TERRA FIRME num país de tortos

Qualquer que fosse a sondagem feita a sessenta dias das eleições presidenciais de 17 de Julho, nem por mais independente e internacional gabinete de estudos sociais e políticos com vocação estatística ousaria a oferecer aos santomenses, Pinto da Costa na cadeira do Presidente da República. Pinto da Costa, outra vez? Ditador versus Democrata?

Com o passar do tempo e os dias que se iam minguando até a data da decisão popular, por mais que as opiniões estatísticas favorecessem ao candidato do tempo da ditadura, mormente esquecido da mudança do regime encetada por si com pressão ou sem ela, foi pacífica e de reconhecimento internacional com promessas de apoio a espreita por parte do ocidente para que a democracia santomense pudesse exercer efeito dominó ou de contágio, especialmente, em África, assistimos ao longo do período de pré-campanha e adiante as acusações que retiravam qualquer possibilidade dos santomenses em mudar o número da História.

Atropelos a Constituição da República não eram poupados até nos círculos creditados pela democracia ou no mínimo ministrados por académicos com responsabilidades de formar opiniões basilares para o esclarecimento e a formação do eleitorado a deriva ou com a falta de escola política, ética e moral. Comungamos e já o dissemos nas anteriores penitências que, ao contrário da Bíblia ou do Alcorão que impigem os conceitos da fé desde a nascença da criatura, a Constituição da República é coisa reservada aos outros, aos políticos, quiçá, aos estudantes de Direito.

Nestas coisas de prognósticos todos nós falhamos, a não ser que nos mantenhamos no purificatório para que possamos reclamar das nossas razões pós veredicto das urnas. A prossôra Inocência Mata, quem estimamos e por razões óbvias, veio aqui antecipar a direcção do seu voto e alertar aos santolas de que, quem torto nasce, torto morrerá, ou simplesmente, Pinto da Costa sem esclarecer e fazer o exercício de pedido de desculpas aos atingidos pela bomba mortífera do regime dos quinze anos, não merecia sequer dar a cara ao trono da República, não conseguiu convencer, talvez por errar no tempo. A dor que lhe encobre a alma, não sabemos se mesmo aqueles que a criticaram neste painel teriam exibido e confessado o normal sentimento sem o uso de uma arma ao punho e pronto a matar, esquecendo-se de que a profecia humana também nos ensina de que o perdão faz bem ao coração.

Até a idade, os 75 anos de orgulhar a qualquer um, enfim, habituados pelo obscurantismo a exercer o poder diabólico ou esfarrapado e mergulhado na extrema pobreza a acelerar o dia do cativeiro final, foi mestrado como um imperativo dos que não se deram ao contributo de esfolhear a TERRA FIRME com os olhos de compreensão e sem preconceitos, má-fé ou malabarismos assumidos pelo temporal. O ocidente muito adiantado no tempo assiste a Segurança Social em guerra com a protecção social de milhares dos seus contribuintes que estão a atravessar os 100 anos de idade em perfeita faculdade física e mental, reparo também já feito por nós aqui, alertando dos avanços científicos e as melhorias de condições de vida humana.

Estando no período de campanha presidencial começamos a assistir o candidato do Governo, político pacífico e consensual, mas empurrado a correr, por mais que lhe faltassem o fôlego e as pernas até para recolher palmas num dos luchans da sua Santana. O Primeiro-Ministro, confiante nas verbas necessárias para o tradicional banho, (porquê não chamar as coisas pelo nome?) apesar da crise que o mesmo reclama para o cofre do Estado, demorado a anunciar o candidato do seu partido, ADI, arregaçou as mangas e assumiu o comando das tropas, relegando Evaristo Carvalho ao seu convento, lugar de Estado como que estivesse assentado na cadeira do Parlamento a reclamar somente o diálogo aos seus deputados.

Na travessia do deserto, tudo vale, “povo, não governarei com Pinto da Costa”, só se não fosse o filho do pai, nós que assistimos a verdadeira e até então a única mudança operada no país, 1990/1991, já conhecíamos este discurso “povo, não trabalharei com Governo do MLSTP/PSD”, a política suja serve para o desespero das nossas ambições, utilizando os mais atrozes meios para atingir os fins, para no dia a seguir darmos o dito por não dito sorrindo ao povo com a cara mascarada que são coisas da campanha, ignorando que a nobre missão dos políticos também é formar a Nação que tanto reclama figurantes que lhe possam orgulhar na tão decadente Democracia que empobreceu a mente de nós, os santomenses.

