Opinião

CONVERSEI COM DEUS SOBRE S. TOMÉ E PRÍNCIPE

O dia 12 de Julho será azarado? Somos bons e os dias são maus? Estaremos inexoravelmente condenados à pobreza extrema?

Foi mais um dia em que eu me deitei com recordações daquele quintal grande em que as filhas da minha avó tinham as casas ao redor da dela.

Naquele dia estive a escavar (a mondar) a horta a partir das 6 da manhã antes de me preparar para 10 minutos de viagem que me levariam ao posto oficial de trabalho às 8, donde sairia às 16 regressar à casa onde iria regar, cuidar dos animais e voltar a mondar a horta até que me chamassem para o jantar. Trabalhei compactamente nada menos de 12 horas. O meu cansaço era aliviado com a memória da minha avó a distribuir a jaca por pedacinhos proporcionais ao número dos elementos de cada uma das casas.  Recordei-me do prazer de receber das mãos dela aquelas folhas-macabali amargas de fazer tremer um corpo infantil quando esmagadas contra os dentes para matar os bichos que os estragavam. Veio a revolta de não saber se os meus primos guardaram os princípios da distribuição equilibrada e honesta que aprenderam com a minha avó ou se estão simplesmente a ser vítimas dos que não tenham aprendido ou que se tenham esquecido. O cansaço, a recordação prazenteira, a revolta e o sono inanimaram o meu físico e produziram uma luz falante diante de mim:

_ Por que não te tranquilizas depois de um dia bem preenchido como este?

_ Não consigo deixar de pensar nas dificuldades que atingem as pessoas da minha origem.

_ Hoje respeitaste todas as horas que te concedi. As pessoas em quem pensas estarão satisfatoriamente tão cansadas quanto estás?

_ Mas, quem me fala sem que eu possa ver?

_ Sou o Deus.

_ Quantas perguntas guardadas para Si! Posso me esquecer de mim mais uma vez e perguntar o que mais curiosidade me provoca?

Invadi o silêncio sem saber se a isso estava autorizado:

_ O dia 12 de Julho é de facto um dia azarado?

_ A quem pertencem os dias?

_ Sendo Senhor dos tempos, peço que me perdoe ter pensado que poderia dedicar um dia mau aos seus filhos. Não encontro uma explicação para que tenhamos tanta desilusão depois desse dia tão esperado e tão aclamado como o nosso dia de glória.

_ O Abel levanta-se num dia que ele considere triste e vai cuidar da sua lavra; busca o ânimo para si tratando os outros com amor e recebe sorrisos em troca; ensina aos mais novos a arte de produzir, colher e distribuir com justiça pelos elementos do grupo. O Caim levanta-se tarde espreguiçando-se alegremente num dia que ele considere glorioso; procura saber se existe em casa algo que alguém tenha levado para comer; procura uns amigos para jogar as cartas em comemoração de mais um dos muitos dias gloriosos; termina o dia a pensar em como devia ser só dele e dos filhos tudo quanto os outros produziram. Agora pergunto Eu: mesmo que num dia de sorte Eu crie um poço de petróleo na terra do Caim, a do Abel não terá um futuro mais risonho sem riquezas fáceis?

_ Devemos exterminar as pessoas com a mentalidade do Caim?

_ Não matarás!

_ Eles não farão com que morra muito mais gente com fome, doença e desordem social?

_ Não são eles.

_ São as pessoas como Abel?

_ Sois todos.

_ Há muitos a tentarem contrariar sem sucesso, aquilo em que a terra se tornou e mesmo assim somos todos culpados?

_ Muitos? Por causa de o que dizem? Confia-lhes a sua empresa e aguarda o resultado.

_ Somos todos maus?

_ Diante de Mim nenhum filho será mau ou menos estimado. As suas acções sim. Serão boas ou más. Quanto maior for o número dos que praticam as más acções maior será o vosso sofrimento sem que Eu precise de intervir. A bonança se erguerá diante do povo que cultivar o Bem e a tempestade perseguirá o que semear maus ventos.

_ Os que praticam as más acções não são maus? Pagaremos todos por eles? Esperamos todos que seja o Senhor a fazer a nossa justiça e afinal fala em pagarmos pelos erros dos outros? Onde é que está a sua Justiça?

Silêncio.

Foi como se a ausência de som me ensurdecesse para não ouvir merecidas represálias pela minha ousadia. Senti o perdão quando a conversa continuou sem qualquer alusão à minha petulância.

_ A minha Justiça, coloquei-a nas vossas mãos.

_ Nas nossas mãos?

_ Se as mulheres mostrassem desde o primeiro dia que não concordam com atitudes menos respeitosas, chegariam a ser espancadas e enxovalhadas publicamente pelos maridos? Se não recebêsseis o bem que vos ofereçam quando seja consabido que a proveniência desse bem é fraudulenta, não estaríeis a contribuir para desencorajar os açambarcadores dos vossos bens? Se os vossos filhos não presenciassem tanta subserviência vossa diante dos detentores de bens meramente materiais, não teríeis uma geração futura mais rica espiritualmente?

