos lutam pela democracia (sistema considerado o mais perfeito)derrubando ditadores que muitas vezes construíam bens sociais, mas não permitiam pluralidade – esqueçamos o Obiang que nem estruturas cria com tanta riqueza.
      Depois surge a democracia que em muitos países se transforma numa corrida de oportunidades para enriquecimentos pessoais e grupais esquecendo os dirigentes das necessidades mais primárias do povo ou mesmo usando misérias para atrair apoios que serão desviados para bens escusos. Nessa altura todos poderão dizer que são livres por poderem eleger ou manifestar intenções. Seremos livres em condições sob as quais todos os nossos interesses são condicionados pela corrupção sem nunca a conseguirmos eliminar?
      Vendo as últimas vitórias populares sobre os ditadores alegramo-nos. Nunca nos perguntamos sobre o que virá a seguir.
      Voltando para dentro da nossa sociedade: se já temos democracia, que moldes poderá ter uma revolução que nos salve deste sistema pelo qual lutamos e que devia ser perfeito?

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        Celsio Junqueira Responder

        Meu caro de Longe,

        Tem razão no que diz e o raciocinio está mais que certo.

        A diferença entre os EUA e por exemplo o nosso país, é que os Americanos aos Ditadores amigos, dizem claramente “o nosso Ditador”. Nós não dizemos nada, faz-se um pacto de silêncio e lá vai o nosso Estado de mãos dadas com uma Ditadura sem nos dar “cavaco”, mas falando e agindo em nome de todos os Santomenses.

        Acho normal e nem faz nenhuma confusão mental, as Democracias e as Ditaduras relacionarem-se. Os países têm relações Institucionais, Cordiais e Negócios. Os EUA não gostam do Chavez-Venezuela, mas compra-lhes petroleo diariamente. Tudo normalissimo.

        A Democracia tem os seus defeitos e as suas virtudes, mas considero “na minha opinião” ser o modelo de sistema de governo “conhecido” que melhor serve aos cidadãos.

        O problema Santomense não está no modelo (felizmente), mas sim, na mentalidade das pessoas que ocupam as várias Instituições do Governo à Sociedade Civil. Basta acompanhar a vida politica-social-cultural de Cabo Verde para perceber onde STP “erra consecutivamente”.

        Os países de sucesso em Africa são democracias (cada um adopta o modelo democrático que mais lhe convém/identifica): Cabo Verde, Namibia, Mauricias, Gana, Botswana, etc.

        Portanto, meu caro amigo, nós não precisamos de “Revoluções” (graças a Deus), precisamos de usar mais o cerebro para aproveitar as oportunidades que existem, fazer melhor e dar qualidade de vida aos Santomenses (redistribuir melhor a renda e equipar o país com as infraestruturas necessárias para o minimo de vivência saudavel).

        Saudações Cordiais,

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          De Longe Responder

          Caro Celsio Junqueira
          Se sinto que além das notícias tenho estado mais perto de S.Tomé graças a muitos comentários, ingrato seria não reconhecer a sua contribuição. Daí ter solicitado que me ajudasse a pensar sobre algo que me preocupa.
          Quanto à relação com entre líderes democráticos e ditadores, sinto que estamos de acordo e bem.
          Quanto à necessidade de mudar a mentalidade, também estamos de acordo, mas na sua resposta vejo que não se lembra de constantes apelos que venho fazendo à necessidade de mudança de mentalidade dos governantes e da população. Entre vários apresento como exemplo o meu comentário acerca do “Embaixador Jorge Amado indignado com atitude governo…” e “S.Tomé e Príncipe na 127ª posição no IDH..”
          Concentrando agora onde acho que devemos continuar a reflectir, considero “revolução” uma grande mudança de qualquer natureza. A nível social esta mudança pode visar a busca de alterações a nível político, económico, cultural e /ou moral.
          Em casos de ditadura, o poder vão aceita mudanças (revoluções) acabando essas mesmas mudanças por se tornarem inevitavelmente violentas.
          Nas democracias em países como STP em que o valor de bens como o petróleo não entram na conta do estado, havendo um hospital sem água permanente, energia eléctrica precária, estudantes no estrangeiro sem meios de subsistência…, considero que precisamos de uma revolução isto é mudança na gestão de causas sociais, o que não implicaria violência porque o nosso país é democrático. Como isso me preocupa e não vejo fórmulas nem raciocínios sugestivos de como mudar, preferi pedir que me ajudasse a pensar porque tenho vindo a apreciar os seus comentários. Todavia, não me diga de novo que STP não precisa de revoluções. Não queremos nem precisamos é de violência, mas revolução onde o “banho” pode por a incultura e a insensibilidade no poder, precisamos de revolução sim.
          Nós os dois não faremos a revolução, mas espero que com todos os outros comentaristas possamos impulsionar o nosso povo a novos modos de pensar na NOSSA sociedade.

