Sociedade

Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social insurge contra o teor do Comunicado do Governo

Após reunião com os representantes da Comissão dos Trabalhadores da Rádio Nacional, o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, considera que o comunicado do Governo lido por Abnildo de Oliveira, desvirtua o espírito do encontro realizado no passado dia 10 entre o Governo e a Comissão dos Trabalhadores.

Após auscultação da comissão dos trabalhadores da Rádio Nacional, o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, chegou a conclusão que «o comunicado do Governo desvirtua o espírito do encontro realizado no dia 10 do corrente mês, na sede do Governo».

O Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, acrescenta que o Comunicado do Governo, «refere-se à “inflexibilidade” dos trabalhadores da Rádio Nacional, mas não faz qualquer referência ao que ficou acordado no final da primeira sessão de trabalho, em que a comissão deveria apresentar uma proposta de subsídio transitório para a melhoria dos salários até a conclusão das negociações sobre o futuro da instituição. Por outro lado a Comissão apresentou uma segunda contra-proposta e manifestou-se sempre aberta a negociá-la», explica o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social.

O Sindicato faz questão de salientar que « o governo face as propostas apresentadas pela Comissão dos Trabalhadores, até então não apresentou qualquer contraproposta para ser discutida».

Talvez porque a inflexibilidade está do outro lado da barricada, o sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, «insta o governo a apresentar uma contraproposta».

O Sindicato fecha o seu comunicado, esclarecendo que a intenção de enquadrar a solução das reivindicações no aumento em 10% da massa salarial na proposta do Orçamento Geral do Estado apresentada à Assembleia Nacional, não satisfaz tendo em conta as especificidades do trabalho deste órgão, Rádio Nacional.

Abel Veiga

    9 comentários

9 comentários

  1. NINA

    14 de Novembro de 2011 as 17:20

    MAU SINAL

  2. zeme almeida

    15 de Novembro de 2011 as 1:59

    yes

  3. Anca

    15 de Novembro de 2011 as 2:21

    Que tal cavar terra?

  4. Anca

    15 de Novembro de 2011 as 2:23

    Cavar terra, plantar e produzir, que tal?

    Que tal trabalhar, para aumentar a produtividade nacional?

  5. 15 de Novembro de 2011 as 9:17

    geral

  6. Malébobo

    15 de Novembro de 2011 as 10:44

    O quê que este parasitas da Radio Nacional fazem que estão a exigir este salário balurdio, ao governo, e quem produz que sera deles

    • cotrim

      16 de Novembro de 2011 as 9:13

      meu caro meymadra
      os q vecem mensalidade de 130M,90M,80M,54M,48M,etc qual é a produção destas individualidades, portanto o q esta em causa é a distribuição de riqueza, pq não pode haver cidadao de 1ª e 2ª 3ª por ai fora
      gostaria de ver o sr a viver com 822.000,00 ou 3.500.000,00 mensal por é uma questão de justiça, será que as pessoas que estao nos projectos que constitui divida para povo de stp pagar ganham o mesmo que os povinhos ganham
      olha ha reformados q trabalharam tanto para este pais e tem 490 M Db e quem vai para casa com 50.000.000 isto é justiça

  7. Feijoada

    15 de Novembro de 2011 as 17:20

    Vamos privatizar a rádio nacional.

  8. meymadra

    16 de Novembro de 2011 as 8:02

    Não entendo como os trabalhadores da Radio Nacional podem exigir tanto, si não fazem nada.
    Uma rádio que esta matando a cultura são-tomense, uma rádio que so tem dois programas dignos de realce: Visão de Sábado e Jornal das 7.
    Uma rádio assim até creio que recebem muito

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