O feitiço virou contra o feiticeiro ou se quisermos, os que viveram o período eleitoral de forma realista como se faz a política em STP, a vitória de Pinto da Costa não lhe valeu do mérito pessoal ou somente dele ou ainda da equipa de combate, mas tão e somente a deplorável presidência de Miguel Trovoada e Fradique Menezes. Daí que, não tardará a nossa Democracia a germinar candidatos mais velhos para emendar as contas.

Alguns impertinentes questionaram do Norte dos nossos votos principalmente no período eleitoral e sobretudo no jejum dos vinte dias que a corrida tornou-se mais nojenta com os casamentos de circunstâncias que não deram em nada, senão ajustes para fazer o inglês ver. Na política, casa-se com o diabo! Outros ousaram a afirmar que fomos os fazedores de um dos candidatos ou senão por si encomendados, nomeando tim-tim por tim-tim os pensamentos para aqui trazidos que lhe serviram de teste e encorajamento a assumir a corrida eleitoral. Nem pouparam-nos de “Mataram a velha feiticeira”, a nossa última ceia pré-urna, atribuindo-lhe a nota filosófica e intencional de voto. Outros na visão diferente, os mais próximos dos nossos círculos fechados, questionaram dos manos que faziam exemplar dupla em Mé-Zóchi de outros tempos, das razões de hibernação política.

O povo exerceu e repetiu no dia 7 de Agosto o seu desejo de “Sun zó dané, Sun zó ká cocété!” É bom que o povo fique esclarecido que tem um Governo para mais três anos e é, a ele que cabe governar STP, agora com maiores responsabilidades e o normal respeito a outra instituição democrática, que apesar dos limites constitucionais não é um figurino estático, nem um simples inquilino do velho Mouro da Trindade, pior um pau mandado. Patrice Trovoada é o nosso Primeiro-Ministro e tem todas as prerrogativas constitucionais e condições políticas para governar com uma oposição que tem demonstrado, pelo menos nas hóstias engolidas com os atropelos e as viagens ao estrangeiro até de almoço do declarante, “gosto de viajar” e acreditamos que Pinto da Costa pelo que exibiu nos seus discursos na campanha ao trono, tendo conquistado a franja da juventude que apenas lhe conhecia pelas cassetes de gravações demoníacas, não será certo, uma mossa a exigir um travão a boa governação do Trovoada.

Nós, os são-tomenses com os olhos atentos da comunidade internacional, temos mais três anos para mostramos ao mundo uma outra façanha da nossa Democracia ao avaliarmos pelas tantas outras, como a mais, até então, bem desenhada pelo voto popular, a coligação MDFM/PCD com um Presidente da República, um Governo de Tomé Vera Cruz e uma maioria parlamentar conseguida depois das anteriores tentativas banhadas e fracassadas quer com Miguel Trovoada, quer com o mesmo Fradique Menezes. Foi o fim dos testes, agora invertidos com um Presidente da República vindo de um independente dos partidos políticos com maior margem de manobras e de desconfiança que não tardará a apaixonar os adversários ou os que têm a culpa no cartório e, não só.

A forma brilhante com que engravatamos os discursos pós eleitorais não deve ser despida de uma mancha de sangue que um segurança governamental, talvez mal preparado para as circunstâncias, fez escorrer num cidadão eleitor. Ao acreditarmos nas imagens da ocorrência não só aquele cidadão podia perder a vida como anónimos circundantes da direcção do disparo. A responsabilidade deve ser exigida, daí a necessidade do papel dos Tribunais, uma outra instituição determinante no exercício democrático sem ler a cara e os meios do cidadão. Aos nossos advogados não lhes faltarão matérias para a defesa da causa jurídica e pública.