_ Assim somos todos culpados?

_ Se a maioria andasse nos caminhos que vos ensinei, a minoria seria sufocada pela vergonha de si própria. Em vez disso, está a ser enaltecida. Não castigo os Meus filhos. Não faço justiça por eles. Ensinei-lhes o princípio e espero que cresçam nos Meus caminhos: que sejam bondosos, trabalhadores, honestos e firmes a dizer NÃO a tudo quanto venha do Meu Inimigo.

_ Não nos vai tirar das garras dos nossos irmãos mais insaciáveis?

_ O maior prémio da Minha criação é ver os Meus filhos desbravarem os seus caminhos seguindo os Meus ensinamentos. Se o não fizerem significará que o sofrimento não foi suficiente para crescerem.

_ Podemos ter pior?

_ Se for, será feito e consentido por vós com muita tristeza Minha.

Apagou-se a Luz.

Acordei-me.

Readormeci de cansaço.

Horácio Will

    37 comentários

37 comentários

  1. freitas

    2 de Agosto de 2012 as 15:02

    olha me este assim sim tamos a ficar todos com parafusos a menos !!!!!!

    • quase la

      2 de Agosto de 2012 as 15:24

      Ola freitas.
      Teria uma perceção semelhante se não tivesse lido com atenção e entendido cada um dos pontos deste artigo. Você conseguiu entender a mensagem contida?
      Obrigado pelo artigo.

    • Acha?

      2 de Agosto de 2012 as 15:38

      Lê outra vez. Isso exige reflexão e mais parafusos que o s teus.

      • Horácio Will

        2 de Agosto de 2012 as 17:48

        Sr(ª) Acha?
        Seria falsidade não receber com agrado a sua intervenção diante de uma crítica quase violenta do comentarista anterior.
        Com a minha profissão, tenho dificuldades em aceitar que as pessoas com opiniões contrárias tenham mais ou menos parafusos, ou seja,neurónios.
        Entendo que ao nos apelarmos pela mudança da mentalidade, isso implica que teremos que passar a raciocinar sobre aspectos que usualmente não nos ocorriam. Não tenho dificuldades em aceitar ser mal compreendido quando digo para pararmos e mudarmos de direcção se a moda for correr para o imediatismo em detrimento da construção.
        Certamente que muitos verão loucura nisso.
        Pergunto entretanto:
        O que será a LUCIDEZ?

        • Ámí Sá Míme Cardoso

          3 de Agosto de 2012 as 5:39

          Fiz uma leitura corrida do artigo juro que fiquei satisfeito pelo que li, não sei se isso realmente ocorreu mais nota-se a capacidade e a criatividade também a percepção da sociedade santomense da parte do autor do artigo a cima, mais o que me deixa triste é perceber que com o passar do tempo os jovens santomense ainda não conseguiu ampliar a sua capacidade perceptiva dias atrás tinha postado um artigo no facebook onde dizia” Em vez de falar atoa prefiro estar calado, nem sempre a fala é o melhor remédio
          O comentários só valem quando é pra fortalecer, se for para baixar a minha moral ja basta a crise
          Hoje em dia as pessoas buscam um corpo malhado em vez de uma mente malhada resultado de tudo isso aumento drástico de divorcio …
          Pra quê estar ao teu lado se pensas sempre em outra pessoa
          Só me resta1/5 litros de lágrimas não vou chorar pra quem não merece..
          Se for pra ir a Faculdade e tirar curso pra fazer os meus colegas percebe que também passei por lá o 12º ano me basta, pois a minha missão é revolucionar o mundo
          Pra quê ensaiar se no teus corpo esta as nota mais preciosa
          Porquê perder sono pensando em ti prefiro dormir porque quero trabalhar pra cuidar de Ti e os nosso” para quem discorda com o que esta redigido pelo o autor aponte os erros e da um rumo melhor temos que aceitar que cada um tem a sua opinião sendo pobre ou rico quando deixamos agir pela emoção as palavras tal qual do 1º comentarista(Sr Freita) serão a mais desejável que é o de levar abaixo quem pensa no bem de todos, sou da ideia que para são tome e Príncipe mudar o primeiro passo a dar é cada um mudar a sua maneira de pensar(deixar de pensar apenas nele + sim em todos) Nunca se consegui a todo mundo agradar

          • Sempre a subir

            3 de Agosto de 2012 as 11:20

            AMIGO, MUDAR NÃO INTERESSA, POIS ELA NÃO SIGNIFICA NADA SE FORMOS VER AO FUNDO. ELA É AMBÍGUA (PODE SER PARA PIOR OU PARA MELHOR). POR FAVOR ACEITE A MINHA HUMILDE OPINIÃO E PASSE A USAR PALAVRA MELHORAR (É MUDAR SEMPRE PARA Melhor). FORÇAS…

