Procuradores gerais da CPLP debatem em São Tomé o estado da justiça na comunidade

A capital são-tomense acolhe desde quarta-feira o décimo encontro dos procuradores gerais da CPLP sob o tema “As procuradorias gerais como autoridades  centrais para a convenção do auxilio judiciário em matéria penal”.

No discurso de abertura o Procurador Geral da Republica Roberto Raposo, defendeu que  só com o auxilio  judiciário  em matéria penal  e a partilha de experiência  será possível  alcançar os resultados,  que garantam  a paz e segurança  no espaço lusófono.«na pratica o auxilio de cooperação entre as procuradorias  como órgãos centrais significa por exemplo que quando há um suspeito ou alguém que comete um crime transaccional em Portugal o pedido de extradição deve passar entre a procuradoria geral de Portugal e a procuradoria geral de Portugal não pode passar pelo terceiro isto facilita a investigação e facilita a acção penal.» declarou  o Procurador Geral da República.

A cooperação entre os ministérios dos países da língua oficial portuguesa,  irá permitir o maior combate  a criminalidade transaccional. Foi um dos desafios  lançado pelo Procurador Geral da Republica Roberto Raposo.

Em representação do governo o ministro da tutela Ilísio Texeira, disse que o governo estará atento aos resultados deste encontro. «destas jornadas resultem subsídios que  nos permita nos próximos tempos melhorar as actividades em matéria de cooperação e acção penal é neste sentido que o governo deseja as boas vindas e que estamos atentos aos resultados deste encontro», referiu.

Numa altura em que muito se fala da crise  do sistema judiciário  nacional o décimo encontro  dos procuradores gerais da CPLP elegeu a inspecção dos magistrados e a sua relação  com o estado de direito, como um dos assuntos de debate.«A inspecção permitira que os próprios órgãos do poder judicial façam a fiscalização repara que o principio da independência do poder judicial  de que fazem parte os tribunais  e o ministério publico tem que estar também sujeita  também a fiscalização porque  o principio da separação dos poderes é alcançar a ele próprio  a possibilidade de os órgãos de o poder fiscalizar » disse  o procurador geral da republica de cabo-verde.

Não marcam presença neste encontro as delegações  do Brasil, Guiné-Bissau e de Timor-Leste.

Sónia Lopes

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    Amadeu Santos Responder

    Este “garoto” ainda é o nosso procurador geral? Será que o Adelino Izidro sabe disso?

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      nana Responder

      ta a aproveitar ainda o taxo….fui

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    ha ha Responder

    Se depois de nove encontros a sua colaboração para a justiça é o que se vê, Sr Raposo, faça-se substituir ou exclua S. Tomé desses encontros nada trazem ao país consigo na nossa representação. Se calhar o país ainda paga os custos da sua deslocação.

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    ZE PEDRO Responder

    Da parte de S. Tomé e Principe, tratará de mais um mero exercicio de retorica, pois o Estado da Justiça em STP é subejamente conhecido, falta é acção concreta….Acho uma palhaçada o papel que esse nosso PGR faz…

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    Leonel de Ceita Responder

    Caro amigo, Abel Veiga.

    Tendo em conta o grande nº de alunos que já têm o 12º Ano concluído, e que matricularam-se no ano zero da Licenciatura de Direito, devido ao facto do ISP não ter para este ano programado o 1º ano da Licenciatura desse curso,gostaria que divulgasse esse assunto no seu jornal, para que o ISP, criasse o 1º ano de Licenciatura do referido curso, de forma a que os mesmos não tivesses que estudar o ano zero que é equivalente ao 12º ano. Obrigado pela atenção, forte abraço e votos de bom trabalho.

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    mama Responder

    sinceramente só em STP, país virou bobo!

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    Paulo Machado da Costa Responder

    Este nosso Procurador Geral ja foi “comprado” varias vezes. Precisamos de pessoas sérias!

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    Ibraíne Responder

    Já era tempo de se reflectir e debater arduamente sobre este altivo tema referenciado pelo PGR de Cabo-verde. Ora como é de todo certo, e numa opinião muito pessoal digo que desde já, embora não esteja muito por dentro ou desconheça em parte a Organização Judiciária de STP, este momento se revela mais que propício para se aludir mais uma vez ao recrutamento de Magistrados Estrangeiros, não para administrar a Justiça em nome do povo de STP, mas sim para lhes incumbir a árdua tarefa de inspecção na qual todos os Órgãos Judiciais estivessem submetidos. Sem querer subestimar os nossos Magistrados e Juristas que possivelmente possam vir a ser nomeados para fazer parte da tal comissão de inspecção, alias, já está patente e até mesmo os invisuais têm conhecimento que um dos grandes problemas do nosso tribunal e órgãos associados, prende-se com dimensão territorial do país e a consanguinidade.

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    Aurelio Silva "Kauike" Responder

    É este Procurador que necessitamos.Muito bem.Está a trabalhar muito bem.Grande colaborador do Sr Primeiro Ministro.Isto é que é.
    Tem todo o meu apoio.E pode contar com os Licenciados.
    A.S

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    jacoberto Responder

    Eu não sabia que este procurador é neto de PintaCabra!
    Por acaso são parecidos.

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    Ôssôbô Responder

    Saúde e justiça!! Enfim, as coisas têm que melhorar!!
    Fuui!

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    Takimo Responder

    Este não passa de um vírus altamente “Vabu” Made by Alice and Fradique.

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    Vabu Geral da República Responder

    Minha gente. Não pagar um empréstimo contraído no banco de um pais e fugir para o outro será que é um crime transaccional?

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    Nossa! Responder

    Djelo sé ca kiê mom. Ai se eu te pego

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    Augerio dos Santos Amado V az Responder

    Ao cabo de tudo, há outro tipo de obscuridade no nosso sistema juridico,esta desonestidade gera o estéril intelectualismo bacoco.
    Homens pouco seguros da própria integridade mental fogem dos problemas vitais da existência humana, a cada momento o grande laboratório da vida poderá a sua mentirazinha e deixa – lo nu e tiritante em face a verdade.

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    Santosku Responder

    A culpa não é dele mas sim de quem lhe nomeou, brincadeira.

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    Engenheiro Responder

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    4222…………….

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      xeja Responder

      xei, isto e linguagem do sono, sr dormiu no computador …..

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    Santosku Responder

    Este Kauike uma altura era inimigo do Patrice Trovoada. Agora desde que lhe uma croas o tipo agora apoia-o. Ele sabe que o PGR não vale nada mais como é do seu Grupo de bebados est´a poia-lo, francamente.

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