Tendo o povo eleito a TERRA FIRME num país de políticos tortos, quanto tempo Patrice Trovoada necessita a arrancar o país? O Chefe do Executivo deve ouvir esta pergunta do seu eleitorado, do povo santomense e até do eleito, o novo Presidente da República. Todos devemos exigir do Primeiro-Ministro a resposta certa, temporal e convincente, porque São Tomé e Príncipe precisa de um prazo para arrancar e tem que ser agora. Apesar dos contratempos internacionais, há um velho ditado chinês, é na tempestade que se forma os melhores marinheiros, e ao meditarmos no banho que ao contrário da 1ª volta, andou a solta e desenvergonhada nesta 2ª volta, pisando mesmo ao olho nu, porta a porta até a boca das urnas, o que comprova que há dinheiro, o país não pode continuar na bicharada de adiamento com quedas e actos eleitorais sucessivos.

Os compromissos aflorados na TERRA FIRME em nada comprometem a boa governação de Patrice Trovoada que ao prevê pelas ambições razoáveis de um político, depois de falhada a cadeira presidencial em 2006 e o atraso em apresentar o seu candidato nestas eleições, quererá encomendar os condimentos para a sua subida ao palácio presidencial. Organizando e realizando devidamente os compromissos que tem com o povo santomense nem precisará de dar o banho nessa altura, porque é agora, são as nossas instituições públicas e privadas, as infra-estruturas do país, a saúde e a educação e tudo do mais, que reclamam o banho para o envolvimento da cidadania no arranque económico das mais belas ilhas pousadas no centro do Mundo. Deus quis assim, estamos no centro do Mundo, mais uma razão para orgulhar-nos a todos em sermos melhores que todos os outros, porque somos o único.

O centro do mundo geográfico é nosso! Porque não o político, o económico e o financeiro?

Se não conseguirmos congregar as diversas vontades, se não conseguirmos congregar a volta de uma mesa, gente de partidos ou sem partidos, para realmente discutirmos o São Tomé e Príncipe que nós queremos, estou convencido que jamais podemos sair desta situação em que nós nos encontramos”. Pinto da Costa em apontamento de Abel Veiga no Téla Nón do dia 3 de Maio de 2011

10.08.2011

José Maria Cardoso

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    # HeCoS # Responder

    S.T.P. – São Tomé e Príncipe, ” esta é a ditosa pátria minha amada ” Chêêê…! kê kuá ?

    Triste situação… Em pleno séc.XXI, ainda existem pessoas q vivem no passado. O passado compõe de certo o nosso memorial, serve de base para observar o presente e preparar/ prever o futuo. Demasiado extensivo o texto q até deu preguiça de terminar a sua leitura. Logo no início está bem claro a perseguição ao homem. Penso eu q ninguém tem a culpa d o seu preferido p a presidênci não ter sido eleito. Q tvesse apresentado ao eleitorado projectos e progaramas convincentes, legítimas e convíctas das suas capacidades em vêz de meras politiquices bestas, manobras de ganancia pelo poder.
    Antes de fazer relatos destes como forma de excitar discordias, precisas t libertar do ódio e rancor q guardas dentro de te. Está bem claro nas declarações do nosso novo presidente eleito pelo povo queiras tu ou não.
    Vamos todos zelar pelo bom desempenho do mesmo e para 1 S.Tomé e Príncipe melhor.
    Viva o presente e encara a realidade.

    fui….

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      Luis Dondoia Responder

      Caro compatriota … Reflectir sobre o passado , com disse e bem , serve para corrigir .
      Quem não conhece a sua história será sempre um zero a esquerda e ter preguiça de ler um texto , comentário sobre o que fosse sobre o que fosse revela IGNORÂNCIA
      Segunda questão , se conhrcer a NOSSA CONSTITUIÇÃO verá que um PR não tem programa politictico mas uma forma de encarar a sociedade que permiti-lhe gerar consensos e equilíbrios para que atinja os níveis de desenvolvimento, abandonando a instabilidade politica que nos tem caracterizado nos últimos 30 anos, Caso contrário será ele próprio o mais divisionista e instabilidade. É isto que temo .E pense nisso as derrotas não se explicam em politica com a ligeireza com que o faz .ANALISA porque o futuro era ontem . Desculpe se o ofendi .Atenciosamente .

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    Terra nossa Responder

    Como ja nos habituou, este é mais um grande texto.