    • Deus é Poderoso

      3 de Agosto de 2012 as 22:38

      Este comentador fez uma narrativa, de factos
      codificado da realidade da pobreza estrema em que povo São Tomense estão a passar e chamo atenção ao todos cidadãos abrem os olhos deixam de brincadeiras, caso contrário
      todos irão ser submetido a nova escravatura e colonização discretamente, sem dar por conta, há uma investidura externa muito forte, que os políticos Santomenses e sociedade civil ainda não compreenderam e a Juventude andam na brincadeira e os outros estão a conquistar pouco apouco o seu terreno e mesmo grupo de estrangeiros que promoveram a revolta popular em Luanda são os mesmos que estão
      a instabilidade em São Tomé . Os Tribunais têm que Funcionar,O Código Civil, C.Processo Penal e C. Penal e Código das Sociedades Comerciais tem que existir para fazer valer as Leis e os Decreto Leis, caso contrário, podemos perder a nossa Soberania. A luta pela libertação de STP , foi muito difícil eu passei por todo processo, tinha na altura 14 anos de idade, como trabalhador obrigatoriamente eu tive que obdecer a ordem dos trabalhadores revoltosos que percorria de roça em roça a recolher as armas e entregar na sede da Polícia Nacional,o meu pai foi atacado pelos trabalhadores porque defendia interece dos colonos, e teve que abandonar a reunião, nem o Presidente Pinto da Costa , lidou com estas situações porque chegou quando tudo estava em ordem com bloqueio total dos colonos e construção da Sede MLSTP em Reboque, Oné , Filintro Cota Alegre e outro foram obreiros desta obra.
      Iné Sungueé biliuêô, Zête escamecê toma non tela ô.

  2. Nós

    2 de Agosto de 2012 as 15:07

    Mas o que é isso Téla Nón?

  3. Quem é a verdade?

    2 de Agosto de 2012 as 16:12

    Sr. Horácio.
    Ao ler o seu artigo, entendo que não tenha tido a tal visão na realidade mas que tenha aproveitado, e bem, aquilo que entende ser a vontade de Deus ajustando-a a nossa realidade.
    Tenho dito neste fórum que devíamos aproveitar melhor as muitas bênçãos de Deus à nossa terra. Infelizmente muito de nós tem vivido longe do caminho que Ele nos ensina, desperdiçando ou entesourando somente para si mesmo aquilo que seria de todos. Outros há que escondem, por si mesmos ou por variados obstáculos, os seus talentos e as dádivas, aguardando que sejam dados outros talentos e mais bênçãos esquecendo que Deus deseja que cada um multiplique o que lhe tem sido dado.

    Concordo também, Sr. Horácio, na analogia que faz entre Caim e Abel. Como nação, a nossa terra jamais desenvolverá se continuarmos de mãos estendidas e não cultivarmos o verdadeiro sentido de trabalho, organização, respeito ao próximo e um imensurável esforço conjunto no sentido de multiplicarmos aquilo tiver as nossas mãos.

    Para um STP melhor.

    • Horácio Will

      2 de Agosto de 2012 as 18:11

      Quem é a Verdade
      Muito Obrigado.
      Desculpe se o desiludo. Na verdade não tenho uma educação religiosa como a sua. Tive uma educação baseada sim em princípios regligiosos. Cheguei a ser ateu, muito convicto nos princípios simplesmente cintíficos.
      Hoje, tenho grandes dúvidas sobre a criação e o sentdo da vida. Só uma certeza tenho: observando o sentido evolutivo da nossa sociedade, a recuperação dos princípios religiosos (talvez não a religião em si)seria a melhor forma de contrariar o que foram os nossos últimos 37 anos. Imagina o que seria contrariar a traição, intriga, desconfiança, inveja, ganância, preguiça,ódio…
      Muito agradecido pelo acréscimo e pela maior visibilidade que dá ao contéudo deste artigo que talvez tenha sido escrito de forma menos directa à que os leitores preferem.
      A todos os leitores, quero expressar os meus agradecimentos e lamentar incómodos. Receio que a comunicação muito directa retire aos receptores o espaço para chegarem ao conceito por si próprios.

      • Quem é a verdade?

