Sociedade

Linguagem da Ministra da Saúde em declarações exclusivas a TVS complicou a greve no hospital central

Os mais de 30 médicos nacionais que desde quarta-feira entraram em greve, estão doravante mais determinados em prosseguir com a luta, até que o governo atenda as suas reivindicações. As declarações da ministra da Saúde Ângela Pinheiro a TVS, lançaram mais acha para a fogueira.

Numa média reportagem produzida pela TVS, em que falou sobre a greve dos médicos, a Ministra da Saúde Ângela Pinheiro, disse que os médicos  recebem mensalmente acima de 10 milhões de dobras, como resultado do salário praticado e dos subsídios das horas extras.

A Ministra reconheceu que o ordenado mensal dos médicos não ultrapassa os 3 milhões de dobras. Disse que os médicos propuseram aumento da hora extra de 40 mil dobras para cerca de 140 mil dobras. Valor incomportável segundo a Ministra, para os cofres do Estado.

Ângela Pinheiro, não fez qualquer referência a negociação havida entre as partes em que os médicos decidiram baixar a proposta inicial. Declarações que acabaram por agravar a tensão entre os médicos e a Ministra da Saúde.

Os grevistas endureceram as suas posições. Esta manhã no hospital Ayres de Menezes, o Téla Nón testemunhou a reunião de concertação entre os médicos grevistas e a central sindical UGT, na qual o sindicato dos médicos está filiado.

Bem-vinda Vera Cruz, Porta-voz dos Médicos grevistas recusou prestar quaisquer declarações a imprensa. Depois das declarações da Ministra da Saúde a TVS, os médicos reuniram-se a porta fechada, numa das salas do hospital Ayres de Menezes.

O endurecimento da posição dos grevistas, está a provocar caos no Banco de Urgências. O Téla Nón testemunhou dezenas de pacientes que buscam atendimento mas sem sucesso. Martinho dos Santos, é o único médico que há 48 horas, está a prestar serviços mínimos no banco de urgências do Hospital Central.

O médico fez saber que assumiu esta responsabilidade porque é director do Banco de Urgências.  «Tem sido um sacrifício enorme. Sou director do serviço de urgências, e porque os médicos estão em greve, estou aqui desde ontem. Tem sido um esforço enorme e estou cansado. Não sei até que ponto isto irá chegar, mas fazer 48 horas aqui é demais», afirmou Martinho dos Santos.

Com o cansaço reflectido no rosto, o médico vê o banco de urgências repleto de pacientes em busca de atendimento médico. «Eu não vou poder consultar toda gente. Posso atender os casos que exigem emergência, mas atendimento normal aos pacientes como vimos fazendo, eu não poderei fazer», assegurou.

Os enfermeiros, a maioria de braços cruzados a contemplar o caos no banco de urgências, vão trocando palavras entre si. Nas conversas o Téla Nón apurou que também os enfermeiros, estão prestes a avançar com reivindicações. Para já estão a apreciar o movimento grevista dos médicos.

No entanto o governo, destacou uma equipa da Inspecção do Trabalho, no hospital central, para avaliar a situação e verificar o cumprimento do serviço mínimo como ordena a lei da greve. Nilson da Cruz, Director da Inspecção do Trabalho, constata que a situação é grave.

Para além de boicotarem as actividades normais no banco de urgências, os médicos grevistas não têm acompanhado a situação dos doentes que estão internados. «Os médicos interpretam o serviço mínimo como sendo casos de urgência ou emergência», referiu o Director da Inspecção do trabalho.

Consequentemente o atendimento ao público está comprometido. Graças aos médicos cooperantes estrangeiros, que em alguns casos têm evitado o pior. «O que nós pudemos verificar desde ontem in loco, é que os casos de emergência que apareceram ontem no sector da pediatria, foram atendidos pelos médicos taiwaneses, e na medicina interna o serviço tem sido assegurado pelos médicos estrangeiros. Os próprios pacientes dizem que eles não vêem a cara dos médicos nacionais», declarou Nilson da Cruz.

Greve dos médicos sem fim a vista.

Abel Veiga

    35 comentários

35 comentários

  1. Colomba

    20 de Outubro de 2011 as 13:42

    E mesmo que fossem 10.000.000 de Dobras.
    – 10.000.000:24.500= 408,163 Euros.`
    É muito para o vencimento de um médico?
    Cumprimentos.

    • Mimi

      20 de Outubro de 2011 as 14:43

      Para a dona Ministra é!

    • luis

      20 de Outubro de 2011 as 22:08

      muito bom tendo em conta que o normal sao 1 milhao de dobras, 50 euros, se eles ganham 400 ganham 8 vezes mais que o normal.
      para stp esta muito bom porque eles afinal compram as coisas ao preço que os outros e afinal tiraram os cursos quase todos com bolsas de estudo do pa+is ou seja do povo.

