Sociedade

Governo e trabalhadores da Rádio Nacional não conseguem acordo

A greve na Rádio Nacional, não tem fim a vista. A reunião convocada na última segunda feira pelo Ministro Secretário do Governo Afonso Varela com todos os trabalhadores da Rádio Nacional, não produziu consenso.

O Téla Nón apurou que na reunião de segunda – feira na biblioteca nacional, os trabalhadores da Rádio Nacional colocaram o Ministro Secretário do Governo Afonso Varela entre a espada e a parede.

O comunicado dos trabalhadores diz que «não obstante as ameaças proferidas pelo mandatário do Governo (o ministro secretário do Governo), os trabalhadores mantiveram-se unidos e determinados na defesa das suas aspirações», lê-se no comunicado.

Segundo os trabalhadores, o governo terá ameaçado despedir parte dos trabalhadores, caso a greve persistisse.

O comunicado dos trabalhadores adianta no entanto que se registou algum progresso na reunião, nomeadamente «dar autonomia financeira a Rádio nacional e a introdução de taxa radiofónica a curto prazo». Aspectos que segundo os trabalhadores, foram aceites pelo Governo.

O ponto da discórdia continua a ser financeiro. Os trabalhadores que já tinham apresentado ao Governo uma contra-proposta, em que ao invés do aumento salarial, sugerem o pagamento de subsídios complementares, recusam retomar as suas actividades sem que o governo concorde em aplicar o pagamento de subsídios.

Alfredo Medeiros, que lidera a Comissão de Greve, explicou que «o subsídio que pedimos reflecte em cerca de 2 milhões de dobras para os trabalhadores de base e cerca de 7 milhões para os quadros superiores. A greve continua até o governo dar resposta a essa reivindicação mínima», salientou o líder da comissão de greve.

Rádio Nacional, continua em greve, e segundo a comissão de greve, a solução final depende do Primeiro-ministro, que segundo os grevistas tem a última palavra.

Abel Veiga

    26 comentários

26 comentários

  1. fexa pata

    16 de Novembro de 2011 as 15:12

    o Primeiro Ministro nao para ali na terra esta sempre a viajar com problemas gravissimos na terra, ate parece brincadeira voces sao culpados votaram agora aquentam esse pais nao precisa de presidente, ministros nada so de um governador mas nada.

  2. Antonio Fortes

    16 de Novembro de 2011 as 15:20

    E eu engenheiro tenho que ganhar dois milhoes quinhentos , tenha santa paciencia, é melhor tudo esse sistema colapsar de uma x porque isso eh uma brincadeira , isso sim é uma palhaçada, n podemos ter sectores de estado a praticarem salarios distintos , de maneira alguma

  3. Gente boa

    16 de Novembro de 2011 as 15:43

    O maior problema da Rádio Nacional está nas pessoas e sobre tudo na ma gestão da instituição.Tirando almas que não merecem.Um observador atento poderá constatar isto.

  4. ESMERALDA

    16 de Novembro de 2011 as 15:53

    MEU DEUS ONDE JÁ SE VIU ? SE ASSIM FOR, EU TENHO QUE GANHAR 20 MILHÕES DE DOBRAS. A VER VAMOS.

  5. Pedro Cravid

    16 de Novembro de 2011 as 16:22

    Lutem pelos vossos direitos,…fazem como os funcionários da RDSTP,em vez de estarem ai na sombra da bananeira a verem os outros numa boa,vivendo no céu…vivas os trabalhadores da Rádio que bem merecem…quem não chora não mama…

  6. lino

    16 de Novembro de 2011 as 16:49

    meus conterrâneos …funcionários da rádio nacional, voçês que não sejam parvos. Não parem com a greve enquanto a vossa reivindicação não for satisfeita.
    A greve deve continuar.
    estão no vosso direito e tb vendo bem, não estão a pedir fortuna alguma.
    Esses senhores do governo não querem aceder ao vosso pedido, porque precisam de dinheiro para satisfazer os caprichos deles.
    É isso.
    Acreditem.
    Têm de ser encostados a parede. Vão ceder.

