Conselho de Ministros ordenou desbloqueamento de verba para Escola Piloto no Gabão

A preocupação da direcção da escola piloto de São Tomé e Príncipe no Gabão, foi manifestada ao Téla Nón, pela direcção. O ano lectivo não arrancou por falta de dinheiro para custear a renda dos 3 edifícios onde mais de 170 crianças são-tomenses do ensino básico, aprendem a ler a a escrever. O Conselho de Ministros já orientou o Ministério das Finanças a desbloquear a verba.

São 450 milhões de dobras, que o Estado são-tomense disponibiliza anualmente para garantir o funcionamento da Escola Piloto são-tomense no Gabão, mais concretamente na capital Libreville. O actual governo atrasou no pagamento, e as portas do conhecimento fecharam para as mais de 170 crianças são-tomenses que frequentavam a escola.

O director da escola piloto, Gonçalo Monteiro, contactou o Téla Nón a partir de Libreville, e descreveu a situação triste. Os proprietários dos edifícios onde funcionam as escolas, fecharam as portas, por causa de dívidas de renda. Os pais e encarregados de educação, entraram em confronto verbal com a Direcção da Escola. O Director temia pela sua integridade física, uma vez que os proprietários dos imóveis exigiam de forma irritada o pagamento.

O assunto foi analisado no concelho de ministros da última sexta – feira. O Governo orientou o Ministério das Finanças a pagar com urgência os 450 milhões de dobras, mais de 18 mil euros, essenciais para início do ano lectivo na escola piloto de São Tomé e Príncipe no Gabão. «A verba já está a ser desbloqueada, acho que ainda hoje será feita a transferência para a conta da escola piloto no Gabão», assegurou o Ministro da Educação Jorge Bom Jesus em entrevista ao Téla Nón.

Gabão é um dos países africanos que acolhe a maior comunidade emigrante são-tomense. O acesso a escola é uma das dificuldades dos emigrantes, que encontraram na escola piloto são-tomense a oportunidade de dar futuro aos seus filhos.

Abel Veiga

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    Mixídají Responder

    Muito bem Bom Jesus, mas por amor de Deus mande uma equipa de inspeção e da direção das finanças do seu Ministério inspecionarem as contas dessa mesma escola. O Gonçalo monteiro não paga a renda da casa onde funciona a escola nem paga os professores.

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    Verdade Responder

    Só depois de ameaça de encerramento. é triste como se Governa este País

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    Disciplinador Responder

    Era preciso esta situação chegar até ao concelho de ministros? Jorge Bom Jesus andou mesmo a dormir!

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      Mixídají Responder

      É caso para dizer que o seu Serviços Administrativos e Financeiros esta a deriva. Demita o diretor da DAF que só esta lhe prejudicando.

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    3 macucu Responder

    aonde entra as propinas que os parentes das crianças escolarizado nessas escolas pagam por mes? nao esquecem que confiar é bom mais controlar é melior

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    CEITA Responder

    Governo santomense queria boleia do Ali Bongo pra pagar Escola em Libreville

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