    • Gé Borges

      21 de Outubro de 2011 as 8:16

      Que pensamento Pessoal!!!!!
      Equiparando o vencimento do medico em Euros…
      Se acham que devem ganhar em EUROS… ou o equivalente ao Salário do “Estrangeiro”… desculpe, mas que vão trabalhar p´ro Estrangeiro. Porque este é realidade Santomense e acho que ganhando 10 milhões em STP, é bom, e espero consciencializarem que é do Trabalho que se faz o Dinheiro…
      O Ouro e a Prata se faz do Trabalho… STP DESENVOLVIDO É POSSIVEL
      Gé Borges

    • Verdade Verdadeira

      21 de Outubro de 2011 as 15:08

      Quanto é o ordenado minimo em s.tomé?
      Pegue na tua imaginaçao e faça uma analogia,e calcule depois a diferença sem perder de vista os teus impulsos. Pois para achares que é pouco deves ter partido de algum pressuposto, quiça Portugal!

  2. Francisco Castanheira

    20 de Outubro de 2011 as 14:46

    Onde estao tanto dinheiro distribuido durante a campanha?
    Existe dinheiro, isto foi afirmado pelo Primeiro Ministro. Portanto que sancionem o Governo. O Povo poe e o Povo tira.

  3. daosaa

    20 de Outubro de 2011 as 15:19

    Convenhamos, temos de ter um pouco de bom senso, até porque o nosso País não tem capacidade para efetuar salários astronómico.Acredito também que os médicos, só estão exigir a devida quantia, devido a vida de luxuosa levado pelos nossos governantes, bem como os seus comparsas…

  4. Paracetamol 500mg

    20 de Outubro de 2011 as 16:40

    Quando é campanha, há dinheiro. Quando é gestão corrente dos serviços públicos/instituições, já não há dinheiro.
    Vergonha

  5. Amor Terra

    20 de Outubro de 2011 as 16:43

    Na verdade precisamos produzir mais
    para ganhar mais.Será que com o aumento de salário no hospital ira melhorar
    o atendimento? Espero para ver.

  6. MÉ SOLO

    20 de Outubro de 2011 as 16:44

    Srª Ministra da Saúde entornou o CALDO,
    com as suas declarações.

    A Srª Ministra não foi prudente nas suas declarações, em vez de tentar apagar o FOGO meteu mais LENHA e as coisas ficaram mais duras.

    A falta de maturidade da Srª Ministra para gerir um sector tão complexo como é Saúde e Trabalho, não se podia esperar outra coisa.

    È muito bom apostar-te na juventude, no sangue novo mais é preciso ter-se em conta as suas qualidades e capacidades de gestão.

    Pessoas certas no lugar certo. Será que a actual Ministra de Saúde é a pessoa certa para este sector?

    Haver vamos.

  7. MÉ SOLO

    20 de Outubro de 2011 as 16:45

    Digo apostar na juventude em vem de apostar-te

  8. Anca

    20 de Outubro de 2011 as 17:57

    O problema de crescimento, de desenvolvimento e modernização sustentada do país se coloca nas questões de educação/formação de qualidade, consciência do homem Santomense.

    Na sua incapacidade de gerar entendimento perante os desafios,que se coloca do país,(território, população, miséria e pobreza),tanto intelectual,material e de ambição.

    Os números valem o que valem.

    Mais de sessenta porcento da população santomense, vive com menos de um Dolar, ou com menos de cinquenta cêntimos do euro,(1 Euro-24,500 Dds).
    E porque continuamos a falar em Euros e Dolar e não em Dobra, por acaso a nossa moeda é o Euro ou o Dolar?

    Por acaso o Euro e o Dolar, foram instituídos para resolver os problemas da economia e finanças Santomenses?

    Daí advém também a nossa dependência financeira e econômica, passando pela falta de produtividade sócio-político-econômica e financeira.Com a devidas consequências, que isso tem para o nosso país,(população, território), miséria e pobreza.

    Com quase 90% do orçamento de estado, com providência e proveniência de ajuda externa e doações.
    Ainda assim gostamos, de reivindicar o que não produzimos, aquilo que é nos dados como ajuda e doação pelos nossos ex colonizadores e pro-colonizadores, cavando assim ainda mais a nossa dependência político econômica e financeira.

    A quem estamos a servir, a que interesses estamos a servir?

    Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
    O país é pobre e vive de migalhas.
    Quando a cultura de trabalho começar a fazer parte do modo de ser estar dos Santomenses, ai o quadro poderá ser outro, haverá mais e melhor produtividade, para mais e melhor crescimento econômico e talvez o desejado desenvolvimento sustentável.
    Quando abraçarmos a cultura do trabalho, do saber e saber fazer,…ética e moral, disciplina de pensamento e comportamento sócio-político-econômico-financeiro, talvez,…

    Pois mais valia não ter a independência.