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            Celsio Junqueira

            Carissimo De longe,

            Antes de mais, obrigado por esclarecer melhor o seu ponto de vista e a intenção do seu “post”.

            Li e re-li os seus “posts” (“Embaixador Jorge Amado indignado com atitude governo…” e “S.Tomé e Príncipe na 127ª posição no IDH..”), tem uma abordagem muito interessante, sobretudo, porque coloca STP acima de tudo (ideologias, pessoas, etc) e pede o fim de tudo o que seja mau/prejudicial ao povo Santomense(minha interpretação resumida).

            Também entendi o seu conceito de “Revolução”, mas não estava muito longe do meu, confesso.

            O seu desafio ou repto é pensar STP, julgo eu.

            Concordo com o seu raciocinio e subescrevo boa parte das suas propostas.

            Os problemas são muitos, e as soluções existem, mas têm de ser internas (de proveniencia) para poderem ter sucesso.

            Tenho algumas propostas abrangentes, mas visam sobretudo a “moralização / transparência” da vida pública e politica.

            Num país com dificuldade e em que mais de metade da população vive no limiar da pobreza não é compreensivel qualquer regalia/privilégio aos funcionarios, dirigentes e politicos da administração pública.

            Limitação temporal e de mandato nos cargos de nomeação politica e até os electivos (como é o caso da presidência, bom exemplo).

            A todos os ocupantes de cargos públicos uma declaração de patrimonio a entrada e outra a saida.

            Publicação na integra de toda a informação no prazo máximo de 90 dias dos negocios realizados com o Estado.

            Auditoria as finanças dos partidos políticos.

            Pode e poderá existir a dificuldade em sintonizar o “parecer” e o “ser”.

            Tanto fora como dentro do país, as pessoas sabem o que deve ser feito, para que o arquipelago entre nos eixos. Por enquanto, as forças de bloqueio (interesses instalados) têm ganho a maioria da população. Infelizmente é a triste realidade que temos.

            Abraços,

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        Wilkes Figueiredo Responder

        Caro “De Longe”!

        Eu também não tenho por hábito escrever neste espaço, apesar de estar sempre atento as notícias aqui publicadas. É para mim um grande prazer ler comentários que promovam a reflexão e apenas lamento que não o assine com o seu nome próprio.
        Não existem sistemas perfeitos, mas a ditadura nunca pode ser uma opção viável, por mais bens sociais que ela possa construir. A ditadura é um insulto a condição humana, é um insulto a nossa inteligência.
        Dizer que vivemos em democracia não basta, é necessário educar os cidadãos para que possam distinguir o certo do errado, para que possam desenvolver opiniões críticas e contribuírem para melhorar o que lhes pertence por direito.
        As pessoas deveriam ser capazes de pensar e perceberem o que realmente é importante, pôr de parte as futilidades e deixarem de ser o rebanho de alguém.
        “Não perguntes o que o teu País pode fazer por ti, mas sim o que tu podes fazer pelo teu Pais”? By: John F. Kennedy

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          Celsio Junqueira Responder

          Boa resposta e muito oportuna!

          Abraço e desejo que continue a opinar, faz falta o seu contributo.

