Mais de 150 estudantes bolseiros são-tomenses em Portugal foram excluídos da candidatura ao ensino superior

Tudo por causa do desleixo do Ministério da Educação, Cultura e Formação de São Tomé e Príncipe. A denúncia é feita por uma estudante.

A má organização, o desleixo e a falta de interesse da parte do Ministério de Educação de S.Tomé e Príncipe pelos que poderão vir a assegurar o futuro do país, põem em risco a entrada para o ensino superior português mais de 150 estudantes.

Foi na passada quinta feira dia 22 de Setembro, que veio à tona os resultados escandalosos da candidatura ao ensino superior português, através dos regimes especiais, ao qual concorreram mais de 150 estudantes santomenses por intermédio da nossa embaixada cá em Portugal. Foram excluídos quase todos, e o alegado motivo é a falta de documentos. Recorremos a embaixada para pedir esclarecimentos e para o espanto de todos, a justificação foi que o Ministério de Educação, não enviou a tempo os originais das declarações de bolsas, documento esse imprescindível para a nossa colocação.

Assim sendo mais uma vez, provou-se que ninguém se interessa pelo futuro dos estudantes, e uma vez fora do país ficam lançados à sua sorte!

Anita Amanda Aguiar

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    Joao Batepa Responder

    Pior é que ninguem da atenção a este caso.

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    Helves Santola Responder

    No mínimo, vergonhoso! Como é que as pessoas podem ser tão irresponsáveis????

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    Conóbia... Responder

    Falando ñ se acredita,
    Pessoal anda a dormir em vez de Trabalhar , mas que vergonha minha gente,
    Só pergunto e agora?

    Agradecimentos,,

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    abgé Responder

    Cumprimos com as nossas parte e entregamos todos os documentos concessório a embaixada… E agora segundo a nossa embaixada só nos manda esperar até o dia 18/10 é a resposta depois de tudo isso… “isso sim ki é uma casa do segredo”

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      delcio-baite Responder

      nao e com irresponsabilidade q esse pais vai para frente,e né mina eh bamo junta món,sao tome tem pessoas com qualidade para fazer desse pais mais desenvolvido q muitos paises da america,nao digo africa,nem asia pois nao conheçoi esses paises…se todos nos mexessemos em direçao a esse sonho o nosso pais nao seriqa o mesmo

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    Afonso Pereira Responder

    Nós os santomenses temos que ser mais serios, oque na verdade não esta serio é o ministerio firmar o compromisso com os alunos deles fazerem um curso tecnico e de repente todos querem após terem terminado esse curso ficar mais 2 anos pra terminarem o curso superior e o Estado ter que permanentemente arcar com essa bola de neve. Ressalve-se o facto em que por corrupção uns entram e outros não. Porque tudo mundo sabe que o estado enviou o pessoal pra fazer curso tecnico e se tivessemos pessoas serias findo o curso o estado so teria o compromisso de vos fazer regressar, essa que é a verdade.
    Vamos acabar com essa palhaçada, …depois começam a gritar que o estado não manda bolsa.
    Me perdoem meus irmaos, mas temos que acabar com essa palhaçada, mas logo muitos se apressaram em dizer que eu n quero que os outros se formem

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      Carlos Ferreira Responder

      Li com a devida atenção o seu (Afonso Pereira) comentário com o qual concordo em parte e noutra não. Esqueceu V. Excia em dizer que muitos não vieram de São Tomé e Príncipe para fazerem curso profissional mas, sim, são filhos são-tomenses, residentes em Portugal e como tal é-lhes concedido essa possibilidade de se inscreverem no concurso especial de candidatura qo ensino superior. Será que estes não têm direito a se candidatarem, e o Estado são-tomense apoiá-los?
      E mais, o mesmo regime que se aplica aos filhos dos são-tomenses também se aplica aos cabo-verdianos e os demais países lusófonos africanos. Por que razão outros deram e fizeram tudo para que os filhos dessas nacionalidades pudessem entrar no ensino superior e São Tomé e Príncipe não? Será que esses governos lusófonos congéneres ou as respectivas embaixadas são pouco sérias, emitindo por conseguinte documentos com falsa declaração para que os seus filhos pudessem entrar na universidade portuguesa?
      Será que da listagem que o Ministério de tutela enviou e da qual constava nomes dos pretensos candidatos, com mensao APROVADO, não foi filtrado antes de ser envado para Portugal e como tal a embaixada em Portugal tinha que chamar a si responsabilidade, mostrando por conseguinte cartão amarelo a tutela? Enfim, tudo que aconteceu é mais uma vez a prova da INCOMPTÊNCIA GENERALIZADA dos supostos responsáveis sem responsabilidade.
      ISTO É VERGONHA NACIONAL. QUEM DEVE ASSUMIR A RESPONSABILIDADE POLÍTICA SE DEVE RETIRAR DESSE FACTO?
      Esperamos ver esclarecido esse episódio feio.