    Só quando começarmos a produzir, ai poderemos reclamar o que é nosso por dever e direito, até lá temos todos que trabalhar, para inverter o atual quadro de pobreza e miséria,sócio-político-econômico-financeira, ético, moral, de pensamento e de comportamento.

    O PIB, do país cresceu o ano passado 4,5%, o que é que isso traduz, na repartição de riqueza interna ou no desenvolvimento social, econômico, financeiro, para os diferentes setores de gestão e governação(saúde,educação/formação de qualidade,agricultura, etc,etc,…) do país.

    Vamos a radiografia do sector da saúde em São Tomé e Príncipe.

    Ver e analisar as estatística do único centro Hospitalar, e tirar as devidas conclusões, tendo em conta o desfasamento da realidade dos dados estatístico, assim como ter em conta o número de habitantes por Km2, a dimensão do território, o número de habitantes 150 mil Hab, para o único centro hospitalar, e para o números de médicos existentes.

    “ESTATÍSTICA DO HOSPITAL Dr. AYRES DE MENEZES ANUAL DE 2006”
    “ESTATÍSTICA 2006”

    1- Psiquiatria JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21 21
    Taxa De Ocupaçao % 82,80 86,05 84,95 62,38 85,87 79,05 80,19 80,65 89,71 87,14 90,94 83,02 86,33 83,27
    Taxa De Mortalidade 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Taxa De Mortalidade Líquida 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Existencia Média Diária 17,39 18,07 17,84 13,10 18,03 16,60 16,75 16,94 18,84 18,30 19,10 17,43 18,13 17,49

    2- Maternidade JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70 70
    Taxa De Ocupaçao % 69,40 76,43 92,44 106,29 86,82 76,29 84,67 72,72 772,21 72,90 80,83 68,81 64,52 137,74
    Morte Materna 0 0 1 1 0 0 2 1 0 0 0 0 0 3
    Existencia Média Diária 48,58 53,50 64,71 74,40 60,77 53,40 58,95 50,90 540,55 51,03 56,58 48,17 45,16 96,42
    Taxa De Mortalidade 1,01 0,75 0,56 0,82 0,38 0,69 0,68 0 0 0 0 0 0 0
    Cesariana 21 16 16 22 25 27 127 12 24 23 17 26 12 241
    Numero de Partos 330 337 444 427 414 364 2316 343 337 333 338 293 293 4253
    Partos Múltiplos 4 6 5 9 6 2 32 10 9 5 7 6 7 76
    Partos de Adolescentes 44 44 54 35 22 46 245 30 23 21 28 31 36 414
    Interrupção voluntária de Gravidez 9 3 9 4 11 0 36 21 0 6 0 86 0 149
    Nascidos Fora da Maternidade 3 1 6 1 12 6 29 9 10 10 6 4 7 75

    3- Pediatria I JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 64 64 64 64 64 64 64 64 64 64 64 64 64 64
    Taxa De Ocupaçao % 92,09 92,91 60,38 75,99 40,32 54,90 69,09 33,37 51,81 122,19 51,16 40,36 47,08 63,20
    Falecidos 0 2 1 0 0 0 3 0 0 0 0 0 0 3
    Taxa De Mortalidade 3,21 3,27 1,94 2,76 2,59 3,97 3,00 1,10 0,61 0,19 0 2,13 2,47 1,75
    Taxa de Mortalidade liquida 0,92 1,87 1,94 1,38 0,86 2,65 1,40 2,20 1,23 0,19 0 2,13 1,85 1,70
    Existencia Média Diária 58,94 59,46 38,65 48,63 25,81 35,13 43,97 21,35 33,16 78,20 32,74 25,83 30,13 40,45