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      Daniel F. Responder

      Sinceramente que eu não vejo nem bom texto nem bons argumentos nesta fileira de verbos. Mas, enfim, quem com pouco se contenta… Já li, neste mesmo espaço, coisas muito mais interessantes.
      Fui
      Daniel F.

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    Helves Santola Responder

    Boa análise e boas perguntas. Entretanto, tanto as suas palavras quanto as ideias que o governo de Patrice já apresentou durante o período eleitoral apontam para a prontidão que o governo terá em forjar uma instabilidade política mediante qualquer acção de Manuel Pinto da Costa para tentar consertar as coisas. O combate à corrupção, dessa forma, será o motivo desse jogo político que, ao ver, se confirmará. Mas eu tenho a esperança que o meu povo saiba interpretar os factos e dar razão a quem a tem. Estou esperaçoso de que MPC quererá trabalhar a partir de 3 de Setembro mas certo de que ele terá muito entraves, até frustrantes, porque o governo já o colocou em xeque!!

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    Sempre a subir Responder

    Amigos, de facto esse resultado só era esperado pelos mais atentos. Ora senão vejamos: Uma ONG de quadros formados em deversas áreas tinha feito um estudo de fenómeno banho e tinham concluido que o banho só influencia, mas que não determina os resultados. Mais de 60% da população Santomense vota na consciência. Isso quer dizer que apenas um pouco acima de 30% vende consciência. Se Evaristo tinha 21% e o Pinto 38% era de se esperar que Pinto vencesse caso ambos dessem banho. Todavia tenho que reconhecer que seja lá como for Evaristo tem hoje muita popularidade. Afinal Pinto é o único que ganhou eleição tão arrasca em toda a história desse país , ainda por cima na segunda volta. Por isso ele deverá governar com muito cuidadado e responsabilidade. Se o Patrice não oferecesse ao povo uma figura tão débil e que não aspira confiança hoje o ADI teria tudo. Foi o ADI que deu vitória ao Pinto. Povo quer um presidente seja lá quem for, não um pau mandado. Esse cargo é orgulho de um povo, não pode lá ir um espantalho vusado por três pinguins espirituais de … enfim.
    Rezemos para que o país cresça e que o Pinto se dê bem com o Patrice até ao fim desse mandato. Porque o povo pode ainda lhe perdoar no dia de julgamento (eleições) se ele governar bem. Bjs

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    jaka doxi Responder

    Nas actuais condições penso que o ADI deverá aproveitar o apelo de combate a corrupção lançado por Pinto da Costa e começar a caçar os bandidos.
    Fui

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    Professor Responder

    Afinal, senhor Jose Maria Cardoso, de que lado o senhor esta? Nao consegui ler em seus argumentos a sua posicao politica. E necessario clareza para se expor opinioes.

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      Ceu Responder

      Antes de mais não posso deixar de notar a foto de um animal.Mesmo assim vou dirigir-lhe algumas palavras.

      Não é suposto que um jornalista defina o seu lado, o jornalista deve informar com isenção. Se não percebeu de que lado está o jornalista significa que a notícia é mesmo isenta e real.

      Será que já começaram as definições de lados para os jornalistas?

      NB: sou simples leitora

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        Professor Responder

        Comove-me a vossa falta de decoro ao dirigir-se a um leitor que não conheces da maneira como fez. É lamentável. Contudo, ainda sinto-me incitado a responder-lhe, ainda que jamais entendas: um povo possui o governo que merece. Se temos hoje um ex-ditador no “trono da república” é porque este povo necessita de tronos ainda, quando o mundo caminha para a liberdade e a real democracia. Um jornalista precisa ter opinião sim senhor, afinal, o que o define como SUJEITO é o fato dele pensar, dele ser INDIVÍDUO. É lamentável, mas o governo que hoje há em STP é espelho da vossa falta de civilidade, demonstrada, primeiro, no fato de dirigir-se a um leitor como se tal fosse um animal e de não ter ciência sobre a profissão do comunicador. Se este fosse um artigo informativo, eu retiraria tudo o que disse. Mas trata-se de um artigo de opinião. Que é tão contraditório e paradoxal quanto o povo a que se dirige.

