Comunidades agrícolas do centro de São Tomé protegem ambiente para promover turismo

As comunidades agrícolas de Bombaim, Abade, Santa Luzia, e Java todas do centro de São Tomé, aderiram em massa ao programa de revitalização das infra-estruturas e protecção do meio ambiente, promovido pela câmara distrital de Mé-Zochi.

O poder local de Mé-Zochi liderado por Nelson Carvalho, está a conseguir incentivar as comunidades do distrito para o trabalho cívico. Mais do que isso, está a despertar nas comunidades a consciência de que o futuro está nas suas próprias mãos.

Através da sensibilização das comunidades para o trabalho cívico, com destaque para a protecção do ambiente, o poder local de Mé-Zochi, uniu as forças vivas de várias comunidades do Centro da Ilha de São Tomé, para dar utilidade turística às várias quedas de água que a natureza construiu no meio da floresta densa da roça Bombaim.

As comunidades começam a perceber que a preservação dos sítios de valor turístico, pode constituir uma fonte de renda para as famílias. Afinal de contas não é preciso muito investimento ou ajuda financeira internacional, para as potencialidades oferecidas pela natureza, poderem gerar recursos para as comunidades.

Ideias que o poder local de MÉ-Zochi, está a enraizar no seio das comunidades pobres do interior, e o resultado está a vista. Com pá, picareta, machim nas mãos, os habitantes de Bombaim, Santa Adelaide, Abade e Java, recuperaram os caminhos que conduzem turistas a descoberta das cascatas e outros segredos que a natureza exuberante da região oferece aos visitantes.

Aqui o ar é puro, a natureza criou oportunidades para lazer e descanso profundo. Água límpida lava e retempera o corpo cansado num banho de cachoeira, inesquecível.

Esta é uma das cascatas de Bombaim. O lugar antes inacessível, por causa do capim e outros detritos criados pela natureza, está agora acessível a todos. Tudo isso tem sido possível por causa da determinação dos habitantes, sob a direcção da autarquia de Mé-Zochi, que decidiu assumir nas suas mãos a responsabilidade de garantir a limpeza e protecção das diversas quedas de água e a natureza envolvente. «Fiquei contente porque pela primeira vez nós a população e o poder local, unimos as mãos para dar outra visibilidade a nossa cascata e a região em si», afirmou Germina Prado, habitante de Bombaim..

A população se envolve no trabalho cívico dando exemplo ao país de que as potencialidades da ilha só podem se transformar em riqueza, com união e trabalho. Aliás um dos moradores, deixou claro que o povo está cansado de teorias. O povo quer acção, coisas práticas. «Actualmente o povo quer ver as coisas executadas. Por isso preferimos envolver neste processo. Muitas vezes falamos de coisas teóricas, mas o povo hoje em dia quer ver. Aliás nós os são-tomenses queremos ver para crer. Por isso o nosso apoio a este Presidente da Câmara no sentido de levar em diante todas as boas acções por ele protagonizadas», desabafou Dianelso Rodrigues.

Produtores de cacau, banana, matabala e outros produtos alimentares, os habitantes das comunidades do Centro de São Tomé, acreditam que através do projecto social da Câmara de Mé-Zochi, a região pode conquistar turistas, que para além de desfrutar do encanto da natureza singular da zona, poderão interagir com os habitantes humildes e acolhedores. «Isso faz parte da higiene social e dá maior visibilidade a nossa região. Hoje em dia o nosso país está a apostar no turismo. Acho que com o nosso empenho poderemos arrecadar recursos através do turismo», precisou Ambrósio Sanches, da comunidade de Santa Luzia.

Agricultores que começam a ganhar consciência de que o turismo ecológico na floresta densa da região, pode ser complemento importante para a economia das famílias.

O Distrito de Mé-Zochi, é rico em água. Mé-Zochi é a fonte de água que alimenta grande parte da ilha de São Tomé. Longe da floresta de Bombaim e mais próximo da Trindade, capital do distrito, encontramos o antigo reservatório de Água Moreira construído na era colonial.