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    Mê Paciência Responder

    Esta situação se vier a confirmar que o Ministério não enviou as declarações das bolsas e se os estudantes forem de facto ewxclçuídos da entrada no ensino superior o minimo que poderia acontecer é desde o Director do Ministério da Educação para ensino superior e o Ministro de Educação deveriaam ser afastados dos cargos.

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    optimista Responder

    MEU DEUS

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    Josy Neto Responder

    Enquanto permanecer estas velhas guardas na EMAE, a energia em STP, não conhecerá dias melhores.
    A problemática de energia transformou-se em um negócio lucrativo para alguns.
    Já houve proposta para a solução do problema, incluíndo a construção de uma grande Centarl no Rio Yo Grande. Os mesmos técnicos obrigaram a anulação do contrato. Deviam ter vergonha.
    Vamos todos padecer, para ganharmos juizo

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    Mimi Responder

    Este é mai um resultado de “deixar o governo trabalhar”… força!

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      Tito Responder

      Os invejosos vão emagrecer. Ah Ah Ah

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    INCOMODADO COM ISTO Responder

    Quem não tem filho não sente essa dor …

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    Leveleve Responder

    Propoem que o responsavel do Ministerio traga os documentos pessoalmente, fique hospedado num hotel caro, viaje em classe executiva e passe uns dias na Algarve. Assim vai funcionar tudo rapidinho e a hora.

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    Hugo Menezes Responder

    Exclusão dos Estudantes São-Tomenses ao Ensino Superior em Portugal

    Segundo a reunião tida hoje com o Embaixador Damião Vaz de Almeida por volta das 11:00H da manhã hora de Portugal Continental uma hora a menos em STeP, tudo indica que todos os processos dos Estudantes São-Tomenses para entrarem ao Ensino Superior através do regime especial foram excluídos por motivos da inexistência da Declaração que o Governo de S. Tomé e Príncipe anualmente passa aos Estudantes a constar que são bolseiro do mesmo Governo. Depois do comunicado da Direcção Geral do Ensino a Embaixada indicando o facto, automaticamente entraram em contacto com o Ministério de Educação de STeP para informar do ocorrido.
    Foi assim enviada através do Fax as ditas declarações que chegou a DGE pouco legível.
    Mas tudo indica que as originais das mesmas declarações já foram entregue na passada sexta-feira a DGE. Ficamos assim esperançados com a palavra do Embaixador que nos garantiu que de momento está negociar junto a DGE a possibilidade de encontrar a melhor solução possível para o enquadramento dos feridos alunos até mais tardar segunda fase que deve acabar no dia 18 de Outubro.
    Ficamos ainda na espectativa de receber mais informações por parte do Embaixador que nos garantiu ainda nos informar no decorrer desta semana com mais informações possíveis de acordo a conversa que irá ter junto a DGE.

    Prometemos desde já sair a rua com protestos e manifestações dentro de dias para encontrarmos uma solução melhor em torno desta problemática.

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    HLN Responder

    Fiquei sem entender se essa notícia é mesmo credível ou não, depois de argumento do leitor Afonso Parreira que até certo ponto faz muito sentido.

    Uma coisa é sair do país para fazer formação profissional outra é Formação superior.

    Olinto Daio ou seus acessores tem que esclarecer isso aos pais dos estudantes e ao país em geral. Isto tem que ser bem esclarecido.

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      "Nós por cá e a nossa maneira" Responder

      …faço as minhas suas palavras… de facto fiquei sem saber como São Tomé tem 150 bolseiros a candidarem-se para o ensino superior por via especial….ou seja..candidatarem-se para o ensino superior, sem serem submetidos aos exames nacionais portuguêses, no ambito de um protocolo de cooperção que existe entre o governo santomense e o português…. assumir a responsabilidade de emissão de 150 declarações de bolsas para estudantes que estão em portugal, é assumir efectivamente o pagemento dessas bolsas….será que existe esse dinheiro????

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        Tito Responder

        Boa pergunta.