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        Professor Responder

        Respondendo à tua pergunta: é óbvio que há definição de lados para os jornalistas e para o jornalismo, basta observar as diversas redes de televisão disponíveis. E isso caracteriza a democracia. O autor do artigo em questão não expõe com isenção, primeiro pelo facto de ser um sujeito que pensa, e que, por sua vez, opina. Segundo, o próprio texto denuncia a falta de isenção: adjectivação excessiva, o uso de referentes como “nós”, “nosso”… Não estou a questionar a isenção, mas a falta de clareza. Percebeste, caro leitor?

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        Zunu Responder

        Comove-me a vossa falta de decoro ao dirigir-se a um leitor que não conheces da maneira como fez. Por isso, uso meu nome agora, sem máscaras. É lamentável. Contudo, ainda sinto-me incitado a responder-lhe, ainda que jamais entendas: um povo possui o governo que merece. Se temos hoje um ex-ditador no “trono da república” é porque este povo necessita de tronos ainda, quando o mundo caminha para a liberdade e a real democracia. Um jornalista precisa ter opinião sim senhor, afinal, o que o define como SUJEITO é o fato dele pensar, dele ser INDIVÍDUO. É lamentável, mas o governo que hoje há em STP é espelho da vossa falta de civilidade, demonstrada, primeiro, no fato de dirigir-se a um leitor como se tal fosse um animal e de não ter ciência sobre a profissão do comunicador. Se este fosse um artigo informativo, eu retiraria tudo o que disse. Mas trata-se de um artigo de opinião. Que é tão contraditório e paradoxal quanto o povo a que se dirige.

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        Zunu Responder

        Respondendo à vossa pergunta: é óbvio que há definição de lados para os jornalistas e para o jornalismo, basta observar as diversas redes de televisão disponíveis. E isso caracteriza a democracia. O autor do artigo em questão não expõe com isenção, primeiro pelo facto de ser um sujeito que pensa, e que, por sua vez, opina. Segundo, o próprio texto denuncia a falta de isenção: adjectivação excessiva, o uso de referentes como “nós”, “nosso”… Não estou a questionar a isenção, mas a falta de clareza. Percebeste, caro leitor?

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    voz do emigrante Responder

    Voces pensam o que o PINTO ira salvar s.tomé?estao enganados pelo contrario ira sugar como fes o josé socrates na tuga

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    mosssad Responder

    Voz DO EMIGRANTE… Pinto Da Costa vai fazer o que Evaristo Carvalho nao iria ser capaz de fazer, tento em conta que Evariato Carvalho iria ser o PAU MANDADO …o BONEQUINHO da Familia TROVOADA como ele sempre foi. Por isso aPinto da Costa foi a melhor escolha,
    Delfim Neves paralem de nao ter capacidade intelectual,iria ser PAU MANDADO DO ALBERTINO BRAGANCA E COSME RITA.
    Sendo assim ou Pinto da Costa ..ou ELsa Pinto duas figuras que poderiam fazer algo pelo povo.

    NAo vamos comparar Portugal com STP… infelizmente sempre fomos dominados pelos portugueses… mesmo independentes para os emigrantes se singrarem pela europa fora tem que recorrer aos portugueses..ou seja Pela NAcionalidade portuguesa seja ela adiquirida ou dada de favor.

    por isso VOZ DO EMIGRANTE fique calado …tu calado es alguem.

    VIVA DEMOCRACIA

    PINTO DA COSTA E O MAIOR

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      Silva Responder

      Mossad, este nome deve ser para meter medo, pq pelas tuas ideias és um triste.

      Pensas que alguém que foi obrigado a entregar o país à Democracia na miséria, vai tirá-lo da miséria? Diz-me onde aconteceu e passarei a respeitar-te.

      Evaristo Carvalho lutou pela democracia junto a Miguel Trovoada e seria, na opinião de muitos, a pessoa que uniria os Santomenses, o problema é que não é fanfarrão, como tantos, neste aspecto é um Santomense atípico. Nós os africanos gostamos de quem nos engana, quem promete o que não vai cumprir.

      Gostaria de te ver mandar calar mais alguém daqui há 5 anos. A não ser que saibas mais do que a maioria dos leitores e pela força daqui há 5 anos tenhas o poder de mandar calar, aprisionar e mais arbitrariedades como aconteceram em STP e acontecem em tantos países africanos.