    4- Pediatria II JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 59 59 59 59 59 59 59 59 59 59 59 59 59 59
    Taxa De Ocupaçao % 43,69 56,60 46,97 46,10 30,07 32,54 42,47 34,61 30,13 49,55 26,79 26,84 24,28 37,17
    Taxa De Mortalidade 0 1,09 0,66 0 0 0 0,35 0 0 0 0 0 0 0,19
    Taxa de Mortalidade liquida 0 1,09 0,66 0 0 0 0,35 0 2,5 1,04 0,82 0 0 0,58
    Existencia Média Diária 25,77 33,39 27,71 27,20 17,74 19,20 24,92 20,42 18,37 29,23 15,81 15,83 14,32 21,93
    5- Medicina Mulheres JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39 39
    Taxa De Ocupaçao % 63,36 76,19 80,40 67,26 75,10 67,44 71,60 76,34 66,75 86,84 82,05 59,32 67,00 72,33
    Falecidos 1 10 6 6 3 3 29 6 6 2 4 12 5 64
    Taxa De Mortalidade Líquida 1,01 12,99 5,77 9,38 4,35 1,64 5,49 1,35 8,93 3,03 4,17 16,67 2,63 2,36
    Taxa De Mortalidade 1,01 12,99 5,77 9,38 4,35 4,92 6,12 8,11 10,71 3,03 5,56 16,67 6,58 7,19
    Existencia Média Diária 24,71 29,71 31,35 26,23 29,29 26,3 27,77 29,77 26,03 33,87 32 23,13 26,13 28,21
    6- Medicina Homens JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 36 36 36 36 36 36 36 36 36 36 36 36 36 36
    Taxa De Ocupaçao % 66,67 58,53 59,32 64,26 53,41 52,69 59,16 56,63 437,07 58,33 60,66 55,19 51,52 61,55
    Falecidos 3 7 1 4 6 5 26 8 5 4 6 5 1 55
    Taxa De Mortalidade 4,05 11,29 1,64 6,67 10,17 9,09 7,01 15,38 12,82 8,89 10,34 9,43 1,92 8,21
    Taxa De Mortalidade Líquida 4,05 11,29 1,64 6,67 10,17 9,09 2,96 0 0 0 0 0 0 5,82
    Existencia Média Diária 24 21,07 21,35 23,13 19,23 18,97 21,18 20,39 16,35 21,00 21,84 19,87 18,55 20,47
    9- Tisiologia JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 27 27 27 27 27 27 27 27 27 27 27 27 27 27
    Taxa De Ocupaçao % 93,19 80,82 97,01 71,36 69,18 68,27 80,07 66,91 71,21 79,51 62,25 58,77 72,04 74,21
    Falecidos 1 3 0 1 1 1 7 2 1 3 1 0 1 15
    Taxa De Mortalidade 7,14 11,54 0 5,88 20 9,09 7,95 18,18 7,69 17,65 7,69 0 11,111 9,49
    Taxa De Mortalidade Líquida 7,14 11,54 0 5,88 40 36,36 5,68 0 7,69 5,88 7,69 28,57 0 10,76
    Existência Média Diária 25,16 21,82 26,19 19,27 18,68 18,43 21,50 18,06 19,23 21,47 16,81 15,87 19,45 20,04
    10- Bloco Operatorio JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Cirurgia Geral 12 20 18 15 28 18 111 12 31 25 43 14 236
    Ginecologia 24 28 16 24 29 30 151 22 36 23 28 23 283
    Otorrino 6 0 7 0 4 0 17 0 3 5 3 0 28
    Oftalmologia 0 0 1 0 7 5 13 55 8 0 2 76 154
    Ortopedia 8 0 14 15 10 4 51 7 12 5 3 9 87
    Maxilo-Facial 0 2 0 1 3 1 7 0 0 5 3 6 21
    Urologia 0 0 13 3 3 6 25 1 5 5 3 5 44
    Total 50 50 69 58 84 64 375 97 95 68 85 0 133 853
    Traumatologia ( sala de Gesso) 168 115 138 113 161 147 842 124 158 235 252 272 1883
    Endoscópia 25 15 27 28 0 3 98 0 13 13 0 17 20 161
    Protocóspia 4 6 2 2 0 3 17 0 2 1 0 4 4 28
    11- Consultas Externa/ Especialidade JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Anestesiologia 14 13 25 20 12 18 102 38 33 23 21 62 15 294
    Cirurgia Geral 73 121 94 57 71 82 498 147 92 129 166 196 128 1356
    Cirurgia Maxilo-Facial 14 13 18 8 18 11 82 13 9 49 24 36 38 251
    Clinica Geral 101 271 331 236 326 265 1530 248 161 156 160 293 254 2802
    Consultas Diabetes 31 0 49 23 0 26 129 38 33 47 18 62 21 348
    Ginecologia 124 122 0 0 0 67 313 145 144 164 148 149 125 1188
    Infecciologia 5 31 45 22 40 31 174 34 16 21 35 33 21 334
    Medicina Interna 247 190 126 226 88 120 997 151 223 153 181 209 146 2060
    ORL 136 106 142 186 208 205 983 208 239 228 226 177 111 2172
    Ortopedia 65 99 55 0 0 0 219 0 0 0 0 0 0 219
    Pediatria 152 222 254 227 72 64 991 139 216 27 206 213 202 1994
    Psiquiatria 84 90 47 44 97 0 362 71 139 117 82 125 82 978
    Urologia 28 40 35 0 34 36 173 37 43 42 41 37 34 407
    TOTAL 1074 1318 1221 1049 966 925 6553 1269 1348 1156 1308 1592 1177 14403
    Média p/dia 34,65 47,07 39,39 34,97 31,16 30,83 36,20 40,94 43,48 38,53 42,19 53,07 37,97 39,46
    12- Banco de Urgencia JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 19 19 19 19 19 19 19 19 19 21 21 21 21 19
    Doentes Entrados 365 367 447 356 343 387 1535 415 392 437 436 403 373 3991
    Doentes Saidos 368 358 452 358 343 387 1536 414 389 433 440 406 372 3990
    Falecidos 12 18 15 11 5 9 70 14 7 5 17 12 13 138
    Taxa De Mortalidade 3,26 5,03 3,32 3,07 1,46 2,33 4,56 3,38 1,80 1,15 3,86 2,96 3,49 3,46
    Total de pacientes no B.U. 1584 1577 2054 1718 1468 1472 9873 1492 1672 2098 1730 1564 1844 20273