        3 de Agosto de 2012 as 8:13

        Sr. Horácio
        Garanto-lhe que não fiquei desiludido de todo com o seu comentário, antes pelo contrário. Qualquer pai deseja, entre outras coisas, que os filhos lhe reconheçam como tal e que andem segundo os seus conselhos (caminhos). O não reconhecimento do pai poderá levar a que perca o estatuto de filho e certamente trará consigo consequências a curto, medio ou longo prazo. Ainda assim, o andar nos seus concelhos, mesmo que seja somente pela educação baseada nos princípios religiosos provenientes dos avôs, pais, amigos ou vizinhos, certamente alegrará o mesmo pai e será uma bênção para a sociedade desde que sejam bons princípios. Congratula-me saber que mesmo tendo duvidas quanto a Deus como criador, soube aproveitar, e bem, os princípios básicos para a sua conduta e partilha-la para que os bons valores possam ser elevados e usados para o bem do nosso STP. Quão bom seria se todos que professando qualquer religião ou não, sendo ateus ou não, com dúvidas ou sem dúvidas se decidissem elevar também os bons valores e caminharmos triunfantes para um STP melhor.

  4. ze semba

    2 de Agosto de 2012 as 16:48

    Mas porquê que o senhor Horácio Will,tal como os outros que colaboram com artigos escrito neste jornal não aproveitam para pedir umas férias e escrever o vosso livro e colocá-los nas bancas? Assim, fortalecerá o nosso parque literário que falta com certeza de mais escritores e poetas…Espero que compreenda. Porque acho que este jornal precisa sim, de algo com pendor informativo, sintético e que desperta o interesse dos que regularmente leem e opinam no tela non…Para todos efeitos obrigado pelo seu trabalho.

    • Adelino Cardoso Cassandra

      2 de Agosto de 2012 as 18:35

      Meu caro amigo
      Você não vive em democracia para querer ter a ilusão de que a informação, como estilo ou prática jornalística, por mais rigorosa que ela fosse, pudesse ser o sinónimo de verdade absoluta ou único meio ou campo discursivo para fazer ou ajudar os leitores a terem opinião, sobre a nossa vida em sociedade, num contexto de miserabilismo cívico e cultural (no sentido lato da expressão) como o nosso, onde predomina a inveja, a falta de solidariedade, a falta de consideração e respeito para com os mais velhos e desfavorecidos, a ignorância, o desleixo, a corrupção, a bandalheira institucional, a preguiça e outras desgraças que nos transformaram em maiores pedintes no mundo actual. Ou seja, os jornais não vivem nem devem viver só de informação (no sentido mais restrito do termo). Por isso só posso congratular-me com o conteúdo da crónica do compatriota e amigo Will, para o qual aproveito para enviar um grande abraço, que me parece adequada, oportuna, pertinente, desejável e bem fundamentada.
      Só em contexto totalitários as pessoas estão privadas de manifestar a sua opinião em jornais da forma como o Will o fez. O meu caro amigo tinha duas alternativas: ler ou não ler. Agora, parece-me despropositado manifestações de opiniões como a sua, por limitações interpretativas ou de outra natureza, com pendor de alguma arrogância e/ou brutalidade, por reserva pessoal ou intelectual. Tudo isto é exactamente contrário e desejável num contexto autoproclamado de democrático. O senhor pode e deve dizer, argumentando, que gostou, ou não, da referida crónica. Agora, sugerir que as pessoas não devam escrever textos com restas características nos jornais parece-me um absurdo. Que democracia é a sua?
      Will, adorei e só espero que nos brindes mais vezes com estas novidades que ajudam a fazer e ter opinião. Provavelmente o nosso país necessite, neste momento, de produções como estas e outras, do que centenas de comícios e manifestações principescamente financiadas por políticos para fazer número.
      Um forte abraço para ti.
      Adelino Cassandra

      • Filipe Samba

        3 de Agosto de 2012 as 6:28

        Caro Adelino Kassandra

        Os meus cumprimentos,

        Continuo aguardando a sua resposta.
        Sendo, que o diálgo é a troca de ideias e a formula de se formar ideias.
        A capacidade de se dirigir e de responder ao outro como igual, fazem parte do relacionamento humano.

    • Horácio Will

      2 de Agosto de 2012 as 21:46

      Sr Zé Semba
      Sigo as notícias e os comentários neste jornal. Por isso tentei ir no sentido de reunir pequenas e grandes coisas que nos distanciam do sucesso esperado. Tivemos comentaristas que disseram que 12 de Julho é um dia aziago. Vários dizem que Deus faz justiça. Na sociedade vemos atitudes de individualismo, desprezo pela vida de concidadãos em prol de simples vaidade e em prejuízo da construção social. Outros queixam-se de carências sem usarem devidamente as horas do dia que se oispõem para fazer algo. Pelas leituras que já fiz do Cristianismo, fiquei com a sensação que Deus deixou o mundo entregue à vontade dos homens e Ele quer que os seus filhos pratiquem o Bem e contrariem o Mal. Resumindo seria isso. Preferia um artigo a dizer só isso?
      Fiquei admirado que uma pessoa com uma capacidade de expressão tão notável como a sua pasasse tão depressa por cima da parte informativa de uma mensagem que se quer também formativa.
      Quero contar consigo para um fazermos todos um novo STP.
      Embora goste, não tenho tempo para dedicar à escrita. Eu gostaria que acreditasse que se o meu texto operar mudança para melhor entre os são-tomenses, mesmo que a mnha influência não seja reconhecida, morro mais feliz que ganhar o Nobel da litertura.
      Conto consigo.
      Grande abraço.

