câmara distrital de cantagalo alarga as suas atividades de limpeza às comunidades rurais do distrito

Abril de 2011 representa o início das atividades de limpeza, recolha e transporte, valorização e deposição final de resíduos em cinco comunidades do distrito de Cantagalo, numa iniciativa que envolve, além da Câmara Distrital de Cantagalo, GIME e Associações de Moradores

A gestão integrada de resíduos arrancará em cinco comunidades rurais do distrito de Cantagalo, no âmbito do projeto “Consolidação do apoio às Câmaras Distritais para a melhoria do sistema de recolha de resíduos sólidos” executado pelas ONG’s ADAPPA, ALISEI, Fundação da Criança e da Juventude e MARAPA, financiado pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.

Na terça-feira passada foram assinados três contratos com os GIME 18, 20 e 22 entre, representantes do projeto, GIME, Câmara Distrital e Associações de Moradores, tendo sido também entregues equipamentos como ancinhos, carrinhos de mão, enxadas, limam, luvas, machins e pás, necessários à execução das atividades.

A iniciativa envolve a Câmara Distrital de Cantagalo, GIME e as Associações de Moradores das comunidades de Mato Cana, Anselmo Andrade, Colónia Açoreana, Santa Cecília e Uba Budo Sede. A primeira fase de abertura de vazadouros locais, que envolveu uma maior afetação comunitária, está praticamente finalizada e a assinatura de contratos com o GIME marca uma nova fase no sentido da melhoria das condições de salubridade dessas comunidades.

O trabalho será realizado por 7 cantoneiros dos GIME referidos que irão assegurar a realização das atividades nas suas comunidades respetivas, tendo a Câmara Distrital e as Associações de Moradores o papel de entidade fiscalizadora. As tarefas envolvem além da limpeza e capinação, a recolha e transporte dos resíduos colocados nos contentores até ao vazadouro, o envolvimento em soluções de valorização orgânica, nomeadamente compostagem.

O sucesso desta ação dependerá fortemente do envolvimento comunitário que susterá daqui em diante. Com efeito e pormenorizando, os contentores, muitas vezes considerados a chave para o problema dos resíduos, serão apenas mais um equipamento ao dispor de todos e ao contrário do que acontece na cidade – em que o produtor de resíduos apenas se encarrega de os colocar no contentor – cada um deverá assegurar a deposição dos seus resíduos diretamente no vazadouro sempre que o contentor estiver cheio, de forma a não impedir o normal funcionamento das restantes atividades associadas à gestão de resíduos na comunidade por parte dos cantoneiros agora afetos.

Artigo escrito no âmbito do projeto “Consolidação do apoio às Câmaras Distritais para a implementação de um sistema regular de recolha dos resíduos sólidos” executado pelas ONG’s ADAPPA, ALISEI, FCJ e MARAPA com o apoio da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.

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    Pen Drive Responder

    Entendo que as câmaras fazem muito pouco. Mas deveriam dentro das suas possibilidades financeiras e humanas fazer um pouco mais e conseguem fazê-lo. Pequenas coisas mas com impacto positivo para população.Dizem que não têm verba!Mas onde que a Cãmara de Mé-Zóchi conseguiu dinheiro para dar crédito aos seus funcionários.

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