    Fonte: Minsitério da Saúde/Secção de Estatística

    “ESTATÍSTICA DO HOSPITAL MANUEL QUARESMA DIAS DA GRAÇA”
    “ESTATÍSTICA 2006”

    2- Maternidade JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6
    Taxa De Ocupaçao % 12,37 14,88 20,43 12,22 12,37 16,67 14,83 13,98 13,44 23,89 13,98 12,22 13,44 14,98
    Morte Materna 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1
    Cesariana 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Numero de Partos 12 7 16 9 15 18 77 9 13 21 13
    3- Pediatria I JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8
    Taxa De Ocupaçao % 66,94 71,88 27,02 39,58 32,66 27,08 43,85 5,24 13,71 17,50 33,06 8,75 13,71 29,49
    Falecidos 1 0 0 0 0 0 1 0 0 2 0 1 4
    Taxa De Mortalidade 3,03 0 0 0 0 0 0,65 0 0 0 8,33 0 8,33 1,83
    Taxa de Mortalidade liquida 39,39 11,11 15,38 14,29 20 0 10,39 50 28,57 0 0 28,57 25 17,35
    5- Medicina Mulheres JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8
    Taxa De Ocupaçao % 16,94 19,64 25,81 30,42 14,52 13,33 20,10 6,05 37,10 18,75 32,26 35,00 38,31 24,04
    Falecidos 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 4
    Taxa De Mortalidade Líquida 0 9,09 9,09 0 14,29 11,11 7,04 25 41,67 0 21,43 7,14 15,38 15,67
    Taxa De Mortalidade 0 0 0 0 0 0 0 0 8,33 0 7,14 7,14 7,69 2,99
    6- Medicina Homens JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Lotação Oficial 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7
    Taxa De Ocupaçao % 22,58 22,96 44,24 30,95 19,35 18,57 26,52 9,22 14,29 16,67 13,36 36,19 17,97 22,15
    Falecidos 1 1 2
    Taxa De Mortalidade 0 0 0 0 9,09 8,33 2,5 0 0 0 0 0 0 0
    Taxa De Mortalidade Líquida 18,18 80 21,05 23,53 9,09 0 25 50 50 137,5 50 6,67 0 30,47
    7- Consultas Ext. por Especialidade JAN FEV MAR ABR MAI JUN 1º Sem JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANUAL
    Anestesiologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Cirurgia Geral 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Cirurgia Maxilo-Facial 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Clinica Geral 216 192 229 252 243 137 1269 150 191 158 186 0 1954
    Consultas Diabetes 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Dermatologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Estomatologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Fisioterapia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Ginecologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Infecciologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Medicina Interna 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Oftalmologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    ORL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Ortopedia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Pediatria 298 211 220 210 201 79 1219 88 106 107 156 1676
    Psiquiatria 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    Urologia 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
    TOTAL 514 403 449 462 444 216 2488 238 297 265 342 0 0 3630

    Fonte:Ministério da Saúde/Secção de Estatística

    “Acesso ao serviço de saúde”

    “Constatou-se que 74.1% dos agregados que vão a pé a uma unidade sanitária mais próxima, fazem-no em menos de 30 minutos.””Com relação ao meio de residência, verifica-se que o meio Rural tem a taxa de acesso mais baixa em relação á Água-Grande e Outro Urbano.”

    Fonte:INE/QUIBB2005

    Ver o gráfico.

    “Tipo de serviço utilizado”

    “Os serviços de saúde mais utlizados pela população são os hospitais e postos de saúde em qualquer dos meios de residência.””A taxa de utlilização dos hospitais é mais alta em Água-Grande enquanto que a utlização dos postos médicos é mais alta no meio Rural.”