    • Horácio Will

      2 de Agosto de 2012 as 22:09

      Cassandra
      Estiveste completo como sempre.
      Apareceres aqui com tanto calor e luz direccionados para mim, é para se dizer: Obrigado Téla Nón.
      “Voz do povo, presente, presente em conjunto,
      Vibra rijo no coro da esperança”
      Tenho esperança e muita fé que vamos abandonar determinados sentimentalismos e pobrezas de espírito para que as nossas vozes formem um conjunto uníssono vibrando rijo para além da espernça, até à consecução do progresso.
      Pensando no país, és uma das vozes que mantêm a minha esperança.
      Grande abraço caríssimo amigo e nobre compatriota.

  5. rapaz de riboque

    2 de Agosto de 2012 as 20:57

    então falaste com Deus e o que foi que ele te disse? que nesta terra só existem chulas malandros e feiticeiros?

  6. elder

    2 de Agosto de 2012 as 21:02

    o nome do artigo ja me deu sono isso, deume preguissa de ler, voce conversou com quem?

    • Horácio Will

      3 de Agosto de 2012 as 11:18

      Mais uma vez recorro a ensinamentos divinos. Li uma frase de um cristão que dizia: “cultiva-te o mais que puderes porque o conhecimento será a maior herança a transmitir aos seus.”
      Com maior nível cultural, teríamos um país mais competitivo e mais lúcido na escolha do futuro.
      Por isso, acho que qualquer preguiça seja pecado e a de ler não seja menos. Todavia, meu compatriota, espero que leia este artigo a sério e faça outro comentário que será para mim um partilha de ideias.
      Falar por falar quando o país está em causa, pode indicar que não temos legitimidade para exigir seriedade aos outros.
      Vamos melhorar?

  7. Victorino Trovoada

    2 de Agosto de 2012 as 21:54

    Caro Horacio, parabens pelo artigo e obrigado pelo brinde. Nao te deixes abalar por aqueles que infelizmente tem contribuido para a nossa desgraça.

  8. Tavo

    3 de Agosto de 2012 as 2:42

    Meu caro Horacio Will, tenho visto a sua contribuicao no apelo a mudancas de mentalidade no sentido de Sao Tome e Principe ser um Pais melhor. Tenho bastante a desejar, bom trabalho irmao.

    Agora deixe que lhe digo o primeiro segredo para a mudanca de pobresa em Sao Tome e principe.
    1- Em primeiro lugar os saotomenses, precisamos saber definir o que realmente queremos.

    2- Dirigentes quando querem ter um Pais melhor, precisam estar unidos e terem uma unica linguagem. Como por exemplo ”custe o que custar o Pais tera que melhorar”. Sim, mas como? Com determinacao e responsabilidade.

  9. Malé Poçon

    3 de Agosto de 2012 as 8:20

    Obrigado meu irmão pelo trabalho, obrigado meu Deus porque ainda há os que pensam seriamente no bem-estar de todos os santomenses.

    Se cada um de nos falasse com Deus sobre STP e perguntasse com humildade e seriedade, qual e a minha contribuição e responsabilidade social, de certeza que 12 de Julho seria um dia festejado com mais orgulho.

    Se todos falássemos com Deus, Ele nos diria: vocês já estão livres do colonialismo, agora com a Minha ajuda, tornem-se livres mentalmente. Saibam que todos vos sois Meus filhos e tratem uns aos outros como a vos mesmos. Deixem de egocentrismo e saibam que nasceram nus e nus voltarão para a sepultura. Quer acreditem quer não, um dia todos hão-de comparecer diante de Mim, para dar conta de todos os vossos atos.

    Então meus irmãos, com esse pensamento, esquecendo das coisas erradas que no passado fizemos, partamos para o alvo, que é a independência total e o desenvolvimento de STP.
    – Melhor tarde do que nunca.

    Deus connosco.

    Viva 12 de Julho
    Viva STP

    Parabéns Horácio Will.

