Professores do Centro Politécnico paralisam as aulas

Um grupo de professores do centro politécnico paralisou esta segunda-feira as aulas. Estão descontentes com a atribuição de habitações da escola ao director e alguns membros do corpo docente. Os mentores da paralisação não quiseram prestar quaisquer declarações a imprensa.

Foi um dia de revolta e de insatisfação  para um grupo de professores  do centro profissional politécnico. Há uma semana  tomaram conhecimento  que as casas que outrora servia de cantina  e de alojamento para os professores estrangeiros que ministram neste centro  foram  facultadas  ao director e aos membros  do corpo docente  sem qualquer explicação.

O motivo pela qual paralisaram as aulas. O mesmo grupo de professores  que não quis falar a imprensa   afirmam querer a demissão do director empossado a menos de um ano. Uma reivindicação contestada por outro professor. « Se a tomada dessas casas não satisfaz é normal que os professores informem a direcção do ensino, o ministro quanto a essas casas e dai o ministério tome devidas medidas para a resolução dessa casa. Fazer uma greve porque uma casa que este ou aquele professor tomou, os professores não têm nada para se meter numa greve, mais sim  deixando  lugares competentes resolver o problema» disse  Abel Pinto /  Professor.

Entretanto os  alunos deste centro  profissional aproveitaram a situação para reclamarem o atraso  no pagamento das suas bolsas.« Desde o ano passado que não recebemos bolsa» « a bolsa aqui no centro politécnico é seguinte , os alunos do primeiro ano não recebem mas logo que passam para o segundo ano já tem direito a bolsa até então nada os alunos que passaram para segundo ano não tomaram bolsa isto quer dizer que esta em atraso um ano. Garantiu Aury Silva  /aluno.

Os alunos reclamam ainda outros benefícios « O que estamos a pedir,  apelar o ministro é a questão de equivalência ,noutros centros profissionais a sempre equivalência porquê que nós não» explicou Aury Silva / Aluno.

A paralisação das aulas  no centro politécnico não é do conhecimento do ministério da educação cultura e formação e nem do sindicato dos professores de São Tomé e Príncipe.

Sónia Lopes

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    HLN Responder

    Não percebo porquê leva os professores a aderirem a greve, não sei se é pela atribuição das casas ao director, ou o método utilizado, para minha humilde interpretação penso ser método aplicado para atribuição da casa, acho que os professores queriam a coisa feita de forma mas clara,para poder concorrer, é o que não acontece em STP desde muitos anos, coisas bem feita em STP é crime.
    O que é isso de querer demissão do director, tem que a haver uma justificação lógica, que tenha cabeça, tronco e membro.
    Fazem as coisas, adequadas para não perderem razão, em primeiro já infringiram algumas leis da greve, mas como estamos em STP, país das bananas vamos em frente.

    Estudantes,reúnam de forma ordeira, e dirige a vossa reclamação ao sector competente, evitam boleia podem cair.

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    Malacador Responder

    concordo contigo plenamente

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    Ex Aluno Responder

    Se for por causa do acontecido não vejo motivo para greve, deixando o assunto a pessoa competente,,, o que me faz comentar esta notícia é sim a intervenção do aluno deste centro que reclama pela equivalência… enquanto aluno deste centro de 2005/2008 em conjunto com outros colegas batalhamos muito neste aspecto tendo mesmo encerrado os portões do centro na altura como sinonimo de grito de socorro para atribuição de equivalencia bem como a aprovação da lei de mecenato, condições de aulas práticas, estagios,,, etc e até hoje pelo que me apercebo é que tudo continua na mesma, mas seria bom que esforços fossem feitos de forma a melhorar este Centro e dar o verdadeiro valor a este C.P.F.P. aos professores um bem haja. Obs. Sempre o professor Abel a contrariar este ai não “maya” nunca mas grandes profissionais, só faltava o professor Adérito também para coisa aquecer mais…. kkkkkkkkk saudades do centro 2005/2008 (M.I)

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