    Ver o gráfico
    “Tipo de serviço de saúde utilizado”

    Fonte:INE/QUIBB2005

    “Satisafaçao e não satisfação em relação ao serviço de saúde”

    “A taxa de satisfação das pessoas em relação so serviço de saúde é de 68.6% contra 34.1% que se declaram não satisfeitas.””Das diversas razões da não satisfação, destaca-se o tempo de espera, o preço das consultas e a falta de medicamentos.”

    Ver o gráfico

    “Razões de não satisfação em relação ao serviço de saúde”

    Fonte:INE/QUIBB2005

    “Cuidados pré-natal”

    “70% das mulheres que deram á luz um nado vivo ao longo dos 12 meses precendes ao inquérito QUIBB2005, receberam cuidados pré-natal durante a gravidez.”

    Ver o gráfico

    “Cuidados pré-natal por meio de residência”
    Fonte:INE/QUIBB2005

    “Assistência durante o parto”

    “As enfermeiras parteiras aparecem em primeiro plano na categoria dos agentes de saúde que mais partos assistiram, 58.3%.”
    “As parteiras tradicionais fazem os partos normalmente nos domicílios, representam cerca de 18.0%.”

    Ver o gráfico

    “Parteira tradicional e enfermeira particular”
    Fonte:INE/QUIBB2005

    “Nutrição e crescimento”

    “Do total das crianças com menos de 5 anos, 7.3% beneficiaram de um programa de nutrição.”
    “A nível nacional, conatatou-se que 95.6% das crianças com menos de 5 anos seguiram um programa de crescimento.”

    Fonte:INE/QUIBB2005

    Em estatísticas de Saúde, relativamente ao pessoal em serviço, entre 2001-2006;

    Médicos em 2001 tivemos 55 pessoal médico em serviço, e e, 2006 tivemos 58 pessoal médico em serviço.

    Dos quais pessoal médico nacional;

    Em 2001-49 médicos e em 2006-53 médicos

    Quanto a pessoal médico estrangeiro;

    Em 2001-6 médicos e em 2006-5 médicos

    Pessoal Técnico

    Em 2001-144 Técnicos
    Em 2006-124 Técnicos

    Dos quais, técnicos nacionais

    Em 2001-142 técnicos
    Em 2006-124 técnicos

    Técnicos estrangeiro

    Em 2001-2 técnicos
    Em 2006-0 técnicos

    Quanto ao pessoal administrativo;

    Em 2001- 42 administrativos
    Em 2006- 45 administrativos

    Outros

    Em 2001-218
    Em 2006-222

    Ver também os valores de intervalos entre 2001 e 2006.

    Fonte INE
    Fonte: Ministério de Saúde – Source: Ministére de la Sant

    Tenhamos conhecimentos e consciência da nossa realidade enquanto, povo, território país.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  9. Anca

    20 de Outubro de 2011 as 18:08

    Perante o quadro que vimos atrás, se relacionamos com o que deve ser o sector de saúde de um estado de direito democrático, que se pretende desenvolver, se se relacionarmos, com o conceito de Hospital, de avanços da medicina, veremos que estamos anos luz de ter um serviço nacional de saúde de referencia para, atender, os problemas de doenças, miséria e pobreza que graça, na nossa sociedade.

    Os números valem o que valem.

    Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

    Não estranha, que sejamos o país mais pobre do mundo a todos os níveis.

    Unidade-Disciplina-Trabalho, para a modernização, crescimento e desenvolvimento sustentável, do território, da população.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  10. Tomba Aly (Cantagalense)

    20 de Outubro de 2011 as 19:04

    Em Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

    Vamos trabalhar mais, sermos mais criativos, pagar impostos (todos), pedir a justiça para exigir que os devedores e ladrões do Estado pqguem o que deve. Assim teremos dinheiro para aumentar salários para todos.

    Com a melhoria no aeroporto /iluminação da pista, melhoria do sector da saude, estabilidade e não só podemos ajudar o sector do turismo. Isso é um caminho.

    Justiça: Falência de Caixa Popular, Passeio da Capital, 1.600 mil dólares de Japão que desceu na água de bacalhao que encontramos o resto com as chapas de zinco que PCD vei tentar atirar areia para olhos do povo, STP Trading, DOCA, GGA, Casas de pré Fabricados que distribuiram pela calada da noite, Casas sociais que so gente de cor partidária foram contemplados e que não pagam ao Estado, Bolsa fantasma, Junta Médica fantasma, Dineiro da FIFA cerca de 3 milhões de dólares em 12 anos que deveria formar jovens… Tudo isso e muito mais julgados e eslarecidos, será a partida para a resolução dos nossos problemas.

    Ahh. Há mais: Retirada de parcelas enormes nas mãos dos preguiçosos. Retoma de talhões que muitos sobretudo elite de certos partidos tomaram a preço baga téla e venderam e estão a vender para estrangeiro a 200 mil, 500 mil e 1 milhão de dólares.

