Saúde reúne pequenos países insulares em São Tomé

Começou hoje a quarta reunião dos pequenos países insulares da região africana. São 5 arquipélagos, que periodicamente reúnem-se para trocar ideias sobre os mais variados aspectos ligados a Saúde nos respectivos países. Reforço das infraestruturas de saúde e a cobertura universal da saúde, são temas que dominam a reunião de São Tomé.

Cabo Verde, Comores, Ilhas Maurícias, Seychelles e São Tomé e Príncipe, foram o grupo de 5 pequenos países insulares de África que unem forças para promoção da saúde nos respectivos países através da troca de experiência. Luis Gomes Sambu, Director Regional da OMS para África, realçou os temas que dominam o encontro de São Tomé. «Este encontro dar-nos-á a ocasião de partilhar ideais sobre políticas de saúde que assegurem a equidade, o reforço das infraestruturas de saúde e a cobertura universal dos cuidados de saúde. Abordaremos também as determinantes sociais da saúde e formas de minimizar os factores de risco comuns associados as doenças crónicas», referiu o Director Regional da OMS.

Tabagismo, uso de bebidas alcoólicas, e alimentação pouca saudável, são responsáveis pelas doenças crónicas, que representam problemas de saúde nos respectivos países.

O Governo são-tomense representado ao mais alto nível pelo Primeiro Ministro Gabriel Costa, acredita que a troca de experiências e a solidariedade, ajudaram os países insulares de África, a navegarem com segurança para o desenvolvimento do sistema de saúde.  «O governo está consciência da necessidade do país continuar a avançar no caminho das reformas no sector da saúde. Falta-nos recursos para investimentos sociais particularmente no domínio da saúde. Mas creio que na solidariedade poderemos arrepiar caminhos desenvolver esforços que nos permitam buscar novas formas de cooperação que vitalizarão os nossos sistemas nacionais», frisou o Chefe do Governo são-tomense.

O quarto encontro dos pequenos países insulares de África, sobre a saúde decorre em São Tomé até quinta – feira.

Abel Veiga

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    Baga Tela Responder

    Vamos ver se STP aprende alguma coisa com isto.

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      Armindo Responder

      Arendem sempre. A maka sáo os médicos que entram as 8h e saiem as doze, deitam o olho em seis ou oito camas e partem para casa as 12h. Inventam horas extras, desvio de medicamento do hospital para clinicas e ainda fazem greve.

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    Santomé Plodôsu Responder

    Seria bom um evento semelhante com todos os paises da zona equatorial do planeta, pois há muitas enfermidades semelhates de acordo com as zonas geofráficas.
    Meus parabéns!

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