Actualmente abandonado, o espaço que no passado era ornamentado com jardins e que ofereceu momentos de lazer para famílias são-tomenses, deverá segundo a câmara de Mé-Zochi, ser reabilitado, como piscina pública. «Nós estamos disponíveis para recuperar isto e transforma-lo num ponto turístico. Aqui tem 5 tanques que poderemos transformar em piscina distrital. Como sabe o distrito de Mé-Zochi não tem esse tipo de balneário», sublinhou Nelson Carvalho, Presidente da Câmara Distrital de Mé-Zochi.

Crianças da localidade de Diogo Simão, tomavam banho num dos tanques. Uma prova evidente de que os 5 tanques que no passado funcionavam como reservatório de água para alimentar sobretudo a capital do país, podem ser transformados em piscinas. Aliás a zona circundante aos tanques, no passado tinha jardins, assentos, e um bar. Agora é só recuperar dando outra utilidade ao espaço verde de ar puro que Mé-Zochi oferece aos seus habitantes e visitantes.

Abel Veiga

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    Lupuye Responder

    Aqui temos um politico que ultrapassou a fase do “bla, bla, bla” e entrou na fase da accao. E nao o esta fazendo so, esta convencendo a populacao local que so com o trabalho colectivo se pode alcancar objectivos colectivos. Isso e de louvar. Em Julho quando for de ferias, irei visitar esses lugares que para mim ainda sao desconhecidos. Forca, Sr. Nelson Carvalho! Precisamos de mais gente como o senhor

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    Manuel Fernandes Responder

    Boa iniciativa. No entanto, tive conhecimento que tem havido outras iniciativas promovidas por algumas instituioções do Estado, das ONGs, e também das comunidades locais com vista a proteger o meio ambiente e lançar o turismo, sobretudo o ecoturismo. Mas estas iniciativas têm que ser conjuntas. Como poderá S.Tomé e Príncipe desenvolver o turismo quando a sua propria companhia STP AIRWAISES prática preços proibitivos. Ainda hoje estive a ver o preço de uma só ida de Lisboa para S.Tomé noa STP AIRWAISES, o mesmo custa 800 euros. Será que um voo de seis horas de duração pode assim custar tanto? O que é que está a fazer o senhor Felisberto Neto nesta empresa copmo representante de S.Tomé e Príncipe. O Administrador é só para defender o seu tacho, e ter bilhetes de graça para si e sua familia para Portugal, e o resto não interessa?
    Será que não existe jovens formados com mais experiencia na área de gestão, que temos que estar a suportar este tipo de “mumias” a representar o país. Individuops que s´
    o sabem dizer sim senhor sobretudo quando estão a tratar com os estrangeiros de cor clara, quase que se minjam na calça, para não perderem regalias?
    Não haverá turismo nenhum em S.Tomé e Príncipe enquanto existirem apenas a TAP e a STP Airwaises, pois os dois são a farinha do mesmo tacho. Não estão a pensar no desenvolvimento do pais.
    Manuel Fernandes

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      Jota Castro Responder

      Creio que o elevado preco dos bilhetes esta relacionado com o numero de pessoas que utilizam o aviao. Pois, acontece exactamente o mesmo, quando apanhamos um taxi, se apanharmos um taxi sozinho pagaremos muito mais do que se tivessemos de partinlhar o taxi com outras pessoas, ou seja, dividindo o preco da viagem pelo numero total de pessoas que utilizam o taxi fara com que o valor pago por cada um seja muito mais baixo.
      O que resta fazer e promover o turismo de modo a que muito mais pessoas seleccionem S.T.P como destino turistico de modo a que se possa fazer reduzir substancialmente os precos dos billhetes.

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    observador Responder

    isto é so para o inglês vêr, entao dao centenas de milhares de metro para plantaçao de palmeira numa extremidade da ilha, quando este tipo de cultura esta mais que provado pelos paises sul americanos e africanos que esta cultura intensiva QUEIMA toda fauna e ecossistema ainda mais tratando-se de um bem que o pais é auto suficiente, esta politica so patrocina novos reis do gado os latifundiarios do STP. e nao faltao exenplo,lagoa azul,praia das concha,ubabudo,e por ai fora.o governo sao tomense se portasse como cabo verde que convida na radio, os seus filhos para irem investir no pais que o governo apoia, sao tome sairia da lama em segundo para o micro mercado do pais bastava cada um investir 20000eur em mini fabrica e afins.mas so sabem aldrabar e partir o braço la na africa assim vao se afogar uns com outros e quem tentar salvar tambem vai junto para fundo.agora vao vir as virgens santas defender o seu tachos em que se repararmos na hora das postagen veremos que foi usado computador do estado para navegarem,gozem bem o leveleve, SE TIVEREM LUZ.