    Os médicos têm razão na reivindicação de melhores condições de trabalho e de vida. MAs a resposta que deve ser dada pelo Governo também deve acolher a sensibilidade de todos pela realidade do país que vive de ajuda externa.

    Viva democracia. Esta Greve não tem mãos do MLSTP e PCD. Desculpe misturar as coisas. MAs se os médicos também são políticos, muitos deles activos.

    O Aperto do Governo também chegou no hospital. Agora há mais controlo para desvio de medicamentos e consumiveis para as clinicas privadas e camas dos anexos de casa.

    Cada coisa que desce. Depois é o governo que não sabe.

    Tomba Aly (Cantagalense)

  11. MEU DEUS

    20 de Outubro de 2011 as 19:52

    APELO AO BOM SENSO DE AMBAS A PARTES.

  12. voz do emigrante

    20 de Outubro de 2011 as 22:14

    A dinheiro sim,na canpanha do EVARISTO de carvalho recebi dez mil euros esse dinheiro saiu de onde?

    • Anca

      20 de Outubro de 2011 as 22:29

      Venda do país ao estrangeiro.

      Aumento de corrupção.

      E nós andamos a contribuir para isso, quando vendemos a nossa consciência.

  13. Filipe Samba

    21 de Outubro de 2011 as 6:27

    São-tomé e Principe, está muito distante para cumprir com as definições das Nações Unidas como
    ‘Metas do Milénio até 2015’, ou seja, erradicar a pobreza extrema e a fome, universalizar o ensino, valorizar o género, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, combater as grandes endemias, garantir a defesa sustentável do ambiente e criar parcerias para o desenvolvimento.

  14. santa catarina

    21 de Outubro de 2011 as 8:40

    A situação é triste infelizmente que sofre é o povo pequeno. A situação existente no hospital e dos medicos não são de hoje. Sãp problemas que se vem acumulando ao longo dos anos. Concordo que se chega um acordo e a partir de agora em frente difine-se um time que seja rasoalvel para se aplicar o que vier a ser decidido.
    O problema esta na falta de estabilidade que se ter tornado uma pratica neste país.
    O meu entender o culpaldo foram os secessivos governos que foram apssando e não resolvendo as questões. Durante este anos todos tivemos medicos que foram ministros e não resolveram as questões.
    Espero bem que seja somente uma revindicação justa é certa mais devemos ver a nossa volta e não só o mundo em que vivemos.
    Espero tambem que não seja uma greve politica se for esta a intensão então estamos mal.
    O país para alem de medicos tem outras classes talvel mais dificil como são so casos dos professores com turmas de 70 ou mais alunos.
    Vamos propor soluções que seja viaveis de acordo a nossa realidade.
    Força e coragem o bom senso deve prevalecer.
    O povo é que padece.

  15. lyetet mendes

    21 de Outubro de 2011 as 9:15

    QUE PROSIGAO COM A GREVE ,O GOVERNO TEM QUE VER A SITUAÇAO DOS MEDICOS SIM ,PORQUE ELES LIDAO COM VIDAS HUMANAS ,SALVAO MILHARES DE VIDA .E NAO TENHEM UM SALARIO DIGNO???O GOVERNO TEM Q VALORIZAR MAIS OS MEDICOS E PROFESSORES.MEDICOS NAO DISISTAO DOS VOSSOS IDEAIS…..

    • Adlander Aragão

      21 de Outubro de 2011 as 10:11

      será que recebes mais que 27.000.000,00? porque eles recebem, e tu dizes que não é digno !!!! e quem recebe 900.000,00 diz oque ???

    • Adlander Aragão

      21 de Outubro de 2011 as 10:18

      será que recebes mais que 27.000.000,00? porque eles recebem, e tu dizes que não é digno !!!! e quem recebe 900.000,00 diz oque ??? convenhamos

    • HLN

      21 de Outubro de 2011 as 19:17

      Que vida que esses médicos salvam, só dos seus familiares, amigos e filhos. Minha prima morreu na maternidade por niglicência Médica, meu sobrinho nasceu e morreu por mesmo motivo.Se não desse no duro para tirar minha filha desse país também seguiria mesmo destino. Formam para cuidar da saúde do povo mas só Deus sabe o que os pobres e não conhecidos passam nesse hospital. Com ou sem aumento vão continuar na mesma. Agora como paludismo cessou não sei como tem sido a receita que têm passado aos clientes. Acho que o salário que recebem para a nossa sociedade está mais que bom, associando as regalias está de bom tamanho.