  7. Emilio Freitas

    16 de Novembro de 2011 as 17:38

    Concordo contigo Antonio Freitas, ha toda uma necessidade de se criar a ordem dos engenheiros na ilha, urge cria-la ate pra regulamentar esses cursos sem pé nem cabeça em engenharia que se criou ai na ilha, urge estabelecer o piso salarial dos engenheiros, urge criar a carteira dos engenheiros, não podemos passar tantos estudando e estar por ai ganhando o igual o um “acerebrado” que passou meia hora lendo besteiras e ganhar msm coisa o pior q isso

  8. ESMERALDA

    16 de Novembro de 2011 as 18:27

    O aumento salarial deve ser para todos os funcionários da função pública a partir de 2012, quando for aprovado o OGE e, com efeito retroactivo a partir de 1 de Janeiro. viva STP.

  9. Coisas & Lugares

    16 de Novembro de 2011 as 20:14

    Coisas & Lugares

    E tudo isto acontece aos olhos vitos! Ninguem é culpado de nada.Esta greve sem o fim a vista já passa dos limites e ninguem faz nada, gostaria de entender melhor as reais causas desta greve e trazer para a reflecção de todos as seguintes preocupações:
    1-Qual é o grau de alcance desta greve?
    2-Qual é o impacto que esta greve irá provocar em termos económicos para o País?
    3- Esta greve dos trabalhadores da RN é justa ou não?
    4- Afinal quem tem razão, os Grevistas da RNSTP ou o Governo?
    5- Quem é que paga os prejuízos sociais desta greve?
    Obviamente que somos nós os contribuintes.
    Importa perguntar ainda:
    Porquê que na função pública de STP, existe disparidade tão grande no rendimento dos trabalhadores? Apesar de sabermos que há escalhões,mas esta prática é desproporcional!…

    As cumplicidades e as desigualdes sociais fruto dos sucessivos erros políticos e sobretudo a má distribuição de riqueza do País têm provocado estas insatisfações nas pessoas.Em qualquer País normal, dito democrático a resoluçao dos conflitos ou convulções sociais passam pela solução imediata dos problemas e por via do diálogo sem arrastá-los a eternidade ou seja, desde que estas não sejam erudutiveis e que o bom senso prevaleça.Em Democracia não pode haver lugar para o medo, acaba a barreira do medo quando as partes em confiltos ultrapassam as diferênças que os separam para servir o bem comum,tendo o diálogo como uma janela de oportunidades.O direito público à informação e de ser informado é um bem adquirido que não se pode negar a uma população que se quer esclarecida.Quinze dias s/pretação de serviço público da nossa Rádio Nacional é muito.O que estamos a assistir no País é uma vergonha e um insulto ao povo Santomense.Tudo isto deve-se a irresponsabilidade, a falta de maturidade política de quem governou este País durante vários anos e a insensibilidade das partes que estão envolvidas nesta triste novela,nomeadamente o Governo que não tem sabido conduzir as negociações por causa dos para-arranca que se tem verificado neste processo. Qualquer processo de âmbito laboral e que seja digno de respeito deve obdecer um tecto e um desfecho e é, isto que o Sindicato dos trabalhadores da RN está a tentar fazer para chegar a um acordo.Pc desculpas aos mais cépticos,dizendo-lhes que:Só estou a especular,provocar o inguiço, de modo a suscitar o debate de ideias e de opiniões.Neste jogo de gato e de rato:Estranha-me entretanto, o silêncio dos outros orgãos da soberania com competêmcias para ter voz nesta matéria.
    Andam muito calados e pouco interventivos.Interrogo-me:
    1/1 -Será que os conflictos laborais não merecem uma palavra de solidariedade?
    Trabalhadores da RNSTP, façam-se ouvir a vossa vóz. É tempo de dizer Não! Porque o Governo, o grande capital e os que a partir do estrangeiro julgam poder mandar em STP não têm as mãos livres.Esquecem-se que “A GREVE É UM DIREITO DOS TRABALHADORES”, esquecendo-se também, que há forças para resistir e para mais cedo do que tarde os derrotar.Solidarizo-me com esta greve e na minha opinião acho que o Governo deve proceder o aumento salarial para haver mais justiça.Com a coragem e indignação de todos aqueles que trabalham, aconselho-vos a levar a luta até as v/ casas!Coisas & Lugares.

