ILMAI forma quadros de toda a CPLP em Lisboa

O recém-criado ILMAI, Instituto de Mediação e Arbitragem Internacional, realiza de 10 a 14 de outubro em Lisboa o primeiro curso de formação em mediação e arbitragem. Os formandos provêm de todos os países da CPLP, conforme o objetivo do ILMAI.

Lisboa, 10 de outubro de 2011

Resolver conflitos em Português

O recém-criado ILMAI, Instituto de Mediação e Arbitragem Internacional, realiza de 10 a 14 de outubro em Lisboa o primeiro curso de formação em mediação e arbitragem. Os formandos provêm de todos os países da CPLP, conforme o objetivo do ILMAI.

Com o objetivo de implementar a resolução alternativa de conflitos nos países da CPLP, o ILMAI vê a chave de sucesso na formação de quadros. «As estruturas já existem, em todos os países há centros para mediação e arbitragem. No entanto, faltam quadros», explica Fernando Tonim, presidente do ILMAI e representante da UIA para os países africanos de língua portuguesa. O advogado sublinha que os cursos contam com certificação da Universidade Internacional da Flórida.

O ILMAI visa formar licenciados, como advogados, coaches e gestores, na arte de derimir conflitos de uma forma absolutamente confidencial e muito mais célere do que nos tribunais tradicionais – eis as vantagens da chamada justiça alternativa. «É crucial para o desenvolvimento nos países da CPLP oferecer aos investidores meios alternativos para prevenir e resolver conflitos. Estes meios dão-lhes segurança e contribuem para o desenvolvimento mais rápido e eficaz de um negócio e da sua manutenção e expansão», frisa Fernando Tonim.

Inaugurado em Abril 2011, o ILMAI conta com parceiros fortes nos objetivos de formar e promover a mediação em português a nível da CPLP. Assinou protocolos com o GRAL, AIP-CCI, ISCP e a Universidade Autónoma. O ILMAI está empenhado em contribuir para a criação de um Tribunal Arbitral da CPLP até 2013 e na harmonização das leis de arbitragem entre os países da CPLP.  «O nosso património comum é a língua portuguesa, é uma grande ferramenta na justiça alternativa que consegue resolver conflitos de forma mais direta, rápida e confidencial», salienta Fernando Tonim.

Para mais informações, por favor, contacte:

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