Sociedade

Associação das mulheres de STP em Portugal celebra 19 de Setembro

Men Non, associação das mulheres de São Tomé e Príncipe em Portugal realiza no dia 25 de Setembro pelas 11h:00m um evento alusivo ao dia 19 de Setembro, dia da Mulher de S.Tomé e Príncepe e ao primeiro aniversário da Mén Non. O evento terá lugar no Pavilhão Polivalente da Junta de Freguesia de Odivelas, sito na Rua Aquilo Ribeiro, Odivelas (junto as piscinas).

Organização da sociedade civil sem fins lucrativos, a Mén Non, celebra no próximo dia 19 de Setembro o primeiro aniversário da sua criação e em simultâneo a festa do dia das mulheres são-tomenses. Uma actividade que conta com a parceria da Camara Municipal de Odivelas, ACOSP–Associação da Comunidade de S.Tomé e Príncipe em Portugal e PROSAUDESC – Associação de Promotores de Saúde Ambiente e Desenvolvimento Socio – cultural.O evento que terá lugar no Pavilhão Polivalente da Junta de Freguesia de Odivelas, sito na Rua Aquilo Ribeiro terá lugar no dia 25 de Setembro.

Para conhecer o programa de actividades, CLIQUE : Programa_men_non..

    4 comentários

4 comentários

  1. HLN

    14 de Setembro de 2011 as 19:34

    É mesmo assim, santolas marcam presença onde estiverem.Cabeça erguida se o governo não faz nada para realçar os bom nome dos santomenses nós podemos.

    Viva 19 de Setembro já de múalá santómé cú plinspé.

    • a minha voz

      15 de Setembro de 2011 as 21:30

      È de louvar e de festejar mais um aniversário da associação.
      Felicito pelo bons trabalhos realizados.

      Tal como todos sabemos há muito ainda por fazer,não só da vossa parte,mas sim da sociedade em geral,de modo a promover a igualdade de género em STP.

      Há vários pilares problemáticos nos quais devemos ver com muita clareza e que devem ser bastante trabalhado no sentido de sensibilizar a população e os Orgãos Politicos,dentre eles destacos alguns:

      – Campanhas de sensibilização a jovens raparigas,para a importância de uso de preservativos nas suas relações sexuais,sobre tudo aquelas que fazem do sexo o seu rendimento.

      -Sensilizar as jovens para a proteção do ambiente e saneamento básico do meio/ residencial.

      – Participação e ocupação de mais mulheres no cargo político do pais.

      -Legislação com Duras medidas sobre o atores da violência domestica.

      Nota:As mulheres são tão como os homens,logo têm os mesmos direito,aprenda a respeitar a sua mulher,pois, ela não é a sua escrava!

  2. Isidoro Porto

    17 de Setembro de 2011 as 17:58

    A grande verdade (que não é novidade para nenhum de nós) é que o problema de Sao Tome e Principe reside na má fé dos nossos dirigentes (políticos, deputados, presidentes, directores das empresas estatais, etc) por um lado, e dos santomenses comuns por outro.

    1. Dos dirigentes – Não se pode compreender que um indivíduo, seja ao mesmo tempo deputado, presidente de conselho de administração numa empresa estatal, professor Universitário, advogado etc, etc. Isto revela má fé e igoismo por parte do mesmo. É querer ser bombeiro que vai apagando o fogo em todas as frentes, sem se cuidar com o essencial que e a prevenção do mesmo;

    2. Cidadãos comuns – Não se pode compreender a constante aptência dos nossos concidadãos comuns pelo lucro fácil, pelo imediatismo e pela resoluçãao de todos os seus problemas quotidianos, hoje e já.

    Tudo isto tem alimentado as incensantes GUERRAS CIVIS-POLITICO-PATIDARIAS pela defesa e conservação das benesses já alcançadas por certos grupos de interesses no poder e os seus apoiantes por um lado, ou para a recuperação das perdidas por parte dos que estão na oposição e os seus comparsas por outro.

    Outro verdadeiro cancro colateral da econnomia nacional é o fenómeno boquinha, alimentado pelos dirigentes e cidadãos comuns. O homem santomense (quer dirigente quer cidadão comum) quando engolido pelo fenómeno boquinha, preverte-se e inevitàvelmente é arrastado às más práticas económicas perante a lei e aos olhos da sociedade, pois os custos para suportar as boquinhas são elevadíssimos (aluguer de casas, seus apetrechos, ofertas de carros, pagamentos de viagens e ás vezes “desvios” de casas e apartamentos destinados aos mais desfavorecidos que são distribuidos ás boquinhas ou amantes. Para as classes mais desfavorecidas, este fenómeno reduz de forma significativa os recursos dos pais, destinados a uma melhor educação dos seus filhos (crianças de hoje) que serão os dirigentes dos nossos netos e de nós próprios quando formos avôs, amanhã.

    Preocupa-me saber que futuro nos reserva e aos nossos netos, quando chegar a hora dos nossos filhos governarem o país, se nada for feito por todos agora.

    Não vejo nenhuma ação das Organização das Mulheres de São Tomé e Príncipe ou de outras Organizações feministas do país, no reconhecimento deste mal como um verdadeiro cancro colateral da economia nacional e da harmonia social (desculpem a minha ignorância caso algo já htenha sido feito). É preciso moralizar e mobilizar as mulheres santomenses (sobretudo as jovens) para o combate a este fenómeno.

    Não basta combater a corrupção. É preciso combater as suas causas. O fenómeno boquinha, ao meu ver, é uma das várias causas da corrupção em São Tomé e Príncipe e deve ser sèriamente combatido.

    Reconheço nas mulheres a força e determinação suficientes capazes de combate, por isso proponho-as a darem o primeiro passo.

    Parabens Men Non.

    17/SET/2011

  3. Isidoro Porto

    17 de Setembro de 2011 as 18:06

    Errata:
    Capazes de combater este fenomeno, por isso…

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