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    Lopes, Portugal Responder

    Ao sr, Presidente Nelson Carvalho dou os meus parabens… E continue Com essa força toda parabens….VIVA a CAMERA DE MÈ-ZÒCHI

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    J. Maria Cardoso Responder

    Apraz-nos estas iniciativas do poder local que só podem merecer os nossos aplausos.
    O envolvimento das populações na construção e na manutenção do bem comum é a mais valia cultural que sempre encontrou motivação necessária das populações. Entretanto, a pensar no turismo e no melhor proveito das nossas potencialidades, há que definir os espaços legais sob a tutela do poder autárquico e do poder central.
    Conhecedor da pouca manobra do poder local nos atributos consignados pela lei, é aconselhável que o sr. Presidente da Câmara de Mé-Zóchi aproveite o seu dinanismo em exigir quem de direito a atribuição ao distrito dos seus pólos turísticos.
    Bem-haja!

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    Turista residente Responder

    É de louvar a iniciativa da CDMZ! Apesar dos preços elevados das viagens de avião, não nos podemos esquecer dos turistas nacionais… E muitos são aqueles que não conhecem o seu proprio País. Com o desenvolvimento viram também as possibilidades de lazer, mas sem infraestruturas é dificil que se dinamize o turismo. Os turista nacionais podem assim fazer mais pelo seu distrito e distritos vizinhos. Iniciativas como esta veem aumentar as possibilidades de todos aqueles que teem o prazer de viver ou visitar este lindo País!

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    Anca Responder

    Segundo o artigo em epígrafe;

    ” O Distrito de Mé-Zochi, é rico em água. Mé-Zochi é a fonte de água que alimenta grande parte da ilha de São Tomé. Longe da floresta de Bombaim e mais próximo da Trindade, capital do distrito, encontramos o antigo reservatório de Água Moreira construído na era colonial.

    Actualmente abandonado, o espaço que no passado era ornamentado com jardins e que ofereceu momentos de lazer para famílias são-tomenses, deverá segundo a câmara de Mé-Zochi, ser reabilitado, como piscina pública. «Nós estamos disponíveis para recuperar isto e transforma-lo num ponto turístico. Aqui tem 5 tanques que poderemos transformar em piscina distrital. Como sabe o distrito de Mé-Zochi não tem esse tipo de balneário», sublinhou Nelson Carvalho, Presidente da Câmara Distrital de Mé-Zochi.

    Crianças da localidade de Diogo Simão, tomavam banho num dos tanques. Uma prova evidente de que os 5 tanques que no passado funcionavam como reservatório de água para alimentar sobretudo a capital do país, podem ser transformados em piscinas. Aliás a zona circundante aos tanques, no passado tinha jardins, assentos, e um bar. Agora é só recuperar dando outra utilidade ao espaço verde de ar puro que Mé-Zochi oferece aos seus habitantes e visitantes.”

    Que se mobilize e alerte a população, para as questões de preservação e conservação do meio ambiente de modo a valorizar o desenvolvimento futuro do turismo ecológico,parece-me de louvar e até de elogiar.

    Alias de elogiar todo o trabalho de limpeza e conservação da natureza em São Tomé e Príncipe.

    O que vejo com alguma preocupação é o facto, de transformar reservatórios de agua e piscina pública.

    Numa altura em que a questão de preservação de água,deveria ser uma prioridade, em que a grande problemática mundial vai se central na procura conservação de recursos hídricos, pois o clima já começou a dar também o ar de sua graça, com secas longas e profunda;

    Numa altura em que, varias comunidades não têm acesso a este líquido precioso (água),água canalizada;

    Transformar, um reservatório de água com cinco tangues em piscina,não me parece a solução ideal para lançar o desenvolvimento do turismo ecológico em São Tomé e Príncipe,

    Uma vez que o país se encontra banhado de mar e praias a sua volta, não quero com isso dizer que não se deve construir Piscinas Municipais e Públicas no País.