    • Horácio Will

      4 de Agosto de 2012 as 12:43

      Sr Malé Poçon respondo-lhe aproveitando para agradecer a sua presença sempre apelativa em vários artigos inclusive os meus. Senti os meus artigos mais enriquecidos com as suas intervenções. Não me coíbo de parecer cansativo ao responder grande parte dos comentários porque sinto como muitos comentadores que precisamos de mudar de mentalidade ou seja melhorar a mentalidade como disse o (a) comentarista Sempre a Subir. Quero ser encorajado para manter as qualidades que eu tenha; quero ser contestado de forma correcta e sincera para reflectir sobre os meus pontos de vista e atingir novos patamares de pensamento; quero ser questionado para reflectirmos juntos sobre os apectos que possam ser importantes para o STP que queremos em evolução.
      Sr Malé Poçón, nunca deixei de pensar em si enquanto esvrevia este artigo porque os seus comentários pareceram-me sempre de pessoa muito religiosa. Tive receio de ferir susceptibilidades quando assumi a ousadia de dizer que falei com Deus. A sua réplica faz-me sentir que temos pessoas muito crentes nas suas religiões sem deixarem que o fanatismo lhes roube a capacidade para comunicação frontal, livre, aberta e tolerante.
      Obrigado pela sua dedicação ao consenso de que tanto precisamos.

  10. Filipe Samba

    3 de Agosto de 2012 as 10:52

    Caro Will
    Os meus agradecimentos pela sua sátira
    Aconselho aos amantes da literatura para lerem!
    Fédor Dostoievski

    Notável escritor russo, Dostoievski nasceu a 30 de Outubro de 1821, em Moscovo, e passou a maior parte da sua existência em São Petersburgo, onde morreu em 1881. Recebeu uma educação marcadamente religiosa, o que o levou naturalmente a interessar-se pelos mais humildes. A sua primeira novela, Pobre Gente, é muito apreciada pelos críticos da época, que vêem nela o primeiro romance social russo. As novelas seguintes são recebidas com menos entusiasmo. Considera o socialismo como uma actualização da moral cristã, o que o leva a frequentar grupos de ideias radicais. Preso e deportado para a Sibéria, essa difícil experiência permite-lhe aprofundar as suas reflexões espirituais, cristalizadas na figura de Cristo, e nos seus companheiros de infortúnio descobre a grandeza da “alma russa”.
    Em 1860 encontra-se em São Petersburgo e, com o irmão Miguel, edita a revista O Tempo (e mais tarde A Época), onde proclama as suas ideias liberais, enraizadas, contudo, na defesa das tradições nacionais. Publica Humilhados e Ofendidos e Recordações da Casa dos Mortos, obras baseadas nas suas vivências como deportado. Uma viagem a Paris e a Londres termina com as suas ilusões sobre a sociedade ocidental, ao ser confrontado com o materialismo e com o individualismo mesquinho do mundo moderno. Para Dostoievski, o racionalismo concebe o ser humano de uma forma demasiado redutora, enquanto a natureza emocional e inclinada aos excessos do escritor sonda na alma humana o mistério, a capacidade de se afundar nos maiores abismos e de alcançar as maiores plenitudes. Em A Voz Subterrânea (1864), o primeiro dos seus romances “metafísicos”, o autor cria o “anti-herói”, um tipo de personagem muito explorado pela literatura do século XX. Crime e Castigo (1866), de inspiração cristã, aborda a problemática da culpa e da redenção. O Jogador (1867) é baseado na sua própria experiência. O Idiota (1868) revela uma personagem que simboliza um ideal humano de bondade e de fé. Seguem-se O Eterno Marido (1870), Os Possessos (1872) e O Adolescente (1875). A obra-prima Os Irmãos Karamazov (1880) opõe a natureza e a civilização e aborda os grandes problemas metafísicos: Deus, o bem e o mal, a liberdade humana. Nos últimos anos da sua vida, preocupa-se em expor a sua visão da história, da religião, da arte, da política, em ensaios a que chamou Diário de um Escritor. Conseguiu finalmente reunir a unanimidade da aclamação dos seus contemporâneos. Na obra de Dostoievski, encontram-se presentes, dir-se-ia profeticamente, os problemas que vão ocupar a literatura e a filosofia de todo o século XX.

  11. O não preconceituoso-rosario

    3 de Agosto de 2012 as 17:31

    As minhas felicitações.Mais um excelente artigo ,onde está a marca habitual de H.WILL,o convite a reflexão.Dispenso palavras para um exaustivo comentário,pois subscrevo/compartilho tudo que de forma equilibrada,sensata e inteligente foi escrito pelo sr. Adelino Cassandra .Apenas a acrescentar o seguinte:O Téla Non não perderia prestígio se divulgasse pequenos textos em prosa ou em poesia de são-tomenses interessados em sair do anonimato por outra se o fizesse estaria a contribuir para estimular e motivar as pessoas e fazer delas futuros escritores que STP BEM PRECISA,porque em numeros são poucas as obras literarias existentes de escritores do nosso pais.O(s)artigo(s) de H.Will nao pretende(m) conquistar espaço de autores,pois eese espaço não existe no tela non.O bom de todo é termos sempre presente a seguinte máxima ” na impossibilidade de fazeres deixa o outro fazer”Ccom essas trocas de opiniões aprendemos a fazer a introspeção .Questionar-se pouco mais sobre “EU”, ALERTAAAAAAA:O “EU” SEM OS OS OUTROS=ZERO.Deixe que os outros façam ,seja mais equilibrado e construtivo nas criticas. Sublinho essa de um comentador ,”umas férias e escrever um livro…” ,acho absurdo e de pessoas arrogantes.(Rivalidades?)Para Wil e o Telá Non,parabens.Telá Non poderá falhar em divulgação de alguns artigos mas no geral merecem os meus votos de confiança.Perfeição total no ser humano??? As minhas dúvidas.Bem haja.