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    Até quando nosso São Tomé e Príncipe Responder

    Obviamente precisamos ver se realmente é culpa do ministro e precisa-se obter mais informações e punir os responsáveis.
    A falta de interesse é grande porque parte de todos.
    Infelizmente o pais esta assim e alguém terá que fazer alguma coisa.

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    Leguela Responder

    Como é que esses estudantes foram lá parar?

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      Tito Responder

      Pergunta pertinente

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    Minu yéé Responder

    Fogo nunca vi um padre tão preguiçoso! Desde que Olinto Daio entrou M.E ha tantos problemas como nunca tinha acontecido.

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    FIDELITO Responder

    Foram fazer cursos profissionais ou superiores sob a responsabilidade do estado?

    Foi o Estado que enviou esses 150 estudantes?
    É PRECISO MAIS ESCLARECIMENTOS!

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    A.P. Responder

    muitos são aqueles que esses 3 anos de formação profss. trabalhou para ter uma boa media p/ dar continuidade a seus estudos!..

    -Investir na formação e educação e a melhor coisa que um País pode fazer hj em dia (Minist. da Educação e Cultura) pk de uma forma ou de outra os dois lados saem a ganhar.

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    dulce neto Responder

    Qual o papel da EMBAIXADA nesta questão?

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      Tito Responder

      Hum Hum

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    Tuka lima Responder

    … depois eles querem ouvir que os seus afilhados estudante tiveram bom resultado no fim do ano! agora eu pergunto ao ministro da tutela “como é que poderemos ter exito na faculdade enquanto que as nossas necessidades basica assim como a nossa moral esta sempre perturbada?… somos estudantes mas nao somos escravos pra estarmos cada dia cogitando o que comeremos amnha, onde durmiremos no proximo mês si o governo nao cumprira com as suas promessas e responsabilidades? numa linguagem mais familiar eu direi aos responsaveis” ASSIM TABEM NAO§”

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    nucha Responder

    Sinceramente, eu não entendo pq esse povo aceita tudo de braços cruzados?
    Mesmo que os membros de governo trabalhem mal não fazem nada, nem se quer uma manifestação….
    Me desculpem, mas vcs tem o governo que merecem, se as coisas estão assim é por causa de todos !

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    paparazzi Responder

    sera tb que o 1º ministro nao tem tambem conhecimento disso ou tem mais projectos na gaveta para formaçao desta forma.eu ja entendo este governo.agua luz educaçao tudo zero promessas eleitorais

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    Verdade Verdadeira Responder

    A culpa nao é do M.E deSTP,mas sim,os boliitins foram mal instruidos por quem da copentencia,por isso,mando devolver á procedencia (Embaixada de S.tomé em Portugal).compreendo os motivos da devoluçao, pois os vicios eram insanáveis,e passíveis de ilações diversas.

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    Verdade Verdadeira Responder

    correçao. lê-se,competência e nao copetencia.

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    SANTOLA Responder

    Senhor Patrice…menos 150 pra votar nas proximas eleições no ADI….começe a fazer as contas

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    Afonso Pereira Responder

    Pessoal, estamos tramados, agora tambem todos os filhos de imigrantes santomenses que estiverem em portugal o estado vai ter que necessariamente lhes pagar bolsa???

    kei zentxi, nom tê ma fé, ate qd essas coisa vão permanecer assim gente, ate qd eus senhores, essa questão de bolsa sinceramente precisa ser urgentemente revista, porque não existe em parte nenhuma do mundo um país que assuma integralmente os estudos de nenhum cidadão que dira enviar pro exterior, espero tb que os filhos dos emigrantes santomenses que estao em angola e Gabão possa ter a mesma oportunidade, porque sinceramente , se nós mesmos enquanto cidadão comum não começarmos a tomar consciencia de que teremos que parar de fazer alardes, e com isso influencia governo que so pensa em populismos a resolver problemas individuasis ao inves de tomar medidas serias e que sirva a nação estaremos tramados.
    concordo que se deva formar pessoas e que os melhores possam ter uma bolsa ate pra isso estimular mais os alunos, mas sinceramente temos que parar com isso, porque se não nem mesmo esses meninos depois de formado terão oque fazer,
    Pesem nisso, e isso é pra esse governo tambem , essa palhaçada tem que parar, não da nem pra acreditar

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    Ana Alice Responder

    Que fizessem o exame nacional e não esperassem pela entrada nas universidades portuguesas pelo regime especial para os “PALOPS”. Enviar 150 declarações como sendo bolseiros do país é mesmo que assumir mais 150 alunos bolseiros em Portugal(muitos dos quais são filhos de emigrantes santomenses que mal conhecem São Tomé e Princípe). Será que o país tem condições prá suportar esses encargos? Ou então serão mais 150 alunos á sua sorte.
    Ponhamos mão na consciência.
    Quem estivesse interessado em continuar com os estudos superiores, que fizesse o exame nacional (como alguns fizeram)e não esperasse pla boleia da embaixada.
    Um bem haja.