    Mas permita-me;
    fazer estudo de viabilidade e conservação do reservatório de agua é essencial para estratégia de abastecimento de agua para as populações mais desfavorecidas assim como para rentabilidade agrícola.

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      Virtual Responder

      Pois, a mim também suou um pouco intempestivo optar por piscinas e não a revitalização destes reservatórios para as antigas funções. Mas, devem lá ter os motivos próprios. Se bem, que cabe a EMAE efetuar os estudos de viabilização para o abastecimento e distribuição de água em S. Tomé. O que a mim acho que é uma atribuição já fora de moda, devido a incapacidade da desta empresa. Optar para privatiza-la à SONANGOL também não sei se será a melhor escolha!

      Embora todas as complexidades existentes neste país, congratulo-me com as ações noticiadas! Aliás, dizia há pouco um dos candidatos à presidência da república que o governo deve governar com o povo. E, realmente aqui neste país, precisa-se de governos que promovam assembleias locais participativas, onde os decisores autárquicos devem escutar, partilhar e trocar ideias com os seus munícipes de forma que se criem mapas dos problemas de existentes e assim possam encontrar soluções de baixo custo e que os resolvam na prática! Porque “actualmente o povo quer ver as coisas executadas. Por isso preferimos envolver neste processo. Muitas vezes falamos de coisas teóricas, mas o povo hoje em dia quer ver. Aliás nós os são-tomenses queremos ver para crer.”, dizia Dianelso Rodrigues

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    Nando Vaz (Roça Agostinho Neto) Responder

    Tudo isto é resultado de nova liderança.
    O Nelsom Carvalho é um exemplo palpável, é muito importante que os santolas se unem para mudar a ideologia política de STP.
    É sem duvida dizer, de que o futuro do Ambiente, dos Santolas e de STP, estão inquestionavelmente relacionado com a nova liderança juvenil e nova ideologia política juvenil. NELSON força,o futuro te espera!..

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    Anca Responder

    Pois o País não tem ainda infraestrutura de abastecimento de água a população,nem de saneamento de meio ,nem de transporte público de passageiro,nem de mercadoria;

    Se na altura foi construído um reservatório de água com cinco tangues, para abastecimento de água para beneficiar às populações, a minha questão e preocupação é;

    Porquê destruir, sem antes ter construído nenhum outro reservatório para abastecimento de agua as populações?

    Que preocupação, sensibilização tem a Câmara, a nível de infraestrutura de abastecimento de água as populações de Mezóchi, conservação de recursos hídricos?

    Construir piscina, essa é e será a prioridade mais premente da nossa população em termos de conservação e distribuição dos recursos hídricos?

    Somos rápidos em destruir,lentos em construir, pois sejamos rápidos em construir o que realmente é estratégico e fundamental à população, e deixemos de construir elefantes brancos, começemos a pensar primeiro no que de momento é essencial e prioritário,as populações.

    A água assim como a luz(aqui também o sol conta), são recursos fundamental as populações, diria mesmo estratégico para desenvolvimento do País,sobretudo nos próximos tempos, com a escassez deste recurso cada vez mais a nível mundial.

    Transformar um reservatório de água sem fazer um estudo de viabilidade e conservação, para o transformar em piscina, quando o país está banhado de sol, mar e praias, não me parece de momento essencial, para o desenvolvimento do turismo,sobretudo de turismo ecológico.

    Que benefícios concreto traria a população em termos de advento do turismo ecológico, a construção de uma piscina aproveitando esse reservatório de agua?

    Gastar dinheiro público sem entretanto ter retorno(benefícios que traduzem a melhoria de vida da população),é desperdício de tempo e recursos.

    Populações com fome, falta de água e luz, certamente não vão dar prioridade a ir tomar banho a piscina, nem a ir ver turista a tomar banho na piscina.

    Essa opinião não deve servir como crítica destrutiva mas construtiva, servir de preocupação e alerta daquilo que de momento deve ser realmente prioritário em termos de gestão,conservação e distribuição de recursos SãoTomenses.