  10. Anca

    17 de Novembro de 2011 as 2:36

    Mais unidades, mais disciplina, mais empenho no trabalho, para a modernização sócio- político- económico e financeiro sustentável, com ganhos futuros, para toda a sociedade.

    Temos de trabalhar, mais e melhor, antes de reclamar os nossos direitos, para aumentar a ganhos de produtividade, para uma repartição mais justa dos recursos.

    Porque a casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
    É a pobreza e miséria

    Antes de reclamarmos o nossos direito, pensemos e cumpramos os nossos deveres enquanto cidadãos, enquanto poderes instituídos pela soberania(povo), enquanto sociedade e país(território/população).

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  11. ESMERALDA

    17 de Novembro de 2011 as 5:24

    Para evitar o colapso no País o governo não deve ceder a pressões dos jornalistas da rádio. Porque assim, tornará um vicio e os outros seguirão o mesmo caminho. Deve haver um aumento salarial para todos funcionários públicos de forma justa. É verdade que infelizmente o bebé que não chora não mama, mas vejamos, são 170 mil bebés. Feliz Natal e Próspero Ano Novo. viva STP. viva a Democracia.

  12. Uamato

    17 de Novembro de 2011 as 7:43

    Para evitar o colapso no País o governo não deve ceder a pressões dos jornalistas da rádio. Porque assim, tornará um vicio e os outros seguirão o mesmo caminho. Deve haver um aumento salarial para todos funcionários públicos de forma justa. É verdade que infelizmente o bebé que não chora não mama, mas vejamos, são 170 mil bebés. Feliz Natal e Próspero Ano Novo. viva STP. viva a Democracia.

  13. MÉ SOLO

    17 de Novembro de 2011 as 7:52

    Caros,

    Estou de acordo com a greve os profissionais da RN sendo esta a arma que a lei confere aos trabalhadores para obtenção dos seus direitos.

    Apelo o diálogo e uma saída airosa para ambas as partes.

    Sou de opinião que o governo devia nomear um bom gestor para RN, alguém dinâmico e creativo. Pelo respeito que tenho para com o Director da RN, mesmo com escassez de meios, acho que lhe falta alguma dinâmica e creatividade para colmatar alguns problemas da rádio” ele é mto parado”. Basta vermos o estado lamentável no átrio, um espaço público, onde entra tanta gente devia ter melhores condições.

  14. Nando

    17 de Novembro de 2011 as 8:47

    A alteração do quadro salarial não depende apenas do governo mas sim e principalmente dos deputados. Já é hora de fazer essa elteração.Não pode haver dois pesos duas medidas na função pública(se a minha familha é influente trabalho no sector de 20 milhoes. Se a minha familia nao é conhecida trabalho no sector de 2 milhoes). Não podemos aceitar isto porque o país é de todos. Os deputados que se dizem representantes do povo ou da nação devem estar ao serviço do povo. É demais. Vamos parar e refazer seriamente o quadro salarial e exigir mais empenho e trabalho a todos.

  15. lino

    17 de Novembro de 2011 as 9:28

    o nosso amigo Uamato não tem opnião própria?!!
    é preciso repetir o comentário do outro!?
    por causa de tipos como ele é que ninguém se entende.
    é preciso ter-se opnião própria.
    obrigado.