  12. gostoso

    3 de Agosto de 2012 as 18:47

    O artigo é animador e com classe, mas a saida para STP passa pela mudança de mentalidade, para isso são necessaria duas coisas : cultivar-se que não é a mesma coisa de ir a escola e mudar a geração dos políticos.Mais uma vez digo-vos precisamos de referencias. A quem seguir? Os Srs. que estão no exterior, com outra visão devem regressar para ajudar a mudar. Não é só ficar lá a enviar artigos. Precisamos da contribuição de todos.
    Tenho dito.

    • De Longe

      4 de Agosto de 2012 as 21:19

      Gostoso
      Eu cá de longe, bem distante, vejo o nosso S. Tomé e sinto-o como quem estivesse perto. Afectivamente estou perto.
      Concordo com todos quantos pensam que os são-tomenses deviam regressar para dar o seu contributo ao país. Se estivéssemos todos com espaço e disponibilidade para trabalhar dentro do país, a pensar no bem comum, iríamos longe mais depressa.
      Se concordar com o que lhe vou dizer, diga-me:
      1 – Os indivíduos formados que regressaram ao país, muitas vezes não ocupam lugares de acordo com a sua competênia, acabando por ser nais um insatisfeito ou sujeito à prática de coisas com que não concordam e que muitas vezes são prejudiciais ao progresso da nação de modo a que consigam sobreviver.
      2 – Se há dificuldades de emprego e escassez de bens para todos, o regresso de mais pessoas não constituiria por si só uma mais valia.
      3 – Quando um emigrante envia algum dinheiro ou bens para os seus familiares, estará a lançar algum capital em circulação no país. O mesmo quando ele construa uma habitação ou crie uma empresa.
      4 – Muitas pessoas que vieram fazer tratamentos em Portugal, contaram com grande apoio dos que aqui estão. Isto sem contar com os que vieram estudar ou cuidar da saúde com esforço total dos que aqui estão.
      5 – Se alguém está fora da sua casa vive sempre com a falta dela. Se houver preocupação em que ela esteja bem, qualquer pessoa que se preocupe com o intercânbio de ideias e desenvolvimento, tomará como bem vindas as opiniõs de todos e reflectirá sobre a importância dessas opiniões em vez de tentar tirar legitimidade a quem tenha ideias úteis.

  13. sum mé chinhô

    3 de Agosto de 2012 as 19:54

    Caro amigo Will, sofremos durante séculos, para depois surgir liberdade acompanhado de LADRÕES de bem social.

    • rapaz de riboque

      4 de Agosto de 2012 as 23:07

      o s.tomense nunca sofreu foram sempre malandros quem sofreu foram os caboverdianos, tongas,angolanos e moçambicanos agora veem par cá falar que sofreram pergunto em quê? acham que estam melhores agora?

  14. Horácio Will

    3 de Agosto de 2012 as 20:31

    – Amí Sá Míme Cardoso,
    – O-não-preconceituoso-rosário
    – Vitorino Trovoada (lembro-me de ter visto o Vitorino pela última vez quando nos despedimos numa festa de santa Maria da Madalena há mais ou menos 28 anos, para continuar os estudos na China – que dia hoje! Senti o contacto).
    Quero vos agradecer em nome do país pela réplica dada a todos aqueles que diante de um artigo que poderia ser explorado para avançar na busca conjunta de soluções para problemas do país, aproveitam para uma manifestação simples de sentimentos pessoais.
    Para quando reuniremos forças que contrariem as fontes da nossa miséria se não conseguirmos eliminar em cada um de nós a leviandade na abordagem de assuntos de dimensão nacional?

  15. Boa Fé Para Mudança

    4 de Agosto de 2012 as 12:12

    Ao sr Horácio e ao sr Zé Semba
    Primeira vez a dizer algo neste espaço que vejo sempre. Leio muito as escritas do sr Horácio Will. Custa acreditar que o senhor já foi ateu e agora vive com dúvidas. O sr deixa-me a pensar que Deus é glorioso. Ele envia a luz de qualquer direção. Irmão Horácio está no bom caminho para encontrar a sua certeza. Deus quer que São Tomé escuta o que o irmão diz nas suas escritas.
    O irmão Zé Semba escreve bem e sabe o que diz. É pena um homem com essa capacidade esquecer de tudo que é dito pelo Bem para se queixar do lugar e da forma como foi dito. Está a fugir da contribuição para a união que precisamos? Este texto e outros textos do irmão Horácio são para reflexão. O irmão Semba vai reflitir se seu sentimento a escrever isso é bom para si e para o bem do povo que o sr faz parte.