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          De Longe Responder

          Dentro da nossa diminuta dimensão humana, senti-me bem ao saber que mesmo não tendo o hábito de escrever, fê-lo para responder a um comentário meu. Muito Obrigado.
          Desculpe o uso do nome fictício. Isso daria quase uma história. Sabe? Gosto de pessoas devido à paixão pela natureza. Gosto da família e de S. Tomé e Príncipe de forma muito especial. Numa altura reunia são-tomenses conhecidos meus – independentemente da afirmação social de cada um – simplesmente para conviver. Não queria saber a falta de vergonha de muita gente para transformar encontro de amigos em iniciativas políticas! Fiquei surpreendido e triste porque pensei que essas pessoas sabiam melhor que eu se torna político são-tomense não pela amplitude de visão de necessidades e de respostas às causas sociais, mas pela falta de vergonha. Deus permita que eu esteja enganado. Desisti para não parecer que queria ser político em vez de estar com amigos e conversar construtivamente e recordar a TERRA.
          Tempos depois descobri Téla-Non e passei a me sentir mais em casa. Por coincidência um comentarista na altura falava em pessoas que comentavam para aparecer. Não gosto nem quero aparecer e penso que se quisermos ajudar, as pessoas pensam mais naquilo que dissermos se se aperceberem que falamos sem qualquer interesse pessoal. Assim, não tendo nome, sabem que não quero tirar proveito. Quero estar onde estiver sem nome e saber que contribuo para que STP cresça. Em quase todos os meus comentários pode ver que apelo à consciencialização atacando excepcionalmente por perda de paciência, mas sem inclinação por este ou aquele: apenas STP. Penso que concluirá que não preciso de me esconder.
          Respeitando a si: o que mudaria se eu apresentasse o meu nome verdadeiro?
          Adiante: Não defendo a ditadura, sou muito consensual até quando tenho que decidir diante dos meus alunos. Só estive a perguntar o que fazer quando a democracia está doente. Pergunto a si: não é insulto à inteligência e à condição humana lutarmos todos para o bem de todos e depois termos de viver fora do nosso país quando a falta de condições para se estar é devida a gestão desrespeitosa em relação à nossa existência.
          Sabe o quanto custa às pessoas escreverem aos familiares e amigos para não regressarem ao país depois do curso concluído? Funcionários do consulado avisarem-nos que não vale a pena regressar? Pessoas que se encontram no país garantirem que só ficam por não terem como sair? Depois? “Os que estão fora vivem bem, não fazem nada pela terra e nem sabem da realidade para comentar”. Não é difícil ouvir isso? Porquê que os que estão fora não conseguem fazer algo quando querem? A democracia é boa! Só não quero que dancemos se temos problemas para corrigir só por acharmos que estando num estado democrático tudo se pode suportar.
          Quando se pergunta o que fazemos pelo país, é preciso repensar a pergunta. Faço pelo país quando envio medicamentos e algum dinheiro para os familiares e alguns amigos doentes. Se comprarem peixe, alimentam-se ficando com melhor nutrição e farão circular o dinheiro pelas palaiês, pescadores…e, infelizmente, ladrões do povo.
          Estive de férias, quis comprar canos para substituir a canalização da casa dos meus familiares (os vizinhos iriam também catar água), soube o preço dos canos e quando ia comprar, a quantia que eu tinha já não chegava porque um grande são-tomense tinha comprado todos os canos e reposto a vender na mesma casa com outro preço. Nessa altura pergunto o que posso eu fazer pelo meu povo ou o que os governos deviam fazer em nome da decência?
          Não rebusco John F. Kennedy ou outros devido à minha insuficiência literária. São apenas pensamentos do
          De Longe

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    Buter teatro esquecido Responder

    No meu ver, está notícia mostra que temos apenas mais um país igual ao nosso. Na verdade, o nosso não proíbe algumas notícias internacionais, mais proíbe notícias nacionais e complica vida aos jornalistas, os políticos fazem os jornalistas do seu refem, os coloca na situação empregatícia precária para o mesmo não ter dinheiro e não ter condições para divulgar as informações, ulgumas pessoas fazem comentários sem públicar o seu nome próprio com o receio das represárias. Quem não fala bem da política e dos políticos nos maus momentos são inimigos da verdade.