  16. Agenda Pública !!!

    17 de Novembro de 2011 as 9:39

    Desejo força e coragem aos trabalhadores da Radio Nacioal. Na verdade têm todo o direito de reveindicar melhorias salarias num país onde o custo de vida está fora de controlo enquanto que o Sr. Por Conseguinte, digo, 1º Ministro não se cansa de subir avião…ora para ir para os EUA passear (digo em trabalho) ora para ir ao Gabão assistir o jogo da selecção daquele país contra o Brasil…e depois volta e vai trabalhar (?) novamente em Venezuela e Cuba.
    Outra questão que me faz dar força aos trabalhadores da RN é o facto de ter sido informado que os funcionários dos Impostos têm direito a dividir entre eles 3% de toda receita arrecada. Nisto existem meses em que (dizem) o salário do funcionário de base ronda os 10 ou 15 de milhões dobras.
    Que se encontre uma saída urgente para resolver os problemas da nossa radio amiga.
    Viva Democracia

    • Samangugu

      17 de Novembro de 2011 as 17:39

      Solidarizo-me com os grevistas da RNSTP. Não que os valores exigidos por eles sejam realistas mas sim porque há instituições do estado em que os funcionários até são premiados por nada fazerem, auferindo balúrdios nada condizentes com os valores auferidos pelos seus pares que militam noutras instituições também pertencentes ao estado. Uma aberração e o Patrice que meta mãos nisso. Dois pesos e duas medidas uns são filhos do pai todo poderoso e outros da mãe. É nos impostos, é na inspecção, é na enasa enfim. Uma vergonha!! O nosso OGE não suporta aumentos na ordem dos preconizados pelos grevistas sendo que haverá a necessidade de um nivelamento salarial por baixo. Está nas mãos do Patrice esta batata quente. Vai ter que vestir a pele de Robin Hood (O Robin dos bosques)tirando aos ricos e dando aos pobres. Está na altura de definir o quadro salarial da função pública para que haja uma maior equidade e justiça salarial.

      Tenho dito.

      • Salvador da Pátria

        18 de Novembro de 2011 as 19:44

        Lamento o comportamento do internauta Samangugu, porque é um dos adeptos das aqueles que falam de ânimo leve.
        Existem tantas empresas públicas e direcções ministeriais, em que os funcionários ou agentes públicas auferem salários astronómicos.Mas infelizmente, o Senhor nao fez alusão aos mesmos.
        Acho que o Senhor é invejoso, pork não devemos individualizar assunto, que nada tem a ver com à greve dos funcionários da RNSTP.
        Mas devemos sim, estar todos no mesmo lado da canoa.
        Viva União e Abaixo a inveja e a perseguição!

        • Salvador da Pátria

          18 de Novembro de 2011 as 19:47

          Quis dizer adeptos daqueles…
          Bom fim-de-semana a todos!

  17. adik

    17 de Novembro de 2011 as 10:28

    Estou farto de tudo isso. o governo tem que decidir.todas as instituicoes do pais sao importantes.

  18. Gente boa

    17 de Novembro de 2011 as 17:11

    Caro amigo Mé Solo, tens toda razão,basta ver o estado lamentável do átrio.Ou é muito parado ou então está muito mal acompanhado.

  19. Mé Zemé

    17 de Novembro de 2011 as 17:12

    Essa greve já vai longa, infelizmente. Mas, acho que devemos ser todos responsáveis e saber se o que produzimos merece determinado salário. Infelizmente existe disparidade de salário dentro da função pública tesndo em conta os escalões. Mas, acho que esses escalões deviam ser revistos, pois não se justifica que director geral da emae por exemplo ganhe 90milhões e a empresa é o que é e outros casos. Se o dinheiro é pouco, saibamos distribuí-lo mas de forma equilibrada e não com disparidades gritantes. Esta greve da RNSTP os funcionários estão a ser intrasigentes, pois o que a rádio produz para o país não justifica o salário que pretendem, mas que merecem ganhar um pouco melhor, merecem, mas também deve o demostrar com o trabalho. Espero que isso se resolva da melhor da melhor forma e que todos os funcionários públicos fiquem a ganhar, mas que não se esqueçam que dinheiro não cai do céu, mas sim tem que ser trabalhado.