      Cresce e aparece e vê se te preocupas mais com o futuro do país e não com as promessas que te fizeram para hoje.

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      Silva Responder

      Mais, os Santomenses têm a maninha que votam em pessoas muito importantes, por isso votaram 2 vezes num presidente que prometeu tanto mas ao sair, até o palácio do povo vai deixar na miséria para sublinhar com simbolismo a miséria do país.

      OS DIRIGENTES SÃO A CARA DO POVO! ENQUANTO NÃO FORMOS UM POVO HONESTO NÃO TEREMOS DIRIGENTES HONESTOS!

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        Ogimaykel da Costa Responder

        Gostei! Sempre a subir!

        Esse nome Terra Firme faz-me lembrar Burquina Faso (País dos Homens Firmes). Lá surgiu um presidente que jamais em nenhum país africano se conheceu, Thomas Sankara. Ele em pouco tempo tornou o país auto-suficiente em alimentação; combateu grandemente o analfabetismo; promoveu um maior controlo sobre a gestão da coisa pública, reduziu os gastos excessivos dos directores, dos ministros e altos funcionários do Estado… ele transformou o seu país numa Terra Firme.
        Que sigamos o mesmo exemplo, pois há solução! Há como sair desta “Torteza Total”. Para tal, precisamos de dirigentes com coragem, visão é sentido de estado. Só assim é que poremos essa Terra Firme e seremos uma Terra Dos Homens Firmes.
        Viva São Tomé e Príncipe

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      Ceu Responder

      Mosssad, quem és tu para mandar alguém calar? Não deveriam ser permitidos comentários desses.

      Não poderemos comparar Portugal com STP, mas o certo é que os tugas aprenderam a lição da democracia, e aprenderam que a ditadura só os leva ao fosso.

      Os nossos irmãos em Portugal deveriam tb apreender a lição, que estranho que não tenham apreendido até parecem excluídos da sociedade onde vivem.

      A história não volta atrás, infelizmente.

      SÊ MAIS DEMOCRATICO E ACEITA OPINIÕES CONTRARIAS A TUA, SÓ COM RESPEITO CONSTRUIREMOS STP.

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    Digno de Respeito Responder

    Não me parece que o texto tenha sido produzido com o propósito de declinar para o lado A ou B ou ainda o C. O texto apresenta a visão analítica do seu autor que alerta-nos de situações que por mais incipiente, faz a diferença. Significa que as pessoas devem avaliar o comportamento do eleitorado santomense.

    O facto de vivermos e pertencermos a Terra do “léve-léve”, não significa que todos andam durmindo ou andam no mundo da sonolência. Se se estuda por alguma razão é. E o autor do texto reflectiu a perspectiva de uma Nação que carece de avanço imediato, além das intempéries marítimas. Alias, ao citar o provérbio chinês na sua narrativa “é na tempestade que se forma os melhores marinheiros” significa dizer que os santomenses devem se unir cada vez mais e sobre tudo no momento de maior dificuldade que Mundo enfrenta actualmente. Devemos aproveitar o momento da crise para relançar a economia do País através de criatividade, do empreendorismo, da produção e o respeito recíproco entre os homens. Aliás, a cultura de prestação de conta pública deve reinar em STP para evitar a currupção. Logo, com esse resultado eleitoral, o Governo posiciona-se de forma privilegiada pelo voto de confiança que lhes foi confirmada através de apoio ao Evaristo de Carvalho. Seguramente parece-me ser um previlégio ter Pinto da Costa neste momento no destino do País porque teremos todos a oportunidade (talvez única) de fazer uma avaliação mais imparcial sobre qualquer acontecimento (positivo ou negativo) que influencia o bom nome do País ao nível nacional e internacional.

    Agora cabe os partidos de oposição organizarem-se, a Assembleia apelar a jurisprudência e o povo ser chamado a participar nos processos de interesse de São Tomé e Príncipe. Para isso é preciso que a sociedade civil seja mais organizada (por classes profissionais ou não).

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    JOSE TORRES Responder

    Quam ficou aborrecido porque Pinto agora e Presidente pode trabalhar que daqui a cinco anos havera outra oportunidade. Agora e trabalhar e trabalhar bem com Pinto p[oprque senao o Povo vai decidir por ele mais dez anos ok?

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