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      Revoltoso Arrependido Responder

      Vê o caso de Abel Viegas, censura tudo que aborda coisas que não o convêm ou não convêm aos seus amigos…

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        Téla Nón Responder

        Todo tipo de malcriadez, insultos, ofensas pessoais não são aceites. Aliás na página ACERCA do Jornal está o compromisso de ética, que deve ser lido antes de enviar qualquer comentário. Toda crítica e comentário em torno dos artigos publicados são bem vindos. Agora dar voz a insultos, difamações sem provas ainda mais encobertas por anonimato, o Téla Nón não aceita, apenas exclui deste espaço.

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          Afinal Responder

          Nao, Abel! Abel, meu caro colega de Liceu, que Gabriel Costa tenha esboteado um deficiente fisico, isto è verdade! Tentas indagar! Lamento tanto, meu caro colega, pela forma como tens censurado os comentarios! com Humildade!

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    Terra Minha Responder

    Ainda por cima, a União Africana escolheu esse senhor para presidente. Onde vamos parar Africa Minha?

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    Alberto Nascimento Responder

    Este homem tem mais terras em STP do que o proprio PR e os demais.
    Este é um porco

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      Revoltoso Arrependido Responder

      Deixa agua dele está no fogo.

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      Politico da Elite Corrupta de STP Responder

      Agua dele está no fogo. dessê…

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    Câmara Lenta diz Responder

    Afinal…?

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    benavides pires sousa Responder

    e depois queria fazer parte da cplp e comecava a rebecer apoio de muitos bandidos que se queriam beneficiar.

    dictadura á bruta!!!

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    Lupuye Responder

    Estamos tramados! E e com este tipo de gente que os nossos dirigentes se misturam. E sao esses os nossos “amigos”. Isso de ditadura, ensina-se. Espero que ele nao esteja a ensinar os nossos dirigentes a serem como ele. Agora cabe ao povo de Sao Tome e Principe nao aceitar comportamentos do genero no nosso pais.

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    VIOGO! Responder

    O “Revoltoso Arependido” é um libertino; não deve ter acesso ao tele nom, porque quer insultar pessoas no anonimato. Rua com vandalos que só querem denigrir a imagem do tela nom. Bo ça mandado!

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    J. Maria Cardoso Responder

    A história da humanidade é testemunhada por homens com e sem palavras.
    A democracia k nos anos noventa, após décadas de ditadura k se seguiu as nossas independências, começou a correr em força na África e parecia ser um sistema em nome de igualdade social, liberdade de pensamento e de opinião, de rigor e de trabalho decretado por Ocidente para o desenvolvimento económico do nosso continente.
    A Guiné Equatorial favorecida pela riqueza do petróleo e não só, impiedosamente não conseguiu ver o seu povo beneficiado dos princípios democráticos.
    Não obstante, muito k se diga da democracia praticada pelos nossos paises, desejamos k o povo equato-guineense consiga a sua liberdade pondo fim a ditadura de Teodoro Obiang, infelizmente o Presidente ainda escravizado na sua mente.

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    Teodoro Menezes Responder

    Cuidado!Quando pensamos que está tudo sob controlo,basta uma faísca para incendiar tudo.É grave pensar que problema é do outro e quando fenómenos destes acontecem devemos fazer uma refleção e corrigir o que vai mal.Quem diria que em menos de 30 dias o Presidente do Egipto estaria nesta
    situação?Caso de Guiné Equatorial,um presidente que governa país há 30 anos e se criou condições para bem estar da população porquê tanto medo com notícias relacionadas com revolução?O que tiver que ser,será.

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    Ze Maria Responder

    Perguntem ao Fradique, Maximino Carlos, Guilherme Neto, Oscar Medeiros e Adelino Lucas o que é censura/.

    Eles sabem a resposta.

    O que eles acham da liberdade de imprensa em São Tomé?
    Quantos fatos que interessam ao povo foram censurados.?
    Que tal levantar o tapete vermelho do Palácio cor de rosa?

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    Macarofe Responder

    Este espaço não é para insultar usn aos outros, mas sim opinar sobre determinados assuntos, ok

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