  20. Tristeza da terra

    17 de Novembro de 2011 as 21:38

    Muita água ainda vai passar de baixo dessa ponte, ver para crer, força RSTP, não é aceitável trabalhar com aquelas condições e ainda receber final do mês uma miséria, RSTP deviam criar um facebook e mostrar a condição que se encontra o edifícios e os seus equipamentos para o Mundo ver, porque muitos falam e falam mais não conhecem a realidade interna na nossa rádio.

  21. Anca

    18 de Novembro de 2011 as 0:07

    É do empenho trabalho, que vem o sustento, vamos trabalhar.

  22. Digno de Respeito

    18 de Novembro de 2011 as 3:07

    A Constituição da República é clara e direito à greve é legitima num País que se chama “Democrática” e supostamente pratica a democracia ou aspira democracia. Para os que defendem que o Governo não deve ceder as reivindicações dos trabalhadores da RNSTP, então estarão a defender a injustiça social, a insatisfação laboral nas empresas e por conseguinte estarão contra os princípios democráticos o “direito” a greve e a inligitimação dos direitos. Se exite dos sectores nacional em que os trabalhadores são realmente “heróis” é a Rádio Nacional porque não fazem a minima ideia o que é “inventar” meios técnicos para manter a emissão perante alguns materias considerados obsoletos.

    Atualmente, muitos materiais que a nossa rádio utiliza, são consideradas peças de museu internacional. Para quem conhece as instalações da RNSTP pode compara-la com alguns materiais/peças de museu que existem no Museu da RTP ou mesmo no Museu das Comunicações em Lisboa. Acho que os trabalhadores grevistas não estão a pedir muito. Simplesmente, estão a gozar de direito que a Lei lhes confere para obterem melhores condições de trabalho ao serviço da população santomense. Atenção, que a RNSTP está prestar um serviço público de comunicação e para tal é preciso meio e condições minimamente exigível. Claro que a satisfação salarial é importante para o bom desempenho de qualquer profissional. Se o País tem dinheiro para beneficiar situações que por vezes deveria ficar para última posição na lista de prioridades, logo a RNSTP deve manter-se fiel a responsabilização perante a Nação e fazer com que os responsáveis do País, reflitam e busquem melhores soluções para a regra de boa convivência entre todos nós santomense (dentro e fora do País).

    • Santomista

      18 de Novembro de 2011 as 8:45

      Pois!! Muito bem. O direito a greve é legítimo na democracia, mas isto não quer dizer que o Governo tem a obrigação de aceder a todas as reivindicações. Não devemos confundir as coisas. Os equipamentos da RN estão obsoletos, mas este não é um problema somente da Rádio Nacional. Não se esqueça que STP é um País pobre.
      Por outro lado, a única razão que ainda mantém esta greve, não é por motivos de condições de trabalho mas sim questões salariais.
      Ora vejamos. Tomando em consideração os princípios de equidade que o Governo deve promover, porque razão o Governo deve aceder as reedificações da rádio nacional, quando essas reivindicações promovem a desigualdade relativamente com os outros sectores da função publica.
      As greves devem ser negociadas e cada parte deve ceder até chegarem a um equilíbrio. O Governo já cedeu. E a RN? Cedeu em quê?
      O Pais é nosso! Não é do Governo ou do Patrice Trovoada nem do PCD.
      Por isso, não confundam os interesses pessoais e “políticos” com interesses NACIONAIS!!
      O ADI ganhou as eleições nas urnas através da vontade popular. Então respeitem essa vontade e não comecem a inventar greves com intuito de provocar a queda do Governo, porque mais uma vez estaríamos a adiar o tão desejado crescimento económico do País e o respectivo desenvolvimento.

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