    Bem Haja à Todos

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    Anca Responder

    Como alerta deixo-vos aqui este artigo,encontrado na Revista Ciência Hoje;

    “Dia Mundial da Água 2010
    pensa a saúde do Planeta
    e do ser humano”
    «Água Limpa para Um Mundo Saudável» é o tema deste ano da iniciativa da ONU
    2010-03-21
    Países pobres são os mais prejudicados com a escassez e a falta de qualidade dos recursos hídricos
    Países pobres são os mais prejudicados com a escassez e a falta de qualidade dos recursos hídricos
    Tentar aumentar a consciência pública da importância da conservação dos recursos de água potável, é o objectivo do Dia Mundial da Água que se assinala a 22 de Março. Este ano é dedicado ao tema «Água Limpa para Um Mundo Saudável».

    Nascido em 1993 por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), esta efeméride propõe todos os anos um tema diferente sobre o qual se realizam actividades que visam promover a consciencialização tanto da população com dos governos para problemas relacionados com os recursos hídricos.
    Os países em vias de desenvolvimento são este ano os mais visados, pois são também os que mais sofrem com a falta de água potável. Na sua mensagem oficial para este Dia, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, sublinha a ligação da preservação dos recursos hídricos com os objectivos das Nações Unidas.

    “A água é o elo que une todos os seres vivos do planeta e está ligada directamente aos objectivos das Nações Unidos: melhorar a saúde materna e das crianças, a esperança de vida, a emancipação das mulheres, o desenvolvimento sustentável, bem como a adaptação e a atenuação das mudanças climáticas”.

    Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU
    Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU
    No entanto, diz Ban Ki-moon, os recursos hídricos estão cada vez mais vulneráveis e ameaçados. Todos os dias e um pouco por todo o mundo “milhões de toneladas de esgotos sem tratamento e resíduos industriais são agrícolas despejados em sistemas de água”.

    A água potável está, assim, a tornar-se cada dia mais escassa e com as mudanças climáticas a situação tende a piorar. “Os pobres continuam a ser os primeiros a sofrer com a poluição, a escassez de água e a falta de saneamento adequado”, afirma Ban Ki-moon.

    O tema deste ano vem sublinhar que tanto a qualidade como a quantidade dos recursos hídricos estão em risco. Mais pessoas morrem “devido à utilização de água não segura do que devidao às várias formas de violência, incluindo a guerra”.

    «Millennium Development Goals»

    Até 2015, a ONU integra o tema dos recursos hídricos nos seus Objectivos de Desenvolvimento do Milénio («Millennium Development Goals»), com várias metas a atingir até 2015.

    Pretende-se, assim, assegurar a sustentabilidade ambiental através da integração dos princípios de desenvolvimento sustentável nas políticas e nos programas de cada país, bem como inverter a tendência de perda de recursos ambientais e de biodiversidade.

    Pretende também reduzir para metade, até 2015, a proporção da população sem acesso a água potável e saneamento básico e reduzir para dois terços a mortalidade infantil e a incidência de doenças como a malária.”

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    Rodrigo GS Responder

    Gostei, este Sr. Nelson Carvalho parece estar a fazer excedente trabalho. É a segunda iniciativa que tomo conhecimento pelo telanon.

    Preservar a natureza para poder explorar com o turismo, mesmo que tenhamos de espera mais uns anos por melhores condições é a opção mais inteligente para a nossa terra.

    Quanto a polémica sobre a conversão dos tanques em piscina, gostaria que alguém viesse explicar a opção.
    Será que por algum motivo já não é possível recuperar para as funções para a qual foram construídos?
    Se assim for parece ser uma boa opção, porque também temos de pensar no lazer da população local e dos visitantes.

    Um dia espero regressar e contribuir com iniciativas semelhantes.

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    Comite central Responder

    Não é primeira vez, ha um estudo que não recomenda a transformação das ex empresas agricolas, como destinatarios do turismo ecologico. Este estudo peca, creio servir o interesse de alguém. Temos condições de sermos autosuficientes, mas esta elite que temos , nunca mais.
    Renovação social.

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