Cervejeira Rosema sabota projecto de abastecimento de água a população da cidade de Neves

A denúncia foi feita pelo Director da divisão de água da EMAE. André Vicente, acusou a Cervejeira Rosema desviar o curso de água que abastece o novo sistema de captação e tratamento de água que abastece a população da cidade de Neves e arredores.

O Governo investiu 3 mil milhões de dobras (1euro equivale a 24.500 dobras), no projecto de filtragem e tratamento de água de um dos rios do distrito de Lembá, para garantir o abastecimento de água potável à população da cidade de Neves e arredores.

O nível de pluviosidade na região norte da ilha de São Tomé, é menor do que na região sul. Por isso o lençol de água na região norte é pobre. Para resolver a crise de água potável na capital do distrito de Lembá, o governo decidiu financiar um projecto de tratamento e distribuição de água, que passa pela filtragem da água do rio, que depois entra num reservatório onde é tratada com cloreto de cálcio.

O recurso a água do rio ajudou a aumentar o fluxo do líquido precioso, que é distribuído a população. Mas a empresa de água e electricidade, detectou situações de vandalismos e outras anomalias no curso do rio que alimenta o sistema de tratamento de água. A cervejeira Rosema baseada na cidade de Neves, é acusada de sabotagem. «A Rosema tem que responder por isso. Como vê mesmo na capitação a Rosema fez algumas modificações, pelas quais terá que responder. A obra é do Governo, e se eles quisessem fazer alguma modificação, tinham que comunicar o governo ou a EMAE», declarou André Vicente, Director da Divisão de Água da EMAE.

O novo reservatório construído pelo Governo tem capacidade de 70 metros cúbicos de água. Suficiente para alimentar toda a população da cidade de Neves e arredores. Isto se o desvio feito pela Rosema, for cortado ou então corrigido.

Abel Veiga

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    osvaldo pereira Responder

    o país tem governo e sendo assim tem leis,nenhuma empreza ou cidadão pode se achar no direito de alterar seja o que for para seu beneficio…tem que ser sancionados.

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      lupuye Responder

      Oi Osvaldo, tens toda a razao. Mas lembras-te do caso do hospital Ayres de Menezes e do desvio de agua na zona do Campo de milho? Nada foi feito pk o governo nao tem voz. Ate parece que eles tem medo.
      Enquanto os fazedores de justica nao tomarem uma posicao isenta e justa essas situacoes hao-de aparecer, havemos de falar mas nada sera feito porque falta-lhes “pelotas”. Mas e uma pena que STP se tenha transformado num pais sem leis para proteger o povo.

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    Anca Responder

    Estamos num era nova para o país, em que o direito e a justiça, tem que ser aplicada, para o bem, e desenvolvimento sustentado do país.

    As autoridades competentes e a sociedade civil no seu todo, devem monitorizar, fiscalizar e denunciar as más praticas, sociais e económicas, de modo a inverter, a situação de pobreza e miséria em que o país e a sua população se encontra.

    A polícia tem que funcionar, os tribunais têm que funcionar com idoneidade e transparência na aplicação das normas do país.

    Pois ninguém está acima da lei.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    Anca Responder

    Sabem porque que a equipa de futebol Benfica, tem muitos adeptos.

    Porque o nome

    Benfica

    Provém de Bem e Fica

    o que quer dizer que o fazer o bem fica bem.

    Por isso digo,

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Sejamos adeptos de fazer o bem Sãotomeneses

    Bem haja

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    Anca Responder

    A população do país, para além de sofrer de miséria e pobreza, sofre também de problemas de saúde, derivado de consumo de água impropria, que vão desde sintomas , como dor de cabeça, distúrbios gastrointestinais, danos ao fígado, rins e sistema nervoso, coléra,etc… além de efeitos cancerígenos. A consequência é o elevado custo que esta situação reflecte, no orçamento do ministério da saúde e nos bolsos dos cidadãos, com passagem de avião e tratamentos e estadia, no exterior de problemas renais, diálise nos diversos centros e hospitais portugueses(Hospital Universidade de Coimbra e Centro de tratamentos), medidas devem ser tomadas de modo a evitar danos e custos nos cuidados de saúde interna(sistema nacional de saúde, ministério da saúde), com expatriação dos nossos cidadãos para tratamentos.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    António Veiga Costa Responder

    Mais uma vez Nino Monteiro. “Bandidinho” travestido de bom moço.

    O pior é que agora é assessor do Patrice.

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    Anca Responder

    Aqui a alguns tempo atrás, tinha alertado, para a consequência e impacto, do aumento de preço de matérias primas alimentares, na próxima década, num país, periféricos pobre e dependente,sem produção de excedente agrícola, como o nosso.

    Hora atentem a informação;

    Por Diogo Cavaleiro, em Negócios Online

    “Preços dos produtos alimentares vão continuar elevados na próxima década”

    “Os preços dos produtos alimentares deverão continuar a subir na próxima década e a sua volatilidade deverá colocar mais pessoas em risco de pobreza.”

    “As conclusões estão presentes no relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2011”, elaborado pela Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Programa Alimentar Mundial.”

    “Os preços das “commodities” alimentares deverão continuar a subir devido ao crescimento populacional e económico e ao uso crescente de combustíveis biológicos.”

    “Por outro lado, com os preços do petróleo mais altos, os custos de produção sobem igualmente, o que conduz a custos de produtos alimentares mais elevados.”

    “Os condicionalismos relativos aos recursos naturais estão entre outra das razões para o aumento dos preços dos produtos alimentares.”

    “Ainda assim, o relatório das três instituições assinala a possibilidade de um aumento da produtividade nas colheitas, através de novas tecnologias.” “Tecnologias que podem até levar a uma diminuição dos desperdícios, levando a uma maior oferta que não pressione tanto os preços.”

    “Contudo, o alerta é para uma maior volatilidade dos preços, decorrentes da cada vez maior ligação entre os mercados agrícola e energético e dos choques meteorológicos.”

    “Este estudo das três instituições tentou perceber como é que a volatilidade dos preços afecta as economias nacionais e a segurança alimentar.”

    “Entre outra das consequências da volatilidade dos preços está a possibililidade de mais consumidores com menores rendimentos e pequenos agricultores serem empurrados para o risco de pobreza.”

    In Negócios Online

    Perante tal situação, medidas urgente devem ser posta em pratica, para atenuar, este impacto,na subida do preço de combustível, como na consequência a nível de combate a miséria e pobreza, com o aumento do preço de matéria prima alimentar, com alteração climatéricas e consequência, que isto tem na captação de água para agricultura,com diminuição dos leitos dos rios, e diminuição da pluviosidade e secas.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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