    Ana Alice

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      Chico Paco Responder

      Minha senhora os filhos de imigrantes são tomenses também são tomenses! Goza dos mesmos direito que qualquer cidadão nascido nas duas ilhas que forma a nossa Republica. Deixe de ser ignorante. Cabo Verde e até mesmo Portugal atribuem bolsa de estudo aos filhos dos seus imigrantes espalhado pelo mundo. Porquê que o nosso governo não pode fazer a mesma coisa? Deixemos de coisas…
      Aliás os 150 alunos são jovens menores de idade que são enviados para Portugal de forma irresponsável, para tirarem cursos profissionais, é natural que no fim dessa formação muitos deles quererem entrar na universidade, dado que ainda têm idade para estudar, muitos deles nem dão continuidade do curso profissional que fizerem!
      Será isso, uma política de formação para nosso país? Seria muito mais interessante, darem essas formação internamente as pessoas que estão no mercado de trabalho de forma aumentar as suas capacidade produtiva…
      Sabe se de fonte segura que senhor Presidente de Governo Regional está a preparar para enviar mais 50 jovens para Portugal para virem fazer cursos profissionais, segundo a informação muitos desses jovens são menores de idade, com idade suficiente para concluírem o 11º ano e no futuro lhes ser atribuído internamente ou externamente uma bolsa de estudo para aqueles que realmente precisam, para tirarem um curso de acordo com as suas aspirações!? A pretensão do senhor Tó Zé Cassandra é um autêntico suicídio, é preciso não ignorar as condições sócio – económicas actuais de Portugal, assim corremos o risco de estar a empurrar esses jovens para frustração e se Deus não entrar no meio, pode se estar atirar filhos de STP para mundo da delinquência em pleno território Europeu!
      Lanço um aviso a senhor Tó Zé Cassandra, se ele não consegue mais governar a ilha de Príncipe então que ponha o cargo a disposição, deixe de populismo e de tomar medidas avulsas que em nada está a contribuir para desenvolvimento da ilha.
      Sem mais:

      Chico Paco

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    Marcia Responder

    Tudo isto da a entender que para governar STP é para quem quer não para quem pode, o país esta uma bandalha como se fosse leão come banana, e macaco come carne , é uma grande tristeza para o país.

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    Lima Responder

    Olá a todos
    Gostava de manisfestar a minha satisfação pela forma como os santomenses se interessam pelos problemas do país e das pessoas. Em relação ao concreto problema que é aqui discutido, parece-me que configura uma situação de clara insuficiência de explicação por parte daqueles que têm essa responsabilidade. Eu tenho por hábito, antes de fazer qualquer comentário sob o qual não tenho informações precisas, escutar 1º quem sabe e só depois emitir a minha opinião, se for o caso disso. Voltando ao facto que deu causa a essa conversa, devo dizer que, temos todos que adoptar uma cultura de responsabilização e honrar os compromissos assumidos. Com isso quero dizer que, se alguém aceita a proposta do ministério de educação com vista a realização de um curso profissional (que são igualmente importantes e talvez, seja esse o enteresse do estado santomense, nesse momento, por maioria de razões, formar técnicos e não engenheiros ou doutores), porque haveria essa mesma pessoa quebrar aquilo que incialmente ficou acordado e ainda contar com o apoio da outra parte que viu defraudadas as suas pretensões. Porque será que alguém que prefere ter um curso superior, conhecendo os termos e para o que vinha, aceitou as regras para agora negá-las como se não as conhecessem. Ora, enquanto não assumirmos as nossas responsabilidades, cumprindo a nossa parte do acordo, não é muito justo, nem me parece correcto pedir essa responsabilidade a outros, ainda que fosse o estado.
    Mas como disse inicialmente, nessas coisas é preciso alguma ponderação e perceber bem o está em causa.

    Sem outro assunto de momento,

    Um abraço patriota

    Lima

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    Lima Responder

    …que são igualmente importantes e talvez, seja esse do ” interesse” do estado santomense…,

    Obrigado

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