300 recenseadores estão no terreno para contar quantos vivem em São Tomé e Príncipe e como vivem

O IV recenseamento geral da população e da habitação que começou no último domingo, pretende encontrar respostas importantes para o futuro do país. Quantos somos? Afinal onde vivemos?

O Instituto Nacional de Estatística formou 300 recenseadores, para realizar o quarto recenseamento geral. Desde o último domingo, porta a porta, começaram a recolher dados sobre a população são-tomense.

Pela primeira estão a ser utilizados pequenos computadores, na recolha dos dados. Um apoio da cooperação brasileira, que traz eficácia e celeridade ao processo de recenseamento.

O processo termina no dia 22 de Junho próximo.

Abel Veiga

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    BRUNO DAS NEVES Responder

    Se pensam que esse recenseamento sea facil, estao redondamente enganados. Ainda existem TABUS que a nossa sociedade ainda nao ultrapassou, nao vou ai especular em que zona isso vai acontecer, mas o certo que isso vai acontecer, la isso vai!

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      XYZ Responder

      Nao sejas pessimista

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      santa catarina Responder

      És mesmo um judas.

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    BRUNO DAS NEVES Responder

    quiz dizer sera facil,

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    Ôssôbô Responder

    É muito bom isso! Força! Façam os vossos trabalhos com muita calma pois, é imprescindível para um país saber realmente a situação sócio-económica da sua gente!
    O que é bom elogia-se. Mas, o que não é bom critica-se!
    Fui!!!

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    Teixeira Responder

    Caro Bruno Neves,

    És um destes que não aposta no desenvolvimento de STP. Ganha Juizo, cresça e apareça.
    Tenho dito.

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    BRUNO DAS NEVES Responder

    Muitos nao sabem, mas ha quem pensa que este inquerito duma forma ou doutra assemelha-se como uma campanha eleitoralista, e aqueles que acham que sou pessimista me ao de dar razao, e sao estas pessoas que eu acho que nao conhecem o real problemas das nossas populacoes. Existem pessoas na extrema pobreza, e quando houvem dizer que esta ai algo semelhante como uma campanha pronto, veem isso como algo de troca. Nao conhesso todo STP, mas o pouco que conhesso…,!!!!

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    BRUNO DAS NEVES Responder

    Caro Teixera, tu es um agente recenseador? Se nao, procura um deles e pergunta. Porque nao E necessario irmos aos funcas,funcas do nosso pais pra vermos mizerias das pessoas, e estas campanhas de censiibilizacao muitas das vezes nao chegaram a estas pessoas, tu talvez nao tens nocao da realidade do teu proprio pais! Ja agora, tu vives aonde?

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      Ôssôbô Responder

      Bruno, pode ser que tenhas razão! Porém em vez de achares que isto não dá certo, aconselho-te a apontar soluções! Assim seguramente os nossos contributos serão válidos no processo de crescimento e de desenvolvimento das ilhas maravulhosas!
      Fui!!

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    Sukulumêçu Abre olho Responder

    O recensiamento é algo bom, mas fico triste com as questões colocadas no inquerito, o Governo só esta preocupado em saber o k temos, isso é uma tristeza, deveriam preocupar com as tispesas k temos tambem, governo quer saber se recebemos apoio de familiares la fora, mas ñ pergunta se gastamos dinheiro com filho e familiares la fora pra estudar, quer saber se temos casa, mas ñ pergunta de fazemos credito para tela, isso é uma tristeza só……..

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    Lévé-Léngue Responder

    A informação é a base fundamental para qualquer tomada de decisão, talvez isso justifique as falhas de planeamento no país, pois centram-se pelas estimativas aleatórias dos nossos decisores políticos. É preciso conhecermos efectivamente quantos somos e em que condições vivemos onde estamos.
    Portanto, desejo força e empenho aos que se encontram no terreno e deixo aqui um apelo à população residente para que não se faça de rogada… colaborem prontamente com os recenseadores e sejam sérios fornecendo informações verdadeiras. Avante STP!!!

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    Oposição da Politica no País Responder

    Este trabalho é muito importante para desenvolvimento do País,em todo seu aspectos, sobretudo somos um País que não pode financiar seu Próprio orçamento, portanto requeri ajudas externas e País tem que ter estes dados para apresentar por exemplo…
    Quanto somos?
    Afinal onde vivemos?
    Muita força para pessoal que estão ligados a este trabalho….

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    Teixeira Responder

    Caro Compatriota Bruno Neves,

    Entendo perfeitamente o teu discurso pessimista e até tendencioso.

    Aconselho-o sempre que estiver a fazer comentários seja, transparente, neutro, e ver os acontecimentos não só pelo lado negativo tb o que realmente é positivo para o bem do nosso belo e pequeno País.Tenho dito.

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    BRUNO DAS NEVES Responder

    Caro Teixeira, se es um daqueles que segue o desenrolar do dia dia ca do Pais,
    ou um simples viajador, aconselho-te a seguir bem o processo de recenseamento decorente no nosso Pais, e so depois saberes criticar. Muitas das vezes, poucos sao aqueles que gostam de que diz a verdade!

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    Voz da Razão Responder

    Sei que o recenseamento é um processo importante para o desenvovimento de qualquer Nação. Ela acareta custos e por isso deve haver uma participação massiva de todos num clima de cidadania e patriotismo. Mas o que não estou de acordo é que há perguntas que não devem ser feitas pelos inquiridores. Perguntar a uma senhora em que quarto da casa onde a senhora dorme ou se o marido dorme fora de casa, na minha opinião é uma pergunta fora do quadro e sem fundamento. Uma pessoa pouco instruida poderia reagir de forma violenta ouvindo esta pergunta. Por isso acho que poderá haver alguma resistência em termos de participação da população.

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