  16. rapaz de riboque

    4 de Agosto de 2012 as 18:17

    também falei com Deus sabe o que me disse?
    agradece a tua contribuição neste espaço, para ver se o povo acorda deixar a malandrisse trabalhar porque somos um pais pequeno mas rico, para deixarem de feitiçarias uns contra os outros,paranós homens respeitarmos as mulheres não usando-as com um objecto de uso e por fora
    deixar-mos de ser invejosos, só assim podemos sair desta desgraça.

    • Horácio Will

      4 de Agosto de 2012 as 22:14

      Rapaz de Riboque
      Torna esperançoso ler o seu comentário.
      A sua preocupação com a fragilidade da situação das mulheres na sociedade, é algo próprio de quem pensa num patamar acima da vulgaridade. De facto, a família deve ser a base da formação do homem como ser social de modo a que possamos contar com cada homem como alguém que usufrui honestamente dos bens sociais e dê o seu contributo para aumento e melhoria, quanto mais não seja, manutenção desses bens. Os homens deviam sentir-se enaltecidos pela educação que conseguem dar aos filhos e não pelo número de filhos que tenham. Para uma boa educação seria necessário um bom ambiente familiar onde as crianças percebessem a importância do respeito mútuo. Nesse ambiente a mulher seria respeitada e amada pelos outros elementos da família e todos reconheceriam a bênção de existir num lar uma MÃE com tranquilidade para se dedicar à família como só ela é capaz.
      Quanto à inveja e à feitiçaria…
      Quem acredita em feitiçaria acredita em Deus. Quem acredita em Deus deve escolher que a sua protecção seja divina ou outra qualquer ou então preferir viver simplesmente com medo. O medo aniquila-nos.

    • Ze Brigada

      6 de Agosto de 2012 as 19:20

      Adorei o teu comentario, que povo cheio se supersticao tudo e feitico pessoas estudadas vao a frente de um burro qualquer que se faz de esperto inventa Historias e os palermas acreditam, e muita ignorancia falta de burracha preguisosos trabalhar que e bom nao gostam.

    • jorceley afonso

      7 de Agosto de 2012 as 11:34

      É triste e lamental houvir que 12 de julho é uma data azarada visto que para que tal existe foi necessario até a alma de mui qui lutarão, o problema do nosso país é mui simples visto do meu ponto de vista a nossa probreza vem da nossa falta de patriótismo,os nossos politicos limintão a pensar nos seus interece individual em vês dos intereces do país,a evolução começa por combater a fuga aos fisco implimentação de uma agricultora de subsintência,abate a corupição,via de acesso………… bem estar de todos e ñ de algumas cabeças…………………..

  17. Carlos Ceita

    8 de Agosto de 2012 as 11:53

    Mesmo em ferias não resisto em comentar o que ai se escreve.
    Meu caro Will o seu artigo e a mensagem que quer fazer passar esta muito bem deste ponto de vista alem da criatividade que meu amigo vincou nela.
    Já escrevi aqui que no nosso São Tomé e Príncipe e muito dos seus habitantes parece viver a idade media. Vivemos de mitos e baiás e transes. Como é possível em pleno seculo 21 perseguir velhotas por causa de feitiçaria. E o pior é vermos saotomenses na diáspora mais facilmente a adoptar sem pestanejar os antivalores ocidentais deitando fora os valores da saotomensidade. Que bom seria ver os meus compatriotas no estrangeiro a adoptar os bons valores ocidentais ou Orientais. A pontualidade e a palavra dada a capacidade de organização e simplicidade de um angloxaxonico. A honra a disciplina e respeito de um Chines ou japonês.
    Perdoar-me-á a ironia meu caro Will perante tanta pouca vergonha que acontece nesta terra era motivo para alguém escrever conversei com o Diabo sobre São Tomé e Príncipe. Ou uma entrevista com o Diabo sobre São Tome e Príncipe.
    Terá o Diabo certamente muita coisa para dizer aos saotomenses.

    • Quem é a verdade?

      9 de Agosto de 2012 as 21:27

      Certamente que “Conversei com o Diabo ” daria uma entrevista para muitas horas. Somente a descrição dos seus arranjos (problemas) já dava para muitas páginas. Entretanto, o resultado seria só elogios ao que de mal se tem feito a nossa terra e a persuasão de que não se promovesse qualquer mudança positiva quer como indivíduo quer como sociedade. Isso é o contrário do que queremos. Se realmente almejamos os bons valores, que possam proporcionar melhorias e desenvolvimento da nossa terra, mais vale conversar com Deus, tomar consciência do que Ele nos fala e pô-las em prática.
      Bem-haja.

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