  16. Saúde...saúde e mais saúde !!!

    21 de Outubro de 2011 as 9:27

    Já viram o que será de nós..Esse governo é uma vergonha. O que a (M)inistra quiz fazer é utilizar uma das maiores taticas do Governo…virar a população contra os médicos, mas desta vez “deu com os burros n´água”…sejamos sérios. Dbs. 10.000.000,00 é muito dinheiro para um profissional? Será que o governo e a sra. (m)inistra tem noção do custo de vida neste país? Eles se ficarem doentes viajarão e nós povão…viajaremos para a capiatl do pé junto, né?
    Gostaria de aproveitar esta oportunidade e expressar a minha solidariedade as médicos e isortar os enfermeiros a pensarem também sobre a sua situação…
    Saudações…
    Viva nossa terra

  17. povo tem sempre razão

    21 de Outubro de 2011 as 9:29

    Solidarizo completamente com os médicos. Trabalham imenso e deve merecer um salário melhor.
    Penso que a atitude na Ministra na Comunicação Social foi triste e inadmissível. É a falta de maturidade também.
    Sinceramente é uma vergonha tem alguém que por si só apresenta deficiências graves, a fazer declarações dessas.
    Toda gente sabe que são poucos os médicos que estão nos projectos que aliás tem prazo de vida limitado.
    Andaram a gastar dinheiro na campanha, pagam um balúrdio aos ministros e agora querem sacrificar os médicos.
    Força doutores, sigam com as vossas reivindicações.
    A população está convosco.
    Onde é que anda a justiça social que foi tão proclamada nas campanhas para as legislativas.

  18. Matabala

    21 de Outubro de 2011 as 9:52

    O que me preocupa é ki a grave é sem tempo determinado…o que será dos utentes e pacientes do nosso unico hospital operante?
    Porque não aceguram a menos os serviços mínimo como tem sido a prática diaria? Porque na realidade o hospital só funciona mesmo em serviços mínimos…

  19. Adlander Aragão

    21 de Outubro de 2011 as 10:08

    Meus Sr. em nenhum país do mundo vê-se um aumento deste genero vcs. axam normal alguem que ganha 122 euros pedir um aumento para 1000 euros, depois pergunto, os Sr. medicos que nem param no hoepital para fazer horas de estado, passam tempo em casa esperando pelo telefonema de urgencia, para irem tratar dos casos emergentes, esses medicos os 99.9% deles estão filiados em projecto saude para todos então oque fazem é ir ao hospital por volta das 9H00 e antes das 10H00 vam todos para os seus projectos sem falar de clinicas, Racionalidade e boa fé faz parte das vertudes Humanas se queres mesmo que este pais evolua dê tambem o seu contributo. .

  20. INCOMODADO COM ISTO

    21 de Outubro de 2011 as 10:22

    ” Deixem-nos trabalhar ” Dizia o Praticio Suvisco

  21. Almeida Paquito

    21 de Outubro de 2011 as 10:23

    Ja disse aqui a dias que a Angêla não tem capacidade para o cargo.

  22. Uamato

    21 de Outubro de 2011 as 11:05

    Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.
    Tiago 4:17

    quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo.
    1 João 3:8

  23. Uamato

    21 de Outubro de 2011 as 11:10

    Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo (doentes); mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.
    Levítico 19:18

  24. Uamato

    21 de Outubro de 2011 as 11:12

    O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
    1 Coríntios 13:4-7

  25. Feijoada

    21 de Outubro de 2011 as 11:29

    Cada coisa? Uns ganham: 27milhões e outros 900 Mil, onde está distribuição equitativa dos bens? Independentemente de responsabilidades profissionais.

    Estamos a falar qualquer coisa 30 vezes mais.

    Com um serviço sem qualidade….

    Sou daqui…

  26. Põe Boca não Tira

    21 de Outubro de 2011 as 15:56

    Amigos, tendo uma Ministra de Saúde como temos, oquê que podemos esperar? Não sei onde o Sh Patrice Trovoada estava com olhos quando convidou essa senhora imatura para dirigir um sector tão complexo e importante para o país. A infantilidade dessa senhora levou-a a dizer o que disse sem reponsabilidade nenhuma, ao menos teria consultado os seus assessores para saber o que dizer a impressa. Se marcassem eleição para daqui a um mês veriam se há ou não dinheiro. Os pequenos vão sofrer bastante com isso mas se a coisa não estragar nunca vai melhorar. Os professores, enfermeiros deviam seguir exemplos dos médicos. Sh Patricio só sabe viver no seu luxo e bem bom o povo que se dane. Deus é Grande aqui se faz aqui se paga………

    • HLN

      21 de Outubro de 2011 as 19:49

      Se falarmos de capacidade de cada um representante do povo en S.Tomé e Príncipe, não sei qual podemos tomar como referência todos são incapacitados de topo a base. desde que Stomé tornou independente que reina a incapacidade a diferença é que tem tornado do mal a pior só isso. 1975 a 2011 são 36 anos de incapacidade em diversos sectores do país.

      incapacidade reina ai

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